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Reflexões do poeta n'Os Lusíadas

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by

Daniela Sofia

on 5 November 2013

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Transcript of Reflexões do poeta n'Os Lusíadas

Reflexões do poeta n'Os Lusíadas
Canto I (105-106)
Camões interroga-se sobre a possibilidade de "um bicho da terra tão pequeno" encontrar um porto de abrigo sem atentar contra a Ira Divina
Canto V (92-100)
O poeta sente vergonha pelo facto de a nação portuguesa nao ter capitães letrados, pois quem não sabe de arte não a sabe apreciar
Canto VI (95-99)
Reflexão sobre a fama e a glória
O homem será capaz de triunfar se desprezar as "honras e dinheiro" e vencer os "apetites" pelas quais a fortuna o domina, subtraindo-lhe a vontade
Canto VII - Mágoa causada pela ingratidão da sociedade (78-87)
O poeta, que sonhava com a coroa de louros dos poetas, vê-se votado ao esquecimento e à sorte mais mesquinha, nao lhe reconhecendo, os que detêm poder, o serviço que presta à pátria
Esta reflexão pretende ser uma intervenção pedagógica - o poeta canta e louva os portugueses, embora os censure e acuse de ignorância e desprezo pela cultura, alertando-os para os perigos resultantes do menosprezo da mesma
Mais do que uma injustiça sentida, o poeta lamenta sobretudo a indiferença daqueles que não dão valor ao reconhecimento que lhes é feito n'Os Lusíadas
Dificuldades que o homem enfrenta
D
A dissimulação - Ser/Parecer
Adversidades no mar e na terra
Fragilidade e efemeridade humanas
Exaltação
Valentia dos portugueses que, mesmo pequenos, vencem os maiores desafios
Crítica aos heróis Lusitanos
O cultivo das letras pelos heróis da antiguidade
Rudeza dos heróis portugueses
Ingratidão da pátria a quem celebra
Advertências
Se a nação portuguesa prosseguir no costume da ignorância, não teremos homens ilustres nem corajosos
O embrutecimento dos espíritos desmotivará futuros cantores dos feitos portugueses
Obstáculos à fama e glória (imortalidade)
Viver a sombra da glória dos antepassados
Os luxos e requintes supérfluos
Os manjares, passeios e apetites
Meios/actos para atingi-la
A busca esforçada
Disponibilidade para a guerra
Navegações árduas por regiões inóspitas, à custa de sofrimento
A vitória sobre as limitações pessoais
Advertências
Só a honra e a glória alcançadas por mérito próprio poderão ser valorizadas
A virtude e a honra como os únicos meios de aquisição de experiência e de conhecimento - Ideal Renascentista
Canto VII - Crítica ao exercício do poder (84-86)
Acesso desonesto ao poder
A ambição
O interesse pessoal
A simulação
Mau exercício do poder
Roubo do povo
Pagamento injusto do trabalho
Advertências
O homem deve exercer corretamente o poder em defesa do bem comum e das leis divinas e humanas
Canto VIII - Crítica ao materialismo e ao poder do ouro (96-99)
Vícios provocados pela ambição do ouro
Traição
Corrupção
Censura
Tirania
Advertências
Condenação do efeito corruptor da riqueza fácil, que tanto sujeita os ricos como os pobres
Canto IX - Aspiração à Imortalidade (90-95)
O poeta incita os homens a alcançarem a verdadeira glória e fama, que não se conseguem pela cobiça, ambição ou tirania, mas sim pela justiça, coragem e heroísmo desinteressado. (continuação da reflexão do canto VI (95-99))
Vícios a evitar
Ócio
Cobiça
Tirania
Ambicão
Idéias a perseguir
Aplicação da justiça na paz
Guerra Justa
Renúncia ao poder do dinheiro
Desafio dos próprios limites
Advertências
O caminho da virtude como meio para alcançar a imortalidade/recompensas morais - o "verdadeiro valor"
Canto X - Lamentações do poeta (145-146)
O poeta recusa continuar a cantar por considerar que canta para "gente surda e endurecida" - gente que não tem capacidade para apreciar a excelência do seu canto épico
A tripla adjetivação destaca as características da sua tristeza, dando-lhe um valor subjetivo. Camões refere-se ao comportamento generalizado das hierarquias de poder em Portugal e que faziam do povo um povo austero, apagado e inerte
Camões não entende o motivo pelo qual a pátria não sente orgulho, nem reconhece o valor dos seus filhos mais ilustres e letrados, dirige-se então a D. Sebastião lembrando-lhe que tem ao seu serviço "vassalos excelentes"
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