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CAPACITAÇÕES 2: CRONOLOGIA DE YITZHAK RABIN

Segunda atividade das Capacitações para o Museu Yitzhak Rabin.
by

Gustavo Orensztajn

on 3 December 2013

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Transcript of CAPACITAÇÕES 2: CRONOLOGIA DE YITZHAK RABIN

1990-1995
1922-1941
1968-1990
1941-1967
Yitzhak Rabin nasce no dia 1º de março em Jerusalém. Seu pai, Nehemiah, nasceu na Ucrânia e fez aliá em 1917, sua mãe, Rosa Cohen, nasceu na Rússia e fez aliá em 1919.
Rabin é da geração Bnei Yore (literalmente, filhos da primeira chuva), são os judeus nascidos em Israel, filhos de imigrantes da 2ª e 3ª aliot.
1922
A vontade de Rabin de ser embaixador nos Estados Unidos existia há um tempo. Mas ele mantinha em segredo. O seu pedido a Levi Eshkol, alguns meses antes da Guerra dos Seis Dias começar, foi surpreendente.
Era um pedido inesperado, afinal, Rabin era um soldado de carreira que falava o que pensava, não era muito polido para relações diplomáticas.
Levi Eshkol acabou apoiando a ideia. Rabin deixou o exército no dia 31 de dezembro de 1967 e em fevereiro de 1968 já estava embarcando para os EUA
1968
Em 1941 o Palmach (uma unidade paramilitar do movimentos Sionista Trabalhista) foi criado por Yitzhak Sadeh, apoiado por Yigal Allon e Moshe Dayan, dentre outros.
Rabin foi convidado a entrar e concordou sem hesitar.
Logo após de se alistar no Palmach, participa do raide aliado contra o Líbano controlado pelo exército colaboracionista francês.
1941
“Nunca saberei o que o levou (Yigal Allon) a aproximar-se de mim, mas o que interessa no fato é que o convite mudou o curso da minha vida”
“A disposição de Israel em cooperar em estreita harmonia com os EUA, na proteção dos interesses americanos na região, bastou para alterar sua imagem aos olhos de muitos funcionários de Washington. Passamos a ser considerados parceiros”
Na qualidade de vice comandante do Palmach, auxilia na libertação de duzentos sobreviventes do holocausto detidos no campo britânico de Atlit considerados imigrantes ilegais
Dois depois é nomeado subchefe do Palmach, sob Yigal Allon, seu mentor.
1945
No dia 23 de agosto de 1948, no meio da guerra, na segunda das duas tréguas, Rabin se casou com Leah Schlossberg. Leah era uma linda jovem do movimento juvenil Hashomer Hatzair, a quem Rabin cortejava desde 1944.
1948
Tudo começou num encontro fortuito numa rua de Tel Aviv. Um olhar, uma palavra, um movimento interior, e depois um novo encontro.Ficamos mais próximos em 1945, quando Leah entrou para o Palmach e serviu no batalhão no qual eu era vice-comandante – uma das raras ocasiões da minha vida em que ela esteve sob meu comando”.
Chefia a Brigada Harel na Operação Nashon, que consegue abrir a estrada de Jerusalém para Tel Aviv, sitiada durante a Guerra de Independência de Israel, e o litoral. A brigada conquista as regiões de Sheik Jarrah e Katamon, nas imediações de Jerusalém. Como chefe de operações da frente sul, Rabin dirige a conquista do Neguev e Eilat. Após a proclamação do Estado de Israel, comanda a operação do Palmach que culminou com o afundamento do Altalena, navio que transportava armas para o dissidente Irgun Zvai Leumi (brigada paramilitar de direita).
1948
“Nenhum outro povo encarregou tão poucos e tão escassamente armados de ganhar e salvaguardar a sua independência”
1956
– Designado oficial comandante do Comando do Norte. Acompanha à distância a Guerra do Sinai.
1959
– Nomeado chefe do Serviço do Estado-Maior do exército.
1961
– Nomeado vice-chefe do Estado-Maior.
1964
– Torna-se o sétimo chefe do Estado-Maior do FDI.
1956 - 1964
“Ele sempre nos surpreendeu. Lembro-me de como ele costumava citar o número de horas que os tanques de cada batalhão tinham rodado. Mas ainda assim nunca perdia a capacidade de ver o quadro inteiro. Havia uma piada no Estado-Maior que dizia que o exército não precisava de computador, pois tinha Yitzhak Rabin'' - Chaim Herzog, que serivu com Rabin no Estado-Maior
A Ascenção de Rabin
Chefia as forças israelenses na Guerra dos Seis Dias, que tem início em 5 de junho e termina no dia 10 do mesmo mês, com a vitória de Israel, que passa a controlar o Jerusalém Oriental, a Cisjordânia, a faixa de Gaza, a península do Sinai e as colinas do Golan.
1967
“Enquanto abríamos caminho pelas ruas que eu conhecera na infância, memórias mexeram com as minhas emoções... Durante anos, acalentei em segredo o sonho de poder desempenhar um papel não só na conquista da Independência de Israel, mas na devolução do Muro sagrado ao povo judeu.Eu sabia que nunca em toda a minha vida experimentaria novamente aquele clímax de felicidade”
Regressa a Israel, sendo eleito para a Knesset, como membro do Partido Trabalhista. Nomeado ministro do Trabalho pela primeira-ministra Golda Meir. Participa discretamente como conselheiro não-oficial na Guerra de Yom Kippur.
1973
No dia 3 de setembro de 1974, Rabin prestou juramento oficial como primeiro-ministro e foi o primeiro Sabra a governar seu país. Em uma época extremamente conturbada, logo após a dolorosa Guerra de Yom Kippur, com grave prejuízo econômico e mais de 2.200 baixas no exército.
1974
“Para mim, cada soldado do exército israelense é de minha responsabilidade – quase como se fosse um filho meu”.
Assinou o acordo provisório de paz com o Egito em 1974.
Em 4 de julho de 1975, autoriza a incursão em Entebbe, Uganda, na qual os comandos israelenses resgatam mais de cem israelenses e judeus que se encontravam num avião sequestrado por terroristas árabes e alemães.
1975 - 1976
Intrigas políticas, investigações policiais e o escândalo de corrupção de sua mulher levaram ao fim do seu governo. Leah tinha uma conta bancária fora de Israel, nos EUA, o que era proibido no seu país enquanto residisse em Israel. Por tudo isso, Rabin renuncia ao cargo de primeiro-ministro.
O Partido Trabalhista, que depois de 29 anos no poder, perde as eleições para o direitista Likud, de Menahem Begin.
1977
“Amigos tentaram me dissuadir de dar esse passo fatal (renúncia), mas um homem sempre está sozinho nesses momentos. E, sozinho com minha consciência, cheguei a três decisões interligadas: retiraria minha indicação como candidato a primeiro-ministro; compartilharia a plena responsabilidade com Leah; e tentaria renunciar a meu posto de primeiro-ministro”.
Em 1984 retorna ao governo, sendo Ministro da Defesa do Governo de União Nacional que comportava na coalizão os dois maiores partidos, Trabalhista – Likud.
Agora ministro, lutou para que o exército se retirasse do Líbano, o que conseguiu com muito custo, em 1985.
1984 - 1987
Durante a primeira Intifada, levante popular palestino, Rabin ficou conhecido por ser o “Quebra-Ossos”. Circulou a notícia na época de que ele teria dito aos soldados israelenses que quebrasse os ossos dos palestinos. Neste período conturbado e inédito na história do Oriente Médio, Rabin ficou confuso com o modo com que Israel deveria agir. Afinal, não se tratava de ações terroristas programadas, mas de civis palestinos protestando com pau e pedra.
Entre esses civis tinham crianças, idosos e mulheres.
1984 - 1989
No início de 1990, o líder trabalhista e então Ministro das Finanças Shimon Peres, rompeu com a coalizão entre o seu partido e o Likud e saiu do Governo de União Nacional.
Com o novo governo, Rabin deixou o Ministério da Defesa.
1990
Ao bater Peres na liderança do partido, conduz os trabalhistas à vitória (após 15 anos) na eleição de junho, com uma promissora campanha para intensificação dos esforços de paz.
Torna-se primeiro ministro em 13 de julho, pela segunda vez.
1992
“Não estou disposto a ceder um milímetro de segurança, mas estou disposto a ceder muitos milímetros de território”
Troca um relutante aperto de mãos com Yasser Arafat, líder da OLP, na Casa Branca, em 13 de setembro, selando a Declaração de Princípios – pacto que prevê a concessão gradual aos palestinos de autonomia sobre a Cisjordânia e a faixa de Gaza.
1993
A 4 de maio, assina no Cairo o acordo Oslo I, que concede aos palestinos autogestão sobre Gaza e Jericó. Junta-se ao rei Hussein da Jordânia em Washington, em 24 de julho, para a assinatura de uma declaração encerrando os 46 anos de estado de guerra.
Em 26 de outubro, é assinado o tratado de paz entre Israel e Jordânia no deserto de Aravah, na fronteira entre os dois países. Com Arafat e Peres, recebe o Prêmio Nobel da Paz.
1994
1995 – Em 28 de setembro, assina com Arafat, na Casa Branca, o acordo Oslo II, que amplia a autogestão palestina sobre a Cisjordânia.
No dia 4 de novembro, após um comício pela paz em Tel Aviv, que reuniu mais de 200.000 pessoas, foi assassinado por um extremista judeu. Morre Yitzhak Rabin aos 73 anos.
1995
"O governo de Israel está assombrado de anunciar, com grande pesar e pena profunda, a morte do primeiro ministro e ministro de defesa, Yitzhak Rabin, que foi assassinado hoje em Tel Aviv."
No discurso na Casa Branca, Rabin disse “nós que lutamos contra vocês, palestinos, dizemos hoje com voz clara e firme: basta de sangue e lágrimas. Basta.”
Entra na Escola Beit Chinuch Layaldei Ovdim (Casa da Educação para Crianças Trabalhadoras), onde fica por sete anos. Foi onde desenvolveu o amor pela terra, o sentimento de camaradagem e a paixão pelo futebol.
Aos quinze, ingressa na Escola Agrícola de Kadurie, onde se forma três anos depois.

Falece Rosa Cohen, mãe de Rabin.
1928
“Hoje tenho certeza de que durante aqueles anos da minha vida desenvolvi o sentimento de responsabilidade diante de uma missão, meu amor pela paisagem e pela terra, e o sentimento de camaradagem”
Derech HaShalom - A Paz é o Caminho
Habonim Dror & Casa de Cultura Habonim Dror
Exposição Yitzhak Rabin
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