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Educação Ambiental nos anos iniciais: uma Proposta com Sequê

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on 18 August 2014

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De acordo com Oliveira (2000), citado por Effting (2007, p 40) tem-se três dificuldades a serem vencidas no processo da efetiva implementação da Educação Ambiental no âmbito escolar:

1. A busca de alternativas metodológicas que façam convergir o enfoque disciplinar para indisciplinar;
2. A barreira rígida da estrutura curricular em termos de grade horária, conteúdos mínimos, avaliação, etc;
3. A sensibilização do corpo docente para a mudança de uma prática estabelecida, frente às dificuldades de novos desafios e reformulações que exigem trabalho e criatividade.
Cientes de que a alfabetização científica é um processo contínuo e, por este motivo, certamente não será concluído durante os anos escolares, defendemos a ideia de que o processo de alfabetização científica deva ocorrer desde as séries iniciais do Ensino Fundamental, juntamente com o desenvolvimento da leitura e da escrita da língua portuguesa. (DELIZOICOV E LORENZETTI, 2001)
Módulo 4- Jogos educativos: lixo e coleta seletiva
• O que é preciclar? (A 26) Eu penso que é reutilizar duas vezes; (A27) Levar o lixo pra trocar com verdura;
Módulo 3 – Você seleciona, nós coletamos, o Meio Ambiente agradece
• Coleta Seletiva ” (A24) Separar o lixo, não deixar acumular o lixo”
• Historia - “Coleta Seletiva, mudança e atitude”/ cooperativas
Objetivos
Geral
• Analisar como a sequência didática contribui para a alfabetização científica dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental sobre as questões ambientais;
Educação Ambiental nos anos iniciais: uma Proposta com Sequência Didática
Considerando que a Educação Ambiental deva estar presente em todos os espaços que educam o cidadão e que inicie desde a infância, as discussões deverão transitar por todas as disciplinas. (REIGOTTA, 2004)

A investigação deu-se a partir da seguinte questão:
EFFTING, T. R. Educação ambiental nas escolas públicas: realidade e desafios. Monografia. Universidade do Centro Oeste. Marechal Cândido Rondon, 2007. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br>. Acesso em: 15 abr. 2014.
LOUREIRO, C.F.B. Trajetória e fundamentos da educação ambiental. São Paulo: Cortez, 2004. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/politica-de-educacao-ambiental>. Acesso: 5 abril de 2012
REIGOTA, Marcos. O que é Educação Ambiental. São Paulo: Brasiliense, 2004.
“Quais as contribuições que a Sequência Didática pode proporcionar para a alfabetização científica dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental sobre as questões ambientais?"
Específico
• Elaborar estratégias de ensino para a construção do conhecimento científico;
• Analisar as estratégias de ensino praticadas nas ações pedagógicas;
• Elaborar um caderno pedagógico de sequências didáticas para a Educação Ambiental.
Aplicado, ao passo que se intenta a geração do conhecimento para aplicações práticas, com direcionamento para a resolução de problemas específicos, com a intenção de desenvolver um produto (MOREIRA, 2008).

Uma pesquisa exploratória e de campo. A análise dos dados coletados sob abordagem qualitativa. O modelo metodológico utilizado tem como objetivo apresentar contribuições para a aprendizagem do ensino de Ciências nos anos iniciais do ensino fundamental a partir do tema Educação Ambiental, e subtemas dessa temática quanto à importância do “Processo de reciclagem do material orgânico e inorgânico”, por meio de projeto.
Metodologia
Caracterização da Pesquisa
Caracterização de dados e instrumentos de coleta
Escola Municipal de Ponta Grossa, onde o estudo foi desenvolvido possui aproximadamente 250 alunos no período matutino.
Caracterização do Espaço
Caracterização dos Sujeitos
Turma do primeiro ano do segundo ciclo do ensino fundamental (29 alunos), com idade entre 8 a 9 anos.
Diário de bordo, no inicio do módulo “O que sabem” a respeito do tema proposto no dia e no final do módulo “O que aprenderam” durante as atividades realizadas no PROCESSOFÓLIO e protocolo de observação participante, com base no modelo proposto por Moreira e Caleffe (2008) para as anotações da pesquisadora.
Escolha do Tema
O tema de Ciências abordou a Educação Ambiental, e subtemas dessa temática quanto à importância do “processo de reciclagem do material orgânico e inorgânico”, devido a sua relevância nas práticas que auxiliam o aluno a assumir papel central no processo de aprendizagem das ações educacionais a respeito do meio ambiente.
Quais as contribuições que a Sequência Didática pode proporcionar para a alfabetização científica dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental sobre as questões ambientais?
A análise ocorrerá mediante a observação das seguintes categorias:
• Contribuição da sequência didática utilizada como estratégia de ensino para a Educação Ambiental.
• Ensino de Ciências como uma proposta interdisciplinar;
• Análise do processo de alfabetização científica dos alunos envolvidos na pesquisa.
Sete módulos consecutivos, os quais envolveram conteúdos das disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Naturais e Sociais.
Caderno Pedagógico de Sequencia Didática das Atividades sobre o processo de reciclagem do material orgânico e inorgânico ao Ensino de Ciências nos Anos Iniciais no Ensino Fundamental.
Caracterização do produto
Categoria de análise
No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente, foi definida por meio da Lei nº 6.983/81 . O Art. 4º (Lei nº9795/99) apresenta os princípios básicos da educação ambiental ( I- O enfoque humanista, holístico, democrático e participativo) ; Os objetivos fundamentais da educação ambiental estão descritos no Art. 5o
• Os Parâmetros Curriculares Nacionais no tocante ao Ensino de 1ª a 4ª série, Meio Ambiente e Saúde, (BRASIL, 1997, p. 30) a opção pelo trabalho com o tema Meio Ambiente, traz a necessidade de aquisição de conhecimento e informação por parte da escola para que se possa desenvolver um trabalho adequado junto dos alunos.
• As metas da educação ambiental foram determinadas pela UNESCO, logo após a Conferência de Belgrado (1975) e são as seguintes: "Desenvolver uma população mundial que esteja consciente e preocupada com o meio ambiente e com os problemas que lhe são associados, e que tenha conhecimento, habilidade, atitude, motivação e compromisso para trabalhar individual e coletivamente na busca de soluções para os problemas existentes e para a prevenção de novos’’ (UNESCO, 1975).
Educação Ambiental e suas repercussões no Contexto Educacional
A importância do ensino de Ciências Naturais em todos os níveis de escolaridade tem sido objeto de discussão em diversos trabalhos desenvolvidos no contexto brasileiro (BERTUCCI, 2011; DELIZOICOV e ANGOTTI, 2001; KRASILCHIK, 2000; OVIGLI e BERTUCCI, 2009).
Apontamentos sobre o Ensino de Ciências nas Séries Iniciais
• A mudança da linguagem cotidiana para uma linguagem científica
• Quanto mais cedo os estudantes estiverem familiarizados com a ciência, maiores são as chances de se tornarem alfabetizados cientificamente.
• Delizoicov e Lorenzetti (2001), defendem a premissa de que a alfabetização científica pode e deve ser desenvolvida desde o início do processo de escolarização, mesmo antes que a criança saiba ler e escrever.
• O ensino de Ciências está exigindo do professor o papel de agente transformador, contrapõem ao ensino centrado no livro didático, sugerem atividades de campo.
CARVALHO, A. M. P. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico: São Paulo: Scipione, 2009.
LORENZETTI, L.; DELIZOICOV, D. Alfabetização científica no contexto das séries iniciais. ENSAIO - Pesquisa em Educação em Ciências, v. 3, n. 1, jun. 2001. Disponível em:<http://www.fae.ufmg.br/ensaio/v3_n1/leonir.PDF>. Acesso 15 abr. 2014.
Ensino por Projetos: Uma Abordagem Interdisciplinar
“O objetivo da interdisciplinaridade é promover a superação da visão restrita de mundo e a compreensão da complexidade da realidade, ao mesmo tempo resgatando a centralidade do homem na realidade e na produção do conhecimento, de modo a permitir ao mesmo tempo uma melhor compreensão da realidade e do homem como o ser determinante e determinado”. (LÜCK, 1994, p. 60)
Visa à participação ativa dos alunos no aprendizado, como também seu envolvimento com as questões abordadas, tornando-o participativo e corresponsável.
Carvalho (2009, p.8), afirma que “nenhuma mudança educativa formal tem possibilidades de sucesso, se não conseguir assegurar a participação ativa do professor, ou seja, se, de sua parte, não houver vontade deliberada de aceitação e aplicação dessas novas propostas de ensino.”
CARVALHO, A, M, P. Ciências no Ensino Fundamental: O Conhecimento Físico: São Paulo: Scipione, 2009;
FAZENDA, I. Práticas Interdisciplinares na Escola: São Paulo: Cortez, 1997
LUCK, H. Pedagogia Interdisciplinar. Petrópolis, RJ, Vozes, 1994
FRIGOTTO, G. A interdisciplinaridade como necessidade e como problema nas Ciências Sociais. Revista do Centro de Educação e Letras, v. 10, n. 1, p. 41-62, 2008.

Contribuição da sequência didática utilizada como estratégia de ensino para a educação ambiental
A sequência de ações contribui para a organização do pensamento e, por consequência, ajuda a construir o conhecimento científico.
Contribuíram para a sensibilização dos alunos diante dos problemas ambientais, um dos princípios gerais básicos da Educação Ambiental (Smith, apud Sato, 1995).
SATO, M. Educação ambiental. São Carlos (SP): Rima, 2004.
Ciclos da natureza; acúmulo de lixo; coleta seletiva; composição de lixo; processo de reciclagem; interferência do homem no meio ambiente; ciclo da vida dos materiais; compostagem.
Expressão oral; leitura e interpretação de diferentes gêneros textuais; uso de dicionário; produção de texto.
Tabulação de dados; jogo de memória; elaboração de gráfico; medidas de comprimento; localização; legenda; formas geométricas; planta baixa; maquete.
Geografia
Ensino de ciências como uma proposta interdisciplinar
Ciências
Matemática
Linguagem
Processo de Reciclagem do Material Orgânico e Inorgânico
Análise do processo de alfabetização científica dos alunos envolvidos na pesquisa
• Conduz os alunos à iniciação do processo de alfabetização científica
• O registro no diário de bordo permite alterar e refletir sobre aprendizagens, ao registrar está organizando o seu trabalho; observa seu avanço de desenvolvimento humano e dos seus processos educativos.
De acordo com Zabala “[...] um conjunto de atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para a realização de certos objetivos educacionais, que têm um princípio e um fim conhecidos tanto pelos professores como pelos alunos” (1998, p.18).
Dolz e Schneuwly(1998, p. 93) afirmam sobre as sequências didáticas: “[...] é um conjunto de módulos escolares organizadas sistematicamente em torno de uma atividade de linguagem dentro de um projeto de classe”.
Sequências Didáticas como Estratégia de Ensino
DOLZ, J. NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras, 2004.
ZABALA, A. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, 1998. Disponível em: <http://alfabetizacaotempocerto.comunidades.net/index.php? pagina=1792504776>. Acesso em 15 abr. 2014.
Quadro 1: Esquema da Sequência Didática proposto por Dolz, Noverraz & Schneuwly (2004, p.98)
Fonte: Dolz, Noverraz & Schneuwly (2004, p.98)
A primeira etapa “Apresentação da situação” é realizada levantamento de conhecimentos prévios

Na “Produção inicial”, é possível, ao aluno, revelar as representações tidas nessa atividade, concepções sobre o tema, ou seja, seus conhecimentos prévios.

Os “Módulos” visam dar aos alunos instrumentos necessários para organizar o próximo passo da atividade

A última etapa será realizada com uma “Produção final”. Nesta fase, o aluno colocará em prática os conhecimentos adquiridos.
Quadro 2: Esquema da sequência didática proposto por Dolz, Noverraz&Schneuwly (2004) adaptado pela autora em diagrama de processo conforme sequência didática sobre o processo de reciclagem do material orgânico e inorgânico.
Fonte: Autoria própria
Descrição e Análise
da Aplicação da Sequência Didática
Produção Inicial/ Módulo 1 - Saci e a Reciclagem
• Diálogo para investigar o que conheciam sobre o tema do dia: O que vocês sabem sobre “Processo de reciclagem”.
• (A1) É que não podemos jogar lixos nas ruas e nos lugares limpos.
• A proposta da criação do Diário de bordo: no inicio do módulo “O que eu sabia” e no final do módulo “O que eu aprendi”, organizando o processofólio.
• “Armazenamento do lixo”
Módulo 2 – Pensemos no Ambiente em que vivemos
• “Composição do lixo domiciliar brasileiro”. . (A7) Vários produtos; (A9) Papel, plástico e verduras
• Laboratório de informática- pesquisa orientada
O que é meio ambiente? (A12) É cuidar do nosso planeta e da nossa natureza;
Módulo 5- Laboratório de Informática brincando e aprendendo
• Editora Moderna- Jogabilidade, música, interface e também a auto avaliação.
• O que é reciclagem? Que tipos de materiais podem ser reciclados? O que é compostagem? Curiosidades e Brincadeiras sobre os 5R’s; desperdício alimentício; ciclo de vida do metal, papel, plástico, alumínio e matéria orgânica.

Módulo 6- Figuras geométricas e localização no meio ambiente
• O que são mapas cartográficos (A30) é um mapa indicando empresas de reciclagem; (A31) é para ajudar ir aos lugares que não sabem ir

• Google maps - estimativas das distâncias entre os pontos pesquisados (Escola; Fábrica de latas em Ponta Grossa; Secretaria do Meio Ambiente, Associação de Catadores, Recissul, Pronto de entrega voluntária (PEV)

• Figuras geométricas/ legendas
Módulo 7- Produção Final- Responsabilidades, Aprender e Ensinar Educação Ambiental com a Maquete
Disposição de ruas; planejamento urbano.
O mais importante é compreender como se dá a interdisciplinaridade no Ensino de Ciências, romper o carácter estanque das disciplinas e superar os desafios que surgem no decorrer do processo de execução.
O processofólio facilita a avaliação da aprendizagem. Contribuições diversas, entre elas: o registro no diário de bordo permite alterar e refletir sobre aprendizagens; o aluno ao registrar está organizando o seu trabalho; observa seu avanço de desenvolvimento humano e dos seus processos educativos; permite maior participação e retomada dos assuntos abordados; os alunos podem trabalhar em grupos e trocar informações, construir conceitos e conduz os alunos à iniciação do processo de alfabetização científica.
BRANCO, S. M. O saci e a reciclagem do lixo. São Paulo: Moderna, 2011. (Coleção Viramundo).

BRASIL. Constituição Federal de 1988. Disponível em: <www.senado.gov.br/legislacao/const/>. Acesso: 13 agosto 2012.

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CARLETTO, M. R. Avaliação de impactos tecnológicos: reflexões, fundamentos e práticas. 1. ed Curitiba: Ed.UTFPR, 2011. (Novos autores da educação profissional e tecnológica).

CARVALHO, A. M. P. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico: São Paulo: Scipione, 2009.

CONEXÃO LIGHT. Por um Rio mais sustentável. Publicado em 4 maio 2012. Disponível em: <http://conexaolight.com.br/05/por-um-rio-mais-sustentavel>. Acesso em 15 abr. 2014.

CONFERÊNCIA Intergovernamental sobre Educação Ambiental Tbilisi, Geórgia, 14 a 26 de outubro de 1977. Disponível em: <http://www.ufpa.br/npadc/gpeea/DocsEA/ConfTibilist.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

CONFERÊNCIA Sub-regional de Educação Ambiental para Educação Secundária. Chosica (Peru), 1976.

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DOLZ, J. NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: ______. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras, 2004.

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FLICK, U. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
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KRASILCHIK, M. O professor e o currículo de ciências no 1º grau. São Paulo: Atual, 2000.
LORENZETTI, L.; DELIZOICOV, D. Alfabetização científica no contexto das séries iniciais. ENSAIO - Pesquisa em Educação em Ciências, v. 3, n. 1, jun. 2001. Disponível em:<http://www.fae.ufmg.br/ensaio/v3_n1/leonir.PDF>. Acesso 15 abr. 2014.

LÜCK, H. Pedagogia interdisciplinar. Petrópolis (RJ): Vozes, 1994.

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MORALES, A. G. A formação do profissional educador ambiental: reflexões, possibilidades e constatações. Ponta Grossa: Ed.UEPG, 2009.

MOREIRA, H.; CALEFFE, L. G. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. 2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.

NERY, A. Modalidades organizativas do trabalho pedagógico: uma possibilidade. Brasília: MEC/SEB, 2007.

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PAVÃO, A. C. (Org.). Ciências: ensino fundamental. Brasília: MEC, 2010. (Coleção Explorando o ensino; v.18).

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RECICLOTECA. A composição do lixo brasileiro. Publicado em 10 jan. 2011. Disponível em: <http://www.recicloteca.org.br/coleta-seletiva/a-composicao-do-lixo-brasileiro>. Acesso em: 15 abr. 2014.

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SAVELI, E. L. (Org.). Diretrizes Curriculares: Ensino Fundamental. Ponta Grossa: Secretaria Municipal de Educação, 2004.

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UNESCO. Seminário internacional de Educación Ambiental. Belgrado, 1975.

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GARDNER, H. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artmed; 1995.
* O fato das pessoas aprenderem de forma diferente, porque tem tempos diferentes de aprendizagens, implica em variar o encaminhamento metodológico e criar oportunidades diferentes para cada criança. Seguramente, esse modo representa um ganho significativo na aprendizagem.

* Em meio às modalidades organizativas do trabalho pedagógico sugeridas por Nery (2007), temos: sequência didática, atividade permanente, atividades de sistematização e ensino por projetos.

* As atividades desenvolvidas demonstraram a simplicidade dos alunos na tentativa de escrever o que sabiam sobre o assunto durante a proposta, mas ao final, ao serem indagados sobre o que aprenderam, tomam uma nova atitude.

* (A7) Educadora, eu posso apagar o que eu escrevi no início da aula, agora eu sei que é diferente. (A19) Lá em casa não jogamos mais as cascas das frutas e as folhas das verduras no lixo, eu falei pra minha mãe o que fazer lá no fundo do quintal. (A29) Eu estou ajudando o meu pai economizar água pra lavar o carro, e não brinco mais com a mangueira.
* Destacamos a Sequência didática como uma das modalidades de organização de conteúdos de trabalho com possibilidade de integração/articulação entre as áreas do conhecimento. Por possibilitar um ensino contextualizado, a abordagem do ensino de ciências é conduzida de forma interdisciplinar.

* Repercutiu positivamente ao participarmos da Oficina para o Ensino de Ciência e Tecnologia em colaboração para a capacitação de professores da educação básica no Congresso Municipal de Educação, pois muitos professores de outras escolas participaram, produzindo materiais com a realidade da escola em que estão inseridos e com o dia a dia da sala de aula

* A sensibilização enquanto corpo docente para a mudança de uma prática estabelecida, frente às dificuldades de novos desafios e reformulações que exigem trabalho e criatividade.
* A importância destacada do papel do professor, enquanto agente mediador requer mudanças em suas estratégias de trabalho, pois diante da complexidade de conteúdos que devem ser abordados em sala de aula, é impossível que a prática docente se encontre embasada somente em ações tradicionais. Por isso, se faz necessária a adoção de estratégias interdisciplinares, a fim de demonstrar a interligação de todas as áreas do conhecimento no objetivo de uma educação integrada.
* A busca de alternativas metodológicas que façam convergir o enfoque disciplinar para indisciplinar- COM A SEQUÊNCIA DIDÁTICA É POSSIVEL.

* A contribuição da sequência didática utilizada como estratégia de ensino para a Educação Ambiental, pela abordagem das temáticas contempladas nas áreas do conhecimento, durante a aplicação das atividades.

* Ao propor a prática da Educação Ambiental de forma interdisciplinar, foi possível inserir conteúdos da grade curricular previstos no ensino fundamental, nas atividades realizadas, por meio de relatos, dos jogos educativos, da interação do grupo, da participação no Laboratório de Informática, do uso da linguagem para interação e a construção do conhecimento, ressignificando conceitos.
* Superar a barreira rígida da estrutura curricular em termos de grade horária conteúdos mínimos, avaliação, etc;

* Os resultados da pesquisa desencadearam mudança de postura, tanto do educador como dos educandos envolvido no projeto. Verificou-se que essa estratégia propiciou aos educandos, sua participação, seu envolvimento, a possibilidade de argumentação, a oportunidade de estar mais preparado para resolver os problemas do cotidiano, o que só vem a enriquecer o ensino e a aprendizagem.
Mestranda: Célia Rejane Gonçalves
Orientadora: Siumara Aparecida Lima

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Resultados obtidos a partir das intervenções
* A vantagem de trabalhar com construção de maquete em sala de aula, como recurso didático, refere-se à possibilidade de fazer uma retomada com os alunos de situações significativas de aprendizagem, de modo a desenvolver muitos conceitos importantes: oportunizou o raciocínio lógico; ampliação do vocabulário, criatividade por meio das formas geométricas e cores; a socialização e cooperação entre os grupos.

* A sequência de ações fez a diferença, a exemplo de como pensavam sobre uma determinada informação e como foi sua última elaboração, diante dos questionamentos e confecção do material. Os alunos tiveram a oportunidade de construir conhecimentos e repensar seus valores diante de situações reais e não somente por meio do discurso do professor em sala de aula, levado a se enxergar desde cedo como parte do meio ambiente.
• Samuel Murgel Branco- História O Saci e a Reciclagem do Lixo
(A6) Eu aprendi que os produtos velhos, pode-se transformar em coisas novas.
• O que vocês pensam sobre o lixo espalhado pela cidade e pelos terrenos baldios?
(A16) Quando chover pode virar enchente; (A20) o lixo traz muitas doenças.
• 5Rs (Repensar, reduzir, reutilizar, reciclar e recusar).
• Resíduo orgânico e inorgânico
http://modernaliteratura.com.br/viramundo/html_saci/home_saci.html
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