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Memorial do Convento - capítulo IV

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by

Ana S.

on 18 February 2014

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Transcript of Memorial do Convento - capítulo IV

Memorial Do Convento
-Capítulo IV- . . . Resumo Da Obra O Capítulo Inicia-se com o surgimento de uma nova persongem, Baltasar sete-Sois. Personagem: Baltasar Sete-Sois Baltasar Mateus é uma persongem ficticia. É um soldado com 26 anos, natural de Mafra e é filho de João Francisco e de Marta Maria. Caracterização física:
É maneta
Tem desafrontada aparênia
Tem vestes desparelhadas e anda descalço Simbologia:
Sete-sois . o autor pretende criticar alguns aspectos: . Na actualidade ... Baltasar, soldado de guerra chega da Batalha de Jerez de los Caballeros, sem a mão esquerda que foi arrasada por uma bala. Caracterização Psicológica:
É trabalhador
É simples
É modesto
É humilde
É Pobre "Este que por desafrontada aparência, sacudir da espada e desparelhadas vestes, ainda descalço, é baltasar Mateus, o Sete-Sois" pede esmola para conseguir pagar ao ferreiro e ao seleiro um gancho de ferro e um espigão. "Foi mandado embora do exército por já não ter serventia nele, depois de lhe cortarem a mão esquerda pelo nó do pulso, estraçalhada por uma bala em frente de los Caballeros..." Após isto caminha para Lisboa, onde no percurso, perto de Pegões, Batalsar mata um de dois homens que o tentaram roubar.
Apanha um barco para Lisboa onde se senta ao lado de um casal que lhe oferece comida, demonstrando fraternidade. Ana Serra nº 5 Em Evora, Baltasar que mal conhecia, tinha Baltasar de resolver que passos daria a seguir, se Mafra onde não poderia a sua unica mão pegar numa enxada que requer duas, se ao paço onde talvez lhe dessem uma esmola por conta do sangue perdido." Á noite quando Baltasar procura onde dormir, conhece joão Elvas que também fora soldado, criando laços de amizade com o mesmo. Ao desembarcar em Lisboa, com apenas umas moedas de cobre fica vacilante em regressar a Mafra ou dirigir-se ao Terreiro do Paço. "... desembarcado numa cidade Baltasar passa a noite num telheiro abandonado com João Elvas e com 6 mendigos, onde partilham histórias de assassinatos que ocoreram na cidade. Espaço Recuros de Estilo e Linguagem Quiasmo "julgam-no vivo porque não têm notícias de que está morto, ou morto porque as não têm de que esteja vivo As palavras vivo e morto estãm dispostos dois a dois, formando uma estrutura cruzada Enumeração "...provocavam-nos, sacudiam os braços carregados de braceletes de ouro, batiam juras no peito onde se reuniam fios, cruzes, berloques, cordões, tudo de bom ouro brasileiro.." "... mulheres a um lado, homens do outro, recados, gestos de mão, movimento de lenços, trajeitos de boca, piscadelas de olhos, não faziam mais.." diferentes registo de língua: Popular : "O salteador safo seguiu-o ainda por meia légua entre os pinheiros, por fim desistiu, e dó de longe lhe lançou palavras de insulto e maldição , porém como quem não acreditava que umas empecessem e outras ofendessem." No capítulo é vísivel "E vossemecê, que idade tem," "Que é das outras," Calão: "...tanto como a merda e o mijo em que viviam.." a ação incide vários espaços, nomedamente o Alentejo e Lisboa. Neste capítulo Alentejo - percurso pelo qual Baltasar percorre quando regressa da guerra da Sucessão de Espanha. É ainda uma região onde existe muitos famintos, mendigos e salteadores. Espanha Évora Montemor Pegões Lisboa Enquanto não adormeceram, falaram de crimes acontecidos. Não dos seus próprios, cada qual sabe de si Deus saberá de todos, mas dos de gente principal, sem castigo quase sempre quando conhecidos os autores, e sem escrúpulo extremo da justiça nas averiguações se fora misterioso o cto" E ainda apresenta.... o Provérbio: "... cada qual sabe de si, Deus saberá de todos..." A Omonotopeia: "telintavam-lhe os ferros dentro do alforge" Sete - corresponde ao número de conclusão cíclica e da sua renovação, sete planetas, sete pecados, sete sacramentos, sete virtudes

Sol - Identifica-se com a fonte de vida, a força, o poder e o conhehecimento. Sete-sois consiste em sete vidas, representando a vida de todos os homens do povo. A vida do povo "...por ser a fome muita nesta provínvia, sobre ser geral nas outras." Neste capítulo "Comeu ums sardinhas fritas, bebeu uma tigela de vinho, e, não lhe chegando o dinheiro para a pousada, tão só, à escassa, para a passagem amanhã, meteu-se num telheiro, debaixo de uns carros, e aí dormiu" A guerra e a vida do exército Foi mandado embora do exército por já não ter serventia nele, depois de lhe cortarem a mão esquerda pelo nó do pulso... na grande entrada de onze mil homens que fizemos em outubro do ano passado e que se terminou com perda de duzentos nossos e debandada dos vivos, acossados pelos cavalos que os espanhóis fizeram sair de Badajoz." roubava os lavradores, recusava-se a ir à batalha, e tanto desertava para o inimigo como debandava para as suas terras, metendo-se fora dos caminhos, assaltando para comer, violando mulheres desgarradas, cobrando, enfim, a dívida de quem nada lhes devia e sofria desespero iguaL" "A tropa andava descalça e rota, A criminalidade "Matará adiante um homem, de dois que o quiseram roubar, mesmo tendo-lhes ele gritado que não levava dinheiro" "Isto é terra de muito crime morre-se mais na guerra..." "Na guerra há mais caridade,..." A miséria continua a existir.... A criminalidade continua a existir ....
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