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Untitled Prezi

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by

Fernando Amodeo Tuacek

on 16 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

H) BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, P. F. de; SEABRA, L.; SILVA, R. F. Educação Física Adaptada no Brasil: da história a inclusão educacional. São Paulo: Editora Phorte. 2008.
CIDADE, R. E. A.; FREITAS, P. S. Introdução a educação física e ao desporto para pessoas com deficiência. Curitiba: UFPR, 2009.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. DA, (Org). Educação Física Adaptada. Barueri: Editora Manole, 2005.
MAUERBERG DE CASTRO, E. Atividade fisica adaptada. Ribeirão Preto: Novo Conceito Editora, 2011.
MENDES, E. G. Deficiência mental: a construção científica de um conceito e a realidade educacional. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. São Paulo, 1995.
OMOTE, S. Estigma no tempo da inclusão. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 10, n. 3, p. 287-308, 2004.
PEDRINELLI, V. J. ; VERENGUER, R. C. G. . Educação Física Adaptada: introdução ao universo de possibilidades. In: Márcia Greguol Gorgatti; Roberto da Costa. (Org.). Atividade física adaptada. Barueri: Editora Manole, 2005.
PICCOLO, G. M.; MENDES, E. G. Nas pegadas da história: tracejando relações entre deficiência e sociedade. Revista Educação Especial, v.25, n.42, p. 29-41,  jan./abril 2012.
SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 2006.
SESC / São Paulo. Desafiando as diferenças. São Paulo: SESC, 2004. - Horário a serem disponibilizados
- Número de aulas na semana
- Número de Instrutores na atividade
- Critérios de Funcionalidade do participante
- Utilização ou não de Tutoria ( e qual o modelo)

- Metodologia a ser adotada
obs: em relação a metodologia, o planejamento e a avaliação constante do programa de atividades possibilitará as adequações necessárias, considerando as necessidades e capacidades dos participantes; sendo possível:

- adaptação de material e sua organização na aula: tempo disponível, espaço e recursos materiais;

- adaptação no programa: planejamento, atividades e avaliação;

- adaptações de objetivos e conteúdos, adequando-os quando for necessário, em função das necessidades específicas, dando prioridade a conteúdos e objetivos próprios, definindo mínimos e introduzindo novos quando for preciso.
4) REALIZAÇÃO DE ANAMNESE E AVALIAÇÃO FUNCIONAL
(elegibilidade / funcionalidade)
(pontos a se verificar: comerciário / usuário / matriculado ou não
(também nível funcionalidade / necessidade de tutoria)

5) ESCOLHA DAS ATIVIDADES (x modelos atendimento)
(exemplo: GMF, natação, etc)  
Faz algum acompanhamento pelo Programa da Saúde Família - PSF? Sim ( ) Não ( )
Faz e/ou fez algum programa de reabilitação? Não ( ) Sim ( )
Qual (is) local (is)?
Tipo de atendimento:
Tempo de duração:
 
Participa e/ou participou de algum programa de inclusão? Não ( ) Sim ( )
Qual (is) local (is)?
Tipo de atendimento:
Tempo de duração:
 

- EXPECTATIVA E MOTIVAÇÃO DO PARTICIPANTE (E/OU FAMÍLIA) EM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADE?
 
- O QUE CONSIDERA RELEVANTE A RESPEITO DA ATIVIDADE FÍSICA?
 
 
- ATIVIDADE PRETENDIDA (exemplo: GMF - Natação):
 
- OBSERVAÇÕES:
 
- ENCAMINHAMENTOS:
 
- EVOLUÇÃO: Problemas respiratórios? ( ) Não ( ) Sim Qual?
 
Possui cuidador ( ) Não ( ) Sim Quem?
 
Realiza acompanhamento médico ( ) Não ( ) Sim Aonde/Com quem?
Dados do médico/contato:
 
Possui convenio médico: ( ) Não ( ) Sim Qual?
Apresentou atestado médico para prática físico esportiva? ( ) sim ( ) não
Observação:
 
ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA
Faz algum tipo de terapia ( ) Não ( ) Sim
Freqüência e horário:
 
Item Independente Semi-dependente Dependente
Higiene ( )
Alimentação ( )
Vestuário ( )
Locomoção ( )
Observação - utiliza: ( )Cadeira de Rodas ( )Prótese ( )Ortese ( )Muletas ( )Andador

 
DADOS FAMILIARES
Gestante ( ) Amamentando ( ) Dependente químico ( ) Idoso ( ) Alcoolista ( )
Problema de saúde ( ) Qual?
Observação: Desenvolvimento Neuropsicomotor:
 Normal ( ) Alterado ( )  Muito Prejudicado ( )
Condições Intelecto-Cognitivas:
Memória: Preservada ( ) Prejudicada ( ) Instável ( )
Compreensão: Boa ( ) Ruim ( ) Distúrbios ( )
Linguagem: Compreensível ( ) Incompreensível ( ) Alterada ( )
Humor: Normal ( ) Depressivo ( ) Lábil ( )
Crítica: Preservada ( ) Ausente ( ) Diminuída ( )
OrientaçãoTemporo-Espacial: Orientado ( ) Alterado ( )
 
INFORMAÇÕES MÉDICAS/CLÍNICAS
Faz uso de medicamentos contínuo?
( ) Não
( ) Sim
Qual (ais)?
 
Controle de Bexiga: ( ) Sim ( ) Não
Observação:
Controle de Esfíncter: ( ) Sim ( ) Não
Observação:
 
Usuário Fralda: ( ) Sim ( ) Não
 
Alergia: ( ) Não ( ) Sim Tipo: ( ) Alimentar ( ) Medicamentos ( ) Outros ( )
Especificar:
 
Diabético ( ) Sim ( ) Não
Convulsão ( ) Sim ( ) Não
Observação: DADOS DA DEFICIÊNCIA
( ) Física ( ) Visual ( ) Auditiva ( ) Intelectual
Observação:
 
HISTÓRICO DA DEFICIÊNCIA
Concepção, Gestação e Parto
Condições ocorreu a gravidez?
 
Como foi o parto? ( ) Normal ( ) Cesariana
Fórceps ( ) Por que?
Outros relatos importantes:
 
Houve problemas durante o pós-parto?
 
Desenvolvimento Psicomotor
Como foi o desenvolvimento motor?
Firmou pescoço
Sentar
Rolar
Ficar em Pé/andar

Dados sobre coordenação motora
Como foi o desenvolvimento da linguagem?
Balbucio
Palavras soltas
Frases curtas
Fluências
Sistema Respiratório: melhor capacidade respiratória esta associada à capacidade (resistência ao esforço) dos indivíduos aos exercícios. Tosse, expectoração, dispnéia e outras doenças respiratórias podem limitar essa capacidade; e
Sistema Nervoso: diversas alterações funcionais podem modificar a performance e requerer adaptações deles próprios a essas condições. Algumas alterações podem ser no campo visual, no equilíbrio excitação-depressão (crises convulsivas) e movimentos involuntários.

ROTEIRO DE ANAMNESE

IDENTIFICAÇÃO DO PARTICIPANTE
Data Entrevista: ___/___/___
Nome:
Entrevista realizada com:
O mesmo ( )
Familiar ( ) Grau de parentesco:
Responsável ( ) Especificar:
Sexo: ( ) Fem ( ) Masc
Data Nascto:_____/_____/_____
Estado civil:
Nome Pai:
Nome Mãe: Nível de função
Independente: não há necessidade do auxílio de equipamentos ou pessoas;
Independência com auxílio: execução das tarefas com um ou mais auxílios adaptados, mas sem assistência de outra pessoa. É independente para a colocação das pessoas.
Dependência parcial: necessidade de auxilio para colocar ou retirar suas adaptações ou para completar a tarefa; e
Dependente: necessita de assistência total.
 
Dados Complementares
Determinar possíveis alterações (escaras, diabetes, hipertensão arterial) apresentadas pelo individuo. São itens importantes para uma boa avaliação e melhor rendimento do entrevistado:
Estado nutricional: o individuo que pratica esporte está sujeito a maior gasto energético;
Sistema Cardiovascular: para a prática de esporte, o sujeito deve ter boa condição cardiovascular para realizar esforços com alta intensidade. Lembrando que a condição funcional desse sistema melhora com o treinamento;
A seguir, sugue uma pequena explicação sobre cada item:

Deambulação: deslocamento de um lugar para outro, na posição bípede e com estabilidade adequada. Informações da forma como a pessoa se locomove; se deambula ou se necessita de cadeira de rodas, de muletas, de órteses, de próteses; se dirige automóvel, se sobre e desce escadas. O ambiente em que o individuo se locomove também é importante (casa, rua, vizinhança);

Transferências: informações sobre a possibilidade ou não de transparência (independente) da cadeira de rodas à cama, ao vaso sanitário e aonde for necessário para o exercício das atividades da vida diária;

Vestir: habilidade do individuo para colocar e retirar a roupa;

Alimentação: habilidade para alimentar-se, utilização dos talheres e copos;

Higiene pessoal: habilidades do entrevistado para realizar atividades relacionadas com higiene pessoal, incluindo cuidado perineal e eliminação de fezes e urina; e

Comunicação: atividades sociais que dependem de nível intelectual e da integridade dos órgãos sensoriais e das funções motoras.

 
Uma sugestão para protocolo a ser estabelecido para uma avaliação clinica pode ser:

- Aplicação de um questionário sobre dados gerais;
- Anamnese;
obs: modelos podem ser encontrados na literatura específica
 
- Exame físico;
obs: ter como base aquele já utilizado para pessoas sem deficiência - buscando se estabelecer as adaptações necessárias.
obs: dependendo da necessidade, podem ser solicitado a realização de exames complementares, como: exames laboratoriais; raios x simples de tórax; e eletrocardiograma de repouso e em esforço físico; ou específicos: ecocardiograma, ressonância, exames para verificar as funções endócrinas e metabólicas, entre outros. (aula(s) teste(s))

Solicitar trazer o atestado médico e laudo (se tiver);

Não ter acompanhamento na aula(s) teste(s);

- Deve ser realizada pelo(s) instrutor(es) que receberá o aluno na turma / aula,
após o recebimento de informações da anamnese / entrevista e discussão de caso

Realizar a avaliação da adaptação do aluno ao curso;
obs: modelos de avaliação específica, se necessário, podem ser encontrados na literatura da área

Verificar a necessidade de um tutor diretamente na aula ou acompanhando - de acordo com a dependência do aluno na aula / nos vestiários / ou na unidade.


Devolutiva ao possível participante
- Frequência às aulas sem tutoria: o aluno não necessita de um acompanhamento mais direto e contínuo tanto na aula quanto em vestiários;

- Frequência às aulas com tutoria: quando o aluno necessita de um acompanhamento mais direto e contínuo do instrutor e funcionários da unidade;

- Indicação à frequência em um outro curso (caso o atestado médico permita).


Triagem - Central de Atendimento
- Encaminhamento ao Setor Esportivo os casos de PcDs que procuram cursos.

Entrevista / Anamnese
(Monitor - preferencialmente ou Instrutor na impossibilidade)
- Cursos pretendidos ou indicados;
Encaminhamento / atestado médico;
Informações sobre a funcionalidade: dificuldades / facilidades / autonomia / histórico / diagnóstico

Esclarecimentos ao aluno e / ou responsável
- Não temos atendimento especializado ou individual;
- Temos ou não turmas específicas de PcDs;
- Portanto, pode ocorrer a Inclusão nas aulas e cursos já existentes;
- Adaptação a turma;
- Agendamento de aula(s) teste(s)
(caso esteja com atestado médico liberatório para a prática de atividade física). - Sempre buscar estratégias que possibilitem o caminho do modelo menos inclusivo para o modelo mais inclusivo subsequente, quando os modelos acontecerem de forma simultânea
(essas ações devem acontecer no âmbito Institucional ou se referir somente e individualmente a PcD e serão abordadas posteriormente)

- De uma forma mais abrangente, independente do modelo adotado, as ações desenvolvidas sempre visam apresentar, divulgar e incentivar/possibilitar a participação dos PcDs nas demais ações ocorridas na Unidade, tanto na área físico-esportiva, como nas demais.

Diante do exposto, e em relação à prática da atividade físico-esportiva, a pessoa com deficiência tem possibilidade de escolher, participar ou usufruir serviços disponíveis como qualquer outro cidadão. È possível se fazer escolhas que cada indivíduo tem de definir e prosseguir em atividades que sejam de seu interesse.
A dependência na situação de prática da atividade física deve ficar (mas não deveria) por conta de aspectos tais como: transporte para chegar ao local da atividade, a disponibilidade e utilização de recursos financeiros para o deslocamento, a transposição de barreiras arquitetônicas.
De nossa parte, temos que possibilitar o acesso ao local da atividade (rampas, elevadores, banheiros, vestiários, ginásios de esportes, quadras, piscinas, etc) e a acessibilidade ao profissional capacitado e disposto a atender os participantes em uma prática capaz de contemplar a todos.

Assim sendo, teremos: - diferentes tipos de deficiências
- na mesma competição ou competindo juntas na mesma modalidade (exemplo: DV + DF)
(participação-parcialmente excludente/pensando no desempenho/esporte - não justo?)
- pode ser necessário adaptação das regras
- necessário adaptação de regulamentos
exemplos: competições amistosas, festivais, organização / co-organização / recepção de evento oficioso de entidade de Esportes para PcDs) Oportunizar a abertura de espaço / atendimento às PcDs
Possibilitada através do contato e presença / participação de Instituições ou grupos pré-estuturados
Não ocorre (a princípio) a presença de um instrutor da unidade na turma / atividade
A Unidade tem autonomia (a princípio) somente na decisão de qual(ais) horário(s) serão disponibilizados e escolha da(s) Atividade(s)
Outras possibilidades de ação neste modelo:
- Visitas de instituições
- Bate papos com Atletas Paralímpicos
- Apresentações Esportivas de Modalidades Paralímpicas
- Clínica/aula abertas - somente para pessoas com deficiências

Estratégias de atuação:
mapear e contactar entidades de atendimento específicas, possíveis parceiros como
instituições de ensino superior, prefeituras, terceiro setor e afins, que atuam com a
população em questão

- Integração e posteriormente a Inclusão como objetivo a ser alcançado
- Gradativamente oportunizar a presença de um instrutor da unidade na turma / atividade
(visando também a capacitação para o atendimento)
- Apresentar, divulgar e incentivar/possibilitar a participação dos PcDs nas demais ações desenvolvidas pela Unidade
- Disponibilizar a Carteira de matrícula Oportunizar o contato pessoas sem deficiências e PcDs (mas não diretamente na turma/atividade e sim na unidade)

Pode ser possibilitada através do contato e presença / participação de Instituições ou grupos pré-estruturados.

Porém, o(s) instrutor(es) de atividades da unidade deve(m) assumir a turma / atividade

Pressupõe as seguintes tomadas de decisão / estratégias / atenção:
- A Unidade tem autonomia na decisão de qual(ais) atividades poderão ser desenvolvidas,
bem como o operacional e metodologia
(Horário / Número aulas semana / Instrutores / Escolha das Atividades)

Outras possibilidades de ação neste modelo:
- Visitas de instituições com mediação de Instrutores do SESC

Estratégias de atuação:
- Inclusão como objetivo a ser alcançado
- Apresentar, divulgar e incentivar / possibilitar a participação dos PcDs nas demais ações
desenvolvidas pela Unidade de forma independente
- Disponibilizar a Carteira de matrícula

Oportunizar o contato de pessoas sem deficiências e PcDs nas mesmas atividades ou turmas
Pressupõe as seguintes tomadas de decisão / estratégias / atenção:
Característica da própria deficiência / nível da deficiência
(avaliação da funcionalidade)
Escolha das Atividades a serem oferecidas pela Instituição (ex: GMF, natação)
Metodologia:
- Horário (Grade da Unidade / atividades oferecidas x instrutores capacitados)
- Número aulas na semana
- Sobre os Instrutores
(necessidade: presença de número significativo de instrutores capacitados)
(e presença de mais instrutores (estagiários) na atividade específica)
- Estabelecimento ou não e “tipo” de Tutoria

Outras possibilidades de ação neste modelo:
- Apresentações Esportivas de Modalidades Paralímpicas que finalizem ou conte com
participação de público presente com e sem deficiência
- Clínicas/aulas abertas - para pessoas com e sem deficiência

Estratégias de atuação:
Objetivo a ser alcançado, mas não deve ser encarado como a única política ou possibilidade
de atendimento
Características intrínsecas às PcD:
1) Característica da própria deficiência / nível da deficiência (funcionalidade)
ex: comunicação, cuidados pessoais, vida doméstica, aptidões sociais, APTIDÃO FÍSICA participação comunitária, auto-direção, saúde e segurança, funções acadêmicas, lazer e trabalho, deslocamento pessoal
- novamente a pergunta sobre o SESC
- Qual tipo de atendimento exige mais ou menos da PcDs?

2) Capacidade de autonomia da PcD (financeira, cultural)

3) Apoio familiar

4) Capacidade de independência pessoal da PcD - Sentimento de:
(4.1) pertencimento - Facilidade sentir parte do processo / acolhido
(4.2) empoderamento - Capacidade de auto-direção / intervir
(Importância da parceria com as Associações)

5) Sensibilização para a prática da atividade física A sociedade, de sua parte exige a contrapartida, ou seja, competência pessoal e profissional, independência de atuação, comunicação adequada, comportamento social aceitável e um papel definido

Surge, como se pode analisar, a idéia de que, tanto para se minimizarem-se os efeitos da segregação, como para se buscar o caminho da inclusão, é necessário que, a sociedade em geral e as PcDs, estejam preparadas para isso. É o princípio que representa a base filosófico-ideológica da inclusão.

Não se trata de normalizar as pessoas, mas sim o contexto em que se desenvolvem
Não significa tratá-las como pessoa normal
E Sim, respeitar as suas peculiaridades, necessidades e diferenças
Obviamente, tratá-la Sim como normal no entendimento enquanto “pessoa”
- na sua essência (respeito, amizade, carinho, atenção, direito, deveres, “cobrança”)
- com relação a concepção da deficiência - Iniciada primeiramente pelos Veteranos de Guerra (busca por direitos)
- sociedade civil / posteriormente (idem)
- Início movimentos de PcDs (importância do protagonismo das PcD)

Provocou grandes mudanças no clima sócio-cultural no mundo ocidental e fez surgir uma filosofia mais humanista


- descobertas científicas começaram a esvaziar a concepção organicista introduziram mudanças nas atitudes das pessoas frente a população em questão.

- a deficiência passa a ser concebida como uma condição determinada por variáveis orgânicas e ambientais e a pessoa a ser enxergado como passível de evolução e participação ativa dentro da sociedade.
Neste período é iniciada a tentativa de descrever este fenômeno, de categorizar as deficiências e de diferenciar a deficiência da doença mental. A evolução histórica sobre a concepção de deficiência:

É possível identificar FASES de notáveis transformações nas IDEIAS e
ATITUDES referentes a estas condições

Até o início do Século XIV o conceito de deficiência:
- associado à condições de incapacidade generalizadas
- a idéia de dependência e inutilidade
- não havia preocupação com a separação de quadros diferenciados
- eliminação e o abandono eram atitudes comuns

Com o advento do Cristianismo, surge o predomínio das - teorias da causalidade:
- passa ser atribuída aos desígnios de entidades sobrenaturais. São:
"eleitos ou anjos de Deus",
"receptáculos dos castigos divinos " ou "possuídos pelo demônio".

Origem a novas atitudes:
- ambivalentes de proteção e maus tratos, dependendo da teoria assumida.
- cuidado com o bem estar
- tanto quanto os açoitamentos e as trepanações cranianas eram atitudes
comuns. Julgamento pré-formado que leva ao ato de segregar (discriminar), imprimir uma
cicatriz / marca (estigmatizar), torná-la imutável (esteriótipo) e, por fim, invisível...

Preconceito significa pré-julgamento, herdado de concepções sociais que
influenciam as atitudes das pessoas refletindo-se em atos discriminatórios.

Essa discriminação pode ser expressa de diferentes maneiras: verbal, física, expressão
corporal; e reflete a forma como as pessoas se percebem e se comunicam entre si.

- Como esses mecanismos foram gerados historicamente em nossa cultura?

Alguns aspectos da relação entre Concepção-Ação (ou atitudes) são compreendidas a
partir do estudo da concepção histórica do fenômeno da deficiência, pois esta permite que
se trace um paralelo entre concepções e atitudes sociais cronologicamente concomitantes,
como descreve-se a seguir. - Outra constatação diz respeito a:
Igualdade x diferença
Perante a lei todos são iguais, possuem os mesmos direitos e deveres.
Se todos são iguais, por quê as PcDs são marginalizadas?

- A sociedade esta estruturada sob a forma de divisões em classes sociais, onde existem dois extremos: o das pessoas iguais e o das pessoas diferentes.

- Questionamento
Quais mecanismos excluem as PcDs? Especificamente, já é de conhecimento os benefícios que a prática regular da atividade físico esportiva proporciona as pessoas; sendo que este mesmo entendimento não é diferente quando se trata das pessoas com deficiências;

Esta: influencia e provoca mudanças e benefícios fisiológicos, metabólicos, psicológicos.

A prática de atividades Físico-Esportivas corresponde a um extraordinário recurso para aprender a ser e a conviver.

Participar constitui uma saudável forma de lazer físico ativo, que promove o envolvimento da comunidade com o intuito de aperfeiçoar as habilidades físicas além de enriquecer as habilidades de relacionamento.

A participação em Programas de Atividades Físico-Esportivas promove o fortalecimento pessoal (dimensão individual), fortalecimento interpessoal (dimensão grupal) e fortalecimento político (dimensão social/sociedade), promovendo, respectivamente, a autonomia para que a pessoa lidere a sua própria vida, o desenvolvimento do sentimento de pertencimento, empoderamento, e a segurança para exercer influência na sociedade.

Pode proporcionar, enfim, a melhoria na vida diária das pessoas em questão. E portanto:
2) Deve ser entendido como situações em que ocorre a participação de Pessoas com Deficiências com Pessoas “sem deficiências” e situações nos quais se incluem apenas Pessoas com Condições de Deficiência Várias pessoas acreditam que chamar o indivíduo de "pessoa com necessidades especiais" ou "pessoa com deficiência" entre outras designações, agride menos...

Não é a forma de designá-lo que irá colocá-lo em uma melhor situação, mas é necessário entender que os estigmas e as discriminações são mecanismos gerados historicamente em cada cultura. - deficiência intelectual; deficiência auditiva; deficiência visual; deficiência física;
- combinações das categorias acima citadas. Sendo:
Intelectual (em substituição a mental)
Visual ( ou cego)
Física (ou cadeirante qdo se utiliza da mesma)
Auditiva (ou Surdo e não surdo mudo)
Deficiências Associadas
Múltiplas Deficiências

Também:
- Pessoa com mobilidade reduzida:
idosos, gestante, acidentados,
pessoas com crianças de colo
- Pessoa obesa
- possibilitar a competência técnica para atuação na área em questão, incentivando e motivando a capacitação de Coordenadores na área Físico-Esportiva, Monitores de Esporte e Instrutores de Atividade Física; Diante do exposto e seguindo uma tendência que se apresenta na Instituição:

- Propõe-se a implantação das Ações para o Atendimento às Pessoas com
Deficiências na Área Físico-Esportiva - a ser construído através das discussões e
reflexões suscitadas a partir da aplicação dos conteúdos contidos no presente material.

As ações Físico-Esportivas devem se preocupar com o desenvolvimento integral do ser humano.

A todas as pessoas deve ser dada a oportunidade de desenvolver suas potencialidades e não somente àquelas mais privilegiadas do ponto de vista motor.

Através de métodos e técnicas diferenciadas e adequadas à capacidade de seus praticantes, pode também atender às pessoas com deficiência, seja ela física, sensorial, ou intelectual. E) FATORES A SEREM CONSIDERADOS “ANTES” DE SE ADOTAR UMA
POLÍTICA OU CONCEITO DE ATENDIMENTO
- Condição - De “Ser” Deficiente
- Preconceito
- Concepção De Deficiência
- Normalização
- Características intrínsecas às PcD
- Características extrínsecas às PcD

F) POLÍTICAS DE ATENDIMENTO às PcDs
- Participação inclusiva (Inclusão)
- Participação integrada (Integração)
- Cessão Compartilhada de Espaço
- Organização de torneios para a prática pela pessoa com
deficiência

G) AÇÕES COMPLEMENTARES
- Avaliação funcional e Entrevista - modelos

H) NECESSIDADES PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA

I) BIBLIOGRAFIA Professor no curso de Especialização Lato-Sensu:
Atividades Físicas para Grupos com Cuidados Especiais
Disciplina: Metodologia de Pesquisa
Instituição: UNIARA
Local: Araraquara - S.P.

Professor no curso de Especialização Lato-Sensu:
Fisiologia do Exercício Aplicada a Populações Especiais em um Trabalho Personalizado
Disciplina: Esportes Adaptados
Instituição: Faculdade ESEFAP/SOMAY
Local: Tupã - S.P.

Professor no curso de Especialização Lato-Sensu:
Educação Física e Saúde
Disciplina: A Deficiência Auditiva / Surdez e a Prática de Atividades Motoras
Instituição: Faculdades Claretianas – Curso de Educação Física
Local: Batatais - S.P.
Preparação de Professores e Profissionais Afins para o
Ensino Especializado na Área de Deficiência Mental (180h)
Instituição: C.E.N.P. - A.P.A.E.
Local: Ribeirão Preto - S.P.


Preparação de Professores e Profissionais Afins para o
Ensino Especializado na Área de Deficiência Mental (210h)
Instituição: C.E.N.P. - Escola de Educação Especial/Bauru
Local: Bauru - S.P. FORMAÇÃO ACADÊMICA

Curso de Graduação:

Licenciatura Plena em Educação Física
Instituição: Escola de Educação Física de São Carlos


Curso de Pós-Graduação:

Sentido lato - especialização em Educação Física Adaptada
Instituição: UNICAMP


Sentido estrito - mestrado em Educação Especial
Instituição: UFSCar ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM

DEFICIÊNCIAS NA ÁREA FÍSICO-ESPORTIVA DOCUMENTAÇÃO
ALUNO PAI MÃE RESPONSÁVEL
DOCUMENTO
RG
Emissão/Órgão emissor
CPF
Passaporte
Expedição/validade
Naturalidade
Carteira SESC
 

DADOS DE CONTATO
ALUNO PAI MÃE RECADO
TELEFONES
RESIDENCIAL
COMERCIAL
CELULAR
Email:
END. (RUA/AV)

Complemento:
Bairro:
Cidade:
CEP:
ANAMNESE: Permite investigar sintomas pessoais e familiares que podem interferir na realização da atividade física (ou do treinamento e das competições).

- queixa principal - busca a principal motivação na alteração da saúde ou do bem-estar (pode relatar - medo, ansiedade, desconforto ou incapacidade funcional.

- estado atual - descrição sobre os fatos que levaram o individuo à situação atual -“deficiência” (alterações congênitas ou adquiridas).

- tratamentos realizados ou em andamento - medicamentoso, reabilitação, cirúrgico, psicológico, entre outros.

- atividades físicas diárias - questões a respeito; e constam de informações sobre: a) deambulação; b) atividades de transparências; c) de vestir e despir; d) de alimentação; e) de higiene pessoal; e f) de comunicação.
Tutor é a pessoa que acompanha e auxilia no acesso, preparação, realização e finalização das aulas de acordo com a necessidade da PcD;

1) pessoa da família - preferencialmente - ou acompanhante

2) ou participantes “não deficientes” que se encontram junto com os alunos PcDs (mesmo curso/turma); os esses alunos são treinados e auxiliam os alunos PcDs nas diferentes atividades.

- O tutor pode ou não se matricular no curso dependendo da necessidade e acompanhamento da PcD nas aulas.

Pode ou não realizar também a aula

(obs: questão de profissionais) A partir da explanação do entendimento dos modelos de participação Inclusiva,
Integrada ou de Cessão compartilhada de espaço, a seguir serão apresentadas conceitualmente, as estratégias para a implementação dos mesmos:

- Iniciar escolhendo os modelos possíveis e efetivar as ações necessárias para sua implantação

- Pode-se escolher um, ou mais de um - portanto 2 e/ou 3 modelos e portanto, esses serem desenvolvidos de forma simultânea

- As atividades inclusivas devem ser um objetivo a ser alcançado, mas não deve ser (inicialmente) a única política ou possibilidade de atendimento (lembrando dos conceitos anteriormente mencionados - “fatores a serem considerados antes de se adotar uma política ou conceito de atendimento”)

- Ainda que a cessão compartilhada de espaço seja a ação menos inclusiva, a presença de pessoas com deficiências na unidade é fundamental para aprendizado inicial de conceitos, adaptações e outras necessidades específicas que se fazem necessárias para o bom aproveitamento dessa participação na unidade

- Outro ponto que se destaca nas ações, é como já citado, a partir da presença de grupos pré-estabelecidos na unidade, oportunizar o acompanhamento de instrutor(es) na turma / atividade. Tal ação, objetiva também o aprendizado (capacitação) para o atendimento possibilitada pelo contato entre o profissional do SESC e o profissional da Instituição parceira. E a partir dessa aproximação, gradativamente o profissional do SESC terá condições técnicas de assumir a atividade (em turmas integradas ou inclusas) - pessoas com deficiência e sem deficiência (exemplo: pessoa sem deficiência + DV + DF)
(também - diferentes tipos de deficiências)

- competindo juntas
(participação - inclusiva / pensando no desempenho/esporte - não justo?)

- necessário adaptação das regras e regulamentos
(para as pessoas “sem deficiências” / como para as PcDs)

exemplos: voleibol sentado (todos) / tênis dupla (1 cadeirante + 1 “sem defic.”) / xadrez: para
cegos e videntes / gol bol (todos vendados) / festival de natação (para todos) 1) Apoio comunitário (facilitações / arranjos - educação / saúde - Prog Ativ Fis Esp )
SESC?
2) Acessibilidade ao transporte
3) Acessibilidade física
4) Acessibilidade atitudinal (acolhimento pessoal)
5) Pluralidade do Atendimento (facilitações - iniciar o processo)
6) Capacidade de acolhimento do programa de atendimento (conteúdo / metodologia)

- A partir dos pontos mencionados, observa-se que advindas das suas próprias limitações, somadas a inadaptação do meio social (construções inadequadas, meios de transporte, etc.) e agravadas por uma prática social desinformada e assistencialista, as pessoas com deficiência não têm tido o real acesso à autonomia, à independência, às escolhas, aos serviços, ao transporte adaptado, às ruas acessíveis, à atividade física.

- Nesse contexto, observa-se também a dificuldade de participação de pessoas com deficiências nos centros de esporte e lazer, nas academias, nas praças, etc.

A partir dessa realidade, pergunta-se:
Onde podemos interferir positivamente?
Como vamos atuar sobre essa realidade?
E ENTÃO: O QUE QUEREMOS ?

- começam a ser considerados também como deficientes indivíduos com incapacidades menos perceptíveis e mais ditadas pelas normas culturais e sem anormalidades orgânicas comprovadas. Cada um de nós assume papéis e responsabilidades quanto:

a avaliação das adaptações que se fazem necessárias
das condições de acesso que necessitam ser criadas
e das opções metodológicas que se podem gerar para a participação ou não de pessoas com deficiências em programas de atividades físico-esportivas.



Ainda, se faz necessário o entendimento de “conceitos” que nortearão as ações: Buscando ampliar o conhecimento e consciência sobre as infinitas possibilidades do ser humano, visando a prática corporal autônoma e responsável atenta às necessidades e
limites individuais. É a modificação da sociedade dos indivíduos para acolher as diferenças 2) Atendimento Preferencial

Nas Centrais de Atendimento, vagas em estacionamento (quando a unidade possue tal possibilidade), restaurantes, lanchonetes ou cafeterias, Internet Livre. A ação do Sesc:
- é fruto de um sólido projeto cultural e educativocultura em suas diferentes manifestações a educação como pressuposto para a transformação social

Busca:

- a participação e inclusão de homens e mulheres das mais variadas faixas etárias e condições sociais, respeitando às situações peculiares.

Dentro desse princípio, tem proporcionado a participação das Pessoas com
Deficiências (PcDs) em suas unidades e programações das formas mais variadas.

JUSTIFICATIVA

B) OBJETIVO GERAL

C) OBJETIVOS ESPECÍFICOS

D) PRESSUPOSTOS CONCEITUAIS
- Terminologia da Deficiência
- Conceito de Utilização da Terminologia da Deficiência
- Inclusão
- Premissas básicas
- Importância da Prática da Atividade Físico-Esportiva pelas Pessoas com
Deficiências O presente documento, busca oferecer a oportunidade para todas as pessoas participarem.

- E necessita ser entendido baseando-se em duas premissas básicas:

Tornar um Programa de Atividades Físico-Esportivo adequado para todos, pode necessitar mais ou menos modificações / adaptações;

E deve ser entendido como situações em que ocorre a participação de Pessoas com Deficiências com Pessoas “sem deficiências” e situações nos quais se incluem apenas Pessoas com Condições de Deficiência. - apresentar, divulgar e possibilitar a participação dos PcDs nas demais ações desenvolvidas pelas Unidades do Regional (visualizando “sempre” a inclusão como um fim / objetivo).
Professor de Educação Física
Instituição: APAE
Local: São Carlos - S.P.

Professor de Educação Física
Instituição: Prefeitura Municipal de São Carlos - DEC - DRE
Classes para o Atendimento Especial do Aluno com Deficiência Auditiva
Local: São Carlos - S.P.

Monitor de Esportes
Instituição: SESC - Serviço Social do Comércio
Responsável técnico pela área de educação especial
(Simpósio SESC de Atividades Físicas Adaptadas) - Livro Desafiando as Diferenças [ logo do simpósio]
Local: São Carlos - S.P.

Atualmente
Assistente Técnico
Instituição: SESC - Serviço Social do Comércio
Gerência de Desenvolvimento Físico-esportivo/Administração Central
Local: São Paulo - S.P. ATIVIDADES PROFISSIONAIS / ACADÊMICAS Gerência de
Desenvolvimento
Físico
Esportivo MANUAL DE AÇÕES PRÁTICAS Prof. Ms. Paulo Henrique Verardi Outros Cursos: Professor substituto do Curso de Graduação em Educação Física
Disciplina: Educação Física para Populações Especiais e Educação
Física para a Terceira Idade
Instituição: UFSCar
Local: São Carlos - S.P. Professor do Curso de Graduação em Educação Física
Disciplinas: Educação Física Adaptada/
Esportes Paraolímpicos Organização e Administração Esportiva
Seminários de Trabalho de Conclusão de Curso
Instituição: UNIARA
Local: Araraquara - S.P.
Professor no curso de Especialização Lato-Sensu:
Formação em Educação Especial - Ênfase Generalista
Disciplina: Formação Didático Pedagógica Atuação com Deficientes Auditivos
Instituição: ASSER / UNICEP
Local: São Carlos - S.P. CONTEÚDO Entre estas, destaca-se: A) JUSTIFICATIVA 1) Acessibilidade

As unidades operacionais possuem acessibilidade em suas instalações.

As mais recentes - ou estão se adequando. 3) Plano de Acolhimento para Pessoas com Deficiências no Ambiente de Trabalho.

Buscando cumprir a lei em vigor

O SESC adota diversas estratégias com o intuito viabilizar, não só a seleção e contratação, como a permanência destes profissionais na instituição, constituindo uma política de ação afirmativa.
4) Programação

O SESC insere em sua programação (culturais, nas suas várias formas de manifestação
e físico-esportivas) atividades que busquem explorar as muitas possibilidades de
participação existentes para e deste público, por vezes desconhecidas da comunidade.
5) Desenvolvimento Físico-Esportivo

O Desenvolvimento Físico-Esportivo no Sesc SP é visto como um conjunto de ações de caráter educativo que buscam estimular a ampliação das experiências relacionadas aos esportes e às atividades físicas.

Esses, são vistos como um importante campo para a difusão da Cultura Esportiva, para a promoção da qualidade de vida e para o aprendizado da cidadania por meio da Educação Não-formal e da participação inclusiva.
Especificamente em relação às Pessoas com Deficiências, as ações são desenvolvidas através de atividades diversificadas e com as seguintes características:


- Ação não sistematizada / permanente
- Alternando” o perfil desse atendimento - ora “inclusão” ora “cessão de espaço”.
(conceitos que serão descritos posteriormente)

(Fonte: Questionário GDFE - respondido pelas unidades) Elaborar um Plano de Atendimento às Pessoas com Deficiências na área Físico- Esportiva, a partir da incorporação e disseminação de valores éticos preconizados pela instituição, como: cidadania, diversidade, acessibilidade, equiparação de oportunidades, apropriação, pluralidade nas possibilidades de atendimento e inclusão. B) OBJETIVO GERAL C) OBJETIVOS ESPECÍFICOS - oportunizar a flexibilização no oferecimento de ações voltadas para o atendimento às Pessoas com Deficiências na área Físico-Esportiva, proporcionando uma maior amplitude de oportunidades e possibilidade de apropriação por parte das Pessoas com Deficiências (embora, visualizando “sempre” a inclusão como um fim);
- oportunizar a criação de planos de ação visando a divulgação das ações desenvolvidas na área; e ainda mapear e contactar entidades de atendimento específicas, possíveis parceiros como instituições de ensino superior, prefeituras, terceiro setor e afins, que atuam com a população em questão; e; D) PRESSUPOSTOS CONCEITUAIS TERMINOLOGIA - Encontram-se diversos termos relacionados às pessoas com deficiência.
- Eles se confundem, se sobrepõem, são tão dinâmicos quanto os conceitos a que se referem e de modo geral, provocam dúvidas em relação à sua utilização e verdadeiro significado.
- Por isso faz-se fundamental explicitar o uso de palavras e de expressões que vão dar suporte e contribuir com o objetivo do presente documento: Termo Correto A Ser Utilizado: Pessoa com Deficiência (ou PcD) CONCEITO DE UTILIZAÇÃO DA TERMINOLOGIA DA DEFICIÊNCIA Sugere-se a seguinte “divisão didática”: A PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS - condutas típicas de síndromes neurológicas, psiquiátricas ou psicológicas (com
manifestações comportamentais que acarretam prejuízos no relacionamento
social);
- altas habilidades (qualidades de superdotados);
- distúrbios de aprendizagem;
- problemas de conduta desajustada ou psicótica;
- distúrbios de saúde (obesidade, diabetes, cardiopatias etc.);
- terceira idade
- gestantes A PESSOA COM DEFICIÊNCIA Assim sendo, entende-se que deve-se utilizar a expressão necessidades especiais desde que
não seja como sinônimo de deficiências, mas sim resultantes de condições atípicas. Por que é necessário que se avaliem esses conceitos? O cuidado no emprego das palavras e expressões é uma necessidade para a remoção de barreiras atitudinais;

A terminologia adotada pode se fazer refletir em nossa postura profissional; e;

Por isso é necessário que tenhamos clareza quanto aos conceitos, não na tentativa de um consenso, mas para efeito de posicionamento. Assim sendo: Inclusão Consiste em um processo complexo, onde existem obstáculos em decorrência da precária infra-estrutura dos ambientes (física), econômica, administrativa e cultural, a resistência por parte de instituições e um controle social insuficiente. - Este estado vigente, relaciona-se profundamente com os padrões culturais da nossa sociedade, que se caracteriza por ser segregacionista e individualista e marcada pela presença de preconceitos e estereótipos.
- É o processo gradual e dinâmico que pode tomar distintas formas de acordo com as necessidade e habilidades dos participantes. Assim sendo teríamos: refere-se aos grupos sociais minoritários que participam minimamente ou estão em grande parte excluídos da construção da vida social e do acesso aos bens sociais, culturais, educacionais produzidos em sociedade. Exclusão Inclusão DUAS PREMISSAS BÁSICAS Como mencionado anteriormente:
Um dos principais objetivos de um programa de atividades físicas deveria ser o de oferecer a oportunidade para todas as pessoas participarem. Diante do exposto, este documento entende o conceito de inclusão como: 1) Sinônimo de pluralidade no oferecimento de possibilidades de atendimento
às pessoas com deficiências nas diversas Unidades do SESC.

Ou seja na perspectiva da: Inclusão / Integração / Cessão compartilhada de espaço
(conceitos que serão descritos posteriormente)
Acompanhando as atuais tendências de participação ampla, em grupos específicos ou de forma inclusiva, esse documento e a consequente forma de encaminhamento de ações, pretende contribuir para a efetivação do processo que procura respeitar as capacidades, os talentos, as potencialidades do ser humano assegurando os direitos de igual oportunidade; pressuposto básico do modelo de direitos sociais/humanos. Participar, hoje, muito mais que um direito, é uma obviedade. Tornar um Programa de Atividades Físico-Esportivo adequado para todos, pode necessitar mais ou menos modificações; a) Acessibilidade (física) - às vezes no ambiente, às vezes no equipamento / materiais b) Atitudinais - concepção da deficiência x ação a ser proposta c) Metodológicas - às vezes no estilo de ensino, às vezes em algumas regras IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICO-ESPORTIVA PELAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS E) FATORES A SEREM CONSIDERADOS ANTES DE SE
ADOTAR UMA POLÍTICA OU CONCEITO DE ATENDIMENTO O QUE É SER DEFICIENTE ? - Refletindo sobre os termos com os quais nos deparamos na tentativa de conceituação da deficiência, encontra-se:

Deficiência: “ Falta, carência; insuficiência”. (Dicionário Aurélio)
Deficiente: adjetivo relativo á deficiência.

Ainda, sinônimos como: Anormal, Incomum, Diferente

Existem contradições geradas por termos como: capacidade e incapacidade, apto e inapto.

Sob o ponto de vista do senso comum, esses conceitos são frequentemente utilizados; no entanto, poucas pessoas conseguem indicar claramente os limites do que é normal ou anormal em uma mesma cultura ou culturas diferentes PRECONCEITO CONCEPÇÃO DE DEFICIÊNCIA
- desenvolvimento da ciência permite questionar dogmas religiosos - inicia-se a segregação com o objetivo de oferecer tratamento médico e aliviar a sobrecarga da família e da sociedade.
- abrigados em asilos e hospitais, juntamente com prostitutas, loucos, libertinos, delinqüentes e mutilados sob o pretexto de receberem atendimento. - organicismo radical
- tais crenças justificavam a segregação social que lhes eram imputadas.
- a crença na educabilidade era restrita a alguns pioneiro Com a descoberta de que algumas deficiências eram resultantes de lesões e disfunções do organismo, surge a denominada concepção organicista - que concebe deficiência como sinônimo de doença
- passam a ser vistos como clientela e objeto de estudo da medicina Por volta do Século XVIII - atitudes: Revolução industrial: Surgiu a necessidade de mão de obra mais especializada, o que provocou a institucionalização da escolaridade obrigatória nos países ocidentais

- esta mudança fez surgir a conscientização de que existia um conjunto de indivíduos, que apesar de não possuírem sinais evidentes de anormalidade, fracassavam na aquisição de habilidades acadêmicas - a Educação destes indivíduos, começa a se generalizar no final do Século XIX;
- objetivo duplo de atender as necessidades especiais desta clientela
- passou-se a excluí-los do ensino regular.
- exagero - “Classes Especiais” (formada por: PcD + Distúrbios de Aprendizagem +
Problemas de Conduta + Problemas de Nota) deficiências sócio-educacionais Surge o conceito: Atitudes: Período foi interrompido pela Segunda Guerra Mundial NORMALIZAÇÃO A pessoa que embora possua dificuldades, limitações reais e concretas
- é passível de evolução e participação dentro da sociedade.

Ainda, destaca-se:
A Importância das Associações PcDs
(facilita o sentimento de pertencimento / acolhimento)

A importância do protagonismo da PcD
(“Nada Sobre Nós, Sem Nós” (Declaração de Madri))

Quando fala-se de inclusão, encontramos: Portanto, entende-se sua situação a partir de uma filosofia mais humanista: Quando fala-se de inclusão, encontramos: Essa situação - trata-se de um Modelo Ideal - porém,

Qual nível exigência “Vamos Trabalhar”?
(sociedade, e portanto o SESC)

a sociedade necessita dar mais “valor” às PcDs, para que isso ocorra, tais pessoas devem acreditar em si mesmas e mostrar competência.e para tanto, a suas peculiares condições devem se respeitadas

Quem inicia o processo?
(como o SESC se insere nessa questão) Para se estabelecer um Programa
- deve-se levar em consideração os seguintes fatores: Características extrínsecas às PcD: F) POLÍTICAS DE ATENDIMENTO ÀS PcD MODELOS 1) PARTICIPAÇÃO INCLUSIVA (INCLUSÃO) 2) PARTICIPAÇÃO INTEGRADA (INTEGRAÇÃO) 3) CESSÃO COMPARTILHADA DE ESPAÇO O mesmo raciocínio, vale quando pensamos na realização de eventos esportivos: ORGANIZAÇÃO DE TORNEIOS PARA A PRÁTICA PELA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Seguindo a proposta, temos as seguintes formas de atuação: ATIVIDADES INCLUSIVAS PARTICIPAÇÃO INTEGRADA ESPORTE ESPECÍFICO - pessoas com deficiência com pessoas com deficiência
- competindo separadas - por tipo e grau de deficiência (exemplo: DV e DF separados)
- regras oficiais / necessário a classificação esportiva
(participação - excludente / pensando no desempenho/esporte - justo?)
exemplos: competições oficiais, organização / co-organização / recepção de evento oficial de
entidade de Esportes para PcDs G) AÇÕES COMPLEMENTARES - ainda, antes de se adotar a política de atendimento, também deve-se efetivar: AVALIAÇÃO FUNCIONAL e ENTREVISTA

MODELOS ANTES DA MATRÍCULA Avaliação Funcional Tutoria
- Avaliação permanente (visando realinhar procedimentos e ações) APÓS A MATRÍCULA PROTOCOLO PARA ENTREVISTA (ANAMNESE) Roteiro G) NECESSIDADES PARA A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA:

INSTITUCIONAIS 1) ESCOLHA DO(S) MODELO(S) DE ATENDIMENTO
(Inclusão / Integração / Cessão de espaço compartilhada)

2) Possibilidade de se estabelecer PARCERIA e GRATUIDADE na matrícula (MIS)

3) CAPACITAÇÃO DO CORPO TÉCNICO
Garantir a competência para atuação na área

obs: pode se estabelecer uma CONSULTORIA EXTERNA CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE (individual) 6) AÇÕES OPERACIONAIS E METODOLÓGICAS Gerência de
Desenvolvimento
Físico
Esportivo Prof. Ms. Paulo Henrique Verardi verardi@sescsp.org.br Fone (11) 2607-8124
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