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Emergências Urológicas

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by

Rodrigo Machado

on 5 February 2014

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Transcript of Emergências Urológicas

Caso 1
Um adolescente com 16 anos de idade entrou na emergência de um hospital reclamando de dor súbita no testículo esquerdo. A dor o despertou do sono e persistiu nas últimas três horas. A mãe informou que ele vomitou uma vez. Relatou também que, há aproximadamente um ano, apresentou dor semelhante, que cedeu espontaneamente.

O mais perguntar?
Exame fisico?
Diagnósticos diferenciais?
E.S., 22 anos, com queixa de dor peniana intensa há 4 horas pós coito, acompanhada de hematoma local.
Paciente, 38 anos, branco, masculino, procurou este serviço devido ereção prolongada, sem estímulo sexual, com aproximadamente 6 horas de evolução, referindo dor peniana importante e em região lombo-sacra. Relatava 2 episódios de priapismo anteriormente, tratados com aspiração dos corpos cavernosos, obtendo-se detumescência completa.
caso 2
Image by Tom Mooring
Caso 3
Urgências Urológicas
Parte 1

Baixo fluxo
- Doloroso

- Inativos sexualmente e sem desejo

- Sem história de trauma

- Geralmente apresenta ao departamento de emergência (ED) em poucas horas

- Associados ao abuso de substância vasoativa ou injeções penianas

Alto fluxo
- Não é doloroso

- Podem ser sexualmente ativos

- Ferimentos

- Crônica apresentação

- Em geral não é causado por medicamentos

Torção
x
Orquiepididimite
Por: Rodrigo Loureiro
Emergência x Urgência
Ao exame, o testículo direito estava normal, mas o esquerdo estava muito edemaciado, elevado, transversal e sensível. O reflexo cremastérico estava ausente. Sinal de Prehn negativo.
É possivel utilizar apenas esses dados clínicos para diagnóstico?
Algum exame complementar?
Diagnóstico?
US com doppler
Tratamento?
- Jovem (< 30 anos, habitualmente 12 a 18)

- Dor testicular súbita, náuseas e vômitos, sem repercussão no estado geral

- Edema + eritema do escroto

- Impossibilidade de individualizar testículo e epidídimo

- Testículo alto, horizontalizado

- Sinal de Prehn negativo

- Ausência de reflexo cremasteriano

- Ausência de febre
- Dor incidiosa

- Edema, Hiperemia e Rubor testicular

- Febre

- Retração do testículo

- Sintomas urinários prévios

- Palpação dolorosa

- Sinal de Prehn +

- Eliminação de secreção purulrenta
exames complementares?
- Laboratoriais
• “Swab” uretral - Gram, pesquisa de Chlamydia, cultura, antibiograma, pesquisa de Trichomonas, fungos (Candida) etc.

• Urinálise - Citobacterioscopia ao Gram (Neisseria, cocos Gram-negativos e positivos), pesquisa de Chlamydia (PCR, reação da cadeia da polimerase, cultura etc.), pesquisa de Trichomonas, Ziehl (b.a.a.r.), PCR (para tuberculose e Chlamydia).

• Urocultura - Antibiograma.

tratamento?
- Clamídia - macrolídeos, tetraciclina( doxaciclina)
- E. coli - quinolona 3 semanas
- Gram negativo - gentamicina + quinolona ( 3 semanas)

O paciente foi submetido ao tratamento cirúrgico, sutura da túnica albugínea, evoluindo sem intercorrências pós-operatórias
Ao exame: pênis edemaciado, com hematoma em expansão, desviado para o lado esquerdo e extremamente doloroso à palpação.
O mais perguntar?
Exame fisico?
Diagnósticos diferenciais?
Na história clínica, a característica mais importante é que sempre por ocasião dos priapismos, com duração igual ou superior a 6 horas, concomitantemente havia dor, de forte intensidade, em região lombo-sacra com irradiação para membros inferiores, porém nem sempre que apresentava esta dor, aparentemente de menor intensidade, ocorriam ereções simultaneamente.
Os exames revelaram: pesquisa negativa de hemácias falciformes, hemograma e eletroforese de hemoglobina dentro da normalidade e gasometria do sangue cavernoso de padrão veno-oclusivo.
A abordagem inicial foi aspiração de corpos cavernosos, com recidiva do priapismo em 48 horas, repetido o procedimento, sem resultado satisfatório, foi então optado pela infusão intracavernosa de cloridrato de etilefrina. Após 62 horas, o paciente apresentou novamente priapismo sendo realizada fistula caverno-esponjosa por punção transglandar bilateral (procedimento de Winter). Após 5 dias, houve novo priapismo, feito então infusão intracavernosa de adrenalina diluída em soro fisiológico, como houve recidiva em aproximadamente 6 horas, decidiu-se realizar incisão transversal em dorso da glande para comunicação caverno-esponjosa (cirurgia de El Ghorab).
Durante este processo, realizou-se estudo da dor lombo-sacra através de tomografia computadorizada que evidenciou protusão central do disco vertebral L5-S1, promovendo compressão anterior do saco tecal. Com estes dados clínicos e tomográficos, o paciente foi submetido à correção cirúrgica da protusão discal, sendo que aos 9 meses deste pós-operatório, o paciente refere estar apresentando ereções completas, com correta detumescência após orgasmo, sem ocorrência de ereção prolongada ou priapismo.
causas
RN - traumas, infecção e tumores

Crianças - virais, vasculares e bacterianos (por aumento da pressão vesicouretral)

Adultos - bacterianas (Chlamydia, E. coli, Neisseria gonorrhoeae ...) por instrumentação urológica ou sexualmente transmissíveis.
Gasometria?
- Idiopáticas

- Associação com abuso de álcool ou drogas

- Trauma perineal

- Anemia falciforme, leucemia (antes da puberdade)

- Doença inflamatória do trato genital.
Fístula enre a artéria cavernosa e o tecido cavernoso!
Tratamento
Aspiração
+
Lavagem com soro fisiológico
+
Injeção intracavernosa de um fármaco alfa-adrenérgico simpaticomimético seletivo (Ex: fenilefrina)
Obrigado!
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