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Desenvolvimento de Coleções: desbastamento e avaliação

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by

Kátia Coutinho

on 13 April 2015

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Transcript of Desenvolvimento de Coleções: desbastamento e avaliação

Desenvolvimento de Coleções:
desbastamento e avaliação

Professora Me. Kátia Coutinho
Professora Me. Katiane Lourenço

DESBASTAMENTO
O desbastamento é um
processo de retirada definitiva ou provisória de itens do acervo,
com o
objetivo de manter um equilíbrio no acervo,
possibilitando adequar-se à demanda da comunidade usuária.

a) Descarte:
é a retirada definitiva da coleção. Os critérios podem ser:

obra desatualizada;
danificada;
com um custo elevado para restaurar;

ociosa, com pouca procura;
excesso de duplicatas
- podem ser repassadas para outras bibliotecas.

b) Remanejo:
é a retirada provisória da coleção. As obras são remanejadas para outro local da biblioteca até que a comissão da política de desenvolvimento de coleção decida se elas retornarão ao acervo ou serão descartadas.
O remanejo é causado:
por motivos de danos físicos ou biológicos, avaliando se é possível o restauro;
por questões de relevância e uso, se a obra deve fazer parte da coleção, mesmo não sendo procurada;
pode ser retirada provisoriamente para restauração ou encadernação.

Muitas bibliotecas não utilizam essa forma de desbaste (remanejo) por não terem um espaço destinado para este fim, ou seja, o remanejo não é viável para a grande maioria de bibliotecas, principalmente as públicas e as escolares
.

Então, estas bibliotecas já decidem se aquele material será descartado ou se irá para o processo de conservação.

VERGUEIRO (1989) apresenta uma analogia entre a coleção de uma biblioteca e uma planta: para que ambas cresçam fortes, é necessário realizar o desbaste de tempos em tempos.

O processo do
desbastamento

pode ocorrer de três formas:

descarte,

remanejo
e
conservação
.

Por exemplo, na
Biblioteca Pública Municipal Vianna Moog
e na
Biblioteca da Escola Estadual Técnica em Saúde, no HCPA (ETS)

não ocorrem o processo de remanejamento, devido ao espaço físico reduzido.

c) Conservação: é o
material que foi retirado do acervo para a recuperação física
, no sentido de melhor atender à demanda.

De acordo com Vergueiro (1989, p. 78-79),
“[...] um material danificado, ao invés de ser descartado - más condições físicas nem sempre são um critério muito aconselhável para o descarte -, deve ser restaurado para poder continuar a prestar à comunidade o mesmo nível de serviço.”



O
processo de desbastamento
é um dos itens fundamentais para a
política de desenvolvimento de coleções
, pois é a partir da avaliação do acervo, em relação ao
material que será descartado, remanejado ou conservado
, que o acervo evolui, se modifica.
É preciso entender que os
materiais têm um tempo de vida
útil.
Nesse sentido, a comissão da política de desenvolvimento de coleção é que tomará a decisão, identificando os critérios que entende serem mais pertinentes.

O desbastamento da coleção sempre ocorre em função de um constante processo de avaliação da coleção
(VERGUEIRO, 1989), como veremos
a seguir.
AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES
Encerrando nossos estudos sobre o desenvolvimento de coleções, vamos refletir sobre a
importância de realizar a avaliação da coleção que constitui o acervo de uma biblioteca.

“Coleções de biblioteca,
como tudo o mais na vida”, diz Vergueiro (1989, p. 91) “são passíveis de avaliação.”
A avaliação da coleção não deve ser feita apenas quando não há mais espaço para o crescimento da mesma.
Ao contrário, deve constituir-se em uma das etapas no desenvolvimento da coleção de qualquer
biblioteca.



A avaliação do acervo é
fundamental
para
detectar lacunas
,
definir as compras
, bem como o
material
que será descartad
o, por isso
precisa
ser feita periodicamente.
O autor sugere que o
momento ideal para
avaliação da coleção seja durante o
inventário
do acervo realizado anualmente pela maioria das bibliotecas
(VERGUEIRO, 1989).

É por meio da
avaliação constante da
coleção
que o bibliotecário pode perceber
se as etapas anteriores do processo
, que
já vimos nas três últimas semanas (
estudo
de comunidade,
seleção,

aquisição

e
desbastamento
, no início
desta apresentação) estão adequadas
e coerentes à realidade da biblioteca.
A avaliação de coleções pressupõe o uso de métodos e técnicas de pesquisa (VERGUEIRO, 1989). Na avaliação podem ser empregados os métodos:
quantitativos, por meio de estatísticas, analisando o tamanho total da coleção;
qualitativos, que enfocam o conteúdo da coleção, com a presença de um especialista na área.

Finalizando, constatamos que a
avaliação
garante que a
comissão da política de desenvolvimento de coleção
possa diagnosticar os
materiais mais retirados
, os
livros que precisam ser repostos
, ou seja, é a partir dessa avaliação, com o auxílio de um estudo de usuários, que a
biblioteca poderá compor seu acervo de forma dinâmica
.



Referência:
VERGUEIRO, Waldomiro.
Desenvolvimento de Coleções.

São Paulo: Polis; APB, 1989. 95 p.
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