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SAÚDE MENTAL: UMA AGENDA PARA A SUSTENTABILIDADE E O ECODESENVOLVIMENTO NO INÍCIO DO NOVO MILÊNIO

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Mônica Weiler Ceccato

on 29 September 2013

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Transcript of SAÚDE MENTAL: UMA AGENDA PARA A SUSTENTABILIDADE E O ECODESENVOLVIMENTO NO INÍCIO DO NOVO MILÊNIO

Biopsicossocial
Domínio Biológico

Predisposição genética

Características físicas



Para Mantovaneli e Sampaio (2007) o conceito de ecodesenvolvimento descarta as soluções cientificistas ancoradas na recriação cientificista da natureza e a contrapõe a uma ética de respeito amparadas nas soluções endógenas, de enfrentamento as concepções darwinistas de desenvolvimento.
Domínio Psicológico


Preferências
Expectativas
Medos
Reações emocionais
Processos cognitivos
Interpretação das percepções
Domínio Social

Presença de outras pessoas
Expectativas da sociedade e do meio cultural
Influência do círculo familiar e de amigos
Modelos de papéis sociais
* Agenda Marrom
da sustentabilidade política e administrativa

Agenda marrom
A chamada Agenda Marrom está relacionada às ações contra a pobreza nos países não-desenvolvidos como, por exemplo, nos Objetivos do Milênio (8 objetivos estabelecidos pela ONU em 2000). É importante, no entanto, que as ações da Agenda Marrom se utilizem de técnicas que evitem a degradação ambiental. Como exemplo: desenvolver a saúde mental das comunidades e pessoas para promover ações mais sutentáveis.

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Setembro / 2013
Procedimentos
Citações diretas ou literais traduzidas, com destaques ou ênfases, com supressões ou interpolaçãoes
Referências
MANTOVANELI JR. O. ; SAMPAIO C.A.C. Sustentabilidade política e administrativa: contribuições para a reformulação da agenda para o ecodesenvolvimento. Revista de Gestão Social e Ambiental, v. 1, n. 2, p. 3-21,
mai./ago. 2007.

MARINHO, A. P., FIORELLI J.O. Psicologia para fisioterapeutas. Rio de Janeiro: Atheneu, 2005.

MERLEAU-PONTY M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório sobre a saúde no mundo 2001: Saúde mental: nova concepção, nova esperança. 2001.


Página com indicativo de seção
SAÚDE MENTAL:
UMA AGENDA PARA A SUSTENTABILIDADE E O ECODESENVOLVIMENTO NO INÍCIO DO NOVO MILÊNIO
MÔNICA WEILER CECCATO
Saúde Mental
A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição oficial de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjetivos, e teorias relacionadas concorrentes afetam o modo como a "saúde mental" é definida. Saúde mental é um termo usado para descrever o nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional. A saúde Mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. Admite-se, entretanto, que o conceito de Saúde Mental é mais amplo que a ausência de transtornos mentais.
Saúde Mental é o equilíbrio emocional entre o patrimônio interno e as exigências ou vivências externas. É a capacidade de administrar a própria vida e as suas emoções dentro de um amplo espectro de variações sem contudo perder o valor do real e do precioso. É ser capaz de ser sujeito de suas próprias ações sem perder a noção de tempo e espaço. É buscar viver a vida na sua plenitude máxima, respeitando o legal e o outro.
Saúde Mental é estar de bem consigo e com os outros. Aceitar as exigências da vida. Saber lidar com as boas emoções e também com as desagradáveis: alegria/tristeza; coragem/medo; amor/ódio; serenidade/raiva; ciúmes; culpa; frustrações. Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

Critérios de saúde mental(OMS) :

1. Atitudes positivas em relação a si próprio.
2. Crescimento, desenvolvimento e auto-realização.
3. Integração e resposta emocional.
4. Autonomia e autodeterminação.
5. Percepção apurada da realidade.
6. Domínio ambiental e competência social.

Ecodesenvolvimento
com
Saúde Mental
Alegria
Amizade
Amor
Responsabilidade
Relacionamentos
Ação
Comunidade
Agenda verde
Objetivos específicos
a) Conhecer a rede de assistência em saúde mental e suas ações no município de Blumenau – SC.

b) Analisar as políticas públicas de saúde mental do município de Blumenau – SC .

c) Sugerir ecodecisões para as políticas públicas de saúde mental do município de Blumenau que priorizem a universalidade, a equidade, a igualdade e a humanização.

Justificativa
O tema justifica-se pela necessidade de valorizar as pessoas nas ações de sustentabilidade para o novo milênio. Não basta mais pensarmos somente no meio ambiente, ações sobre a natureza e economia , se as pessoas que as decidem não estão em harmonia. A maioria da sociedade está com alterações de seu estado mental e comportamental e, estas características interferem diretamente nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM ). Assim, uma agenda marrom de saúde mental, inclusiva e participativa biopsicosocial e intersetorialmente, contribui para ecodecisões mais conscientes e que promovem melhor o ecodesenvolvimento.
PROJETO DE PESQUISA PARA SELEÇÃO DOUTORADO - PPGDR/FURB 2014
Assim, Mantovaneli e Sampaio (2007) entendem que a questão da sustentabilidade ganha um sentido que nos interessa, na perspectiva de combinar agenda ambiental ( agenda verde) e agenda social (agenda marrom ) se tornam hegemônicas ou central nos planos político, analítico e interventivo. Diferente do mero preservacionismo ambiental biocentrista ( o biológico como centro referencial ) ou das alternativas utilitaristas sobre a questão, a vertente sustentabilista aqui assumida tem no homem um ser que, como qualquer outra espécie precisa servir a natureza para sobreviver, e servir-se responsavelmente.
Agenda marrom (agenda social)
Assim, Mantovaneli e Sampaio (2007) entendem que a questão da sustentabilidade ganha um sentido que nos interessa, na perspectiva de combinar agenda ambiental ( agenda verde) e agenda social (agenda marrom ) se tornam hegemônicas ou central nos planos político, analítico e interventivo. Diferente do mero preservacionismo ambiental biocentrista ( o biológico como centro referencial ) ou das alternativas utilitaristas sobre a questão, a vertente sustentabilista aqui assumida tem no homem um ser que, como qualquer outra espécie precisa servir a natureza para sobreviver, e servir-se responsavelmente.
Assim o ecodesenvolvimento ganha sentido no campo da ação. É uma alternativa sustentabilista que implica na imposição voluntária de uma limitação às aspirações materiais e à mera aquisição de bens, compensadas por alternativas não materiais de satisfação. Por conseguinte, remete a responsabilidade individual e social
(MANTOVANELI JR, 2001).

Para Freire (2011) não é a realidade que entra na consciência, mas a consciência reflexiva que tende à realidade, criando a possibilidade da práxis com a ação e a reflexão.
Assim, somente vamos agir com inclusão social quando colocarmos em prática nossa consciência transitiva crítica sobre os temas que excluem.
Desta forma, também repensamos em saúde mental, podemos analisar em conjunto os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e os objetivos da Organização Mundial de Saúde (OMS ) para a saúde mental no mundo . Ambos os relatórios incluem a necessidade de repensarmos nossas ações e conceitos de sustentabilidade. Ao invés de preocupação excessiva com bens e natureza, sugerem atenção com as pessoas, com a agenda marrom.
Inclusão social
Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos sociais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema mal desenvolvido em que vivemos. Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecidos por um grupo que é a maioria. As diferenças se fazem iguais quando em grupo que as aceitem e as consideram, pois nos acrescentam valores sociais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida (RIBAS, 1997).
Intersetorialidade
A boa dinâmica intersetorial da sociedade possibilita que os nossos domínios biopsicosocias, mantenham-se ativos e saudáveis. Falamos de saúde, educação, acesso a cultura e lazer, atividades laborais, ou seja, atividades da vida diária formais e não formais.
Cidadania
Acredita-se que a contribuição ao imprescindível debate da cidadania e saúde mental passa pelo debate perene das políticas públicas destinadas à saúde pelo Ministério da Saúde, pelas disposições do Legislativo, e pela participação consultiva e deliberativa da população. Resta superar o "medo do novo", realizando uma análise concreta – sim, a partir de dados do Ministério da Saúde, mas, principalmente, segundo as necessidades da comunidade (MEDEIROS e GUIMARÃES, 2002).
Cidadania com
saúde mental
Desafio político
ODM- Objetivos de desenvolvimento do milênio

ODM 1

Erradicar a extrema
pobreza e a fome.
ODM 2

Atingir o ensino básico universal.
ODM 3

Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres
ODM 4

Reduzir a mortalidade infantil.
Objetivos do desenvolvimento do milênio:
5 - Melhorar a saúde materna;
6 - Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças;
7 - Garantir a sustentabilidade ambiental;
8 - Estabelecer uma Parceria Mundial para o desenvolvimento;

A Organização Mundial de Saúde , no mesmo ano da aprovação dos Objetivos de desenvolvimento do Milênio, publicou os objetivos para o desenvolvimento da Saúde Mental no mundo.
Até 2020, todos os Estados-Membros da ONU assumiram o compromisso na Saúde Mental de:

1. PROPORCIONAR TRATAMENTO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA
2. DISPONIBILIZAR MEDICAMENTOS PSICOTRÓPICOS
3. PROPORCIONAR ATENÇÃO NA COMUNIDADE
4. EDUCAR O PÚBLICO
5. ENVOLVER AS COMUNIDADES, AS FAMÍLIAS E OS USUÁRIOS
6. ESTABELECER POLÍTICAS, PROGRAMAS E LEGISLAÇÃO NACIONAIS
7. PREPARAR RECURSOS HUMANOS
8. FORMAR VÍNCULOS COM OUTROS SETORES
9. MONITORIZAR A SAÚDE MENTAL NA COMUNIDADE
10. DAR MAIS APOIO À PESQUISA

Metodologia
A metodologia caracteriza-se como exploratória, do tipo quali-quantitativa, apresentando como áreas de abrangência sustentabilidade, ecodesenvolvimento e saúde mental.
Metodologia
O universo da pesquisa será no município de Blumenau / SC e a amostra será composta pelos usuários e setores dos serviços de saúde mental do município de Blumenau / SC. Como instrumento de pesquisa sugere-se QFD (Desenvolvimento da Função Qualidade) . Neste instrumento ocorre a participação ativa da voz do sujeito. Para Akao (1988) o QFD é uma conversão das demandas dos sujeito em características de qualidade, desenvolvendo uma qualidade de projeto para o processo acabado pelos relacionamentos desdobrados sistematicamente entre as demandas e as suas características. Assim, a qualidade dos processos será gerada através de uma rede de relacionamentos. Assim, as demandas da saúde mental poderão ser relacionadas com as características intersetoriais e biopsicosociais para gerar a agenda marrom em saúde mental do município de Blumenau – SC.
a) Ouvir a voz dos sujeitos – pacientes, famílias e comunidade;
com pergunta única.
l
b) Aplicação do questionário aberto com as respostas do item a, e fazer matriz de QFD.
c)Aplicação do questionário fechado com as respostas do item b , e fazer matriz de QFD.
Os resultados deverão ser confrontados com as referências bibliográficas que estão de acordo com as áreas de abrangência da pesquisa.
A partir dos resultados elaborar a agenda de Saúde mental de Blumenau, onde as linhas das matrizes serão compostas pelas respostas dos sujeitos e as colunas serão compostas com os domínios dos ODM Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e com os objetivos da Organizacão Mundial de Saúde (OMS) para a saúde mental no mundo.
Os resultados desta matriz serão cruzados com as características do ecodesenvolvimento para a sustentabilidade do inicio do novo milênio. Assim, podemos dizer que as ecodecisões brotam da comunidade (MANTOVANELI, 2007)

Conclusões
Sendo a sustentabilidade promovida por atitudes de ecodesenvolvimento que, segundo Mantovaneli e Sampaio (2007) afirmam que, pela ênfase no desafio ético que advém das novas proposições desenvolvimentistas; por consolidar a questão social como agenda importante, jogando um foco de luz sobre os desafios que permeiam o fim da pobreza, da fome e da exploração do homem pelo homem no mundo; e por enfatizar um “novo” contexto para o debate e as proposições; abandona-se a lógica internacionalista, realçando-se os desafios à luz de uma lógica globalista. Desafios estes também de saúde mental, que fazem parte da agenda marrom inclusiva e participativa na sociedade.
E é nessa indissociabilidade entre o biológico, o humano e a diversidade civilizacional e natural que se fundamenta a perspectiva ecocêntrica. (MANTOVANELI e SAMPAIO, 2007).
Perceber o outro e entender que somos um, este é o grande desafio para a sustentabilidade política e administrativa da nossa e futuras gerações. Durante a fala de todo o texto sugere-se um olhar universal, de equidade, de igualdade e de humanidade. E, estes princípios são norteadores para as ecodecisões e ecodesenvolvimento globalistas na agenda de saúde mental para o início do novo milênio.
Equidade
Universalidade
Referências
Referências
Referências
AKAO, Y. Quality function deployment: integranting customer requirements into product desing. Cambridge, USA: Productivity Press, 1990.

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BOTEGA, N. J. Prática psiquiátrica no hospital geral: interconsulta e emergência. Porto Alegre: Artmed, 2002.

COHN A. Mudanças econômicas e políticas de saúde no Brasil. In: LAURELL, A. C. (Org.) Estado e políticas sociais no neoliberalismo. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1997.

COSTA N.R. Lutas urbanas e controle sanitário: origens das políticas de saúde no Brasil. Petrópolis (RJ) :Vozes; Abrasco, 1986.

COVRE, M.L.M. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1991.


FARIAS, N.; BUCHALLA, C. M. A classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde da organização mundial da saúde: conceitos, usos e perspectivas. Revista Brasileira de Epidemiologia, são Paulo, v. 8, n. 2, jun. 2005.

FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.

FOUCAULT, M. A história da loucura na idade clássica. São Paulo: Perspectiva, 1997.

KAPLAN, H.I.; SADOCK, B.J.; GREBB, J.A. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

Referências
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RIBAS, João Baptista Cintra. As pessoas portadoras de deficiência na sociedade brasileira. Brasília: CORDE, 1997.

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XIMENES GUIMARAES, J. M. et al. Participacao social na saude mental: espaco de construcao de cidadania, formulacao de politicas e tomada de decisao.(texto en portugues). Ciencia & Saude Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 2113, jul. 2010. Disponível em: < http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=edsgao&AN=edsgcl.232176616&lang=pt-br&site=eds-live&authtype=ip,cookie,uid >.

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Objetivo principal
Sugerir a saúde mental como agenda para a sustentabilidade e o ecodesenvolvimento no início do novo milênio.
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