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A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES FORMADORES DE MATEMÁTICA

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by

Lucas M Muniz

on 5 May 2015

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Transcript of A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES FORMADORES DE MATEMÁTICA

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
sEMINÁRIO 01
Estrutura
A formação do professor que atua na licenciatura em matemática: o formador do formador
Cristiane Rocha
Eber Gomes
Lucas Muniz
Wanderson Oliveira
“Tolice é fazer as coisas
sempre do mesmo modo e aguardar
resultados diferentes”
Albert Einstein
Base Legal
(pressupostos)
Fundamentos históricos
fundamentos teóricos
Resultados de pesquisas
Análise crítica do tema em função de uma conjuntura atual
Exemplo emblemático
Título V - Educação Superior
Art. 43. A educação superior tem por finalidade:
I – estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
II – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;
III – incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
IV – promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;
V – suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;


VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição.
Título VI - Dos Profissionais da Educação
Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade normal. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
§ 1º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios, em regime de colaboração, deverão promover a formação inicial, a continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009).
§ 2º A formação continuada e a capacitação dos profissionais de magistério poderão utilizar recursos e tecnologias de educação a distância. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009).
§ 4º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios adotarão mecanismos facilitadores de acesso e permanência em cursos de formação de docentes em nível superior para atuar na educação básica pública.
§ 5º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios incentivarão a formação de profissionais do magistério para atuar na educação básica pública mediante programa institucional de bolsa de iniciação à docência a estudantes matriculados em cursos de licenciatura, de graduação plena, nas instituições de educação superior.
§ 3º A formação inicial de profissionais de magistério dará preferência ao ensino presencial, subsidiariamente fazendo uso de recursos e tecnologias de educação a distância. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009).
§ 6º O Ministério da Educação poderá estabelecer nota mínima em exame nacional aplicado aos concluintes do ensino médio como pré-requisito para o ingresso em cursos de graduação para formação de docentes, ouvido o Conselho Nacional de Educação - CNE.
Incluídos pela Lei nº 12.796, de 2013
Art. 63. Os institutos superiores de educação manterão:
I - cursos formadores de profissionais para a educação básica, inclusive o curso normal superior, destinado à formação de docentes para a educação infantil e para as primeiras séries do ensino fundamental;
II - programas de formação pedagógica para portadores de diplomas de educação superior que queiram se dedicar à educação básica;
III - programas de educação continuada para os profissionais de educação dos diversos níveis.
Art. 64. A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum nacional.

Art. 65. A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas.
Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.
Parágrafo único. O notório saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a exigência de título acadêmico.
Art. 67. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público:
I - ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos;

II - aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim;

III - piso salarial profissional;

IV - progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho;

V - período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho;

VI - condições adequadas de trabalho.
Formação: Elemento de desenvolvimento profissional e de crescimento de docentes em seu trabalho pedagógico e em sua trajetória, integrando dimensões pessoais, profissionais e sociais na constituição de sua identidade como professor autônomo, reflexivo, crítico e solidário (VEIGA, 2010, p.17)
Docência do Ensino Superior
Jesuítas, primeiros professores?
Criação das universidades no Brasil
Constituição de 1934 - institui o regime de cátedra
Constituição de 1946 – organiza os princípios da Cátedra
Professor Catedrático
Após a Reforma universitária brasileira a Lei n. 5540/68 que operacionalizou o modelo de departamentalização e a extinção das cátedras.

Crise na Universidade
Mudanças no contexto mundial;
A universidade, principal guardiã dos valores da modernidade, sofre a crise da modernidade;
Souza Santos (1994) indica que a universidade teve três crises: legitimidade, autoridade e a institucional;
Em paralelo, surgia a revolução tecnológica e suas novas formas de distribuição da informação.
Papel do docente em questão?
Novas formas de competitividades;
Novos ideais culturais;
Expansão da Educação Básica;
Emergência da Inclusão Social;
O que ensinar?
Como ensinar?
Por quê fazê-lo?

Almeida (2012) complementa que o conceito de docência sofre com as máximas “Quem não sabe fazer, sabe ensinar” e pela predominância da preocupação sobre pesquisa como elemento formativo nos cursos de Pós-graduação;

Estágio à Docência – iniciado pela USP em 1992, e institucionalizado para bolsistas da CAPES em 1999;
Inserção de disciplinas de formação didático-pedagógica: “Metodologia do Ensino Superior” ou aquelas voltadas para aferição da qualidade das pesquisas realizadas pelos pares (Resoluções nº 11/1977, nº 12/1983 do Conselho Federal de Educação Res. CES nº 3/1999 e nº3/2007)
Cenário quase atual da Formação de Formadores
Decreto 2207/1997 estabelece diferentes modelos de IES

Formação pedagógica do formador de professores
Políticas Públicas Educacionais
IDEB
Pró-Licenciatura
UAB
PARFOR
PNAIC
Lembram da charge?
Seleção Simplificada

Existem poucas que falam sobre a formação ou o desenvolvimento profissional do docente em matemática (112 em 1978-2002), mas existe a tendência de crescimento deste questionamento (40 em 2000-2002).

Este panorama não é específico da formação de docentes universitários.

(FIORENTINI et. al., 2002)
O que indicam as pesquisas?
Especificamente sobre a docência universitária, existem várias atuações simultâneas e, por vezes, dicotômica.

Ensino, pesquisa, extensão e gestão.

Formação específica e formação pedagógica.
A identidade do docente na Universidade:

Para a administração, são priorizadas as pesquisas e ações de gestão; ensino é uma rotina que, se possível, deve ser excelente.

Para os alunos, os aspectos de formação pedagógica são mais cobrados.
"O ritual escolar está basicamente organizado em cima da fala do professor. (...) o professor é a maior fonte de informação sistemizada. (...) A grande inspiração dos docente é a sua própria prática escolar e eles tendem a repetir comportamentos que considerou positivos nos seus ex-professores. Há experiências de discussões em classe, com professores que (...) tentassem construir o conhecimento de forma coletiva. Tenho a impressão até de que os professores criam um certo sentimento de culpa se não são eles que estão 'em ação', isto é, ocupando espaço com a palavra na sala de aula. Tudo indica que foi assim que aprenderam a ensinar.

Os estudantes (...) estão condicionados a ter um tipo de expectativa em relação ao professor. Em geral, ela se encaminha para que o professor fale, 'dê aula' enquanto ele, aluno, escuta e intervém quando acha necessário. O fato de se achar na condição de ouvinte é confortável ao aluno. (...) Este comportamento ratifica a tendência de que o ritual escolar se dê em cima da aula expositiva. É provável que professores e alunos assim se comportem por falta de vivência em outro tipo de abordagem metodológica." (Cunha, 1989, apud Libâneo, 2003)
Quem somos, segundo Fiorentini (2005)?

pesquisadores-formadores;

formadores-pesquisadores;

formadores-práticos
Dificuldades

Gravidades

Dicotomia

Tecnologia Educacional
Problemas
Obrigado!!!
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