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Breve estudo acerca da domesticação, variabilidade racial e aptidões zootécnicas de búfalos (Bubalis bubalus). UFRPE.

Seminário apresentado junto à Disciplina de Zootecnia Geral, sob docência da Profª Msª Lucia Maia (DZ/UFRPE), como requisito avaliativo parcial ao curso de Bacharelado em Medicina Veterinária.
by

Júlio Cesar

on 30 August 2014

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Transcript of Breve estudo acerca da domesticação, variabilidade racial e aptidões zootécnicas de búfalos (Bubalis bubalus). UFRPE.

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO
DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA
BACHARELADO EM MEDICINA VETERINÁRIA
ZOOTECNIA GERAL (D.Z.)

Breve estudo acerca da domesticação,variabilidade racial e aptidões zootécnicas de búfalos (
Bubalis bubalus
)

André Felipe Ferreira Torres¹, Júlio Cesar Pereira da Silva Júnior¹, Lúcia Maia Cavalcante Ferreira².
RECIFE
2014

¹Aluno de graduação do curso de Bacharelado em Medicina Veterinária - DMV/UFRPE
²Docente vinculada ao Departamento de Zootecnia (D.Z.)/UFRPE
CLASSIFICAÇÃO ZOOLÓGICA DOS BUBALINOS
(Gaylord Simpson - 1945)
Reino
Animalia
Ordem
Artiodactyla
Família
Bovidae
Gênero
Bubalus
Variedades
Bubalis
Alguns equívocos
Filo
Classe
Chordata
Mammalia
Sub-ordem
Ruminantia
Sub-família
Bovinae
Espécie
Bubalus bubalis
Fulvus
Kerebau
Syncerus caffer
Bison bonansus
Bison americanus
CLASSIFICAÇÃO DAS FUNÇÕES ECONÔMICAS E PRODUTOS
Grupo de trabalho
ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO
ORIGEM
ÁSIA
DOMESTICAÇÃO
ÁSIA
Aprox. 3.500 anos A.C
Países do Oriente
África
EUROPA
AUSTRÁLIA
AMÉRICAS
Grupo dos produtos alimentícios
Grupo dos produtos industrializáveis
Grupo dos detritos e excreções
RAÇAS BUBALINAS
Várias raças, além de diversos grupamentos sem padrão racial;
Há, aproximadamente, 19 raças descritas no Mundo;
BRASIL:
04 raças
Padrão racial
Registro genealógico
Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos

Surti
Talhe médio, cabeça longa, chifres compridos.
Boa produção leiteira.
Mehsana
Aptidão leiteira
Semelhança interrracial: Surti e Murrah
Nagpuri
Chifres longos e pontiagudos
Pelagem preta com particularidades
Aptidão leiteira
Bhadawari
Porte médio;
Cor com nuances avermelhados;
Chifre achatados de média espessura.
Kundhi
Aptidão leiteira
Animais grandes, semelhantes ao Murrah
Nili
Tamanho médio
Chifres pequenos
Cauda longa
Aptidão leiteira elevada
Ravi
Cabeça pesada, chifres largos e espessos
Cor preta com particularidades
Aptidão leiteira
RAÇAS CRIADAS NO BRASIL
Jafarabadi
Mediterrâneo
Murrah
Carabao
Murrah
Jafarabadi
Mediterrâneo
Índia
Itália
"Búfalo de Rio
"
Bubalus bubalis bubalis

Carabao
Sudeste
Asiático
"Búfalo de pântano"
Bubalus bubalis kerebao
1. CABEÇA:

a.
Fronto-nasal:
perfil craniano
ultraconvexo
e chanfro de
retilíneo a sub-convexo
.

b.
Chifres:
longos, fortes e grossos, de seção ovalada ou triangular, dirigidos para trás e para baixo, com curvatura final para cima e para dentro, em harmonia com o perfil craniano.
Observar variações
.

c.
Olhos:
profundos, elípticos, límpidos e pretos.

d.
Orelhas:
tamanho médio, com direção horizontal, dirigidas por cima dos chifres.
2. PELAGEM:

Forte correlação entre a cor dos pêlos e da pele em todo o corpo, sendo pretos os pêlos e a pele. A cor preta estende-se também aos chifres, cascos, espelho nasal e mucosas aparentes.
3 ECONÔMICAS

1.
Aparência:
reveladora de saúde e vigor, constituição robusta, com masculinidade e feminilidade segundo o sexo.

2.
Tamanho:
indicativo do crescimento por idade, sendo de porte médio a grande e de corpo simétrico e equilibrado.

3.
Tipo:
conformação própria do tipo morfo-fisiológica misto, além de incluir exigências de aprumos normais, com cascos fortes e bem conformados.

4.
Reprodução:
aparência normal quanto ao tamanho e forma da bolsa escrotal e vulva, além do número de testículos e tetas, não se computando as tetas extranumerárias.

5.
Temperamento:
manso ou dócil.
1. CABEÇA:

a.
Fronto-nasal:
perfil craniano
convexo
e chanfro de
retilíneo a sub-côncavo
.

b.
Chifres:
longos, fortes e grossos, de seção ovalada ou triangular, dirigidos para trás, para fora e para o alto terminando em forma semicircular ou de lira.

c.
Olhos:
arredondados, levemente projetados, vivos, límpidos e pretos.

d.
Orelhas:
tamanho médio e em posição horizontal.
2. PELAGEM:

Forte correlação entre a cor dos pêlos e da pele em todo o corpo, sendo pretos os pêlos e a pele. A cor preta estende-se também aos chifres, cascos, espelho nasal e mucosas aparentes.
3 ECONÔMICA

1.
Aparência:
reveladora de saúde e vigor, constituição robusta, com masculinidade e feminilidade segundo o sexo.

2.
Tamanho:
indicativo do crescimento por idade, sendo de porte médio a grande e de corpo simétrico e equilibrado.

3.
Tipo:
conformação própria do tipo morfo-fisiológica misto, com prevalência leiteira, além de incluir exigências de aprumos normais, com cascos fortes e bem conformados.

4.
Reprodução:
aparência normal quanto ao tamanho da bolsa escrotal e vulva, além do número de testículos e tetas, não se computando as tetas extranumerárias.

5.
Temperamento:
manso ou dócil.
1. CABEÇA:
a.
Fronto-nasal:
perfil craniano
retilíneo ou levemente sub-convexo
e chanfro de
retilíneo a sub-côncavo.

b.
Chifres:
pequenos, relativamente finos, de seção ovulada ou triangular, descrevendo curvaturas em torno de si mesmo, em forma de espiral.

c.
Olhos:
levemente proeminentes nas fêmeas e com menor projeção nos machos, vivos, límpidos e pretos.

d.
Orelhas:
tamanho relativamente pequeno, de direção quase horizontal e um pouco pendulosas.
2. PELAGEM:

Forte correlação entre a cor dos pêlos e da pele em todo o corpo, sendo pretos os pêlos e a pele. A cor preta estende-se também aos chifres, cascos, espelho nasal e mucosas aparentes. A vassoura da cauda é branca, ou preta ou mesclada.
ECONÔMICAS

1.
Aparência:
reveladora de saúde e vigor, constituição robusta, com masculinidade e feminilidade segundo o sexo.

2.
Tamanho:
indicativo do crescimento por idade, sendo de porte médio a grande e de corpo simétrico e equilibrado.

3.
Tipo
:

conformação própria do tipo morfo-fisiológica misto, com prevalência leiteira, além de incluir exigências de aprumos normais, com cascos fortes e bem conformados.

4.
Reprodução
: aparência normal quanto ao tamanho da bolsa escrotal e vulva, além do número de testículos e tetas, não se computando as tetas extranumerárias.

5.
Temperamento
: manso ou dócil.
Conhecido como o "trator do oriente". No Brasil, a maior população desta raça está concentrada na Ilha de Marajó, no estado do Pará. É a única raça adaptada às regiões pantanosas e, por isto, apresentando pelagem mais clara. Também é conhecido por sua dupla aptidão, produzindo carne e sendo excelente para tração.
1. CABEÇA:

a.
Fronto-nasal:
perfil craniano
retilíneo, com chanfro também reto.

b.
Chifres:
longos, grandes e fortes, de seção triangular, emergindo lateralmente da cabeça e dirigindo-se em posição horizontal para fora e depois para trás e para cima.

c.
Olhos:
arredondados, grandes, projetados, vivos, límpidos e pretos.

d.
Orelhas:
tamanho médio, horizontais e via de regra cobertas de pêlos longos e claros.
2. PELAGEM:

Cinza escura ou rodilha, sendo portadores de manchas de tonalidade clara ou branca nas patas, no pescoço logo abaixo da mandíbula e próximas ao peito em forma de listras circulares e paralelas, além de tufos claros nas arcadas orbitarias superiores, nas comissuras labiais e no ventre.
ECONÔMICAS

1.
Aparência:
reveladora de saúde e vigor, constituição robusta, com masculinidade e feminilidade segundo o sexo.

2.
Tamanho:
indicativo do crescimento por idade, sendo de porte médio para grande e de corpo simétrico e equilibrado.

3.
Tipo:
conformação própria do tipo morfo-fisiológica, de corte, além de incluir exigências de aprumos normais, com cascos fortes e bem conformados.

4.
Reprodução:
aparência normal quanto ao tamanho e forma da bolsa escrotal e vulva, além do número de testículos e tetas, não se computando as tetas extranumerárias.

5.
Temperamento:
manso ou dócil *
* Pode haver exceções, de acordo com o manejo -Animais na Ilha de Marajó: Semi-liberdade
Possivelmente, foi a primeira espécie a ser domesticada no Grupo de trabalho.
(Moorani, 1976 apud Miranda, 1986)
GRUPO DOS PRODUTOS ALIMENTÍCIOS
(Otávio Domingues)
GRUPO DOS PRODUTOS INDUSTRIALIZÁVEIS
GRUPO TRABALHO OU FORÇA MOTRIZ
BUBALINOS
versus
BOVINOS
Produção e rendimento de carne
FONTE: USDA AGRICULTURE HANDBOOK N.º 8 - COMPOSITION OF FOODS
OBS.: PARA 100 G
Produção leiteira
Fonte: Site da ABCB
Há rejeição do Mercado Consumidor?
CONSIDERAÇÕES
Origem e distribuição
Padrões
Aptidões Zootécnicas

Raças
Contexto do Mercado Consumidor
Importância das Associações
REFERÊNCIAS CONSULTADAS
FONSECA, Walter.
Bufalo: estudo e comportamento
. São Paulo: Icone Ed., c1987. [10]p. de estampas (Coleção Brasil agricola)
MIRANDA, Walter Carvalho.
A criação de bufalos no Brasil.
São Paulo: Ed. dos Criadores, 1986. 173p.
JORGE, André Mendes.
Bubalinocultura: raças bubalinas
. Botucatu: FMVZ, UNESP.Material digital. Disponível em: <http://www.fmvz.unesp.br/bufalos/HPBufalos_files/Mat_Didatico/02-RACAS.pdf>. Acessado em 13 de jan. de 2014.
ASSOCIAÇÃO Brasileira de Criadores de Búfalos. Informações gerais. Disponível em: <http://www.bufalo.com.br/index.html>. Acessado em 13 de jan. de 2014.
"[...] Búfalo! És a personificação da bravura e da força.
E, também, o símbolo da mansidão, da humildade e da paciência.
[...]
É negra a tua pele!
O teu mugido insinua um grito surdo de sofrimento que vai retumbar nas quebradas das montanhas, que adentra profundamente o verde emaranhado das florestas e que percorre ligeiro os vales dos rios, rumo ao infinito, em direção ao imponderável, buscando alguma coisa que o homem não sabe entender e que não procura decifrar...[...]"
Trecho do poema "Exaltação ao búfalo", de Walter Fonseca (1987)
Obrigado!
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