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Uma arte difícil de ser entendida

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by

Clara Maraschin

on 22 September 2013

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Transcript of Uma arte difícil de ser entendida

Uma arte difícil de ser entendida
Vida
Página 142
O MELHOR BANHO DA TEMPORADA
Página 116
CAIR DO CAVALO
Página 95
O FANTASMA
Página 116
Sofrimento
Morte
Lembrança
Porém, nunca aprenderei a como amar e não sofrer, como também nunca aprendi a aceitar a morte.
Um filme sobre ter que aprender a viver e a lidar com limitações:
Um filme sobre
lembranças:
"Toda história tem um fim,
mas na vida,
todo fim é um novo começo..."
Anônimo

Muitas pessoas das quais amo
incondicionalmente já não estão
mais ao meu lado.

O motivo? O CÂNCER
.
Não vivi o suficiente para adquirir
muita experiência, mas aprendi:
-Que quando quero algo tenho que lutar por isso;
-Que não adianta chorar quando perco algo;
-Que preciso de esperança;
-Que não adianta viver sem nenhum propósito;

“ A forma como reagimos à notícia de
uma doença,
a nossa ou a dos outros, diz muito sobre
quem somos,
mas talvez mais ainda sobre o que
nem sabemos que somos.”
Claudia Laitano

Um livro sobre a morte:
"Marina", de Carlos Ruiz Zafon.
Assista a pelo menos uma pequena parte do video para entender os aprendizados que adquirimos ao longo da vida...
"UM DIA"
de Lone Scherfig
"Agora e para Sempre",
de Ol Parker .
"Meus livros, meus filmes e tudo mais"
Um livro de Claudia Laitano.

Professor Ricardo Wolff
Clara Maraschin
Turma 122
Literatura
Trabalho do Livro
Setembro 2013
Após a leitura desta crônica percebi que nunca havia pensado no quanto as lembranças da minha infância são especiais, jamais me dera conta, também, da importância da família e do quão maravilhoso é saber que não estou sozinha.
Basta, agora, eu aprender a dar o devido valor a isso…
Durante a leitura desta crônica fiquei imaginando o quanto os seres humanos devem ser fortes emocionalmente.
Passei a observar melhor as dificuldades pelas quais meus pais passaram ao longo de suas vidas. Percebi que, assim como eles, cairei muitas vezes, mas que talvez o segredo para o sucesso seja saber levantar de cada uma dessas quedas com dignidade.
A leitura desta crônica me fez refletir sobre qual é, exatamente, minha visão sobre a morte...
Sofrer é inevitável, isso é fato.
O segredo está em entender que a vida não será menos cruel com aqueles que prezam pela bondade e honestidade, ainda assim, somos livres para fazermos nossas escolhas e arcarmos com as consequências.

A vida é assim, feita de fases que muitas vezes duram menos do que o esperado…
… e cada um desses momentos volta a nossa memória através de simples acontecimentos…
... seja um banho de mar, o cheiro de uma flor, determinada época do ano ou um almoço em família.
Tudo vai se somando em nossa memória e vamos percebendo aos poucos que o passado valeu a pena…
…e que sempre que tivermos saudades dele, basta fechar os olhos e viajar nas próprias lembranças.
Eu, talvez, nunca aprenda a "cair do cavalo", mas, sem dúvida, terei de aprender a levantar da queda e a montá-lo novamente.
Família: é a certeza de que jamais estarei só, que independentemente do que aconteça sempre estará disposta a me acolher seja por meio de um abraço ou pelas doces lembranças de minha infância.
O que devemos cobiçar é viver sem sofrer muito.
Os prazeres e a glória das conquitas que obtemos são momentâneos, e podem nos custar graves inconvenientes.
Quando o sofrimento nos ameaça dessa meneira, receamos não estar preparados para lidar com ele, mas sempre temos a inconsciente certeza de que se nos empenharmos devidamente ele será resolvido com êxito.
Aos poucos a família está deixando de ter importância, porém é necessário ressaltar que as próximas gerações, assim como as anteriores, precisarão de limites e educação, duas coisas baseadas em uma boa estrutura familiar.
"Você vai querer voltar
Você vai desejar ser pequena
Nada pode atrasar o choro
Você vai tirar o relógio de sua parede
E você vai desejar que ele estivesse mentindo"
Regina Spektor, "Firewood".
Música utilizada no trabalho, de Regina Spektor: “Firewood”, representa o árduo desafio de crescer, o quanto vamos desejar que o tempo não passe.
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