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Desenvolvimento e Intervenção Educativa nas Crianças Cegas ou Deficientes Visuais

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Gaby Guimarães

on 3 October 2016

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Transcript of Desenvolvimento e Intervenção Educativa nas Crianças Cegas ou Deficientes Visuais

Desenvolvimento e Intervenção Educativa nas Crianças Cegas ou Deficientes Visuais
Grupo:

Gabriela Krysia
Isabel Cristina
Laís Cisneiros
Livânia Rodrigues
Etapa Escolar
Não apresentam problemas sérios no desenvolvimento intelectual
Dificuldades em conteúdos figurativos e espaciais
Necessidades educativas especiais

A adolescência
Não há diferenças entre cegos e videntes - pensamento formal
Linguagem como ferramenta
A intervenção educativa
Não há uma "receita geral"
Conhecer as características do desenvolvimento de crianças com deficiências visuais
Adaptar as ações às peculiaridades da criança
Aproveitar ao máximo a visão funcional
Não forçar a criança a fazer tarefas que não tem a ver com seu mundo
Intervenção com os pais e educadores na primeira infância
Importância do sistema visual - dificuldade em lidar com a deficiência
Vias alternativas e capacidades
Formas de intervenção

Histórico da Educação de Pessoas Cegas no Brasil

Antiguidade
• Antiguidade (Sec.VIII a.C.)- era comum à sociedade matar/abandonar crianças que nasciam com anormalidades ou até mesmo adultos que adquiriram a deficiência;

• Idade Média (sec. V)- pessoas com deficiência eram alvo de caridade e compaixão (lei - "The Poor Law Act");

• 1784- Paris: Valentin Hauy funda a primeira escola para cegos, o Instituto Real dos Jovens Cegos;

• Idade contemporânea- a expansão dos ideais da Revolução Francesa possibilitou o surgimento de uma nova concepção de consciência social.
Brasil Império
• 1834- Primeira ocupação oficial: o deputado Cornélio Ferreira França apresenta um projeto de lei a Assembleia Legislativa sobre a oferta de ensino de algumas letras do alfabeto a deficientes visuais;
• 1854- Criação do Imperial Instituto dos Meninas Cegos, por D. Pedro II no Rio de Janeiro. Atualmente é denominado de Instituto Benjamin Constant.
• 1972- População de cegos no Brasil era de 15.848 e existia um único instituto que atendia uma média de 35 alunos.
Brasil República
• 1926- Funda- se o Instituto São Rafael em Belo Horizonte;

• 1920-1940- Houve aumento no número de escolas residenciais para cegos, implantadas em Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul e a Paraná.

• 1946- Instalação da imprensa Braille;

• 1950- Marco: O Conselho Nacional de Educação (CNE) permitiu o ingresso de estudantes cegos nas Faculdades de Filosofia;

• 1957-1993: Iniciativas oficiais de âmbito nacional que contribuíram para a evolução da Educação Especial no Brasil, no tocante à oferta de serviços e recursos ofertados a pessoa com deficiência visual.
Mobilidade e conhecimento do espaço
Dificuldade de conhecer o espaço a sua volta e mover-se nele
Especialistas em orientação e pais - treinar
Exemplo: programa de Jofee (1988)
Conhecer o entorno da escola
Perder o medo do desconhecido
O sistema Braille
Exploração tátil
Decisão: tinta ou Braille
Pauta e máquina de Perkins
Ferramentas tecnológicas - teclados, sintetizadores de voz, programas de computador
Imagens da célula e do alfabeto Braille
Imagem da máquina de perkins e do reglete
Problemas da leitura tátil
Identificação dos pontos e confusão das letras
Tamanho dos textos em Braille
Impossibilidade de usar marcadores
Desgaste Leitura letra por letra, sem saltos ou movimentos diagonais
Leitura lenta e cansativa
Livro falado
Os sistemas Sensoriais
A cegueira é uma deficiência sensorial caracterizada pela perda da visão
A deficiência visual engloba a
cegueira e a baixa visão
Utilização dos sentidos e do sistema proprioceptivo como compensação à falta de visão
Plasticidade do sistema psicológico no desenvolvimento do indivíduo
"O desenvolvimento cognoscitivo dos cegos mostra que ao chegar à adolescência e à idade adulta, atingem um nível de desenvolvimentofuncionalmente equivalente ao de pessoas videntes."
Heterogeneidade das deficiências visuais
Conhecer:
1. O momento de aparição dos problemas visuais;
2. Formas de aparição
3. Grau de perda da visão
Planejamento de estratégias educacionais
Fontes de variabilidade:
Contexto de
desenvolvimento
Avaliação da deficiência visual e da visão funcional
Exame oftalmológico e avaliação de grau de visão funcional

Exame oftalmológico:
oftalmologista, optometrista e óptico
Anamnese
Acuidade visual e campo visual
Aparelhos tecnológicos e optotipos
Identificar resquícios visuais
A criança cega e seus pais
O que eu devo esperar?

O que meu filho vê?

Por que meu filho não se diverte muito com os brinquedos?

Por que meu filho faz algumas coisas repetidamente?

Eu tenho que aprender braille?

O que acontecerá quando meu filho for para o colégio?
O desenvolvimento psicológico
Primeira Infância
Intercâmbios visuais e interações comunicativas
Importância da comunicação visual entre o bebê e o adulto
"as crianças, desde seus primeiros dias de vida, prestam atenção de preferência a estímulos visuais que, curiosamentecoincidem com o do rosto humano."
Alternativas à visão: atenção seletiva às vozes e odores
"com quatro semanas de vida, os bebês cegos e deficientes visuais respondem com um sorriso às vozes de seus pais e ao contato corporal com eles quando, por exemplo, os pegam no colo e lhe fazem carícias"
(Fraiberg, 1977; Rogers e Puchlsky,1986)
Kay Alicyn Ferrel
Tradução: Vicky Adler Amádio
(adaptação livre de Antonio Menescal)
A formação do vínculo do apego
Ao final do primeiro mês de nascimento: toque nos rostos.
Aos 7 e 8 meses, por meio da audição, tato e olfato o bebê percebe pessoas estranhas
O desenvolvimento dos esquemas sensórios-motores
Aos 5, 6 meses os bebês exploram objetos físicos, exercitam seus esquemas sensórios-motores (preensão, sucção, balançar o corpo, etc.)
Objetos sonoros
As Protoconversas
Fim do 1º ano de vida e início do 2º: desenvolvimento simbólico e cognitivo
Triangulação: criança - objeto- adulto
Não existem pesquisas que explique como as crianças cegas incorporam os objetos em suas conversas não verbais com adultos, uma vez que elas só sabem que o objeto existe ao senti-lo/ouvi–lo.
O desenvolvimento postural e motor
Estímulo
Atrasos em levantar até sentar, ficar em pé, engatinhar, andar
sem ajuda.
Uso das mãos
O período pré escolar
O desenvolvimento da linguagem
Desenvolvimento similar às crianças videntes, embora possua peculiaridades
Imitações e repetições (jogo simbólico)
Problemas em utilizar pronomes
O jogo simbólico
Poucas pesquisas na área
imitações verbais para desenvolver os primeiros jogos de ficçao com troca de papéis

"Alguns autores falaram de atrasos nos primeiros jogode ficção das crianças cegas"
Referências
MOTTA, L.M.V.M. Deficiência Visual: Raízes Históricas e Linguagem do Preconceito. Retirado de: http://www.bengalalegal.com/deficiencia-visual, acesso em: 02 de outubro de 2016.

OCHAÍTA, E.; ESPINOSA, M.A. Desenvolvimento e intervenção educativa nas crianças cegas ou deficientes visuais. In: COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. (orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação. Porto Alegre: Artmed, 2004.
VASSEUR, F.C; NORA, P. A Percepção dos Deficientes Visuais em Atrativos Turísticos: O caso da Igreja de São Pelegrino. 2012. Rio Grande do Sul. Anais do VII Seminário em Turismo do Mercosul. Semitur. 2012. 16 p.
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