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Copy of Tanques de Hubbard

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by

Estefânia Carla

on 27 February 2015

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Transcript of Copy of Tanques de Hubbard

A Fisioterapia Aquática
Ativas, Passivas e Ativa-Assistida
Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca.
Hidrocinesioterapia
Mobilizações Articulares
Técnicas passivas de baixa velocidade usadas para tratar disfunções articulares como a rigidez, hipomobilidade e dor.

Sexta-Feira, Junho 06, 2014
Tanques de Hubbard
Técnicas de Hidroterapia
M10: Técnicas de Hidrocinesioterapia III
Introdução
O Grupo 2, Diana Teixeira, Fernando Mouco, Mélanie César, Vânia Ferraz e Vera Lopes, alunos do 11ºF do Curso Técnico de Termalismo, da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo, Peso da Régua. No âmbito da disciplina de Técnicas de Hidroterapia, a formadora Ana Melo propôs a realização de um trabalho sobre Tanques de Hubbard.
O tema principal são os Tanques de Hubbard, e os sub temas são: Hidrocinesioterapia, história da hidrocinesioterapia e dos tanques de Hubbard, tipos de tanques, indicações e contra indicações, programas de exercícios terapêuticos, cuidados com os equipamentos, instalações e utentes.

O grupo tem como principais objetivos:
• Utilizar corretamente e com conhecimento as técnicas de Hidrocinesioterapia aplicadas em Tanques de Hubbard.
• Manusear o equipamento adstrito às diferentes técnicas de Hidrocinesioterapia aplicadas em Tanques de Hubbard.
• Compreender e fomentar a utilização correta dos equipamentos.
• Adotar boas práticas sanitárias.

As expetativas do grupo neste trabalho são algumas tendo em conta que já falamos sobre a Hidrocinesioterapia e agora neste trabalho vamos falar sobre um equipamento usado no âmbito da Hidrocinesioterapia, os Tanques de Hubbard.
Como parte prática o grupo vai fazer uma maquete de um Tanque de Hubbard, formato Borboleta, e apresentar alguns exercícios que se possam fazer neste equipamento.

A Hidrocinesioterapia constitui um conjunto de técnicas terapêuticas fundamentadas no movimento humano. É a fisioterapia na água ou a prática de exercícios terapêuticos em piscinas, associada ou não aos manuseios, manipulações, hidromassagem e massoterapia, configurada em programas de tratamento específicos para cada paciente.

Os métodos terapêuticos específicos para a fisioterapia aquática que surgiram na Europa e nos EUA vieram auxiliar a recuperação do paciente, como Halliwick (Inglaterra), Bad Ragaz (Suíça), Watsu (EUA), Burdenko (Rússia), Osteopatia Aquática (França e Canadá), entre outros.

É realizada uma avaliação criteriosa do paciente, acrescida de informações sobre a sua experiência com a água, imersão e domínio ou não de nados. A primeira sessão do paciente na água visa complementar a avaliação convencional, a fim de observar sua adaptação e habilidades no meio líquido, densidade corporal e flutuabilidade, bem como o seu comportamento na piscina.
Mobilizações Articulares
Passiva
Ativa-Assistida
Em Hidrocinesioterapia utilizam-se vários equipamentos para atingir objetivos diferentes.
Ativa

Mobilização Articular Ativa é um movimento que é produzido por uma contração ativa dos músculos que cruzam aquela articulação. Pode ser do tipo isotônica, onde pode ocorrer a aproximação das fibras musculares (estão no sentido de um centro único) denominada de contração concêntrica, ou ocorrer o afastamento das fibras musculares denominada de contração excêntrica.è utilizado quando o paciente está apto para contrair ativamente os seus músculos e mover um segmento.
Mobilização Articular Passiva é um movimento que é produzido inteiramente por uma força externa, não há contração muscular voluntária. A força externa pode vir da gravidade, de um aparelho, de outra pessoa ou de uma parte do corpo do próprio individuo.
Utilizam-se quando um paciente não se acha apto para mover ativamente um segmento ou segmentos do corpo, como, um comatoso, um paralítico ou alguém em repouso total no leito, ou quando há uma reação inflamatória e a amplitude de movimento ativa é dolorosa.
Mobilização Articular Ativa-Assistida é quando o movimento articular é feito pelo próprio paciente, mas com auxílio de uma força externa, como por exemplo a ajuda do fisioterapeuta.
Tanto a Mobilização Ativa como a Passiva são contra-indicadas em:
circunstâncias onde o movimento de um segmento possa ser prejudicial;
imediatamente após rupturas agudas, fraturas e cirurgias;
movimentos onde ocorre aumento da dor e inflamação;
processos inflamatórios agudos;
dor articular ou muscular severa;
dor muscular imediata ou tardia.

Tanques de Hubbard
O tanque de Hubbard, que recebe o nome do engenheiro que o inventou, é um turbilhão grande dirigido para a imersão total do corpo. Estes tanques variam um pouco no tamanho, porém geralmente têm cerca de 2, 43 m de comprimento por 1,82 m de largura e 1,21 m de profundidade e comportam aproximadamente 1932.1Litros de água.

Este tanque grande é particularmente útil para o tratamento de queimaduras que cobrem grandes áreas do corpo e para o tratamento de outras condições dolorosas que afetam grandes áreas do corpo.
Os Tanques de Hubbard também podem ser utilizados para exercícios de ADM para múltiplas áreas ou para treino de marcha se for acrescido de paralelas, estes procedimentos são mais frequentemente realizados numa piscina, exceto nos casos em que a utilização da piscina seja contra-indicada por causa do risco de infeção, o qual no caso do Tanque de Hubbard se considera uma vantagem.



.

A temperatura da água não deve ser superior a 38 graus Celsius, devendo oscilar entre 32 e 37 graus de acordo com a tolerância do doente.

O tempo médio para aplicação e de 20 a 30 minutos podendo começar de 5 a 10 minutos e aumentando progressivamente até atingir o tempo habitual.
A popularidade do tanque de Hubbard tem declinado nos últimos anos por causa da considerável despesa associada á oferta de um volume tão grande de água aquecida e por causa do tempo envolvido na limpeza deste grande turbilhão.
1928
Leroy Watkins Hubbard (1857-1938), cirurgião ortopedista americano. Hubbard dedicou a maior parte da sua carreira ao estudo da paralisia infantil. Franklin D. Roosevelt, que sofria de paralisia, era paciente de Leroy Hubbard e foi tratado com o Tanque que Hubbard criou para ajudar a curar paralisia. Franklin D. Roosevelt incentivou-o a fundar e desenvolver o Warm Springs Foundation, na Geórgia, onde Hubbard serviu como cirurgião-chefe.
Em 1928, o médico Walter Blount descreveu o uso de um tanque com turbilhão ativado por motor que ficou conhecido como "tanque de Hubbard". Tal invenção foi criada para a execução de exercícios pelos pacientes na água e, por sua vez, trouxe para a Europa um grande desenvolvimento de técnicas de tratamentos aquáticos, como o método dos anéis de Bad Ragaz e o método Halliwick.
O tanque (ou banheira) de Hubbard é utilizado principalmente para a administração de terapia para o alívio da dor e de espasmos musculares. Algumas vezes é também útil no tratamento de certas patologias ortopédicas.
Franklin D. Roosevelt na sua cadeira de rodas
Técnica de Anéis de Bad Ragaz
Técnica de Halliwick
O tanque tem o formato de um violão, o que facilita o acesso do terapeuta aos diferentes segmentos corpóreos do doente visando auxilia-lo na realização dos movimentos subaquáticos. As suas dimensões são de aproximadamente 150cm de largura X 260cm de comprimento X60cm de altura
Tanque de Hubbard Atualmente
História do Desenvolvimento do Tanque de Hubbard
Indicações e Contra Indicações dos Exercícios em Tanque de Hubbard
Aumento da circulação sanguínea
;
Melhora das condições da pele
;
Manutenção e/ou aumento das amplitudes de movimento
(ADMs);
Reeducação dos músculos paralisados
;
Melhorar a força muscular
(desenvolvimento de força e resistência muscular);
Aumentar a atividade funcional da marcha
;
Higiene de indivíduos com limitações motoras
.
Indicações
Contra Indicações
Insuficiência cardíaca
, pois pode ocorrer uma vasodilatação generalizada, prejudicando assim o fluxo sanguíneo para os órgãos;
Feridas abertas infectadas
, pelo risco de contaminação local quando a água não pode ser trocada após uso de cada doente;
Incisões operatórias não cicatrizadas
.
A melhor indicação do Tanque de Hubbard está nas patologias que acometem múltiplos segmentos corpóreos, como osteoartrose generalizada e a artrite reumatóide, fibromialgia, ou segmento de difícil acesso ao tanque de turbilhão, como na osteotrose do quadril.
Efeitos
Vantagens
O doente pode executar a terapia de forma mais fácil pela
redução de parte de força da gravidade,
segundo os princípios de Arquimedes;
Permite que o
exercício possa ser com ou sem a ajuda do terapeuta
;
Fácil acesso ao terapeuta aos segmentos corpóreos do paciente
devido a forma do Tanque;
Tratamento individualizado
.
O aumento da temperatura
, tanto superficial e profunda;
Aumento do fluxo sanguíneo,
devido à vasodilatação;
Resultado sedativo sobre os músculos
, sendo também anticontracturante, antiespasmódico e relaxante tônus muscular;
Aumenta a elasticidade
das estruturas articulares como ligamentos e tendões, facilitando a mobilidade das articulações;
Alívio da dor e espasmo
.
Tipos de Tanques de Hubbard
Recomendado para o tratamento dos membros superiores e inferiores em submersão total, deixando espaço para movimentos e exercícios;
O Formato permite aos terapeutas um fácil acesso para garantir o conforto do paciente;
Construção em aço inoxidável, de grande espessura, sem soldaduras com acabamento envernizado;
O fundo do tanque tem um design redondo sem soldaduras para evitar o crescimento de bactérias;
O tanque tem uma base reforçada em aço inoxidável, apoiado em vários pés ajustáveis de aço inoxidável reforçado;
A água quente dentro da banheira torna-a adequada a hidroterapia para bebés.
Tanque de Hubbard Borboleta em Aço Inoxidável
Características:
Acessórios standard do tanque: 2 tubos de 4 cm para overflow, 1 válvula de drenagem com aprox. 4 cm, 1 válvula de escoamento com alavanca para abrir e fechar rapidamente, e um apoio para a cabeça regulável em altura;
O movimento da água é produzido por duas turbinas montadas em estruturas próprias com contrapeso automático;
3 Barras de apoio ao alcance dos braços garantem a segurança do paciente;
Termómetro: fornecido com uma escala de calibragem automática, inserido num tubo com retentor para prevenir possíveis oscilações durante o tratamento;
Capacidade do tanque: aprox. 1597 litros; Dimensões: aprox. 269 cm (comprimento) x 195 cm (largura) x 55 cm (de profundidade).
Tanque de Hubbard Retangular em Aço Inoxidável
Recomendados para a extração de tecidos em pacientes com queimaduras, e outros que necessitem de temperaturas de água cuidadosamente controlada e/ou hidroterapia com total imersão;
Construção em aço inoxidável, de grande espessura e sem soldaduras, com acabamento envernizado;
O fundo do tanque tem um design redondo sem soldaduras para evitar o crescimento de bactérias;
Permite ajustar a altura e direccionar a agitação da água para a zona do corpo a ser tratada;
Termómetro: fornecido com uma escala de calibragem automática, inserido num tubo com retentor para prevenir possíveis oscilações durante o tratamento.
Características específicas:
Capacidade do tanque: aprox. 977 Litros;
Dimensões: aprox. 241 cm (comprimento) x 104 cm (largura) x 55 cm (de profundidade);
A turbina funciona como aparelho de agitação e esvaziamento.
Diferença entre Tanque de Hubbard Borboleta e Tanque de Hubbard Retangular
Caraterização do Espaço e Equipamentos necessários
A zona deve ter uma área e altura adequadas ao tamanho do tanque;
Chão antiderrapante e de fácil limpeza;
Bancos para descanso;
Elevador;
Cabide para Roupão;
Válvulas para misturar água quente e fria;
Termómetro para verificar a temperatura da água no tanque;
Uma turbina para agitar a água;
Assento ou maca para o paciente sentar dentro ou fora da água, dependendo da área a ser tratada e da configuração do tanque;
Dreno de gravidade;
Espaço aquecido, bem ventilado;
Tolhas e lençóis.
Assento ou Maca para ajudar Pacientes com dificuldades
Programa de Exercícios Terapêuticos
Exercícios em Tanque de Hubbard com formato Borboleta destinados a pacientes idosos com hemiplegia na parte sagital esquerda do corpo
1. Coloque o paciente na maca próxima ao tanque, com o peso do paciente distribuído igualmente.
2. Acople o elevador aos anéis nos quatro cantos da maca.
3. Remova curativos, se presentes e fáceis de remover, sem causar dor ou danificar o tecido. Se os curativos estão aderidos, eles podem ser removidos após uma breve imersão na água antes de as turbinas serem ligadas.
4. Levante o elevador para elevar o paciente. Gentilmente oscile o paciente na maca acima da água e então levemente abaixe o paciente até logo acima do nível da água.
5. Fixe a extremidade cranial da maca ao suporte de acoplamento.
6. Lentamente desça o elevador até que a extremidade da maca toque o fundo do tanque.
7. Remova o elevador.
8. Ajuste a intensidade e a direção dos agitadores.
9. Com a ajuda do Terapeuta o Paciente vai realizar 12 flexões nos membros inferiores através de Mobilização Ativa-Assistida, com o objetivo de preparar os músculos para os exercícios.
10. Com a ajuda de uma braçadeira no braço esquerdo e também na perna esquerda e com a ajuda do Terapeuta o paciente vai fazer 20 movimentos de abdução e adução dos membros do lado esquerdo, com este exercício o paciente estará a ganhar força e aumento de amplitude articular de ambos os membros afetados por causa da resistência da água.
11. Colocando agora braçadeiras também nos membros do lado direito e um colar cervical no paciente, e, esperando que este comece a flutuar, o paciente deve agora começar com um exercício de flexão dos membros inferiores fazendo um movimento similar ao de nadar, quando o paciente se sentir mais seguro pode começar a dar fazer abdução e adução dos membros superiores. Este exercício serve para o paciente aumentar o seu sentido de equilíbrio e proprioceção nos membros afetados e para aumentar também força e amplitude articular como no exercício anterior.
12. O terapeuta retira os equipamentos de flutuação do lado direito do corpo do paciente e também do braço esquerdo, posteriormente ajuda o mesmo a colocar-se em posição ereta apoiado com o braço direito num dos corrimões laterais do tanque. De seguida, agora apoiado nesta posição, o paciente deve começar por exercitar o membro inferior esquerdo fazendo com ele movimento circulares na água seguidos de movimentos de “pontapés” na água, levando assim o pé a sair para fora de água e para dentro, sempre com a caneleira no pé.

13. De seguida, e sempre com o apoio do corrimão lateral da banheira, o paciente deve começar a andar para trás no Tanque, passando por todo o interior do tanque no sentido contrário. Este exercício é importantíssimo quando se tratam pacientes em ambientes aquáticos pois ganham segurança.
14. Com o paciente ainda em posição ereta este deve virar-se de costas para o Terapeuta e olhar em frente, de seguida encostando a beira do Tanque, o paciente deve flexionar os joelhos fazendo um total de 12 agachamentos. O Objetivo terapêutico deste exercício é ganhar força no membro lesado.
15. O paciente deve agora colocar-se novamente deitado, com flutuadores se este preferir, e relaxar ao mesmo tempo que é atingido pela Hidromassagem.

16. De seguida o elevador é colocado novamente e a maca é elevada do tanque colocando com a ajuda do terapeuta o paciente na cadeira de rodas.

Técnicas de Mobilização a Doentes
As técnicas de Mobilização foram criadas a pensar tanto no doente como nas pessoas que as executa, de modo a reduzir falhas nas transferências dos doentes e para reduzir também possíveis dores que possam vir a aparecer na pessoa que transfere.
Riscos
Riscos associados à tarefa
:
• Força;
• Repetição;
• Posições incorrectas.

Riscos associados ao doente:

• Os doentes não podem ser levantados como cargas;
• Os doentes não podem ser seguros junto ao corpo;
• Não é possível prever o que acontecerá ao mobilizar um doente;
• Os doentes são volumosos.

Riscos associados ao ambiente:
• Riscos de escorregar, tropeçar e cair;
• Superfícies de trabalho desniveladas;
• Limitações de espaço (salas pequenas, presença de muitos equipamentos).

Outros riscos:
• Nenhuma ajuda disponível;
• Equipamento inadequado;
• Calçado e vestuário inadequados;
• Falta de conhecimentos ou formação.

Escolher a técnica de mobilização a doentes adequada
O nível de assistência exigido pelo doente.

O tamanho e o peso do doente.

A capacidade e a vontade do doente em compreender e cooperar.

Condições clínicas que possam influenciar a escolha dos métodos de levante ou posicionamento.

Diferentes técnicas de mobilização de doentes
Métodos de Transferência Manual
São executados por um ou mais prestadores de cuidados que utilizam a sua força muscular e, sempre que possível, a eventual capacidade residual de mobilização do doente envolvido.
Métodos de transferência, utilizando pequenos meios auxiliares de mobilização de doentes
São técnicas de mobilização de doentes executadas através de meios auxiliares específicos, tais como lençóis deslizantes em tecido de baixa fricção, cintos, estribos rotativos, uma barra de trapézio fixada por cima da cama, etc.
Métodos de transferência, utilizando grandes meios auxiliares de mobilização de doentes
Estas técnicas de mobilização são executadas através de equipamentos de elevação electromecânicos.
Método de Transferência Manual
Método de Transferência utilizando um equipamento de suporte
Método de Transferência utilizando um grande equipamento de auxílio
Técnicas de mobilização de doentes adequadas para transferências diferentes
É importante salientar que:
• Qualquer tipo de operação de mobilização, mesmo com recurso a meios auxiliares de mobilização de doentes, envolve os princípios básicos anteriormente descritos;

• A determinação da técnica adequada de mobilização do doente envolve uma avaliação das necessidades e capacidades do doente em questão, conforme mencionado anteriormente;

• O levante manual de doentes deve ser minimizado em todos os casos e evitado quando possível.

Transferências que envolvem posições sentadas
Transferência cama – cadeira de rodas com 1 prestador de cuidados:
Aspectos a recordar:
• Coloque a cama e a cadeira (de rodas) perto uma da outra;
• Certifique-se de que as rodas da cadeira (de rodas) estão bloqueadas;
• Remova eventuais obstáculos (apoios para os braços, apoios para os pés, estribos);
• Ajuste adequadamente a altura da cama em função da sua própria altura;
• Peça ao doente que olhe para os pés. Desta forma, aumenta a tensão muscular abdominal do doente, permitindo maior cooperação;
• Peça ao doente que se incline para a frente e faça força nas pernas durante a transferência. Este procedimento facilita o levante do doente da posição sentada para a posição de pé;
• Utilize preferencialmente os músculos das pernas e das ancas em vez dos músculos da parte superior do corpo durante o levante do doente. Primeiro flicta e depois estenda lentamente os joelhos ao levantar o doente;
• Se necessário, sustente o joelho do doente entre os seus próprios joelhos/pernas para orientar o movimento.

Transferência cama – cadeira de rodas com 2 prestador de cuidados:
Aspectos a recordar:
• Coloquem a cama e a cadeira (de rodas) perto uma da outra;
• Certifiquem-se de que as rodas da cadeira (de rodas) estão bloqueadas;
• Removam eventuais obstáculos (apoios para os braços, apoios para os pés, estribos);
• Ajustem adequadamente a altura da cama em função da vossa própria altura;
• Utilizem preferencialmente os músculos das pernas e das ancas em vez dos músculos da parte superior do corpo durante o levante do doente;
• Os movimentos dos prestadores de cuidados devem estar sincronizados ao executar a transferência do doente. A comunicação entre ambos os prestadores de cuidados é muito importante.

Mover um doente para cima na Cama
Aspectos a recordar:
• Ajuste adequadamente a altura da cama em função da sua própria altura;

• Peça ao doente que flicta o joelho, olhe para os pés e, por fim, que faça força sobre o pé. Deste modo, aumenta a cooperação do doente;

• Durante a transferência, desloque o seu próprio peso de um lado para o outro, mantendo as costas direitas.


Mover o doente para cima na cama com dois prestadores de serviços
Aspectos a recordar:
• Peçam ao doente que coloque as mãos na cabeceira da cama e a empurre durante a transferência, ao mesmo tempo que faz força com o pé;

• Durante o levante do doente, utilizem preferencialmente os músculos das pernas e das ancas e não os músculos da parte superior do corpo, primeiro flectindo e depois estendendo lentamente os joelhos ao levantar o doente;

• Os movimentos dos prestadores de cuidados devem estar sincronizados ao executar a transferência do doente. A comunicação é muito importante.

Mover um doente que caiu no chão
Aspectos a recordar:

• São sempre necessários dois prestadores de serviços para este tipo de transferência;

• Primeiro, coloquem o doente numa posição sentada. Utilizem preferencialmente os músculos das pernas e das ancas em vez dos músculos da parte superior do corpo durante o levante do doente;

• Durante a transferência do chão para a cadeira, desloquem o vosso próprio peso de um lado para o outro, mantendo as costas direitas;

• Peçam ao doente que faça força com os pés. Deste modo, a cooperação será maior;

• Os movimentos dos prestadores de cuidados devem estar sincronizados ao executar a transferência do doente. A comunicação entre ambos os prestadores de cuidados é muito importante.


• Barra de trapézio;
• Cinto ergonómico;
• Prancha ou lençol deslizante;
• Estribos rotativos.

Utilização de pequenos meios auxiliares de mobilização de doentes
Utilização de grandes meios auxiliares de mobilização de doentes
• Elevador.
Principais cuidados com os utentes

Alguns cuidados que devemos ter com os utentes, isto além dos pequenos cuidados que toda a gente deve fazer para se poder trabalhar melhor são:

• Acompanhar o paciente do início ao fim do tratamento;
• Detetar e interpretar situações anómalas que podem surgir durante o tratamento;
• Ensinar o paciente a realizar os movimentos e como se usam os equipamentos;
• Devemos colocar o paciente numa posição cómoda para ele realizar o exercício;
• Deve assoar-se e urinar antes do início do tratamento;
• Usar sempre chinelos enquanto está na zona a volta do tanque e balneário, pois só assim poderá evitar o contágio por fungos, bem como o risco de quedas;
• Após o tratamento deve-se tomar duche e aplicar um creme hidratante para evitar que a pele fique demasiado seca devido ao cloro;
• No caso de ter olhos claros ou sensíveis pode utilizar óculos de mergulho durante os exercícios para proteger os olhos dos salpicos.




Principais cuidados com os equipamentos e a utilização das instalações

Em todos os tratamentos que se realizam temos que ter cuidado com os equipamentos, aqui estão presentes os mais relevantes para utilização do Tanque de Hubbard:

• Antes de iniciar cada tratamento verificar as condições do equipamento, se pode ser usado;
• Haver inspeção periódica para testar a qualidade dos aparelhos;
• Levar todo o material que é necessário para a realização da tratamento;
• Utilizar somente o equipamento, se o soubermos utilizar corretamente;
• Garantir limpeza e higienização do local e equipamentos antes de qualquer tratamento;
• Não utilizar equipamentos que apresentem anomalias;
• Realizar a manutenção adequada ao equipamento;
• Pode ser necessário para fazer o tratamento empregar um guincho suspenso a fim de manter o paciente no tanque. Em alguns hospitais, utiliza-se uma maca juntamente com o guincho.









Parte Prática
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