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Roma Antiga 8ºA - Escola Gracinha

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Katherine Wootton

on 27 August 2013

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Transcript of Roma Antiga 8ºA - Escola Gracinha

Roma Antiga
periodização
República
Otávio Augusto, o primeiro imperador
Crise militar
Divisão do Império
Crise na República
Res publica
Expansão territorial
Fim da Monarquia
Fundação de Roma
Organização política
Roma domina o Lácio
Monarquia
Com poucos documentos escritos sobre a fundação de Roma, o trabalho dos arqueólogos é essencial para conhecer a origem do povo romano. Revelou a existência de uma aldeia em colinas na região do Lácio (Península Itálica), datada do século VIII a.C., identificaram registros dos povos etruscos e latinos.
A região do Lácio era ocupada por outras pequenas cidades, que formavam a Liga Latina procurando protegerem umas às outras. Roma fazia parte dessa federação e tornou-se a sua principal cidade, dominando a região.
Roma foi governada por sete reis etruscos, que tinham funções políticas, militares e religiosas. Os reis governavam com o apoio da assembleia de anciãos (Senado) e da Assembleia Curiata, que reunia famílias dos povos etruscos, sabinos e latinos.
As primeiras famílias que ocuparam Roma, se tornaram as principais proprietárias de terra (patrícios). No lugar da Monarquia instalou-se a República.
Em latim,
res publica
significa

"coisa pública". O poder era dividido entre dois cônsules, que eram escolhidos entre os membros do Senado pelos membros da Assembleia Centuriata. O poder estava nas mãos de todos os cidadãos (patrícios), sem a participação da plebe.
Romanos iniciaram a conquista e a dominação de outros povos. Transformavam os territórios em províncias, exploravam suas riquezas e faziam os prisioneiros de guerra escravos.
As riquezas (terras) conquistadas foram concentradas nas mãos da aristocracia, com essa concentração a pobreza aumentou, gerando tensões sociais.
Roma vivia problemas sociais, além da concentração de riquezas, muitos estrangeiros (povos conquistados) migravam para Roma em busca de sustento, aumentando a pobreza e a tensão.
O exército queria continuar as guerras de expansão para acumular mais riquezas, junta-se a isso a corrupção do Senado.
A República não resistiu à instabilidade e entrou em crise.
Procurou estabilizar o governo e aliviar as tensões sociais com a política do "pão e circo", com a distribuição de alimentos e a realização de grandes eventos públicos de entretenimento.
Posteriormente, Roma viveu um tempo de paz e prosperidade, o período ficou conhecido como "Paz Romana".
Enriquecidos com as guerras, os militares começaram a ter grande poder político, decidindo a sucessão de imperadores.
Para defender as fronteiras do avanço dos povos germânicos, em 395d. C. o imperador Teodósio dividiu o império em Império Ramono do Ocidente (capital em Roma) e Império Romano do Oriente (capital em Constantinopla). O Império do Ocidente foi invadido pelos germânicos, o que gerou uma fragmentação política e econômica, característica da formação do feudalismo.
753 a. C. - 509a.C.
509a.C. - 27a. C.
Império
27a. C. - 476d. C.
Monarquia
753 a. C. - 509 a. C.
Domínio da realeza; o rei era escolhido por um Conselho de aristocratas.
República
509 a. C. - 27 a. C.
Império
27 a. C. - 476 d. C.
Período de grande expansão territorial, fortalecimento do exército e centralização do poder.
Predomínio do poder dos cônsules e do Senado.
"Preciso acalmar os conflitos sociais em Roma! Se estão com fome...posso distribuir alimentos e vendê-los a preços baixos! Mas não será suficiente...tenho que distrair a plebe romana antes que resolva interferir no meu governo... já sei! Irei promover grandes espetáculos, onde todos irão vibrar com lutas entre feras e escravos! Assim não terão tempo de pensar nos problemas de Roma!
Terra e propriedade na Roma Antiga
República romana
Cônsules
Senado e Assembleia Centuriata
Pretores
República brasileira
Prefeitos, governadores, presidente
Senado, Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa e Câmara Municipal
Juízes, tribunais de justiça, promotores
República no Brasil atual e na Roma Antiga
Os magistrados romanos, (funcionários administrativos), auxiliavam os cônsules a administrar o Estado. O conceito de República, com três principais instituições tem origem em Roma. (Obs: os nomes Executivo, Legislativo e Judiciário não existiam na Roma Antiga, vamos usá-los para facilitar!)
Exerciam o poder Executivo, administrando o Estado. O poder poderia ser dividido entre dois ou três cônsules, dependendo do momento político.
Exerciam o poder Legislativo, apoiando os cônsules representando os cidadãos (patrícios). O Senado era composto pelos anciãos (homens mais velhos), onde eram escolhidos os cônsules. A Assembleia Centuriata representava as famílias dos patrícios, composta inicialmente por cem cidadãos.
Magistrados encarregados da justiça, exerciam o poder Judiciário.
A administração do Estado brasileiro está dividida entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nos níveis municipal (cidades), estadual e federal (país).
Exercem a aminsitração pública do Estado. São escolhidos pelos cidadãos por meio de eleição.
Formam o poder Legislativo, sua função é elaborar e aprovar leis. São eleitos pelos cidadãos para representá-los. Atualmente, a cidadania inclui mais grupos sociais que na Roma Antiga.
A função do poder Judiciário é aplicar as leis e exercer a resolução jurídica de conflitos de interesse.
Crise política e social séc. II a. C.
Patrícios e as guerras
Terras privadas e públicas
Processo de concentração fundiária
Plebeus e as guerras
Fuga para as cidades
Empobrecimento dos pequenos proprietários
No século III a. C., Roma era uma potência militar.
Os patrícios (cidadãos) financiavam as guerras de expansão, em troca recebiam parte das terras conquistadas (públicas) para a fundação de colônias.
Processo colabora com a concentração de terras nas mãos dos patrícios.
Obtinham mão de obra escrava com os prisioneiros das guerras.
Podiam ser pequenos ou grandes proprietários de terras, mas não eram nobres como os patrícios.
Os pequenos proprietários de terras formavam o exército romano.
Não possuíam escravos para manter a produção, suas famílias não tinham meios de cultivar as propriedades e acabavam perdendo-as pelo abandono (Direito romano).
Essas terras podiam se tornar públicas, ou serem compradas pelos patrícios, aumentando asssim a concentração fundiária.
Os plebeus também foram pressionados com a importação de produtos das terras conquistadas (províncias), que eram vendidas por preços mais baixos.
Essa pressão colaborou para que fizessem dívidas e perdessem suas terras.
Os pequenos proprietários, empobrecidos, migram para as cidades em busca de sustento.
No início do século II a. C. esse processo deu origem a uma intensa crise social.
Enfraquecimento do exército, que era composto pelos pequenos proprietários.
As terras privadas eram ocupadas pelas famílias romanas patrícias desde a fundação.
Terras privadas tinham um caráter sagrado, seriam confiadas pelos deuses ao chefe da família, não podiam ser vendidas ou divididas.
Já as terras públicas (conquistadas nas guerras) podiam ser vendidas, favorecendo o tesouro do Estado.
Parte das terras públicas foi ocupada indevidamente por ricos proprietários, os possessores. Os dominus tinham o direito de ocupá-las.
Essa diferenciação entre terras privadas e públicas colaborou com a CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA.
Com as guerras de expansão, sua base era formada por ESCRAVOS
Sociedade romana séc. V a. C.
Homens livres na sociedade romana do séc. V a. C.
Patrícios - famílias mais antigas, formavam a aristocracia política.
Únicos com direitos políticos e sociais.

Plebeus - todos os demais homens livres, nem mesmo os ricos tinham direitos políticos. Eram proibidos casamentos entre plebeus e patrícios.
Aos poucos foram reconhecidos como cidadãos romanos.


Os plebeus não tinham poder político, e mal conseguiam sobreviver com o seu pequeno pedaço de terra, para reagir, realizaram greves militares. Assim, os plebeus foram incluídos na estrutura política da república romana, e a cada reunião da Assembléia, o tribuno da peble (representante), tinha o poder de veto das decisões políticas, nada mais, nada menos.
A participação de plebeus e patrícios nas guerras era desigual. Os patrícios eram os comandantes do exército enquanto os plebeus ocupavam cargos mais baixos.
A propriedade da terra foi influenciada diretamente pelas guerras de expansão. De acordo com o Direito romano perdia-se o direito à propriedade devido ao abandono das terras. Os patrícios possuíam escravos que permitiam a manutenção das terras quando o proprietário se ausentasse. Já os plebeus, em sua maioria, não conseguiam manter suas terras produtivas enquanto estavam nas guerras.
Os patrícios eram o grupo social que mais lucrava com a expansão romana. As terras conquistadas eram tranformadas em terras públicas e destinadas è fundação de colônias e distribuídas entre os cidadãos. Como os patrícios colaboravam muito com o financiamento das guerras recebiam essas terras como forma de pagamento. Esse processo, aliado à perda das propriedades dos plebeus, gerou uma intensa CONCENTRAÇÃO FUNDIÁRIA.
A concentração fundiária e o enfraquecimento do exército geraram uma intensa crise social no século II a. C. Buscando amenizar a situação, Tibério Graco, tribuno da plebe em 133a.C., fez uma proposta de reforma agrária, com a distribuição das terras públicas sua tentativa era de frear o avanço do latifúndio. Tibério não consguiu executar seu projeto, foi assassinado a mando do Senado, que temia a perda do seu poder. Dez anos depois, seu irmão Caio Graco retomou o debate sobre a reforma agrária e acabou condenado à morte pelo Senado.

Modo de vida em Roma Antiga
Arquitetura em Roma Antiga: moradias, estradas e abastecimento de água
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Vestimentas na Roma Antiga
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Mitologia romana
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Coliseu
Marco Antônio, Leonardo Primo, Matheus e Rafael Biozza.
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Gladiadores
Fernando Callas, Gabriel Almeida, Pedro Rios e Roberto Amaral.
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A apresentação a seguir é uma produção coletiva das professoras de História com os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Gracinha realizada durante o segundo bimestre de 2013. As informações foram organizadas pela professora auxiliar a partir dos textos trabalhados em sala de aula, o principal objetivo foi oferecer aos alunos uma plataforma alternativa de estudo. A próxima etapa do trabalho foi a produção de pequenas apresentações dos próprios alunos, que organizaram informações de pesquisas temáticas sobre o modo de vida em Roma Antiga. Esses trabalhos foram corrigidos e sofreram as mínimas alterações possíveis. Prof.ª Andrea Montellato e profª auxiliar Nina Wootton.
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