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EXPANSÃO TERRITORIAL DA COLÔNIA

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Aline Ianca

on 4 May 2014

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Transcript of EXPANSÃO TERRITORIAL DA COLÔNIA

EXPANSÃO TERRITORIAL DA COLÔNIA
Conquista e colonização: A marcha do povoamento
A população concentrava mais no litoral.
Estimava mais ou menos 70 a 100 mil habitantes ( incluindo os indigenas e os colonos).
Povoamento litorâneo
A população colonial espalhava-se basicamente pela costa brasileira.
O povoado de Piratininga (atualmente São Paulo) era a exceção de um povoado não situado no litoral.
Frei Vicente do Salvador lamentou a colonização feita somente no litoral nesta época, por somente ocupar as regiões proximas aos portos.
Interiorização do povoamento territorial
No século XVII a ocupação territal devido as insatisfações se expandiu e ganhou forças em direção ao interior e ao litoral norte.
Principais agentes da ocupação
Exploradores em expedições militares
Mandados pelo governo para explusar estangeiros que ocupavam partes do território.
A ocupação do interior resultou de ações de diferentes grupos a seguir:
Bandeirantes
Em direção ao sertão aprisionando os indígenas e escravos fugidos ou em busca de metais precioso
Jesuítas missionários
Exploraram as riquezas naturais do sertão e fundaram aldeias para catequizar os indios.
Criadores de gado
Foram "empurrados" com suas fazendas para o interior em função de interesses socioeconômicos.
EXPEDIÇÕES MILITARES:
A EXPANSÃO OFICIAL
A expedição militar era uma forma de defender as terras ameaçadas por estrangeiros, principalmente pelos franceses e espanhois, por isso ficou conhecida como expansão oficial.
Avanço para o norte - nordeste
As forças expedicionárias foram erguendo forças no litoral lutando contra os estrangeiros e indios que permaneciam a ocupação, assim criaram importantes cidades:
João Pessoa
Natal
Fortaleza
Belém
Avanço para o oeste-sudoeste
Nessa expedição, o objetivo foi direcioná-las "sertão adentro". Em geral iriam fazer do rio Tietê uma linha que possibilitasse a ocupação do oeste e do sudoeste e ao mesmo tempo conter os espanhóis.

OBS:
As expedições não respeitaram o tratado de Tordesilhas que estabelecia o limite das posses portuguesas e espanholas.
BANDEIRISMO
Por volta de 1500 foram organizadas expedições
onde os colonos portugueses e outros exploradores
vinham em busca do ouro e outros interesses
econômicos, sendo assim denominou-se entradas.
Mais tarde, a partir do século XVII, foram
organizadas outros tipos de expedições que
eram patrocinadas apenas por particulares,
chamadas bandeiras.
A maioria das bandeiras partiam de São Paulo onde os bandeirantes iam a pé, a cavalo ou em canoas
em busca de indígenas, escravos africanos e riquezas
onde na maioria das vezes ultrapassavam a linha do Tratado de Tordesilhas.
As bandeiras eram de responsabilidade de um chamado “armador” que tinha poder
absoluto sobre os subordinados, elas eram compostas de índios, brancos e mestiços
e sua expedição variava em relação ao numero de participantes. Sendo assim
houveram três tipos de bandeirismo:
o de apresamento onde eles dedicavam-se a captura de índios para vende-lôs como escravos
o de prospecção que dedicava a procura de materiais preciosos.
e de sertanismo de contrato onde dedicavam-se a combater as rebeliões e capturar escravos fugitivos que estavam prestando serviços a classe que no momento dominava a colônia.
O primeiro e mais conhecido tipo de bandeirantismo era conhecido como “bandeira de apresamento”. Nesse tipo de expedição, a busca por índios tinha como objetivo estabelecer comércio com os proprietários de terra interessados em explorar a força de trabalho deste tipo de “peça” que, em geral, custava vinte por cento do valor pago por um escravo proveniente da África. Os índios capturados das missões jesuíticas eram mais caros por estarem acostumados a uma rotina diária de serviço.
Bandeiras de apresamento
Ocorreu graças à demanda dos grandes proprietários de terra e da própria Coroa Portuguesa. Era feito com o objetivo de combater populações indígenas que atacavam os centros coloniais e destruíam as comunidades quilombolas organizadas pelos escravos que escapavam das fazendas. Dessa forma, alguns bandeirantes eram utilizados como força de repressão contra aqueles que se opunham aos moldes da colonização.
Sertanismo de contrato
Bandeiras de prospecção
Como a caça indígena ja não estava dando mais tanto lucro, o governo promovia a bandeira de prospecção por meio de promessas de titulos e horarias, recompensas materiais a até perdão de crimes. Tinha como objetivo procura de materiais preciosos.
JESUÍTAS
As expedições comandadas por particulares
A fundação de aldeamentos no interior
Os jesuítas são sacerdotes pertencentes à Companhia de Jesus ou Ordem Jesuítica, em 1534. Tinham como objetivo a divulgação da religião católica pelo mundo.
Ao chegar no Brasil, os jesuítas se dedicaram à catequização dos indígenas, combatendo costumes e tradições que entrassem em choque com o cristianismo. Para isso receberam dos governantes a concessão de sesmarias (lotes de terra), onde foram construídos aldeamentos onde reuniam os indígenas.
Muitos colonos queriam capturar e escravizar os indígenas, contrariando os jesuítas. Isso gerou vários conflitos como a revolta de Beckman. Os jesuítas conseguiram a proibição do ataque e escravização de indígenas, assim “protegendo” os nativos de colonos. A partir de 1650, porém, o Maranhão entrou em uma crise econômica, e sem condições de pagar escravos africanos, os senhores de engenho organizaram tropas para capturar indígenas, gerando um protesto dos jesuítas junto com o governo português.
Para suprir de mão de obra a capitania, o governo português criou a Companhia Geral de Comércio do Estado do Maranhão, que deveria introduzir na região 500 escravos negros por ano, além de abastecer a região com produtos de maior escassez e comprar o açúcar ali produzido. Essa companhia não conseguiu cumprir seus compromissos, agravando a crise e o descontentamento dos colonos.
Um grupo de senhores de engenho liderados por Manuel Beckman, organizou um movimento para acabar com a companhia de comercio e com a influência dos jesuítas, e obter autorização de Portugal para escravizar indígenas. Os armazéns da companhia doram destruídos, a escola dos jesuítas foi invadida e estes foram expulsos do Maranhão. Os rebeldes constituíram um governo provisório, porém ao saber dos acontecimentos o rei não aceitou as atitudes, e mandou enforcar Manuel Beckman e outros dois lideres.

Os jesuítas puderam retornar ao Maranhão, mas a companhia de comercio foi extinta e a escravização de indígenas, autorizada.
Manuel Beckman
PECUÁRIA
O povoamento do sertão nordestino e do sul
A pecuária era muito importante, além de abastecer a população, os animais também eram meios de transporte. O objetivo era atender a população em geral mas os lucros eram somente da colônia.
No período colonial a pecuária se desenvolveu principalmente na caatinga no nordeste e nas campinas do sul, aréas antes despovoados de colonos.
Pecuária Nordestina
O nordeste foi a área mais antiga e depois avançando para outras áreas. A pecuária tinha como principal objetivo fornecer carne para a população da região além disso, também foi utilizado o boi para mover as moendas dos engenhor de açúcar etc.
Além de carne fresca os pecuaristas nordestinos forneciam carne-seca, que era salgada e seca ao sol, e devido ao sal conservava mais tempo para possibilitar o comercio em locais longes.
A pecuária nordestina teve seu declínio em meio século XVIII com a criação do gado bovino em Minas Gerais que passou a abastecer as zonas mineradoras.
Pecuária Sulina
No Rio Grande do Sul, a pecuária foi favorável as condições para seu desenvolvimento. Em todo o período colonial essa foi a única atividade que se desenvolveu e assim criou uma sociedade pastoril.
O trabalho era realizado pelos capataz e pelos peões. Até o fim dos secúlo XVIII a principal finalidade da pecuária foi a produção do couro. Posteriormente por volta de 1780, surgiu a industrial Charque (carne-seca) que abriu novas possibilidades ao comércio da carne. Além do gado bovino foi signicativa a criação de cavalos e mulas, que foram exportados para a região de Minas Gerais.
Engenho de carne seca no sul do Brasil.
TRATADOS E FRONTEIRAS
Os acordos internacionais sobre o território colonial.
Vimos ate aqui que os portugueses não respeitaram o Tratado de Tordesilhas, expandindo as fronteiras do Brasil. Com isso os espanhóis também não respeitaram.
Então no seculo XVIII era necessário fixar as novas fronteiras, assim os dois países ibéricos além da França, assinaram diversos tratados.
Tratados de Utrecht - 1713 e 1715
Os primeiros a assinarem o tratado foi Portugal e França, nesse tratado estabelecia que o rio Oiapoque seria o limite de fronteiras entre Brasil e Guiana Francesa. Ja na segundo tratado procurava resolver as divergências entre os dois, e a colonia do Sacramento (atualmente cidade do Uruguai) para pertencer aos portugueses.
Tratado de Madri - 1750
Determinava que cada um dos países poderiam tomar posse das terras que estavam ocupando. Esse tradado não pôde ser cumprido pois os jesuítas e os indígenas não aceitaram o controle português.
Tratado de Santo IIdefonso - 1777
Neste tratado estabelecia que a Espanha ficaria com a Colonia do Sacramento ( cidade do Uruguai) e a região dos Sete Povos das Missões, mais em troca a Espanha devolveria Portugal as terras que tinha ocupado no atual Rio Grande do Sul. Mais Portugal não acho vantajoso que teria que entrega a Colonia de Sacramento e não receberiam quase nada em troca.
Tratado de Badajós - 1801
Estabeleceu finalmente, que a região dos Sete Povos das Missões ficaria com os portugueses e a Colonia do Sacramento com os espanhóis.
FIM!
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