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Reprodução medicamente assistida

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by

margarida pinto

on 2 December 2014

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Transcript of Reprodução medicamente assistida

Fertilização in vitro
Injeção-citoplasmática de Espermatozoides (ICSI)
Inseminação artificial
Transferência intratubárica de gâmetas (GIFT)
GIFT (Gamete Intrafallopian Transfer), consiste na recolha dos óvulos da mulher, e de esperma masculino. Após serem tratados e seleccionados em laboratório, os oócitos e os espermatozóides são colocados no interior das trompas de Falópio através de laparoscopia para que aí se dê a fecundação.
Transferência intratubárica de zigotos (ZIFT)
Reprodução medicamente assistida
O que é a reprodução medicamente assistida?

Uma Inseminação Artificial com sémen próprio está indicada em:

Casais com esterilidade de origem desconhecida.
Casais nos quais a mulher tem problemas de ovulação.
Em casos de alteração a nível do colo do útero.
Casais nos quais o homem apresenta defeitos leves ou moderados no sémen a nível de concentração ou mobilidade.

A reprodução medicamente assistida (RMA) é o processo segundo o qual são utilizadas diferentes técnicas médicas para auxiliar a reprodução humana. Estas técnicas são normalmente utilizadas em casais inférteis, casais portadores do VIH positivo (Vírus da imunodeficiência humana), ou do vírus da hepatite B ou C.
Entre as técnicas contam-se a inseminação artificial intrauterina, a fertilização in vitro, a microinjecção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI - Intra Citoplasmic Sperm Injection) a transferência de embriões ou de gâmetas e o diagnóstico genético pré-implantatório (DGPI).
Vantagens e Desvantagens
Vantagens e desvantagens
Vantagens e desvantagens
Conclusão
Biologia 2014/2015
Margarida Pinto, Inês Mesquita, Maria João Rocha
12ºB
Diagnóstico genético pré-implantação,
Biópsia de embriões (PGD)
Vantagens e desvantagens
Crioconservação de gâmetas e de embriões
Bibliografia/Webografia
http://pma_tecnicas.blogs.sapo.pt/2399.html;
http://procriacaomedicamenteassistida.blogspot.pt/2012/01/transferencia-intratubarica-de-zigotos.html;
http://invitro.wikispaces.com/2.1.5.+ZIFT+-+Transfer%C3%AAncia+Intratub%C3%A1rica+de+Zigotos;
http://biologia-rma.blogspot.pt/2007/12/blog-post_870.html;
http://pt.slideshare.net/rbaptista/trabalho-de-biologia-12-reproduo-e-manipulao-da-fertilidade-15455199;
http://www.ipif.org/portuguese/pgd.html;
http://www.bios.med.br/tratamentos/pgd/;
http://criogenesis.com.br/medicina-reprodutiva/diagnostico-generico-pre-implantacional;
http://www.vidabemvinda.com.br/nossos-artigos/134-diagnostico-pre-implantacional-pgd.html;
http://clinicafgo.com.br/fertilidade/diagnostico-genetico-pre-implantacional/;
http://congressoreproducao.com.br/tratamentos/pgd-biopsia-de-embriao/;
http://biologia-ap.no.comunidades.net/index.php?pagina=1113812620;
O que é?
Onde se aplica?
Um zigoto obtido por fecundação
in vitro
é colocado nas
trompas de Falópio
, num local onde foi ultrapassada uma obstrução existente, e progride até ao útero.
Esta técnica é uma variante da
GIFT
.
A grande
diferença
da ZIFT em relação ao GIFT é que, na primeira, a fecundação realiza-se fora do corpo da mulher, enquanto na segunda, o encontro do óvulo com o espermatozoide, formando o embrião, ocorre nas trompas.

É utilizado em casais cuja mulher tem um
bloqueio das trompas de Falópio
, ou cujas trompas estão danificadas, úteros com adesões, ou esterilidade do marido (baixa contagem de espermatozoides, espermatozoides incapazes de fecundar o oócito II), casos em que um dos indivíduos possui uma
doença sexualmente transmissível
(exemplo da SIDA).
Como funciona?
1º -
Os ovários da mulher são estimulados hormonalmente, favorecendo o desenvolvimento e maturação folicular;
2º -
Os folículos com os oócitos II são recolhidos por laparoscopia;
3º -
O esperma é recolhido no homem, de modo natural ou cirúrgico, sendo depois selecionado e maturado. Caso o homem tenha baixa contagem de espermatozoides, é possível recolher espermatídios ainda não diferenciados, diferenciá-los e maturá-los em laboratório. Por seleção dos espermatozoides mais resistentes, com maior mobilidade, e caso pretendido com um determinado cariótipo X ou Y, alguns são escolhidos para fecundar um ou mais oócitos II;
4º -
Dos zigotos obtidos pela FIV, alguns são criopreservados para uso posterior caso necessário, e um deles é implantado;
5º -
A implantação ocorre por laparoscopia novamente, diretamente nas trompas de Falópio, após qualquer bloqueio existente.

Curiosidades
Duração do tratamento:
4 a 6 semanas.

Taxa de sucesso (ou gravidez):
29% de hipótese de engravidar.
28% de hipótese de dar à luz.

Vantagens:
O médico consegue confirmar a fecundação dos óvulos pelo espermatozoide, antes de transplantá-los para o interior das trompas de Falópio, assegurando a formação de um zigoto e podendo escolher o seu sexo. Esta técnica de reprodução assistida possibilita ainda a deslocação natural do embrião até ao útero.

Desvantagens:
A colheita e a transplantação dos óvulos implicam o recurso a uma cirurgia bastante complexa e, por conseguinte, dispendiosa. Também a fertilização dos óvulos fora do organismo da mulher requer trabalho de laboratório, sendo também bastante cara.
O que é?
O diagnóstico pré-implantacional (PGD) é uma nova forma de
diagnóstico pré-natal
, na qual os embriões são examinados para a presença de desordem genética, antes que os embriões sejam colocados no útero.
O método da biópsia é relativamente descomplicado, porém isto não significa que seja um procedimento de fácil execução. Tipicamente, os
embriões são biopsiados no estágio pré-implantacional
, no terceiro dia de desenvolvimento. Neste dia, as células isoladas podem ser removidas individualmente sem afetar as células adjacentes no embrião.
Biópsia:
Extirpação de um fragmento de órgão de um indivíduo vivo, para uma análise histológica.

"biopsia", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/biopsia [consultado em 05-10-2014].
Riscos
O risco de danos acidentais ao embrião durante a biópsia é
inferior a 1%
. Não há risco para o embrião após a análise cromossómica ou defeito de único gene, pois as células analisadas não são recolocadas no embrião. Pode haver uma
probabilidade
levemente menor de implante após a biópsia de um embrião em comparação a um embrião que não tenha sido biopsiado.
Sem o PGD....
As alternativas são:
(1)
abdicar-se de ter o seu próprio filho, recorrendo à adoção;
(2)
correr o risco de ter uma criança com uma deficiência compatível com a vida e que possa morrer jovem;
(3)
caso se conheça qual o integrante do casal portador da anormalidade, opta-se por fazer uso de óvulo ou sémen de um doador;
(4)
diagnóstico pré-natal com a possibilidade de aborto seletivo em países onde a legislação o permita.







































Originalmente a fertilização in vitro seguida de transferência de embriões (FIV-TE) foi proposta para o tratamento dos casos de infertilidade tubária, ou seja, para aquelas pacientes em que as trompas estavam ausentes ou irreparavelmente obstruídas. O aprimoramento das técnicas de FIV ampliou as suas indicações e permitiu o seu uso para o tratamento da infertilidade de outras etiologias.

Este método implica que a fertilização seja feita fora do corpo: o óvulo é fecundado pelo espermatozóide numa espécie de pequeno recipiente de vidro (de nome proveta), num ambiente controlado; sendo esta considerada uma técnica de reprodução assistida.Esta técnica é realizada em ambiente laboratorial colocando in vitro um número significativo de espermatozóides à volta de cada ovócito, procurando desta forma obter embriões de qualidade a transferir posteriormente para o útero.
O que é?
Porque que é necessário fazer uma FIV?
Sémen próprio
A Fecundação in Vitro com sémen próprio está indicada em:

Pacientes que não tenham tido sucesso tratamentos anteriores mais simples, como a Inseminação Artificial.
Mulheres com ausência ou lesão nas trompas, necessárias à fecundação natural ou por inseminação artificial.
Mulheres com endometriose avançada, com provável repercussão nas trompas e na qualidade ovocitária.
Situações nas quais dispomos de um número limitado de ovócitos.
Casos de fator masculino severo.
Sémen de doador
A Fecundação in Vitro com doação de sémen está indicada em:

Fator masculino severo, com má qualidade espermática.
Fracasso anterior de fecundação com sémen próprio.
Má qualidade embrionária ou fracasso de implantação repetido em que se suspeite de um fator masculino como causa principal.
Homens portadores de uma doença genética que não pode ser estudada nos embriões.
O que é?
A Inseminação Artificial consiste na colocação de uma amostra de sémen, preparada previamente no laboratório, no interior do útero da mulher a fim de aumentar o potencial dos espermatozoides e as possibilidades de fecundação do óvulo. Desta forma, pretende-se diminuir a distância que separa o óvulo e o espermatozoide, e facilitar a fecundação.
Sémen próprio
Sémen de doador
A Inseminação Artificial com doação de sémen está indicada em:

Homens com má qualidade de sémen ou ausência de espermatozoides.
Homens portadores de uma doença genética que não pode ser detetada nos embriões.
Etapas da FIV
Indução da ovulação, para estimular o amadurecimento de vários óvulos.
Monitorização do crescimento folicular com ecografia transvaginal para estimular o ovulação que fará libertar os óvulos e que irá permitir a sua recolha por aspiração.
Recolha de óvulos por ecografia transvaginal (mediante analgesia, tempo médio 5 - 15 minutos).
Recolha do sêmen e capacitação espermática, no mesmo dia da coleta dos óvulos.
Inseminação in vitro: identificação e classificação dos óvulos com posterior inseminação com o sêmen capacitado.
Transferência de embriões para o útero materno, geralmente 3 dias após a fertilização.
Suporte da fase lútea.
Diagnóstico de gestação.
Taxa de sucesso
As taxas de sucesso da FIV são bastante variáveis e dependem essencialmente de dois factores: a causa de infertilidade e a idade da mulher. Quanto mais complicado for o diagnóstico de infertilidade e mais velha for a mulher, menor será a probabilidade de sucesso do tratamento.
As nossas Taxas de Sucesso são em média 45% (média de todos os pacientes, de todas as idades e incluem todas as causas de infertilidade).
Em tratamentos com óvulos próprios as taxas são muito variáveis consoante a idade da mulher:
- Abaixo dos 35 anos: 52%;
- 35-39 anos: 43%;
- 40-41 anos: 24%;
- 42-43 anos: 10%;
- Acima dos 43: varia de caso para caso.
É indicada para casos em que a infertilidade se relaciona com disfunções do esperma, quando a causa de infertilidade é desconhecida ou quando existem anomalias no muco cervical.
No início da menstruação, são receitados à mulher medicamentos fertilizantes para estimular o desenvolvimento de vários oócitos maduros (indução da maturação folicular e da ovulação)
Uma vez maduros, os oócitos II são extraídos dos ovários por cirurgia laparoscópica ou aspiração e, posteriormente, seleccionados.
Os espermatozóides são recolhidos quer por métodos naturais (masturbação), quer por meios cirúrgicos com anestesia local - no caso cirúrgico, através de punção aspirativa
Os gâmetas são, então, ambos colocados numa das trompas de falópio.
Foi divulgada em 1985 por R.Asch. e J. Balmaceda. Para a sua indicação é necessário que haja integridade das trompas de Falópio e o sémen não deve estar comprometido severamente. O esquema de estimulação ovariana é emelhante ao FIV.
Etapas
O grande problema é a baixa percentagem de êxito desta técnica, variando entre 35 a 40 %
Outro problema é o aumento da probabilidade de ocorrência de uma gravidez múltipla, o que pode provocar abortos espontâneos.
O que é?
Introduzida em 1992, a microinjecção intracitoplasmática é uma técnica associada à fertilização in vitro (FIV), é utilizada quando existem alterações na quantidade, na mobilidade ou na forma dos espermatozóides, o que poderia impedir sua entrada no óvulo de maneira natural. A generalização da utilização deste método fez com que aumentassem as taxas de fertilização e desenvolvimento embrionário, passando-se a obter um maior número de embriões, com melhores taxas de implantação e consequentemente taxas de gravidez evolutiva muito mais elevadas.
Etapas
A crioconservação do esperma é um processo simples e frequentemente utilizado.
O esperma de dadores é armazenado em
bancos de esperma
, onde pode ser acompanhado por um registo das características físicas e psicologias dos dadores.
A crioconservação de oócitos II é um processo mais complexo, uma vez que estas células se encontram na
metáfase da meiose II
e o fuso acromático é uma estrutura sensível a temperatura extremas.
A quebra do fuso acromático pode conduzir à perda de um cromossoma.
http://missjohn260.blogspot.pt/2007/12/crioconservao-de-gametas-e-de-embries.html;
http://natureza-da-vida.blogspot.pt/p/vantagensdesvantagens.html;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Microinjec%C3%A7%C3%A3o_intracitoplasm%C3%A1tica;
http://www.ivi-fertilidade.com/pt/pacientes/tecnicas-procria%C3%A7%C3%A3o-medicamente-assistida/icsi/;
http://www.mundoeducacao.com/biologia/icsi.htm;
http://www.ucsfhealth.org/education/intracytoplasmic_sperm_injection/;
http://pma_tecnicas.blogs.sapo.pt/2239.html;
http://biologia-rma.blogspot.pt/2007/12/blog-post_711.html;
http://en.wikipedia.org/wiki/Gamete_intrafallopian_transfer;
http://www.infertile.com/infertility-treatments/gift.htm;
É possível concluir que a reprodução medicamente assistida é vantajosa nos casos de infertilidade (já que esses casais podem ter filhos) e nos casos de doenças sexualmente transmissíveis. Confere, ainda, a possibilidade de engravidar sem realizar o ato sexual, sendo os tratamentos bastante eficazes.
No entanto, podem ocorrer erros humanos, gestações múltiplas, malformações congénitas, complicações no tratamento hormonal e desapontamento no casal caso haja ineficácia dos tratamentos.
O PGD é um procedimento que exige um bom entendimento de embriologia e biologia molecular.
Os protocolos atuais de transferência de pré-embriões exigem uma sincronização do estágio embrionário com a receptividade uterina. Há apenas uma pequena "
janela de oportunidade
" para se completar a tarefa de diagnóstico genético pré-implantação (o tempo da "janela de implantação"). Apesar dessas barreiras,
o PGD vem se tornando
, rapidamente,
parte integrante de muitos programas de FIV
.
Aplicações do PGD
1
. O sexo de um pré-embrião pode ser determinado através da FISH (Fluorescent "in situ" Hibridization) usando "probes" (pedaços de DNA marcados) específicos para os cromossomas X ou Y, ou por análises de sequências cromossómicas. Dessa forma, doenças interligadas ao sexo podem ser determinadas e evitadas.
2
. A enumeração da composição cromossómica pode ser conseguida através da FISH, permitindo, assim, a determinação da ploidia exata do pré-embrião. Em mulheres com idade materna avançada, este processo reduz o risco de dar à luz, por exemplo, a uma criança com trissomias.
3
. Defeitos genéticos envolvendo um único gene e outras doenças comuns com alterações genéticas podem ser detectadas pela técnica de PCR (Polymerase Chain Reaction).

Vantagens:
Maior possibilidade de ter filhos sem problemas genéticos;
Evita a angústia de ter que decidir entre conservar ou abortar um feto anormal;
Maior taxa de gravidez evolutiva.
Desvantagens:
O exame só oferece a possibilidade de diagnóstico de desordens genéticas maternas;
Somente uma célula é examinada;
Possibilidade de não se detectar a anormalidade genética, devido ao crossing-over que ocorre na meiose I.
Estratégias de inseminação
Existem duas diferentes estratégias de inseminação artificial: a
intracervical
e a
intrauterina
.
A primeira simula o que ocorre na relação sexual normal, isto é, os espermatozoides são depositados diretamente na cérvice feminina. É indicada quando não é possível haver a penetração vaginal pelo parceiro, como no caso de impotência sexual ou algum outro distúrbio tanto masculino quanto feminino que possam impedir essa etapa da relação.
O método intrauterino permite que os espermatozoides sejam injetados diretamente dentro do útero, aumentando bastante as chances de seu encontro com o óvulo ali presente.
Esta técnica é utilizada em casos de incapacidade do parceiro ejacular no interior da vagina da sua parceira, distúrbios ovulatórios; alterações no muco cervical, que vão impedir a livre penetração dos espermatozóides no útero; determinadas alterações na qualidade do sêmen, alterações nas trompas uterinas, endometriose.
Vantagens da Inseminação Intra-uterina

· Não há a necessidade da presença de muco cervical (o muco cervical é necessário para migração dos espermatozóides durante o processo de fecundação natural). Este pode estar ausente por distúrbios na ovulação ou alteração anatômica do colo uterino (pós-cirurgia ou processo infeccioso). Em outros casos o muco poderá estar presente, porém pode ser hostil a penetração dos espermatozóides (acidez ou fator imunológico).

· Como os espermatozóides são injetados além do colo do útero, esta técnica permite ainda aumentar o número de espermatozóides móveis adentrando a cavidade uterina e consequentemente, atingir o terço distal da trompa de falópio, facilitando o encontro do óvulo com o espermatozóide.


Etapas da inseminação artificial
Estimulação dos ovários através de substâncias que induzem a ovulação.

Selecção e concentração dos espermatozóides móveis. As amostras de sémen são preparadas através das técnicas de capacitação ou preparação seminal.

Processo de inseminação em si. É neste momento que a mulher é inseminada, todo o processo é realizado durante as consultas e não é necessário qualquer tipo de anestesia.
FIV com doação de ovócitos
Os oócitos são obtidos exatamente da mesma maneira que na FIV.
Após a recolha do oócito, as células que o envolvem são cuidadosamente removidas.
São examinados com o auxílio de microscópio e os maduros são considerados adequados para a injeção.
Preparam-se os espermatozóides através de um meio de cultura.
O oócito e o espermatozóide são então colocados mum microscópio especial com micromanipuladores acoplados.
Um micromanipulador mantém o oócito no lugar, enquanto o outro é utilizado para injetar o espermatozóide que foi imobilizado.
Os procedimentos restantes são semelhantes aos da FIV com respeito à incubação e transferência dos embriões.
A FIV/ICSI com doação de ovócitos é um tratamento que faz com que mulheres em falência ovárica (precoce ou devida à idade) ou com certas doenças genéticas possam concretizar o sonho de engravidarem e serem mães. Nestas situações utilizam-se ovócitos de dadoras jovens, seleccionadas em função das características físicas do casal receptor e sujeitas a um rigoroso processo prévio de selecção e exclusão de doenças genéticas. Os ovócitos doados são fecundados com os espermatozóides do marido do casal receptor, dando origem a embriões. Depois de formados, os embriões (normalmente 2, em casos excepcionais 1 ou 3) são transferidos para o útero.
Uma vez formados, os embriões (normalmente apenas dois) são transferidos para o útero da mulher, para que se implantem e possa ocorrer a gravidez.
Habitualmente os embriões são transferidos entre 2 a 3 dias após a fecundação, quando têm 4 a 8 células. Nos casos em que existem vários embriões de boa qualidade a transferência poderá ser feita ao 5º dia, não tendo os casais qualquer custo adicional com a cultura prolongada.
A partir da véspera da transferência, a receptora começa a aplicar progesterona (em comprimidos vaginais ou gel), de modo a preparar o endométrio para que a implantação dos embriões possa ser bem sucedida.
Quando é que é necessário recorrer à FIV com doação de ovócitos?
Falência ovárica primária
Disgenesia das gónadas
Falha repetida de FIV/ICSI (falha de implantação após 5 tentativas, falha repetida de fecundação em ICSI)
Idade da mulher >45 anos
Reserva ovárica significativamente diminuída
Menopausa natural
Doenças hereditárias (doenças ligadas ao cromossoma X, doenças autossómicas recessivas, translocações cromossómicas)
É o procedimento mais eficaz no combate à infertelidade.
Impede a transmissão de algumas doenças sexualmente transmissíveis.
Taxa de sucesso da FIV por doação de ovócitos
Como o homem tem problemas nos seus gâmetas, o espermatozóide escolhido poderá ser anormal. O que normalmente não implica problemas no embrião, mas poderá implicar na gravidez.
Como em qualquer procedimento de fertilização in vitro, há sempre o risco de a fecundação não ocorrer no útero.
Maiores exigências técnicas.
No caso de mulheres com menos de 30 anos, a taxa de sucesso é de 50%.
No entanto, após os 42, desce para os 15%.
Durante a injeção do espermatozóide no óvulo, o risco de que este se rompa é de 5%.
A quantidade de embriões que podem ser colocados no útero depende da idade da mulher. Assim pode-se transferir até 2 embriões em mulheres com até 35 anos, até 3 embriões em mulheres entre 36 e 39 anos e até 4 embriões em mulheres entre 40 e 50 anos.
Vantagens
Desvantagens
É indicado para:
casais que querem realizar uma FIV, mas que o homem tem uma quantidade muito pequena ou nula de espermatozóides (azoospermia). Ou que tenha os gâmetas com problemas graves na estrutura e mobilidade.
homens que sofreram uma vasectomia que não pode ser revertida.
também pode ser indicado para homens que tenham sofrido algum trauma na espinal medula e que tenham problemas de ereção e ejaculação.
Os gâmetas são colocados nas trompas e não diretamente no útero.
Permite o encontro natural dos gâmetas.
Vantagens
Desvantagens
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