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Aula - Pró Master (outubro)

Sócrates, Platão, Ética, Existencialismo, Escola de Frankfurt, Círculo de Viena.
by

Heverton Ragazzi

on 6 October 2012

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Transcript of Aula - Pró Master (outubro)

Ética, Existencialismo, Política, Ciência, Conhecimento. Filosofia
Prof. Heverton Platão
Apologia
"Alegoria da Caverna" Sócrates
"Conhece-te a ti mesmo" O indivíduo está preocupado com a Moral enquanto a sociedade se preocupa com a técnica, tendo assim, um conflito. Filosofia Política Ele é forçado a aceitar o ponto de vista do Estado. Mesmo não sendo universalizados, os indivíduos são tratados como
um todo, pois são cidadãos. A primeira questão evidente na obra é se as palavras que Platão “coloca” na boca de Sócrates seriam as mesmas proferidas em concreto perante o Tribunal de Atenas ou na verdade refletem o pensamento de Platão em relação às injustiças sofridas por Sócrates. Na visão de Platão, Sócrates havia sido vítima do poder do discurso político, que agiu contra o raciocínio filosófico. Platão acreditava na superioridade da filosofia sobre a política, a qual deveria dirigir os rumos da segunda. A obra está estruturada sob a forma de diálogo, iniciando-se com a acusação feita por Meleto, acompanhado de Ânito e Lícon. Meleto é o único na obra a falar durante a defesa de Sócrates, caindo em contradição sobre a natureza da acusação feita ao filósofo, afirmando num momento que este pregava o ateísmo, e em outro, que acreditava em semideuses. Ao longo da obra, Sócrates logicamente se concentra em uma argumentação contrária a seus adversários, que em alguns momentos se torna pessoal. O filósofo responde a seus adversários por refutação, tentando invalidar as teses opostas à sua. Ele ainda irá retroceder ao passado para reforçar a sua argumentação de defesa na tentativa de esvaziar a acusação. Moral
-Família, religião, comunidade. Conflito entre:
-Estado
-Sociedade
-Indivíduo Enquanto cidadão, o indivíduo perde o direito de falar individualmente. Se o indivíduo quer protestar - e isso é justo - ele terá que fazer segundo as regras. O indivíduo não tem o direito de se revoltar por interesse próprio. A política não pode ser pensada a partir do protesto do indivíduo, mas do Governo.
O indivíduo, como tal, se vê sempre em oposição ao Governo. Kant
- Moral Universal
Em si mesmo o indivíduo é mau. Ele só pode superar a si mesmo a partir da Lei Moral. A primeira Regra da Moral é agir sempre de acordo com a máxima que ao mesmo tempo pode-se tornar Lei Universal. A segunda é agir como se a máxima de uma ação fosse conduzida a uma Lei Universal. Agir de modo a tratar a humanidade em você ou no outro sempre como fim, nunca como meio. O indivíduo moral é aquele que segue a Razão. O indivíduo pode querer o bem, mas nunca vai saber se a sua vontade foi boa ou não. O Ato Moral é produzido por uma liberdade universalizada. Você não é livre
para fazer o que
se quer, mas para
agir em benefício
dos outros. O indivíduo não sabe se a ação é livre. Toda ação é condicionada. Não existe uma ação assencialmente livre. Porém esta ação, mesmo não sendo livre, está voltada para a liberdade. Existencialismo O existencialismo é uma corrente filosófica com alguns pontos de ancoragem na ideologia de Kierkegaard. Os existencialistas não têm um pensamento unificado, dividem-se por várias escolas, nomeadamente, as de Jaspers, Gabriel Marcel, Sartre. Segundo a fenomenologia, a consciência está evidentemente só. A vida não é mais que um dado desta, do mesmo modo, a lógica, a história, o futuro não são mais do que dados de uma consciência a que nem sequer podemos apelidar de «nossa» uma vez que não passa de um dado da consciência definitiva à qual não resta senão julga-se a si própria. Segundo a fenomenologia, a consciência está evidentemente só. A vida não é mais que um dado desta, do mesmo modo, a lógica, a história, o futuro não são mais do que dados de uma consciência a que nem sequer podemos apelidar de «nossa» uma vez que não passa de um dado da consciência definitiva à qual não resta senão julga-se a si própria. Esta teoria, vem fundamentar a concepção que Sartre tem do homem :o homem não é um ser em si mas um ser para si. Em suma, a fenomenologia é uma análise da noção mais profunda, a última, do fenómeno. Assim, o existencialismo é a descrição mais profunda e definitiva dos nossos dados relativos à existência. Assim sendo, a filosofia, deixa de ter no centro as coisas passando à filosofia do ser, fazendo surgir três diferentes tipos de ser:

1.O Ser em si (ser das coisas).
2.O Ser para si (ser da consciência morta).
3.Seres vivos e Seres existentes.
O homem não é um ser em si mas um ser para si. os homens que vivem de um modo inconsciente não têm existência. O homem não é nada além do que se vê. Segundo Sartre,«Sou livre, sinto-me livre. Logo, tenho sempre a possibilidade de escolher. Esta escolha é limitada porque o homem encontra-se sempre numa situação e só pode escolher dentro dessa situação. Exemplo: posso ficar na cama ou caminhar, mas não posso escolher voar porque não tenho asas. Há uma livre escolha pela qual o homem é responsável. Se me recusar a escolher entre duas possibilidades, isso é também uma maneira de escolher uma terceira atitude. Se não quisermos escolher entre o comunismo e o anticomunismo, há a neutralidade.» Filosofia Contemporânea

Romantismo Filosofia da Diferença

- Michel Foucault
- Gilles Deleuze Escola de Frankfurt

-Teoria Crítica da Sociedade A indústria Cultural ao criar o padrão anula toda a individualidade. Critica um mundo onde a instrumentalização das coisas se torna a instrumentalização das pessoas. Círculo de Viena
Ciência como saber Provisório A sociedade como um todo é afetada sobretudo por aquilo que a técnica libera no mundo e assim, efetivamente pelo seu progresso, já que esse é um progresso de resultados. Hans Jonas O predomínio da vulgaridade nas bênçãos tecnológicas torna isso altamente improvável, mesmo que não considerasse o enorme atrofiamento dos indivíduos sob a compulsão maciça, objetiva e psicológica da ordem tecnológica. Se olharem as características do método científico, se verá que as relações entre sujeito e objeto do conhecimento na experimentação são, classicamente, relações de dominação: o ser humano domina, de certa forma violenta, o dinamismo natural dos seres colocando-os em situações controladas para verificar como se comportam e, assim, poder conhecer e manipular seu dinamismo. O universo das modernas ciências empíricas é mecânico e passível de dominação. Bioética

Até que ponto se pode interferir na natureza? Hans Jonas propõe ao pensamento e ao comportamento humano uma nova ética. A ética tradicional, segundo ele, fundava-se e acontecia apenas dentro dos limites do ser humano, não afetando a natureza das coisas extrahumanas. A natureza não era objeto da responsabilidade humana, pois cuidava de si mesma. A ética tinha a ver apenas com o aqui e o agora. Em substituição aos antigos imperativos éticos (entre os quais o imperativo kantiano, que se constitui no parâmetro exemplar “Age de tal maneira que o princípio de tua ação se transforme numa lei universal”) Jonas propõe um novo imperativo: “Age de tal maneira que os efeitos de tua ação sejam compatíveis com a permanência de uma vida humana autêntica”, ou, formulado negativamente, “não ponhas em perigo a continuidade indefinida da humanidade na Terra”.
É fácil perceber que a infração desse tipo de imperativo não conduz a nenhuma contradição. O ser humano pode querer o bem presente à custa do sacrifício do bem futuro. Assim também, querer o seu próprio fim como o fim da humanidade. O novo imperativo diz que se pode arriscar a própria vida, mas não o da humanidade. Que o ser humano não tem o direito de escolher a não-existência de futuras gerações em função da existência da atual, ou mesmo de as colocar em risco.
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