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Aula Walquiria

by Walquiria
by

Walquiria França

on 8 April 2013

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Transcript of Aula Walquiria

Walquiria A. C. N. de França
Nutricionista CECANE/RCO/UFG
Email: walnutgyn@gmail.com Panorama epidemiológico no Brasil e PNAN Panorama epidemiológico no Brasil e Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) Lazer

13% dos adultos – AF uma vez por semana
3,3% dos adultos – 30’ – cinco ou mais vezes por semana
87% de adultos inativos relação com escolaridade e renda

Universalização da educação
Frequência de 93,8% em 2002

Melhora nas condições de saneamento

Acesso aos meios de comunicação A alimentação e nutrição estão presentes na legislação recente do Estado Brasileiro, com destaque para a Lei 8080, de 19/09/1990 (BRASIL, 1990), que entende a alimentação como um fator condicionante e determinante da saúde e que as ações de alimentação e nutrição devem ser desempenhadas de forma transversal às ações de saúde, em caráter complementar e com formulação, execução e avaliação dentro das atividades e responsabilidades do sistema de saúde. Direito Humano a Alimentação Adequada Direito Acesso regular Alimentos de qualidade Segurança Alimentar e Nutricional Permanente Não comprometendo
outras necessidades Alimentação promotora de saúde Diversidade
cultural Transição Epidemiológica Mudanças nas ocupações e empregos
Setor primário Setores primários e secundários

Diminuição do núcleo familiar

Aumento da participação da mulher no mercado de trabalho

Reflexos na renda, estilo de vida e demanda nutricional Acesso e resolutividade de ações de saúde – últimos 30 anos
Mais de 90% das gestantes tem acesso a atendimento pré-natal e processo de parto
Cobertura vacinal
Universalidade ao tratamento de doenças de elevada prevalência

Programas ou atividades de nutrição no setor saúde População rural x urbana
66% rural – década de 50 80% urbana –IBGE 2000

Número de filhos
5,8 filhos (1970) 2,1 filhos (2003) – 63,8%

Mortalidade infantil
300/1.000 em 1992 30/1.000 em 2002
Redução de 44,1% entre 1990 e 2003 Aumento da expectativa de vida 1950 – 45,7 anos 2003 – 71,3 anos
2000 – 8,6% da população com mais de 60 anos
OMS considera como população envelhecida acima de 7%
2025 – estimativa que população idosa esteja 16x maior Substituição do padrão alimentar "tradicional”

Grãos e cereais por grandes quantidades de alimentos de origem animal, gorduras, açúcares, alimentos industrializados e baixa quantidade de fibras Transição Epidemiológica e Nutricional Inquéritos Alimentares

A partir de 1975 – inquéritos possibilitam analisar as tendências evolutivas no cenário nutricional

Estudo Nacional de Despesas Familiares (ENDEF), 1974/1975
Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN), 1989
Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), 1995/1996
Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), 2008/2009 Aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade
Sobrepeso – IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m2
Obesidade – IMC acima de 30 kg/m2

Entre 1974 e 1996 – aumento de 112% (mulheres adultas), diferenciações geográficas e sociais

Aumento no consumo de alimentos processados + menor gasto energético diário aumento de sobrepeso, obesidade e DCNT associadas; Prevalência de déficit de peso, excesso de peso e Obesidade na população com 20 ou mais anos, por sexo.

Brasil - 1974-1975, 1989 e 2002-2003 e 2008-2009 Masculino Femenino Aprovada no ano de 1999


Políticas públicas

Respeitar, proteger, promover e prover os direitos humanos à saúde e à alimentação. Transformações sociais
Mudanças no padrão de saúde e consumo alimentar
Diminuição da pobreza e exclusão social
Aumento do excesso de peso Objetivo

Melhorar as condições de alimentação, nutrição e saúde, em busca da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional da população brasileira. Organizada em diretrizes que abrangem o escopo da atenção nutricional no Sistema Único de Saúde com foco na vigilância, promoção, prevenção e cuidado integral de agravos relacionados à alimentação e nutrição;

Atenção básica ordenadora das ações Organização da Atenção Nutricional

Serviços de saúde:
agravos relacionados à má alimentação,
diagnóstico;
tratamento;
prevenção e à promoção da saúde;
ações de vigilância: identificação de seus determinantes e condicionantes, assim como das regiões e populações mais vulneráveis. Promoção da Alimentação Adequada e Saudável

Necessidades nutricionais individuais e especiais
Cultura alimentar: costumes, etnia
Acessível físico e financeiramente;
Harmônica em quantidade e qualidade
Práticas produtivas adequadas
Sustentável: quantidades mínimas de contaminantes físicos, químicos e biológicos. Vigilância Alimentar e Nutricional

Consiste na descrição contínua e na predição de tendências das condições de alimentação e nutrição da população e seus fatores determinantes

Documentar a distribuição, magnitude e tendência da transição nutricional, identificando seus desfechos, determinantes sociais, econômicos e ambientais

Planejamento das ações

SISVAN: Monitorar o padrão alimentar e o estado nutricional dos indivíduos atendidos pelo SUS, em todas as fases do curso da vida. Gestão das Ações de Alimentação e Nutrição

Cabe aos gestores do SUS, nas esferas federal, estadual, distrital e municipal, promover a implementação da PNAN por meio da viabilização de parcerias e da articulação interinstitucional necessária para fortalecer a convergência dela com os Planos de Saúde e de Segurança Alimentar e Nutricional. Participação e Controle Social

O contexto da intersetorialidade estimula e requer mecanismos de envolvimento da sociedade. Demanda a participação dos movimentos sociais nos processos decisórios sobre qualidade de vida e saúde de que dispõem. Qualificação da Força de Trabalho

A Educação permanente



Processo pedagógico adequado Controle e Regulação dos Alimentos Pesquisa, Inovação e Conhecimento em Alimentação e Nutrição Boas Práticas Agrícolas

Boas Práticas de Fabricação

Boas Práticas Nutricionais

Sistema Análise de Perigos e Pontos Críticos de

Controle – APPCC Geração de evidências e instrumentos necessários para implementação da PNAN;
Sistemas de informação de saúde, em especial, o SISVAN, bem como pesquisas periódicas de base populacional nacional e local. Cooperação e articulação para a Segurança Alimentar e Nutricional A garantia de SAN para a população, assim como a garantia do direito à saúde, não depende exclusivamente do setor saúde, mas este tem papel essencial no processo de articulação Intersetorial. Obrigada Referências Ministério da Saúde: www.saude.gov.br/nutricao

POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), 2008/2009;
PNAN (Política Nacional de Alimentação e Nutrição), 2011.
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