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Memorial do Convento cap. XII

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by

Artur Saldanha

on 17 March 2016

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Transcript of Memorial do Convento cap. XII

Memorial do
Convento

Capítulo XII
Resumo
A ação deste capítulo localiza-se em Mafra, na construção do Convento de Mafra. Este capítulo começa com Inês Antónia, a lamentar a morte do seu filho e
Álvaro Diogo, seu marido a fazer uma promessa perante ela de ir “trabalhar nas obras do convento real ”.
A mãe de Baltazar, Marta Maria sente dores terríveis no ventre. Os pais de Baltazar ficam felizes com o emprego de Álvaro Diogo. João Francisco tenta convencer Baltazar a ficar, porém este já está decidido a partir para Lisboa, daqui a umas semanas. Entretanto, Blimunda decide ir à comunhão de jejum, para tentar obter algumas respostas relativas ao cristianismo, contudo ela fica a sentir-se fraca por sentir a dor dos que estavam por perto e no fim perceber que não valeu muito a pena o jejum, pois ela não conseguiu encontrar sinais de Deus, apenas viu uma “nuvem fechada ”.
Referência Temporal:
«Inês Antónia,
tendo dito uma vez, não insiste, se ainda há três meses lhe morreu o mais novo, para que há-de atormentar agora
este, deixá-lo brincar, ali, tão feliz,(...)»
Comparação de dores:
«Álvaro Diogo, Já tenho uma promessa de trabalhar nas obras do convento real, era disto que estavam falando, só a mãe pensa no filho morto, assim dividem-se os pensamentos, e ainda bem, para
não sobrecarregarem tanto, acabariam por tornar-se insuportáveis, como esta dor que Marta Maria sente,
tenacíssima dor que lhe trespassa o ventre como as espadas trespassam o coração da Mãe de Deus(...)»
«o velho João Francisco entrança uma soga de couro, ouve falar mas dá pouca atenção ao que estão dizendo, já sabe que o 'filho partirá uma destas semanas e quer-lhe mal por isso, ir-se outra vez embora, assim, depois de andar aqueles anos na guerra,Bem feito que tornasse sem a mão direita, é tal o amor que chegam a pensar-se coisas destas»
João Francisco mostra-se insatisfeito com a partida do filho
Ida de Blimunda à missa em jejum
«e toda ela está cheia do horror de ter ousado o que esta
manhã ousou, aproximar-se da mesa da comunhão em jejum, fingiu comer o seu pão ainda deitada(...) e
enfim foi receber a sagrada partícula, e viu. »
«Vi uma nuvem fechada, respondeu ela (...) Blimunda disse, Esperava ver Cristo crucificado, ou ressurrecto em glória, e vi uma nuvem fechada, Não penses mais no que viste, Penso, como não hei-de pensar, se o que está dentro da hóstia é o que está dentro do homem,que é a religião»
Blimunda vê a vontade
Bartolomeu Lourenço envia cartas
Baltazar ao encontrá-la conseguiu conforta-la. Eles recebem uma nova carta do padre Bartolomeu Lourenço a pedir que eles “seguissem para Lisboa tão cedo pudessem”.
Segue-se então uma enumeração dos trabalhos para a construção do convento e ficamos a saber que Baltazar decide partir para Lisboa daqui a uma semana, depois da visita real a inaugurar a obra.A vila de Mafra prepara-se para receber a visita real. Faz-se uma comparação entre o sopro do Adamastor com o poder destrutivo de uma tempestade que destrói uma parte da igreja temporária, para a recepção do rei. Blimunda e Baltazar, conseguem estar presentes na igreja, durante a festividade da inauguração do convento de Mafra. Segue-se, depois um relato dos ornamentos da igreja e dos três dias de festividade. Ao partir o rei, a igreja temporária é destruída. D. João V tenta apressar a construção do convento e fica-se a saber que já gastou na obra duzentos mil cruzados. O casal, despede-se dos pais, da irmã e do cunhado de Baltazar e partem para Lisboa. Passados uns tempos a mãe de Baltazar morre. Ao chegar a Lisboa, o casal caminha até à passarola.
Continuação
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