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Fernando Pessoa

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by

Sandra Figueiredo

on 8 January 2013

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Transcript of Fernando Pessoa

PORTUGAL e MENSAGEM O título Estrutura Tripartida A mensagem Estrutura e valores simbólicos Flávia Duarte
Luís Henriques
Sandra Figueiredo 12ºD Fernando António Nogueira Pessoa símbolo da perfeição e mistério Números Primeira parte - Brasão Segunda parte -
Mar português | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 8 - número de harmonia
- cruz Templária que tem 8 pontas a realização da missão da Ordem de Cristo e - por descendência - da Ordem do Templo. - 8 letras
- mesmo número de sílabas
- igual número de letras em cada sílaba
- igual posição de vogais e consoantes MENS / AG (ITAT / MOL) EM 3 partes Mens Agitat Molem - citação de Eneida "A mente move a matéria" Objectivo da mensagem mover os humanos pela poesia Lutar contra a estagnação de Portugal

Restabelecer uma identidade perdidas no tempo, Nascimento Vida/Realização Morte/Renascimento • • Mensagem 44 poemas Mar Português segunda parte O Encoberto terceira parte Brasão primeira parte Bellum sine bello guerra sem guerrear Possessio maris a posse do mar Paxin excelsis paz nos céus Pressupõe a existência de
um espaço para conquistar Remete para a expansão marítima A paz deve ser o elemento universal Representam as etapas do Império Português 1 2 3 5 7 12 O conjunto de poemas de Mensagem está intencionalmente agrupado em blocos de 1, 2, 3, 5, 7 e 12, num total de 44 poemas. O ser por
excelência Divisão e dualidade

Paradoxo da existência :
Vida e Morte Estrutura tripartida União das 3 entidades:
Deus, universo, ser humano Ordem, equílibro, harmonia Período unificante - ligado aos dias da semana e a um ciclo Unidade temporal do ano

Associado aos apóstolos, fidelidade e paz Unidade, totalidade e perfeição simbologia dos “Benedictus Dominus Deus noster qui dedit nobis signum” "Bendito sejas Deus nosso Senhor, que nos deu o sinal.” Abertura Baseada numa versão do brasão real português utilizado no século XV;


Cada uma das suas partes vai constituir um bloco de poemas. 19 poemas Surgem os heróis lendários construtores do Império ("Ulisses", "D.Dinis", "D.Fernando") Nascimento da Pátria Bloco de poemas Os dois campos:
o escudo central é o campo das 5 quinas
bordadura periférica que é o campo dos castelos I Os campos II Os Castelos cada um dos sete castelos do brasão associa-se um herói ou um monarca português 1. Ulisses 2. Viriato 3. Conde D.Henrique 4. D.Tareja 5. D.Afonso Henriques 6. D.Dinis 7.(I) D.João,o Primeiro 7(II). D.Filipa de Lencrastre 2 poemas 8 poemas 5 poemas vítimas da engrenagem implacável da História 1. D. Duarte, Rei de Portual 2. D.Fernando, infante de Portugal 3. D.Pedro, Regente de Portugal 4. D. João, Infante de Portugal 5. D. Sebastião, Rei de Portugal IV A coroa 1 poema O cavaleiro que combinou em si as qualidades de comando do Rei Artur, a bravura de Sir Lancelote e a piedade pura de SirGalahad:Nuno Álvares Pereira V O timbre 3 poemas O timbre, representado por um grifo dedica-se aos 3 alicerces da Expansão portuguesa: 1. Infante D.Henrique - a cabeça do grifo 2. D.João II - uma asa do grifo
3. Afonso de Albuquerque - a outra asa do grifo Belum sine bello - guerra sem guerra Possessio maris - posse do mar Terceira parte -
O encoberto pax in Excelsis - Paz nas Alturas Quinto Império e o Desejado que virá para torná-lo realidade. Tema Os Símbolos Os Avisos Os Tempos I II III D.Sebastião
O quinto império
O Desejado
As ilhas afortunadas
O Encoberto Noite
Tormenta
Calma
Antemanhã
Nevoeiro D.Sebastião O Bandarra
António Vieira
(Screvo meu livro à beira-mágoa) Padre António Vieira, Caracterização da obra Carácter épico-lírico Nacionalismo mítico Sebastianismo profético Esoterismo/Ocultismo Épico exalta a glória de um povo e dos seus heróis. Lírico reflecte a visão subjectiva do seu enunciador Pátria Nação Mitologização
valoriza-se os aspectos espirituais em detrimento dos materiais. mito D.Sebastião futuro Regenerar a pátria mistério indecifrável
dos mortais

capacidade esotérica (incompreensível para os outros) do legitimador do 5º império

vontade divina que transcende os intervenientes III As quinas Ulisses herói mítico Homero : Ilíada e Odisseia Fundação de Lisboa Ulissipo - ou cidade de Ulisses D. Dinis o Lavrador ou Rei-poeta imputação da plantação do pinhal de Leiria

fundou a primeira Universidade portuguesa em Lisboa

amante das artes e das letras (Cantigas de Amigos, poesia trovadoresca,...) sexto rei de Portugal Herói natural Herói mítico D. Fernando capturado pela campanha militar de Tânger

Durante seis anos torturado pelos Muçulmanos pela fome e sede

Depois de morto foi colocado em exposição Herói mártir Viriato Chefe militar da tribo dos lusitanos no século II a.c


Congregou sob o seu poder grandes territórios no centro da Península Ibérica Herói natural Conde D.Henrique Pai do primeiro rei de Portugal, D.Afonso Henriques

Considerado o fundador da monarquia no nosso país D. Teresa mãe de D. Afonso Henriques

simboliza o começo e origem de portugal A mãe Herói natural D. Afonso Henriques Reconhecido em 1179 pela Santa Sé, como primeiro rei de Portugal D. João, o primeiro D. Filipa de Lencastre Esposa de D. João I


O número sétimo é dividido em duas partes
A segunda parte é dedicada à esposa de D.João primeiro

Mãe de 8 filhos entre eles: João, Infante de Portugal; Fernando, o Infante Santo A mãe D. Duarte, Rei de Portugal reinado de apenas 6 anos
tortuoso, marcado pelo desastre da campanha de Tânger e pela peste negra Herói mártir D. Pedro,
regente de Portugal foi regente até D.Afonso V atingir a maioridade
foi acusado falsamente, sendo declarado um rebelde
recusando ser preso ou desterrado morre na batalha de Alfarrobeira Herói mártir D. João,
infante de Portugal filho do rei D. João I e de sua mulher, a rainha Filipa de Lencastre protegeu a indicação de D. Pedro para regente D. Sebastião,
o desejado determinado mas sem grande vocação para governar

obcecado e louco pela guerra

o seu desaparecimento na batalha de Alcácer Quibir levou a uma crise de sucessão Nun'Álvares Pereira general do século XV

protegeu a eleição de D. João I

derrotou os castelhanos na batalha de Aljubarrota Infante D. Henrique,
o navegador a mais importante figura do início da era das descobertas

ideólogo dos Descobrimentos D. João II assumiu a direcção da expansão marítima portuguesa iniciada pelo seu tio-avô Infante D. Henrique Herói natural Afonso de Albuquerque Militar e diplomata

Nomeado governador da India por D.Manuel I


Conquistou Goa e Ormuz origem da geração de Avis (infantes) e D. João foi Mestre sem saber

defensor do Templo sagrado da Pátria e a eterna chama de Portugal 12 poemas recria a obra dos descobrimentos I-“ O Infante”
II-“Horizonte”
III-“Padrão”
IV-“O Mostrengo”
V-“Epitáfio de Bartolomeu Dias”
VI-“Os Colombos”
VII-“Ocidente”
VIII-“Fernão de Magalhães”
IX-“Ascensão de Vasco da Gama”
X-“Mar Português”
XI-“A Última Nau”
XII-“Prece”
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