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LUMA BARRENSE

on 1 January 2013

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LIVRO: MIDIA RADICAL •Conceito de Mídia “mídias, entendidas em seu sentido mais amplo, compreendem um complexo intricado de interesses, demandas e respostas, um conflito permanente entre diferentes forças que as constituem (proprietários, patrocinadores, trabalhadores, cidadãos, políticos, militantes), além de envolver em também negociações com os sujeitos representados e com os públicos que se destinam”.( DOWNING, 2002, p. 9-10) [...] “toda essa mídia é parte da cultura popular e da malha social como um todo e não se encontra isolada, de modo ordeiro, em um território político reservado e radical”. (DOWNING, 2002, p. 39). Rebeldia das comunicações e movimentos sociais, 2002.
John D. H. Downing John Howard Rui Amaral Maurício Villaça Jorge Tavares “A cultura popular, por sua vez, era uma expressão autentica das visões e aspirações do público, como na música e na arte folclóricas, e tinha um inerente potencial de oposição”, (DOWNING, 2002, p.34).
O papel da mídia radical pode ser visto como o de tentar quebrar silêncio, refutar as mentiras e fornecer a verdade. Este é o modelo de contra-informação, que tem um forte elemento de validade, especialmente sob regimes repressores e estritamente reacionários”( DOWNING, 2002,p.49). Alexandre Órion “A cultura popular é mais abrangente que a cultura de oposição–que representa, no máximo, conjunturas de uma história provavelmente bem mais ampla. No entanto, assim como a cultura popular e a cultura de massa se interpenetram e impregnam uma à outra, as sim também a cultura de oposição recorre e contribui para cultura popular e a cultura de massa”. ( DOWNING, 2002 p. 35) Poofeta Gentileza Conceito de grafite
Moscou década de 1970 e 1980; •Grafite e Vestuário Obrigado! fontes
DOWNING, John D.H. Mídia radical: Rebeldia nas Comunicações e Movimentos
Sociais. 2° ed. Trad. Silvana Vieira. São Paulo: Editora Senac, 2002. [...] “toda essa mídia é parte da cultura popular e da malha social como um todo e não se encontra isolada, de modo ordeiro, em um território político reservado e radical”. (DOWNING, 2002, p. 39). •Diferenças entre mídia radical alternativa e mídia convencional estabelecida “visto de dentro, todo grafite de base comunitária é político. Trata-se de manipulação das relações grupais e individuais, de representação de ideologias focalizadas no âmbito interno, de jogos de poder que negociam posições e definem identidade [...] as pessoas escrevem grafite para criar ou utilizar oportunidades de mudança”, (PHILIPS apud DOWNING, 2002, p.174). O grafite como uma manifestação cultural e política 10. Tentar ser mais democrática que a mídia estabelecida 1.Falar em Mídia alternativa é paradoxo (todas são alternativas) 2. Mídia Radical pode representar forças negativas (Racistas e Homofóbicas) 3. Pode incluir mídias de minoria étnicas e religiosas 4. Às vezes, esta mídia se atrapalha (Radicalismo) 5. Em algumas circunstâncias, se vê em numa situação binária. 6. Apresenta uma grande variedade de formatos 7. Tem algo em comum: romper regras (ou a intenção) 8. São tipicamente de pequena escal 9. Dois propósitos: expressar verticalmente oposição ao poder; obter horizontalmente apoio e solidariedade •Audiências-

“A cultura, no entanto, compõe-se não apenas de textos ou artefatos, mas também do modo como são recebidos e utilizados”, (DOWNING, 2002, p.37)
Audiência ativa
“(...) uma audiência que elabora e molda os produtos da midia, e não apenas absorve passivamente suas mensagens”, (DOWNING, 2002, p. 38). •O vestuário como meio de comunicação •O vestuário como meio de comunicação- slide 7

“O vestuário é um outro tema abrangente na discussão da comunicação da mídia. Geralmente, o modo de trajar de uma pessoa comunica sua riqueza, seu status oficial, seu sexo, sua inclinação sexual, de que lado do campo de batalha ela está, as vezes seu gosto pelo estilo de vanguarda- mas o vestuário pode ser também contra-hegemonico”. (DOWNING, 2002, p.177). “O vestuário é um outro tema abrangente na discussão da comunicação da mídia. Geralmente, o modo de trajar de uma pessoa comunica sua riqueza, seu status oficial, seu sexo, sua inclinação sexual, de que lado do campo de batalha ela está, as vezes seu gosto pelo estilo de vanguarda- mas o vestuário pode ser também contra-hegemonico”. (DOWNING, 2002, p.177). - 1930-1940: Estados Unidos (comportamento de resistência e auto-afirmação- zoot suit) 1970: Guatemala (tecidos transmitem um profundo significado cultural e político/cores vivas; Identidade cultural) Tecidos Maias e cores vivas significado cultural e político. - 1973 a 1990: Chile (Produção de apirellas(pequenos retangulos de saco de aniagem bordados) para comunicar a aflição dos familiares de pessoas desaparecidas durante a ditadura militar de Pinochet)
*BRASIL – 1990: impeachment de Collor Mello EQUIPE:
ALINE STEFANI
CELANE ROSA
ERIVALDO CASSIANO
JOSÉLIA MORAES
LUMA BARRENSE
ROSELÍ RODRIGUES GRAFITE
E
VESTUÁRIO
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