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Raizes e frutos

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by

Erica Silva

on 10 April 2014

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Transcript of Raizes e frutos

Nesses 4 anos aqui na academia, percebi que eu tenho sempre que uma postura mais dinâmica e ser uma leitora ativa e critica frente os vários tipos de estudos na área da informação, mas com o PerCurso aprendi que devo planejar todas as ações a serem desenvolvidas;
Plano de ação:
Da Raiz aos frutos

O Aglomerado da Serra é uma favela que está situada na zona centro-sul de Belo Horizonte.
É classificada como a 2ª maior favela do Brasil e a maior favela da capital mineira com aproximadamente 46 mil habitantes, dividindo-se em oito vilas:
Vila Nossa Senhora da Conceição;
Vila Marcola;
Vila Santana do Cafezal;
Vila Novo São Lucas;
Vila Nossa Senhora de Fátima;
Vila Fazendinha;
Vila Nossa Senhora do Rosário e
Vila Nossa Senhora Aparecida.
Olá! Meu nome é Érica Ferreira da Silva, tenho 31 anos, tenho várias ocupações, dentre elas sou estudante universitária. Estou no 8º período do curso de Biblioteconomia da Escola de Ciência da Informação e tenho refletido sobre minha tragetória na vida acadêmica, pessoal e profissional e como proposta deste trabalho, elaborei este plano de ação.

Este é meu filho, ele se chama Erick Etiene e tem 14 anos, gosta de música e toca violão classico. Está no 9º ano. É pra ele e por ele que batalho tanto todos os dias.
Quando o Erick nasceu, em 1999, eu estava terminando o ensino médio e para dedicar a atenção a ele, adiei meu ingresso na Universidade.
Tive muita dificuldade na aprendizagem pois foi no cursinho que vi pela primeira vez, atividades que eu deveria ter aprendido no ensino médio.
Nasci e fui criada no aglomerado serra
Quando vi o resultado foi uma felicidade total.
Dancei, cantei, ri e depois chorei.




Valeu todo esforço!!!















Hoje estou no último semestre do curso de Blioteconomia que é um curso perfeito pra mim.
O curso de Biblioteconomia tem por objetivo formar profissionais capacitados para atuar na organização e gestão da informação, a partir da compreensão crítica do valor social, econômico, tecnológico, político e cultural do conhecimento.


A ECI desenvolve diversos projetos de pesquisa e extensão, que beneficiam o desenvolvimento de aspectos teóricos e práticos da Ciência da Informação. A sua fundação data de 25 de março de 1950 e a sua incorporação à Universidade Federal de Minas Gerais deu-se em 1963.


Esta é a entrada da Escola de Ciência da Informação (ECI) da UFMG que dedica-se à formação de profissionais que possuem a informação como base fundamental de trabalho e de pesquisa.
A Escola oferece atualmente os cursos de graduação em Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.

Possui ainda programa de pós-graduação stricto sensu em Ciência da Informação (mestrado e doutorado) e dois cursos de especialização lato sensu.
Cada dia na universidade é uma experiência única, assim como as disciplinas, professores e colegas marcam nossos dias e nos conduz a novas descobertas aqui na UFMG.
Algumas disciplinas que me fizeram ver meu curso com olhar apaixnado foram:
Museu e educação
Leitura e formação do leitor
Usuários da informação
Competência Informacional
Metodos e técnicas de pesquisa
Memória e patrimônio cultural
Informação e cidadania
Preservação do acervo
entre outras
As amizades e os grupos de estudos foram muito importantes para as produçãos acadêmicas.
No ensino médio estudei na Escola Estadual Professor Pedro Aleixo, todas elas no bairro Serra.
No entanto, me esforcei, batalhei, estudei bastante com persistência e guarra e finalmente no ano de 2010 consegui passar no vestibular que ainda era feito em duas etapas.
Prof.ª. Dr.ª Julia Gonçalves da Silveira
Prof. Dr. Paulo da Terra Caldeira
Profª Drª Célia Dias é fera em Bibliotecas, Arquivos e Museus digitais
Prof.ª Dr.ª Adriana Bogliollo sabe como estudar os usuários e me ensinou que o trabalho de um bibliotecário tem que ser feito com amor.
Prof. Dr. Claudio Paixão me mostrou como estudar sem extressar, buscar conhecimento e não esperar mais do professor do que de mim mesma
Prof. Dr. Renato Rocha Souza, além do grande carinho que tem com suas turmas, ensinou que nós alunos temos que ser cooperativos e não competitivos
aplicar meu conhecimento para a aprendizagem; e é isso que farei de agora em diante;
buscar sempre a sabedoria;
ser cooperativa e não competitiva com meus colegas;
levar a informação e o conhecimento para quem necessita.
UNIVERSIDADE FEDERLA DE MINAS GERAIS
II Percurso Formativo Discente Universitário
PerCursos GIZ - Rede de Desenvolvimento de Práticas de Ensino Superior


Discente: Érica Ferreira da Silva
Belo Horizonte 1º semestre de 2014


Com ela aprendi muito sobre artes e antiguidades e trabalhei na Hemeroteca que ela construiu com a base Greenstone
me ensinou tudo sobre fontes de informação, como buscar e usar a informação
Com a prof. Drª. Maria Da Conceição Carvalho, mestre em leitura e formação do leitor, aprendi que um bibliotecária tem de gostar de ler para ensinar os outros a gostarem também. "Ler não deve ser uma obrigação e sim um prezer."
Para isso uma equipe deverá ser formada e uma meta deverá ser traçada, com base nos recursos e equipamentos disponíveis. A proposta deste trabalho será de discutir e desvendar a identidade da comunidade, promovendo a inclusão social. Buscando uma compreensão sobre o que eles acham pertinente para representar a história que querem que seja lembrada, guardada e repassada para a posteridade.

Pretendo também, desfazer os muros formais e simbólicos que ainda separam museus e comunidades, compondo um lugar plural e fértil de educação em que são cultivadas a cognição, a sensibilidade em suas variadas formas, o gosto pela preservação, a análise estética dos processos culturais e a troca de percepções, idéias e os diálogos entre as multicultura do aglomerado no aglomerado.
Como estratégia, pretendo trabalhar junto à comunidade e seus representantes como lideres comunitários, lideres religiosos e grupos folclóricos de canto e de dança, para a formulação do plano de ação e sua importância para a comunidade

A ação educativa nessa perspectiva é ação mediada pela cultura em seus diferentes registros – pela materialidade, pela sonoridade, pela polifonia de vozes com que se realiza o diálogo entre museu e comunidade. É mediada também pela poética do museu – seu ritmo, sua rima e cadência.
Com toda certeza, as aulas de produção de vídeo será muito útil, pois poderemos fazer videos de história horal.
Com os mapas conceituais, poderemos montar estratégias para o memorial.
Então, as sementes já foram semeadas. Agora é por em prática tudo que aprendi.
Portanto, tenho um objetivo:
Os Frutos
Meu Crescimento

Segundo VASCONCELOS, projetos de inclusão social “podem acarretar mudanças em nível individual, com o desenvolvimento da autoestima dos cidadãos envolvidos, pois trabalham na perspectiva da identidade e do pertencimento”. Esta é uma tentativa de promover uma ação educativa.
Os frutos estão amadurecendo, é chegada a hora da colheita.
No entanto, trabalhar com significados representa desafios. E como disse Sócrates: “Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”. E estes desafios estão por vir.
Com as disciplinas: Usuários da informação; Competência Informacional; Metodos e técnicas de pesquisa; Memória e patrimônio cultural; Informação e cidadania; Preservação do Acervo; Gestão da Informação, Sistemas de classificação; entre tantas outras, tenho certeza que posso, com ajuda da equipe, organizar todo material, estruturar, catalogar, indexar, para disponibilizá-lo para toda comunidade
Meu Desenvolvimento
Minhas raizes
Referencias:

BAIRROS de Belo Horizonte. Disponível em: <http://bairrosdebelohorizonte.webnode.com.br/aglomerados-vilas-e-favelas-/> Acesso em: 25 jun. 2013.


CALIMAN, Geraldo. Paradigma da exclusão social. Brasília: Universa, UNESCO, 2008. 368p.


CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: produção do “Espaço Criminalizado” no rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertland Brasil, 2007. 208p.


CULTURA favela. Disponível em: <http://culturafavela.blogspot.com.br/p/leia.html>
Acesso em: 24 jun. 2013.


FAVELA é isso aí. Disponível em: <http://www.favelaeissoai.com.br/noticias.php?cod=14> Acesso em 25 jun. 2013.


NASCIMENTO, Silvania Sousa do; BOSSLER, Ana Paula. Museu e escola. Belo Horizonte: UFMG / FAE: LEME, 2010. 2 CD-ROMs.


OBSERVATÓRIO de favelas. Disponível em: <http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=1225> Acesso em 24 jun. 2013.


SOLOS culturais. Disponível em: <http://solosculturais.org.br/cultura-da-favela-e-cidade/>. Acesso em: 24 jun. 2013.


VALLA, Vitor Vicent. (Org.) Educação e favela: Políticas para as favelas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Vozes. 1986. 211p.


VALLADARES, Lícia do Prado. A invenção da Favela: Do mito de origem a favela.com. Rio de Janeiro: FGV, 2005. 204p.


VASCONCELOS, Maria Lúcia M. Carvalho; BRITO, Regina Helena Pires de.
Conceitos de educação em Paulo Freire. Petrópolis, RJ: Vozes; São Paulo, SP:
Mack Pesquisa – Fundo Mackenzie de Pesquisa, 2006.



Criando um memorial que narre a História do nascimento e crescimento do lugar onde nasci e que desenvolvolveu junto com a cidade de Belo Horizonte que é Aglomerado Serra.
trabalhar sempre com perseverança e persistência para superar as dificuldades;
Quando fui para o ensino fundamental, estudei na Escola Municipal Senador Levindo Coelho, onde o Erick estuda atualmente.
Depois de alguns anos, tive que frequentar um cursinho preparatório para disputar uma vaga na UFMG.
Me inscrevi no PerCurso com o propósito de desenvolver melhor uma série de ações que foram destinadas a me apoiar, para eu ter mais autonomia em minha vida acadêmica.
Me inscrevi em duas oficinas: a de Produção de Vídeo, na qual tinha o objetivo de obter conhecimentos básicos sobre realização de vídeos, para poder administrar um curso semipresencial de astronomia e Educação nos Museal no Espaço do conhecimento UFMG
E a segunda oficina foi a de Mapas Conceituais na qual pretendi a produzir e compartilhar mapas conceituais e mapas mentais, utilizando softwares disponíveis na Web, para uso online ou no Desktop. Com certeza essas ferramentas e estes recursos serão úteis por muito tempo, tanto na vida acadêmica quanto a profissional.
Ir para o mestrado e me aprimorar cada vez mais, colocando em prática todo o conhecimento e disciplina que adquiri aqui na UFMG
No primário estudei na
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