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Memorial do Convento- síntese 13 primeiros capítulos

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Armandina Certal

on 14 May 2013

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Transcript of Memorial do Convento- síntese 13 primeiros capítulos

Memorial do Convento Síntese I - XIII Capítulo I * Anúncio da ida do rei ao quarto da rainha, para fazer o "ato", visto que Dª. Maria Ana ainda não engravidou. * Passatempo do Rei: Construção, em miniatura, da Basílica de S. Pedro de Roma; * Premonição de um franciscano: o rei terá um filho se erguer um convento franciscano em Mafra. FACTO HISTÓRICO "Perguntou el-rei, É verdade o que acaba de dizer-me sua eminência, que se eu
prometer levantar um convento em Mafra terei filhos, e o frade respondeu, Verdade é,
senhor, porém só se o convento for franciscano,(...) " (pág.15) * Promessa do rei: mandar construir um convento se a rainha lhe der um filho no prazo de um ano. Capítulo II * Referência a milagres que ocorreram em Lisboa:
* O milagre de Stº António
* Gravidez da Rainha " Bem servido de milagres, igualmente. Ainda é cedo para falar deste que se prepara, aliás milagre não tanto, mas simples obséquio divino, descimento de olhar piedoso e propiciatório para um ventre sáfaro, qual há-de ser o nascimento do infante na hora própria, mas é justamente tempo de mencionar veros e certificados milagres que, por virem da mesma e ardentíssima sarça franciscana, bem auguram da promessa do rei. " (pág.23) *Morte de Frei Miguel da Anunciação * A descoberta que desde 1624 os franciscanos desejavam a construção de um convento em Mafra Capítulo III * A situação socioeconómica: excessos de riqueza / extrema pobreza * Entrudo e Quaresma -> Penitência dos Homens "Nas janelas só há mulheres, é esse o costume. Os penitentes vão de grilhões enrolados às pernas, ou suportam sobre os ombros grossas barras de ferro, passando por cima delas os braços como crucificados, ou desferem para as costas chicotadas com as
disciplinas feitas de cordões em cujas pontas estão presas bolas de cera dura, armadas de cacos de vidro, e estes que assim se flagelam é que são o melhor da festa porque exibem verdadeiro sangue que lhes corre da lombeira, e clamam estrepitosamente, tanto pelos motivos que a dor lhes dá como de óbvio prazer, que não compreenderíamos se não soubéssemos que alguns têm os seus amores à janela e vão na procissão menos por causa da salvação da alma do que por passados ou prometidos gostos do corpo (pág.37) *A liberdade das mulheres que, na Quaresma se dirigem sozinhas às igrejas aproveitando para irem a encontros com amantes secretos; *A situação da rainha que, por estar grávida só pode sonhar com o seu cunhado; "De tais desafogamentos se vêem privadas as rainhas, principalmente se já estão grávidas, e do seu legítimo senhor, que por nove meses não voltará a aproximar-se delas, regra aliás comum ao popular, mas que vai sofrendo as suas infracções." (pág.41) Capítulo III Capítulo IV *Apresentação de Baltasar Mateus: Sete-Sóis, 26 anos, natural de Mafra, maneta à esquerda, na sequência da Batalha de Jerez de los Caballeros (Espanha). "Este que por desafrontada aparência, sacudir da espada e desparelhadas vestes, ainda que descalço, parece soldado, é Baltasar Mateus, o Sete-Sóis. Foi mandado embora do exército por já não ter serventia nele, depois de lhe cortarem a mão esquerda pelo nó do pulso, estraçalhada por uma bala em frente de Jerez de los Caballeros, (...)" (pág.45) *Percurso até Lisboa, onde vive muitas dificuldades. *Encontro de Baltasar Sete-Sóis com um amigo, antigo soldado: João Elvas. Capítulo V *Fragilidade de D. Maria Ana, com a gravidez e com a morte do seu irmão José (imperador da Áustria). *Apresentação de Sebastiana Maria de Jesus, mãe de Blimunda - condenada por ter visões e revelações. PRIMEIRO AUTO DE FÉ "D. Maria Ana não irá hoje ao auto-de-fé. Está de luto por seu irmão José, O imperador da Áustria, que em pouquíssimos dias o tomaram as bexigas, verdadeiras, e morreu delas, tendo somente trinta e três anos, (...)" (pág.63) " (...) e esta sou eu, Sebastiana Maria de Jesus, um quarto de cristã-nova, que tenho visões e revelações, mas disseram-me no tribunal que era fingimento, que ouço vozes do céu, mas explicaram-me que era efeito demoníaco, que sei que posso ser santa como os santos o são, ou ainda melhor, pois não alcanço diferença entre mim e eles, mas repreenderam-me de que isso é presunção insuportável e orgulho monstruoso, desafio a Deus, aqui vou blasfema, herética, temerária, amordaçada para que não me ouçam as temeridades, as heresias e as blasfémias, condenada a ser açoitada em público e a oito anos de degredo no reino de Angola (...)" (pág.68) * Blimunda assiste ao auto de fé, na companhia do padre Bartolomeu Lourenço. "Já se murmura na corte, dentro e fora do palácio, que a rainha, provavelmente, tem a madre seca, insinuação muito resguardada de orelhas e bocas delatoras e que só entre íntimos se confia. que caiba a culpa ao rei, nem pensar, primeiro porque a esterilidade não é mal dos homens, das mulheres sim, por isso são repudiadas tantas vezes, e segundo, material prova, se necessária ela fosse, porque abundam no reino bastardos da real semente e ainda agora a procissão vai na praça. " (pág.11) "e ao lado dela está o padre Bartolomeu Lourenço, não fales, Blimunda, olha só, olha com esses teus olhos que tudo são capazes de ver, e aquele homem quem será, tão alto, que está perto de Blimunda e não sabe, ai não sabe não, quem é ele, donde vem, que vai ser deles poder meu, pelas roupas soldado, pelo rosto castigado, pelo pulso cortado, adeus Blimunda que não te verei mais, e Blimunda disse ao padre, Ali vai minha mãe, e depois, voltando-se para o homem alto que lhe estava perto, perguntou, Que nome é o seu, e o homem disse, naturalmente, assim reconhecendo o direito de esta mulher lhe fazer perguntas, Baltasar Mateus, também me chamam Sete-Sóis. " (pág.69) Capítulo V *Paixão de Baltasar pelos olhos de Blimunda "(...)Baltasar Mateus, o Sete-Sóis, está calado, apenas olha fixamente Blimunda, e de cada vez que ela o olha a ele sente um aperto na boca do estômago, porque olhos como estes nunca se viram, claros de cinzento, ou verde, ou azul, que com a luz de fora variam ou o pensamento de dentro, e às vezes tornam-se negros nocturnos ou brancos brilhantes como lascado carvão de pedra." (pág.72) * Consumação do amor de Baltasar e Blimunda (19 anos, virgem) . Capítulo V "Deitaram-se. Blimunda era virgem. Que idade tens, perguntou Baltasar, e Blimunda
respondeu, Dezanove anos, mas já então se tornara muito mais velha. Correu algum sangue sobre a esteira. Com as pontas dos dedos médio e indicador humedecidos nele, Blimunda
persignou-se e fez uma cruz no peito de Baltasar, sobre o coração. Estavam ambos nus.
Numa rua perto ouviram vozes de desafio, bater de espadas, correrias. Depois o silêncio.
Não correu mais sangue." (pág.74) * Blimunda promete a Baltasar que nunca o olhará por dentro.

"Quando, de manhã, Baltasar acordou, viu Blimunda deitada ao seu lado, a comer pão, de olhos fechados. Só os abriu, cinzentos àquela hora, depois de ter acabado de comer, E disse, Nunca te olharei por dentro." (pág.74) * Conflito de Baltasar: saber a cor dos olhos de Blimunda. Capítulo VI * Deslocação do Padre Bartolomeu Lourenço ao Paço para interceder por Baltasar (a fim de este receber uma pensão de guerra) e compromisso de falar com o Rei, caso tarde a resposta. * Apresentação, por João Elvas, de Bartolomeu Lourenço como o Voador "Agora me disse aquele meu amigo João Elvas que tendes apelido de Voador, padre, por que foi que vos deram tal nome, perguntou Baltasar (...) Porque eu voei, e disse Baltasar, duvidoso, Com perdão da confiança, só os pássaros voam, e os anjos, e os homens quando sonham, mas em sonhos não há firmeza (...)" (pág.81) Capítulo VI * Apresentação da passarola a Baltasar, pelo Padre B. Lourenço e descrição da mesma a partir de um desenho "(...) e, abrindo uma arca, tirou um papel que desenrolou, onde se via o desenho de uma ave, a passarola seria, isso era Baltasar capaz de reconhecer, e porque à vista era o desenho um pássaro, acreditou que todos aqueles materiais, juntos e ordenados nos lugares competentes, seriam capazes de voar. Mais para si próprio do que para Sete-Sóis, que do desenho não via mais que a semelhança da ave, e ela lhe bastava, o padre explicou, em tom
primeiramente sereno, depois animando-se, Isto que aqui vês são as velas que servem para cortar o vento e que se movem segundo as necessidades, e aqui é o leme com que se dirigirá a barca, não ao acaso, mas por mão e ciência do piloto, e este é o corpo do navio dos ares, à proa e à popa em forma de concha marinha, (...)" (pág.87) Capítulo VII * Evolução da gravidez da rainha, tendo o rei de se contentar com uma menina. "Para D. Maria Ana é que lhe vem chegando o tempo. A barriga não aguenta crescer mais por muito que a ele estique, é um bojo enorme, uma nau da Índia, (...) D. João V vai ter de contentar-se com uma menina." (pág.92 e 95) * Rendição das frotas portuguesas do Brasil aos franceses.

* Visita de Baltasar e Blimunda à zona enfeitada para o batismo da princesa, estando aquele mais cansado do que habitualmente, por carregar tanta carne para o evento.
*Morte do frade que formulou a promessa real Capítulo VIII *Procura de Baltasar a propósito do misterioso acordar de Blimunda: esta conta-lhe que, em jejum, consegue ver o interior das pessoas; daí comer o pão ao acordar para não ver o interior de Baltasar. "(...) Lembras-te da primeira vez que dormiste comigo, teres dito que te olhei por dentro, Lembro-me, Não sabias o que estavas a dizer, nem soubeste que estavas a ouvir quando eu te disse que nunca te olharia por dentro. Baltasar não teve tempo de responder, ainda procurava o sentido das palavras, e outras já se ouviam no quarto, incríveis, Eu posso olhar por dentro das pessoas." (pág.102) Capítulo VIII *Nascimento do segundo filho do rei, o infante D. Pedro. * Deslocação de El-rei a Mafra, para escolher a localização do convento. Capítulo IX *Auxílio de Baltasar ao padre B. na construção da passarola, tendo-lhe este dado a chave da quinta do duque de Aveiro, onde se encontra a “máquina de voar”. *Inspeção de Blimunda, em jejum, à máquina em construção para descobrir as suas fragilidades. "Uma vez por outra, Blimunda levanta-se mais cedo, antes de comer o pão de todas as manhãs, e, deslizando ao longo da parede para evitar pôr os olhos em Baltasar afasta o pano e vai inspeccionar a obra feita, descobrir a fraqueza escondida do entrançado, a bolha de ar no interior do ferro, e, acabada a vistoria, fica enfim a mastigar o alimento, pouco a pouco se tornando tão cega como a outra gente que só pode ver o que à vista está." (pág.121) Capítulo IX *Atribuição, pelo Padre B. Lourenço, dos apelidos de Sete-Sóis e Sete-Luas, respetivamente, a Baltasar e a Blimunda (ele vê “às claras” e ela “vê às escuras”). "Tu és Sete-Sóis porque vês às claras, tu serás Sete-Luas porque vês às escuras, e, assim, Blimunda que até aí só se chamava, como sua mãe, de Jesus, ficou sendo Sete-Luas, e bem baptizada estava, que o baptismo foi de padre, não alcunha de qualquer um." (pág.121-122) * Deslocação do Padre à Holanda, para aprender com os alquimistas a fazer descer o éter das nuvens (necessário para fazer voar a passarola) Capítulo X * Partida de Baltasar e Blimunda para Mafra, ficando responsáveis pela passarola. * Visita de Baltasar à família, com apresentação de Blimunda e explicação da perda da mão. *Venda das terras do pai de Baltasar, por causa da construção do convento. * Comparação entre a morte e o funeral do filho de dois anos da irmã de Baltasar e a morte do infante D. Pedro. "Equilibrada a contagem, desinteressa-se Deus dos funerais, por isso em Mafra foi só um anjinho a enterrar, como a tantos outros sucede, mal se dá pelo acontecimento, mas em Lisboa não podia ser assim, foi outra pompa, saiu o infante da sua câmara, metido no caixãozito que os conselheiros de Estado levavam, acompanhado de toda a nobreza, e ia também el-rei, mais os irmãos, e se ia el-rei seria por dor de pai, mas principalmente por ser o falecido menino primogénito e herdeiro do trono, são as obrigações do protocolo, vieram descendo até ao pátio da capela, todos de chapéu na cabeça, e quando o caixão foi colocado nas andas que o haviam de transportar, descobriu-se el-rei e pai, e, tendo-se descoberto e coberto outra vez, voltou para o paço, são as desumanidades do protocolo." (pág.143-144) Capítulo X *Nova gravidez da rainha, desta vez do futuro rei. * Comparação dos encontros de Baltasar com Blimunda e do rei com a rainha. "Há muitos modos de juntar um homem e uma mulher, mas, não sendo isto inventário nem vademeco de casamentar, fiquem registados apenas dois deles, e o primeiro estarem ele e ela perto um do outro, nem te sei nem te conheço, num auto-de-fé, da banda de fora, claro está, a ver passar os penitentes, e de repente volta-se a mulher para o homem e pergunta, Que nome é o seu, não foi inspiração divina, não perguntou por sua vontade própria, foi ordem mental que lhe veio da própria mãe, a que ia na procissão, a que tinha visões e revelações, e se, como diz o Santo Ofício, as fingia, não fingiu estas, não, que bem viu e se lhe revelou ser este soldado maneta o homem que haveria de ser de sua filha, é desta maneira os juntou. Outro modo é estarem ele e ela longe um do outro, nem te sei nem te conheço, cada qual em sua corte, ele Lisboa, ela Viena, ele dezanove anos, ela vinte e cinco, e casaram-nos por procuração uns tantos embaixadores, viram-se primeiro os noivos em retratos favorecidos, ele boa figura e pele escurita, ela roliça e brancaustríaca, e tanto lhes fazia gostarem-se como não, nasceram para casar assim e não doutra maneira, mas ele vai desforrar-se bem, não ela, coitada, que é honesta mulher, incapaz de levantar os olhos para outro homem, o que acontece nos sonhos não conta. " (pág149-150) Capítulo X "D. Maria Ana terá agora outros e mais urgentes motivos para rezar.El-rei anda muito achacado, sofre de flatos súbitos, debilidade que já sabemos antiga, mas agora agravada, duram-lhe os desmaios mais do que um vulgar fanico, aí está uma excelente lição de humildade ver tão grande rei sem dar acordo de si, de que lhe serve ser senhor de Índia, África e Brasil, não somos nada neste mundo, e quanto temos cá fica" (pág.152 - 153) *A frequência dos desmaios do rei e a preocupação da rainha. * O desejo de D. Francisco, irmão do rei, casar com a rainha, à morte deste. "(...) eu poderia, como irmão que vem a seguir, portanto de família chegada, cunhado de vossa majestade e mui dedicado servidor de vossa beleza e virtude, eu poderia, ouso dizer, subir ao trono e, de caminho, ao vosso leito, casando nós em boa e canónica forma, que por méritos de homem posso garantir que não sou menos que meu irmão, ora essa, Ora essa, 73 que conversa tão imprópria de cunhados, el-rei ainda está vivo e, pelo poder das minhas preces, se Deus mas ouve, não morrerá, para maior glória do reino, tanto mais que para a conta dos seis filhos que está escrito terei dele, ainda faltam três, Porém, vossa majestade sonha comigo quase todas as noites, que eu bem no sei, É verdade que sonho, são fraquezas de mulher guardadas no meu coração (...) " (pág.155) Capítulo XI * Regresso de Bartolomeu Lourenço da Holanda, passados três anos. * Apresentação, a Baltasar e Blimunda, do resultado de aprendizagem do Padre na Holanda: o éter que fará voar a passarola vive dentro das pessoas (não é a alma dos mortos, mas a vontade dos vivos). *Pedido de auxílio do Padre a Blimunda: ver a vontade dos homens e colhê-la num frasco *Ida de Blimunda e Baltasar para Lisboa: ela, para recolher as vontades; ele, para construir a passarola. Capítulo XII *Tomada da hóstia, em jejum: Blimunda descobre que o que está dentro desta é o mesmo que está dentro do homem – a religião. "Blimunda levantou-se, atravessou o quintal e saiu para o campo, debaixo das oliveiras que subiam pela encosta até aos marcos da obra, ia enterrando as tamancas grossas no alqueive que a chuva amaciara, se fosse descalça e pisasse pedras agudas, não as sentiria como seria possível doer-lhe esse pouco, se toda ela está cheia do horror de ter ousado o que esta manhã ousou, aproximar-se da mesa da comunhão em jejum, fingiu comer o seu pão ainda deitada, como de costume e necessidade, mas não o comeu, depois andou sempre de olhos baixos, fingindo compungimento e devoção em casa, e assim entrou na igreja, esteve no ofício como se a prostrasse a presença de Deus, ouviu o sermão sem levantar a cabeça, esmagada, ao parecer, por todas as ameaças de inferno que caíam do púlpito, e enfim foi receber a sagrada partícula (...)" (pág.174-175) * Festividades da inauguração da construção do convento e do lançamento da primeira pedra (três dias), a ter lugar numa igreja–tenda ricamente decorada e com a presença de D. João V. Capítulo XIII * Verificação de Baltasar relativamente ao estado enferrujado da máquina, seguida dos arranjos necessários e da construção de uma forja enquanto o padre não chega. *Chegada do padre, dizendo a Blimunda que serão necessárias, pelo menos, duas mil vontades para a passarola voar (tendo ela apenas recolhido cerca de trinta). * Conselho do Padre para que Blimunda recolha vontades na procissão do Corpo de Deus. * Trabalho de Baltasar e Blimunda na máquina, durante o inverno e a primavera, e chegada, por vezes, do padre com esferas de âmbar amarelo * Perda da capacidade visionária de Blimunda, com a chegada da lua nova. FIM
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