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RELIGIÃO: MATRIZES AFRICANAS NO BRASIL

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by

Jorge Schalgter Leal

on 15 November 2015

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Transcript of RELIGIÃO: MATRIZES AFRICANAS NO BRASIL

MATRIZES AFRICANAS

Helena bla ba bla
UMBANDA
Segunda  exu, pombagira, Abaluaê, Omulu, pretos velhos, almas aflitas.
Terça  Ogum, Boiadeiros e Baianos.
Quarta  Xangô e Iansã.
Quinta  Oxossi e Caboclos.
Sexta  Oxalá, almas santas, linha do Oriente (ciganas) liberada por São João Batista.
Sábado  Iemanjá, Oxum, Nanã, Bureke, Ondinas, Sereias, Caboclas, Iaras e Marinheiros.
Domingo  Tori, Cosme e Damião, crianças e Ibejadas.


Relacionados ao Candomblé
- pelas práticas rituais :
. língua vernácula
. simplificação da iniciação
. leque menor de orixás sincretizados com os santos católicos

- difere em:
. adaptação ao dia a dia
Relacionados ao Kardecismo
- por seus conteúdos doutrinários:
. Antigo Pai Nosso do Antigo Testamento
. calendário de festividades
. organização de uma instituição burocrática
- difere em:
. conceito de reencarnação
UMBANDA
Kardecismo
Candomblé
CANDOMBLÉ
Sincretismo religioso
Assim, tentando incorporar as verdades do cristianismo (fé, esperança e caridade), os umbandistas realizam seu trabalho no intuito da caridade, de, através da união de sua força com a dos catiços, trazer respostas aos problemas do irmão.
DISTINÇÃO ENTRE O BEM E O MAL
ESQUERDA
- Exus masculinos junto das pombagiras associados aos demônios católicos
DIREITA
- Alguns orixás, quando associados aos santos católicos






















Segunda-feira  exu, pombagira, Abaluaê, Omulu, pretos velhos, almas aflitas.
Terça-feira  Ogum, Boiadeiros e Baianos.
Quarta-feira  Xangô e Iansã.
Quinta-feira  Oxossi e Caboclos.
Sexta-feira  Oxalá, almas santas, linha do Oriente (ciganas) liberada por São João Batista.
Sábado-feira  Iemanjá, Oxum, Nanã, Bureke, Ondinas, Sereias, Caboclas, Iaras e Marinheiros.
Domingo-feira  Tori, Cosme e Damião, crianças e Ibejadas.
ORDEM DAS 7 LINHAS DAS FALANGES DOS ORIXÁS
Origem dos Orixás
Exú
Também chamado de Legbara, Legbá, Bará, Eleguá, e Elegbara. Revelou a arte da adivinhação aos humanos. É o mensageiro dos orixás. Na mão carrega o ogô, um tipo de chocalho. Saudações a exu: “Laroiê, Exu”; “ Laroié”. Dia da semana: Segunda-feira
Senhora dos ventos e tempestades. Mostra o que sente, age de maneira destemida e garrega na mão o eruxim, um punho com crina de cavalo para espantar os eguns. Saudações a Iansã: “Eparrei, Iansã”; “Epahei”. Dia da semana: Quarta-feira
Iansã
Deusa do mar e da pesca muito prestigiada na Bahia. É a grande mãe de todos e trata os filhos com carinho e generosidade. Mira-se sempre em seu espelho prateado, chamado abebé, e adora flores. Saudações a Iemanjá: “Odôiá”; “Eerú-Iyá”; “Odô-fé-iabá”. Dia da semana: Sábado
Iemanjá
• Filho d Oxum e Oxóssi, tem as características dos dois orixás. Leva nas mãos o odématá de Oxóssi, o abebé de Oxum e flores. Saudações a Logum Edé: “Lôssi, Lôssim, Logum”;”Logun o akofá”;”Lô-si, Lô-si, Logum”;”Ou-oriqui-oluaô, Logum” Dia da semana: Quinta-feira
Lorum Edê
A mais antiga deusa das águas sendo assim respeitada pelos outros orixás. O ibiri, uma bengala curva é seu instrumento. Saudações: “Salúba, Nanã”; “Salubá”, “Salubá”. Dia da semana: Domingo
Nanã Buruku
Também chamado de Omulú. Trás nas mãosum xaxará, que é uma garrafa comprida, coberta de palha e búzios, que simboliza a cura. Saudações a Obaluiaê: “Atotô”; “Atotoó”. Dia da semana: Segunda-feira
Obaluaiê
Orixá do ferro, da metalurgia e todos os metais. Usa sempre uma mandaga, que é um facão. Saudações: “Patacuri, Ogum, jesse jasse!”; “Ogum ieé”; “Ogunhê”. Dia da semana: Terça-feira
Ogum
Também chamado de Ossanha. Orixá das folhas e da medicina. Saudações a Ossain: “Eu, eu, assa”; “Ewé ó”; “Eu eô”. Dia da semana: Quinta-feira
Ossain
Carrega o opaxorô que é um bastão de madeira. Saudações: “Epa babá”; “Exê ê Babá”. Dia da semana: Sexta-feira
Oxalá
Seu instrumento é o odématá, que é um arco e flecha. Saudações : “Odé kokê maio! Ô kearô!”; “Okê”; “Okê Arô”. Dia da semana: Quinta-feira
Oxóssi
Oxum
Oxumarê ou Bessen
Caboclos: “SALVE OXOSSI, OKÊ ARÔ ODÉ, OKÊ CABOCLO”. Baianos: : É da Bahia meu Pai!
Caboclos e Baianos
Cosme e Damião. Agrega todas as crianças. comportamentos indignos e letais à consciência humana. Os Ibejis representam a criança que existe em cada ser humano. Saudação: Oni beijada!
Ibejis
Exu Caveira
Sedutora. Dissipa a intriga assim como Exú. Lenda de Exú Mirin
Pomba Gira
Em Salvador se destacam como figuras importantes para a história do candomblé as mães-de-santo Olga do Alaketo e Menininha do Gantois

As mães-de-santo que alcançaram grande prestígio e visibilidade na sociedade local têm sido dessas casas, como Pulquéria e Menininha, sua sobrinha-neta e sucessora no candomblé do Gantois; Olga, do terreiro do Alaketo; e Aninha, Senhora e Stella, do candomblé do Opô Afonjá.
- A partir dos anos 60 houve a abertura para fiéis não somente negros
Candomble encontrou situações sociais, financeiras e culturais favoráveis
Expansão e crescimento da religião


- Nos anos 60, houve o desprezo da cultura racional
• Valorização da cultura negra
• Recuperação de origens alusivas à Bahia
• Baiano é uma nova parte da MPB
NO BRASIL
FIQUE POR DENTRO DAS...
Muitas pessoas acreditam que a religião africana é baseada em macumba, vodu ou coisa do gênero.
Em solo brasileiro a religiosidade de origem africana adaptou-se à realidade do regime escravocrata e cristão-católico. A força milenar da fé desse povo (re)nasceu das cinzas nas senzalas das fazendas e nos quilombos, formando uma vasta gama de denominações religiosas “afro-brasileiras”.
Conhecemos as religiões afro-brasileiras como
Candomblé, Batuque (no RS), Umbanda (a mais tipicamente brasileira), Xangô, Tambor de Minas, Cabula, Encantaria
, entre outras tantas.
Com a vinda dos povos africanos ao Brasil - aqui vendidos como mercadoria destinada à escravidão - veio também sua milenar cultura e formas de cultuar Deus e outras entidades transcendentes. Quando falamos da África, precisamos ter em conta de que aquele continente vem a ser o berço da raça humana e, por conseguinte é, igualmente, um importante polo cultural onde se desenvolveram as primeiras grandes religiões do mundo, o culto aos ancestrais, os Orixás
- Candomblé - Bahia
- Xangô - Pernambuco e Alagoas
- Tambor de Mina - Maranhão e Pará
- Batuque - no Rio Grande do Sul
- Macumba - Rio de Janeiro
A diversidade nominal das religiões de matriz africana deve-se, em parte, às diferentes nações que deram origem ao povo africano no Brasil. Destacam-se as nações Keto, Angola e Banto.
A diversidade nominal das religiões de matriz africana deve-se, em parte, às diferentes nações que deram origem ao povo africano no Brasil. Destacam-se as nações Keto, Angola e Banto. E mais: As religiões de matriz africana, ao contrário do que se poderia imaginar, não são religiões politeístas. São monoteístas.
As divindades que recebem cultos e oferendas são os Orixás. São figuras divinizadas a serviço do governo do mundo. Algumas destas, ao lado de Olodumaré, participaram da criação do mundo (Oxalá, Oxum e Iemanjá). Cada Orixá representa uma força da natureza. Por isso muitos classificam estas religiões como animistas. Quando um devoto dessas religiões invoca seu Orixá, ele se refere às forças da natureza pertencentes à criação do Pai Olodumaré.
Ele faz parte da ordem dos guardiões que se dispuseram a guardar catacumbas, sepulturas e mausoléus em toda a face da Terra. Eles também atuam junto a pessoas que trabalham com espíritos recém-desencarnados e que desconhecem sua real situação.
Jovens ou velhos, curadores e os mais sábios. A humildade é a melhor é a melhor virtude de um Preto Velho. Saravá !
Preto Velho
Xangô
Está associado às pedras. Sua arma é o oxé, uma machado de duas lâminas. Saudações: “Kaô Kabessilé”; “Kawó kabiesilé”. Dia da semana: Quarta-feira
É representado pela cobra e pelo arco-íris. Carrega nas mãos um cajado em forma de serpente. Saudações: “Arroboboi, Oxumaê”, “Arô Boboi”, Arô Moboi”; “Aô Boboi”. Dia da semana: Terça-feira
Anda sempre com o seu espelho dourado, abebé. Saudações: “Ora iê iêu”; “Eri lêie ô”; “Aiieiô”. Dia da semana: Sábado
A maioria dos negros ainda hoje permanece na periferia da sociedade devido a um avassalador processo de marginalização e exclusão social. Por isso, os terreiros das religiões de matriz africana continuam sendo um privilegiado lugar de integração social e formação cultural. É nos terreiros que eles se sentem acolhidos e respeitados.
Por Jorge Schalgter Leal
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