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Desenvolvendo a Competência Comunicativa Intercultural e estreitando laços entre o negro daqui e o negro de lá

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Joelma Santos

on 7 February 2013

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Transcript of Desenvolvendo a Competência Comunicativa Intercultural e estreitando laços entre o negro daqui e o negro de lá

Desenvolvendo a Competência Comunicativa Intercultural e estreitando laços entre o negro daqui e o negro de lá nas aulas de inglês UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDO DE LINGUAGENS
Seminário: Linguística aplicada: Múltiplas perspectivas por
Joelma Santos

Orientadora: Ade Oliveira Objetivo da Perspectiva Intercultural

... incorporar a cultura e as relações interculturais como forma de inclusão e cooperação dos participantes do processo de aprendizagem, ou seja, adotar a perspectiva da cultura como meio de promover a integração e o respeito à diversidade dos povos à diferença, permitindo ao aprendiz encontrar-se com a outra cultura sem deixar de ser ele mesmo (MENDES, 2007, p. 119 Como a questão racial nas aulas de inglês impacta a visão dos estudantes sobre esta língua? .... o aluno precisa adquirir HABILIDADES necessárias para SABER sobre a cultura a fim de que possa desenvolver ATITUDES positivas e, finalmente, ter CONSCIENTIZAÇÃO de si próprio e da sua cultura. (OLIVEIRA, 2007, p.74) Estudante de Farmácia: De poder podia, só não sei se seriam bem aceitas. De onde são estas propagandas mesmo? Que absurdo! Estudante de Psicologia: Aqui, podia sim! Queria saber da repercussão destas propagandas lá [...] Estudante de Nutrição: Tenho certeza que além de que podiam ser veiculadas... ninguém ia atentar para estas questões[...] é [....] de preconceito ou coisas do tipo. A grande maioria de nossa população não tem sensibilidade ou senso crítico suficiente pra esse tipo de coisa. Estudante de Letras: Também acho que ia passar despercebida a insinuação ao racismo aos olhos do povo brasileiro. Será que no lugar lá [...] de onde elas são, passou? Estudante de Geografia 1: Com certeza não! Estudante de Geografia 2: Mesmo que o povo brasileiro não esteja atento às questões raciais, até quem é cego enxerga preconceito nessas propagandas, gente, isso foi veiculado mesmo?
Estudante de Biblioteconomia: Quem é que regulamenta a divulgação de propagandas aqui no Brasil? E lá fora? Não tem um órgão assim não? Habilidades: inferir, analisar, criticar Encorajar atitudes positivas dos estudantes para outras línguas;
desenvolver a compreensão dos estudantes sobre a própria cultura. Professor: Poxa, você deveria pensar mais nesta dimensão [...] o inglês também pode servir como ponte para você conhecer, se identificar e, de repente, sedimentar raízes com outros povos da diáspora!

Estudante de Ciências Sociais: Mas é exatamente aí que tá, flor, se eu não conseguir me reconhecer no micro, formando minha identidade aqui, como é que vou poder dialogar com outros povos [...] em uma tentativa mais, sei lá [...] macro, sacou? [...] tudo começa na atitude que se assume diante do inglês. Tal atitude não precisa ser de subserviência ou de rejeição dos próprios valores por parte de quem aprende e passa utilizar a língua para fins específicos. O passo importante a ser dado nessa mudança de atitude consiste em conscientizar-se da ideologia que se esconde por trás da expansão da língua [...] (CANAGARAJAH, 1999 apud RAJAGOPALAN, 2005) Aula 8: Texto "Language: teaching new worlds, new words"


Imagino que o momento em que eles (os africanos) perceberam que a língua do opressor, tomada e falada pela boca dos colonizados, poderia ser um espaço de ligação, foi uma intensa alegria [...];


O povo negro pegou pedaços do inglês e fez dele uma contralíngua [...];
O poder dessa fala não é simplesmente possibilitar resistência à supremacia branca, mas é também fabricar um espaço para produção cultural alternativa e epistemologias alternativas - diferentes maneiras de pensar e conhecer que foram crucias para criar uma visão de mundo contra-hegemônica. (BELL HOOKS, 2008) Guilherme (2007) lista as características que definem as línguas glocais:
• são simultaneamente globais e locais;
• são usadas em níveis globais e locais;
• não são línguas francas;
• são usadas amplamente como línguas estrangeiras assim como por um grande número de falantes nativos;
• foram usadas em cenários coloniais e são usadas por novas nações como línguas oficiais;
• são usadas em regiões geograficamente distantes uma das outras;
• são usadas em contextos multiculturais amplos e em contextos monoculturais restritos; REFERRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GUILHERME, Manuela. Global English and Education for Critical Cosmopolitan Citizenship. In: Seminários sobre Pedagogia Crítica aplicada ao Ensino de Línguas Estrangeiras, 2007, Salvador.
MENDES, Edleise. A perspectiva intercultural no ensino de línguas: uma relação “entre línguas”. In: ALVAREZ, M.L.O ; SILVA, K.A. (org.) Lingüística aplicada: múltiplos olhares. Campinas, SO: Pontes Editores, 2007
OLIVEIRA, Adelaide P. O desenvolvimento da competência comunicativa intercultural no ensino de inglês com L2. 2007. 237 f. Tese (Doutorado em. Lingüística Aplicada)- Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. A geopolítica da língua inglesa e seus reflexos no Brasil: por uma política prudente e propositiva. In: LACOSTE, Yves; RAJAGOPALAN, Kanavillil. A geopolítica do inglês. São Paulo: Parábola Editorial, 2005 We teach people a foreign language to broaden their horizons. From a different perspective,language teaching encourages the development of the students' personalities and potencials.
Vivian James Cook • traduzem simultaneamente bagagem cultural relacionadas a falantes nativos e estrangeiros;
• são usadas para negociar diferentes sistemas de poder, regulamentação, emancipação;
• mediam diferentes níveis de identidade e cidadania.
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