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Cuidados de Enfermagem em Pacientes com Malária

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Stephanie Kalvan

on 24 June 2015

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Transcript of Cuidados de Enfermagem em Pacientes com Malária

Gota espessa
(padrão ouro)
:
Baseia-se na visualização do parasito por meio da microscopia óptica, após coloração com corante azul de metileno e giemsa, permitindo a diferenciação específica dos parasitos a partir da análise da sua morfologia e da presença dos diferentes estágios de desenvolvimento do parasito encontrados no sangue periférico. A determinação da densidade parasitária, útil para a avaliação prognóstica, deve ser realizada em todo paciente com Malária, especialmente nos portadores de P. falciparum.
7. Tratamento
9. Cuidados de Enfermagem
BP323 - Parasitologia Médica II
Cuidados de Enfermagem em Pacientes com Malária
Flávia Jaine - RA 135742
Gabriela Pascoto - RA 032984
Stephanie Kalvan - RA 115886
Thaís Machado - RA 157363

Sumário
1. Apresentação do Protozoário
2. Epidemiologia
3. Formas de Contágio
4. Ciclo Biológico
5. Sintomatologia
6. Diagnóstico
7. Tratamento
8. Profilaxia
9. Cuidados de Enfermagem
10. Referências
1. Apresentação do Protozoário
- Domínio:
Eukarya
- Super grupo:
Chromoalveolata
- Grupo:
Alveolata
- Subgrupo:
Apicomplexa
- Gênero:
Plasmodium
- Espécies capazes de infectar o homem:
-
P. vivax*
-
P.

falciparum*
-
P.

malariae*
-
P.

knowlesi
-
P. ovale
3. Formas de Contágio
- Transplante de órgãos infectados com hipnozoítos
- Transfusão sanguínea
- Congênita (raros casos)
Distribuição Mundial
http://www.cdc.gov/malaria/about/distribution.html
Epidemiologia no Brasil
http://www.cdc.gov/malaria/travelers/country_table/b.html
2. Epidemiologia
4. Ciclo Biológico
http://www.cdc.gov/malaria/about/biology/index.html
5. Sintomatologia
- Quadro clínico geral:
Febre alta, acompanhada de calafrios e sudorese profusa.

Ocorre uma variação do período de cada ciclo de acordo com a espécie, sendo: ​
- P. falciparum:

de 36 a 48h (terçã maligna);
- P. vivax:

a cada 48h (terçã benigna);
- P. malariae
:
a cada 72h (febre quartã). ​

- Período de incubação:
P. falciparum -
8 a 12 dias;
P. vivax -
13 a 17 dias;
P. malariae -
18 a 30 dias.

- Sintomas da fase agúda:​
Calafrios, tremores e aumento da temperatura; Febre alta, sensação de dor, cefaléia intensa; Vômitos e diarréia​; Diminuição da temperatura e sudorese.​

- Sintomas da malária grave:
Coma profundo e convulsões​; Anemias graves​; Hipoglicemia; Insufîciência renal; Edema Pulmonar; Disfunção hepática​; Ruptura esplênica​.
6. Diagnóstico

- Cloroquina:
Não precisa ser ajustada pelo peso do paciente.​
- Primoquina:
Precisa ser ajustada pelo peso do paciente. Se o paciente apresentar mais que 60 kg = 0,5mg/kg/dia, durante 7 dias​.

O uso de Primoquina é contra-indicado para pacientes gestantes, lactentes e crianças menores de 1 ano, pois apresenta como efeitos adversos a supressão de medula óssea e o lúpus.

Associação de medicamentos em caso de resistência ao tratamento (artemeter/lumefantrina)​:
-
Artesunato:
2,4 mg/kg (dose de ataque) por via intravenosa, seguida de 1,2 mg/kg administrados após 12 e 24 horas da dose de ataque (GRAVE)​.
- Artemeter:
3,2 mg/kg (dose de ataque) por via intramuscular (GRAVE)​.
8. Profilaxia
- Uso de repelentes​;
- Evitar zonas endêmicas​;
- Tratamento dos doentes
precocemente​;
- Uso de telas nas janelas​;
- Uso de inseticida​;
- Educação continuada.
- Diagnóstico correto da espécie infectante​;
- Aplicação de compressas de água fria e administração de anti-térmicos: além do controle da febre, previne-se crises convulsivas.
- Pesagem adequada dos pacientes para administração da dose correta do anti-malárico prescrito.

- Monitoração dos efeitos colaterais (náuseas, vômitos e cefaléia).

- Cloroquina e Primoquina não devem ser administrados concomitantemente.

- Nunca administrar qualquer anti-malárico
em jejum.​
- Verificação dos sinais vitais a cada 2 horas.

- Monitoração da diurese e observação da coloração da urina para pacientes que apresentem quadros de insuficiência renal.

- Avaliação do nível de consciência com a utilização da escala de Glasgow.

- Ao exame físico: atentar para o surgimento de icterícia. ​

- Atentar-se aos sinais de hipoglicemia (sonolência, tontura, irritabilidade, alterações de humor, sudorese...)​

- Devido ao quadro de virulência da doença, um diagnóstico rápido é de extrema importância para que haja um tratamento eficiente. Caso contrário, pode ocorrer a obstrução da placenta, causada pela aderência de hemácias nas células do sinsiciotrofoblasto, impedindo a chegada de O2 para o feto e levando a sérias complicações.
Pacientes em quadro agúdo
- Aplicação de bolsas de gelo: ajudam no alívio da dor em pacientes com cefaléia constante.
- Administração de antieméticos para a prevenção de desidaratação nos pacientes com episódios intensos de vômito.
Pacientes com suspeita ou confirmação de malária grave
Terapia Medicamentosa
- Observar e registrar os efeitos da terapia medicamentosa, atentando sempre para os quadros de resistência.
Malária e Gravidez
- Orientar a realização do teste da gota espessa ainda no primeiro mês de vida do bebê.
Alunas:
10. Referências
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso - 8ª edição - Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Ações de controle da malária : manual para profissionais de saúde na atenção básica. Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2006.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de diagnóstico laboratorial da malária. Brasília : Ministério da Saúde, 2005. 112 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos)

Centers for Disease Control and Prevention. Anopheles Mosquitoes. Global Heath - Division of Parasitic Disease and Malaria, Atlanta, 2012.

Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado. Rotinas da FMT-HVD: Malária - Versão 1, 20 de fevereiro de 2014.

MURRAY, P.R. e cols. Microbiologia Médica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

Reiners AAO, Azevedo RCS, Ricci HA, Souza TG. Adesão e Reações de Usuários ao Tratamento da Malária: Implicações para a Educação em Saúde. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2010 Jul-Set; 19(3): 536-44.






Obrigada!
http://www.cdc.gov/malaria/about/biology/parasites.html
https://goo.gl/IZmkre
- Picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo
Plasmodium
http://goo.gl/pKU2eT
http://goo.gl/YzysCL
http://goo.gl/6UZmth
http://goo.gl/ZkwtTn
http://goo.gl/k0sbuo
- Verificação dos sinais vitais.
http://goo.gl/PYpZIl
http://goo.gl/XLuBwS
http://goo.gl/XyVVRB
Vetores
- Ordem:
Diptera
- Infraordem:
Culicomorpha
- Família:
Culicidae
- Gênero:
Anopheles meigen


No Brasil, o principal vetor da Malária é o Anopheles darlingi, cujo comportamento é extremamente antropofílico e é o mais encontrado picando no interior e nas proximidades das residências.

São popularmente conhecidos por “muriçoca”, “mosquito-prego”, entre outros.
http://fmel.ifas.ufl.edu/gallery.shtml
Consiste em uma punção digital ou venosa sem anticoagulante. Após a coleta, a lâmina deve ser mantida em temperatura ambiente.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/alaria_diag_manual_final.pdf
Visa a atingir o parasito em pontos-chave de seu ciclo biológico: interrupção da esquizogonia sanguínea (responsável pelas manifestações clínicas da infecção), destruição de formas latentes do parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos) das espécies
P. vivax e P. ovale,
evitando assim as recaídas tardias, interrupção da transmissão do parasito, impedindo o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos).
Antibióticoterapia
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