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O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO: HOLDEN CAULFIELD COMO PROPOSTA DE EXPRESSÃO CONTEMPORÂNEA NA LITERATURA JUVENIL

Apresentação da Discente Bianca Ortega Ferreira para o Trabalho de Conclusão do Curso de Letras, licenciatura em Inglês e Português, da Universidade de Sorocaba.
by

Thiesco Crisóstomo

on 21 January 2016

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Transcript of O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO: HOLDEN CAULFIELD COMO PROPOSTA DE EXPRESSÃO CONTEMPORÂNEA NA LITERATURA JUVENIL

O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO:
HOLDEN CAULFIELD COMO PROPOSTA DE EXPRESSÃO CONTEMPORÂNEA NA LITERATURA JUVENIL
As coisas sempre estão mudando e com essa mudança as situações de aprendizagem também. É uma tentativa ousada usar a obra de Salinger, afinal não é uma literatura usual da lista de livros em nossas escolas, no entanto é uma possibilidade de novas formas de conhecimento, onde passado, presente e futuro se comunicam.
Para entender nossa personagem precisamos olhar além, trazê-lo para contemporaneidade de nossas vidas, captar todos os medos e anseios que tínhamos em nosso período escolar, e propor novos horizontes para educação juvenil.
Regina Novaes entende essa geração jovem na perspectiva de três características comuns:
“o medo de morrer”
, referindo-se ao alto número de jovens vítimas da violência letal;
o “medo de sobrar”
, por causa dos índices de exclusões sociais e econômicos a que os jovens se encontram submetidos em nossa sociedade. No que tange à questão do desemprego e à marginalização social;
o
“medo de ficar desconectado”
, no qual não vamos nos aprofundar, pois as tecnologias na época de Holden ainda eram poucas, mas que podemos entender aqui como medo de ficar fora da novidade.
Neste trecho vemos um pouco deste comportamento juvenil explosivo, cheio de atitude e anseios. O sentimento de ser responsável e ao mesmo tempo de estar a beira do precipício é constante nas ações de Holden, que através de suas vivências vai deixando claro sua fraqueza bruta e seus medos de “sobrar”.
Através do conceito de Novaes, foi detectado o medo de sobrar, o medo de morrer e o medo de ficar desconectada, uma realidade contextualizada na criação do conceito de juventude que se dá nesta obra, e se faz presente nas identidades juvenis até os dias de hoje. Esses conceitos colaboram na análise para a identificação desta identidade da personagem, contraposta às várias identidades juvenis, muitas vezes sendo reflexos da fragilidade deste período da vida, os medos, os anseios, o futuro. Ao descobrir em Holden este protagonismo, enfrentamos a ideia de uma juventude que tenta entender seu processo, se modifica por seu meio e escreve sua própria história.

Resultados
Segundo Maria Elizabette em “O papel do professor na criação de situações de aprendizagem”, a mediação pedagógica do professor tem a função de observar, articular e orientar o aluno, fazendo o processo de mediá-lo ao conhecimento. A situação de aprendizagem se dá pela elaboração do professor, mas como sabemos o aluno também contribui nesse processo, o que pode modificar o que foi planejado. Então entendemos que há cooperatividade, onde cada um traz um tanto de conhecimento prévio e trocam essas experiências modificando-se e aprendendo um com o outro.
A proposta passa a ser uma linha de conectividade da personagem com o aluno, primeiramente na forma de pensar esse conhecimento, onde o mesmo encontrará suas verdades, igualdades e diferenças no enredo, depois passando pela significância deste conhecer no processo do aprender. Como o aluno entende e como ele se relaciona com a personagem, são os passos seguintes que os levaram para o aprofundamento crítico da obra.
Estudar o personagem principal da obra, Holden, e sua complexidade juvenil.
Analisar na obra O Apanhador no Campo de Centeio as características juvenis e experiências formativas do indivíduo e contrapor com a juventude de hoje.
Refletir a respeito da possibilidade de trabalhar, em sala de aula, a obra nos dias atuais.
Objetivo
A justificativa desta pesquisa se dá pela curiosidade de entender um personagem e sua complexidade juvenil. Nesta pesquisa gostaria de abordar muitas dessas experiências confrontando com os dias de hoje, no intuito de buscar novas formas de expressão juvenil e uma aproximação em seu aprendizado, através da proposta de situação de aprendizagem.
O estudo buscou analisar o Livro de
J.D. Salinger
de 1950,

O Apanhador no Campo de Centeio
, com a intenção de conhecer a partir da perspectiva da personagem

Holden Caulfield
, as características juvenis e experiências formativas do indivíduo contidas na obra a fim de contrapor com a juventude dos dias atuais. Além de tal pesquisa, foi também analisada a possibilidade de se trabalhar em sala de aula a obra que abrange todas as áreas socioeducativas.
Introdução
Concluímos que a obra e todos os elementos que compõem a narrativa, e principalmente o protagonismo de Holden Caulfield, tanto na análise literária, como no seu contexto escolar, indica grande expressão contemporânea, servindo como material de estudo de diferentes áreas socioeducativas e identificação juvenil, tornando-se uma obra além de seu tempo.
Conclusão
O Romance e a Juventude em 1951 : O Livro, os anos 50, a ideia de juventude e a literatura na época;
J.D. Salinger;
Holden Caulfield no romance;
A influência do enredo na juventude e a história de Holden.
Desenvolvimento
ECO, Umberto. Os limites da interpretação, 2003.

LEMAD, Laboratório de Ensino e Material Didático, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP. Disponível em: <http://www.lemad.fflch.usp.br/node/283>

LITERATURA, Revista. Ed. Escala, 2010. Disponível em: <http://www. http://literatura.uol.com.br/literatura/figuras-linguagem/29/artigo179307-1.asp>

NOVAES, Regina. Seminário Juventude e Teledramaturgia: Juventude, Juventudes - Jovens das classes C e D frente aos dilemas de sua geração, 2008.

PRADO, Maria Elizabette Brisola Brito. O papel do professor na criação de situações de aprendizagem, 1996.

SALINGER, J.D. O apanhador no campo de centeio. 18. ed. Editora do autor, 2012. 207 p.
Referências
Tais elementos podem ser explorados nas abordagens de ensino aprendizagem, onde especulamos as possibilidades de se trabalhar a obra nas salas de aula. Motivados por Umberto Eco compreendemos a importância da interpretação do leitor, que neste caso são os alunos, e entendemos que sua participação nesse processo é indispensável. Através de Maria Elizabette, Mestra em Psicologia Educacional e Doutora em Educação, observamos que o professor é mediador deste conhecimento, e é ele quem cria o processo de aprendizagem momento em queo aluno torna-se também articulador e desenvolvedor da matéria aplicada.
O papel do professor e do aluno na abordagem de ensino da obra
Abordagens de ensino aprendizagem na obra
A expectativa juvenil de Holden Caulfield
Medo de sobrar e medo de morrer na obra
A problemática escolar de Holden
Como Holden pode inspirar o aprendizado nas escolas hoje
Bianca Ortega Ferreira
"É engraçado. A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo."
(
Holden Caulfield, em O Apanhador no Campo de Centeio
)
Obrigada!
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