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As Grandes Navegações

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As Grandes Navegações
Por que Portugal?
Portugal certamente beneficiou-se de um contexto geográfico e histórico para tornar-se o primeiro Império da era Moderna:
Sua localização privilegiada na Europa (península ibérica);
Sua condição de “Estado Nacional” estabilizada após a Revolução de Avis;
As motivações para as descobertas foram principalmente, embora não unicamente, de caráter econômico: procurar acesso direto a fontes de fornecimento de trigo, de ouro ou de escravos e, mais tarde, das especiarias orientais.
Para além da necessidade de alcançar as fontes de bens escassos ou caros na Europa, havia a intenção política de atacar ou debilitar pela retaguarda o grande poderio islâmico, adversário da Cristandade (neste desiderato se confundindo a estratégia militar e diplomática e o espírito de evangelização herdado das Cruzadas).
desiderato: aquilo que se deseja, aspiração
Sagres: A escola (física) que nunca existiu...

A
Escola de Sagres
constitui um dos grandes mitos da história portuguesa, resultante de deficientes interpretações de crônicas antigas. Com base no pressuposto de que o
infante D. Henrique
convidou um cartógrafo catalão para se colocar ao seu serviço, muitos consideraram (a partir logo do século XVI, com Damião de Góis), que teria havido uma Escola Náutica em Sagres, fundada por D. Henrique, por volta de 1417, no Algarve.
A escola, centro da arte náutica, teria assim formado grandes descobridores, como
Vasco da Gama
e
Cristóvão Colombo
. Após o seu regresso de Ceuta, o Infante D. Henrique fixa-se em Sagres, na Vila do Infante, rodeia-se de mestres nas artes e ciências ligadas à navegação e cria uma “Tercena Naval” a que é comum chamar-se a Escola de Sagres.
De fato, o que se criou não foi uma Escola no moderno conceito da palavra, mas um local de reunião de mareantes e cientistas onde, aproveitando a ciência dos doutores e a prática de hábeis marinheiros, se desenvolveram novos métodos de navegar, desenharam cartas e adaptaram navios. De acordo com os cronistas da época, largavam todos os anos dois ou três navios para as descobertas.
As Tecnologias de Navegação
http://www.educopedia.com.br/educopedia/objetosEducacionais/historia/swf/GrandesNavegacoes.swf
Os (principais) navegadores de Portugal
Foi o primeiro a navegar para além do Cabo Bojador, em 1434, dissipando o terror supersticioso que este promontório inspirava e iniciando assim a época dos "grandes descobrimentos".
Vasco da Gama: foi um dos principais navegadores da história portuguesa. Foi o primeiro a chegar às Índias após contornar a costa africana em 1498.
Bartolomeu Dias
: Marinheiro experiente, o primeiro a chegar ao
Cabo das Tormentas
, como o batizou em 1488 (chamado assim pois lá encontrou grandes vendavais e tempestades e depois chamado de
Cabo da Boa Esperança
pelo Rei
D. João II
), um dos mais importantes feitos da história das navegações.
Acompanhou a construção dos navios e integrou a esquadra de
Vasco da Gama
, em 1499 como capitão de um dos navios.
Em 1500, acompanhou
Pedro Álvares Cabral
na famosa viagem em que este chegou ao Brasil. Quando a frota seguia para a Índia, o navio em que ia
Bartolomeu Dias
naufragou encontrando a morte no mesmo local da sua descoberta mais famosa - o Cabo da Boa Esperança.
Diogo Cão
foi outro importante navegador português do século XV. Enviado por
D. João II
, realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486. Introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.
Você já foi a Porto Seguro na Bahia? Lá existe um desses “padrões de pedra” de Diogo Cão.
A Expansão marítima Espanhola
A Espanha foi o segundo país a se lançar na aventura das grandes navegações. A primeira viagem marítima financiada pelo país ocorreu em 1492, com Cristóvão Colombo, 77 anos depois de os portugueses invadirem Ceuta, no Reino de Fez (atual Marrocos), em 1415.
Vários motivos levaram a Espanha a esse "atraso" na busca de uma rota para o comércio de especiarias que não passasse pelo Mediterrâneo (controlado pelas cidades-estado de Gênova e Veneza), nem pela costa africana, conhecida pelos portugueses até o Cabo da Boa Esperança, no extremo sul do continente.
Um desses motivos foi a prioridade dada à reconquista da Península Ibérica, numa luta que se prolongou por 781 anos, a guerra mais longa de que se tem notícia. A vitória castelhana sobre o Califado de Granada, último reduto muçulmano na península, data exatamente de 1492.
Outro motivo foi a unificação tardia dos reinos cristãos de Leão, Castela, Aragão e Navarra. O passo mais importante nessa direção foi dado somente em 1469, quando o casamento de Fernando de Aragão e Isabel de Castela deu origem ao Reino Católico de Fernando e Isabel, núcleo inicial do que viria a ser a Espanha.
A Expansão marítima Espanhola
Com isso a formou-se uma orientação uniformizada capaz de fortalecer burguesia mercantil.
No dia 12 de Outubro de 1492,
Cristóvão Colombo
conseguiu chegar a Ilha de Guananaí, localizado em São Salvador, descobrindo assim a América. É importante lembrarmos que Cristóvão Colombo quando percebeu que tinha alcançado as Índias, resolveu fazer três viagens pela América, para tentar achar as regiões do comércio orientais mais ricas.
As conquistas espanholas:
Há um controle nos pontos comerciais das Filipinas e Bornéo, que ficam localizados no Oriente. Mesmo com esse controle, os espanhóis conseguiram retornar para o Ocidente, começando assim a colonização da América.
Caravela
Astrolábio
Quadrante
Balestilha
Bússola
Cartas Náuticas
No México e no Peru, ficaram concentrados os maiores esforços.
A primeira área a ser conquistada, foi o México, entre os anos de 1518 e 1525, com
Fernão Cortéz
liderando. Com isso ocorreu à destruição do Império Asteca.
Quanto à conquista do Peru, podemos dizer que tem relação com o crescimento dos espanhóis, em cima do Império Inca, lembrando que sua capital era Cuzco.
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