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8 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE GAMES E EDUCAÇÃO

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Gilson Cruz Junior

on 15 November 2015

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Transcript of 8 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE GAMES E EDUCAÇÃO

8 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE GAMES E EDUCAÇÃO
2014
Gilson Cruz Junior
1. Videogames não são babás
2. Games não são Filmes, Livros e nem Programas de TV
3. Jogar Videogames não faz de ninguém um Psicopata
4. Ausência de Violência nem sempre é sinônimo de um "bom" Jogo
5. Videogames não salvam aulas ruins
6. Um mesmo jogo pode ser jogado de diferentes maneiras
7. A "Educação nos Games" não está apenas nos Jogos Educacionais
8. Games não são só "perda de tempo"
Crescimento populacional & Verticalização das cidades
Problemas Urbanos
Escassez de espaços públicos (e seguros) de Lazer
Anos 70 & 80
A TV invade os lares brasileiros
Programação Variada
Lazer para toda a familia
Forma segura e barata de lazer e entretenimento
para crianças
Programação Infantil
Cultura das "Babás eletrônicas"
Paralelamente...
Videogames Domésticos
Popularidade entre crianças
Infantilização
Evolução Técnica dos Videogames
Complexificação e amadurecimento das experiências de jogo
Popularização de Conteúdos e temáticas "moralmente questionáveis"
Críticas aos Videogames
VG's: Forma de expressão e entretenimento
... e não (apenas) brincadeiras de criança
Qual game você escolhe?
Child of Light
The Last of Us
Call of Duty
Pokemon
Qual deles é mais adequado para uma criança/adolescente?
• Escolher um game para um público-alvo específico não é o mesmo que escolher um filme, um livro ou uma música;
Narrativas
Livros
Filmes
Músicas
Novelas
HQs
+
"Resolução de problemas"
" O jogo é o ato voluntário de enfrentar obstáculos desnecessários" (Bernard Suits)
<Figurativas>
<Abstratas>
Ações
Jogos Digitais
(Plano Figurativo)
(Plano Abstrato)
(Ações + intuitivas)
(Raciocínio Lógico)
X
Os professores que “inovam” não são aqueles que estão “antenados” nas tendências e "modas" de seu tempo, mas os que trazem para as suas práticas pedagógicas as linguagens e atividades que são pouco exploradas nas situações de ensino-aprendizagem
"Massacres" & Vg's
Problema real?
Histeria?
Sensacionalismo?
(Columbine - EUA)
(Realengo - RJ)
VG's como bode-expiatório
Não existem provas (científicas) que confirmem a existência de uma relação direta entre VG's e Comportamento Violento
De acordo com pesquisa divulgada pela BBC, os sentimentos de agressividade despertados durante as experiências de jogo estão mais ligados às mecânicas do jogo do que ao "conteúdo" ou à temática de um game. Mais precisamente, a pesquisa afirma que respostas agressivas se originam com maior frequência nas situações em que o jogador não se sente no controle de suas ações ou se percebe incompetente em relação aos desafios do jogo. (FONTE: http://www.bbc.com/news/technology-26921743)
Jogo como experiência teatral
(Extra Credits - Magic Circle)
• Assim como outras mídias, videogames costumam ter seu o conteúdo analisado e classificado a partir de sistemas morais maniqueístas;
É comum que sejam previamente “condenados” os games em que os jogadores realizam ações como matar, roubar, sequestrar ou que apresentem cenas com apelo à sexualidade;

Automatização do “bloqueio” a certos tipos de conteúdo;

Ler um jogo criticamente implica em entender que os conteúdos “moralmente questionáveis” não são ruins em si e que estão sempre ligados aos valores e visões de mundo daqueles que os jogam (ou assistem alguém jogar);
Segurança
X
Relevância
Cultural
&
Artística
Muitos jogos "inocentes" também apresentam armadilhas e riscos;
Candy Crush
A presença de games e demais tecnologias nas salas de aula, por si só, não garante o aumento da qualidade–e eficácia do ensino;
Muitos acreditam e defendem que os alunos gostam de aprender com jogos porque isso torna a experiência de aprendizagem mais “divertida”, e que quanto maior é a diversão, maior é a aprendizagem;
A forma mais divertida de aprender nem sempre é a mais eficaz, por isso, antes de introduzir games nas aulas, é preciso questionar: existe uma forma melhor de lidar com este conteúdo/assunto?
Videogames podem ser ótimos complementos e recursos didáticos, desde que não sejam encarados como aquilo que deve “ensinar” os alunos, já que esta tarefa é do professor;
O jogo é um conjunto de escolhas interessantes;
Na tentativa de superar os desafios impostos pelo jogo, cada jogador pode seguir os caminhos e itinerários que bem entender;
O jogo te apresenta um problema e junto com ele os meios que permitem pode solucioná-lo;
Um jogo nunca apresenta escolhas óbvias, desequilibradas ou explicitamente melhores umas que as outras;
Arvores de jogo
Driblar
Saltar sobre
Ser atacado
Diferentes estilos de jogo
Diferentes trajetórias
Diferentes experiências
Experiências de jogo são abundantes em informações latentes
Importância dos espaços coletivos de intercâmbio na Aprendizagem baseada em games;
Muitos educadores não sabem como integrar os games em suas aulas;

Escassez de jogos especialmente concebidos para a matéria ou o conteúdo que desejam ensinar;

O “encaixe perfeito” entre jogo e conteúdos curriculares nem sempre é possível;
Os games educativos ainda são alvo de muito preconceito;

Potencial restrito de diversão em relação aos games comerciais;

O design dos games educativos costuma priorizar os conteúdos a serem ensinados, em vez da diversão;

Educadores e designer de jogos concordam que a aprendizagem através dos games deve ser coerente com os princípios do jogo;
Em outras palavras, games não devem ser vistos apenas como “depósitos de matéria”, mas também como porta de entrada para ela; um incentivo; algo que desperta interesse;

Após atiçar a curiosidade do aluno por intermédio do jogo, o professor terá condições direcionar as situações de ensino com base nos objetivos de aprendizagem;

Nesse lógica, ponto de vista todo game é "educativo";
Aprendizagem Tangencial
Uma formação cultural rica é a base para qualquer transformação/inovação no âmbito educacional
Toda forma de cultura é valiosa: livros, filmes, músicas, programas de TV, séries, games;

A quantidade é importante...

...mas a qualidade é fundamental;
VG's:
Pop
X
Alternativo
O esforço de Inovar alia a afinidade com uma dada forma de expressão à vontade de integrà-la à sua atividade profissional;
Gilsu05@gmail.com
Obrigado!
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