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FORTES E FORTALEZAS DO BRASIL COLONIAL

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Bianca Miranda

on 19 March 2014

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Transcript of FORTES E FORTALEZAS DO BRASIL COLONIAL

FORTALEZA DE BARRA GRANDE
 construído em 1584, na baía de Santos;
 As vilas de Santos e São Vicente, nos séculos XVI e XVII alcançaram grande desenvolvimento (prósperas em cana de açúcar, algodão, cacau, mandioca, aves e gado); no início do século XVIII Santos passa a ser o porto escoador do ouro de Minas Gerais;
 A construção da fortaleza foi necessária em decorrência do constante ataque de estrangeiros; a localização do forte foi escolhida estrategicamente numa das extremidades da ilha de Santo Amaro;
 Seu conjunto apresenta duas linhas de muralhas e uma capela, além do programa comum dos fortes.

FORTE DE SANTA CRUZ DO ANHATOMIRIM
 situa-se na barra norte da ilha de Santa Catarina, a 170 km do continente, construído entre 1739 e 1744, foi armado com 57 canhões; em função da derrota frente aos espanhóis passou a funcionar como cárcere militar;
 O portal de entrada lembra um pagode chinês; nos portais os engenheiros militares liberavam a imaginação; a maioria das pedras utilizadas na construção foram retiradas do local exceto o lioz do atracadouro e da escadaria de acesso ao portal; os arcos exibem o estilo renascentista do quartel da fortaleza;
 As muralhas construídas em alvenaria de pedra, da região, apresenta torreões com seteiras nas quinas, localizados estrategicamente

FORTALEZA DE N. SRA. DA CONCEIÇÃO

 construída na ilha de Araçatuba, baía de Santa Catarina, em 1742, a fim de evitar a tomada da parte sul da baía, pelos espanhóis; seu prédio principal de forma cilcular permitia que os canhões fossem apontados em diversas direções;
 a definição de fortaleza se deve à existência de uma estrutura mais complexa que compreende além da edificação do forte, arredondada, uma grande muralha, que permite a colocação de canhões em pontos diferentes, garantindo maior possibilidade de defesa.
FORTALEZA DE N. SRA. DOS PRAZERES
 localizada no Morro da Baleia na Ilha do Mel, no Paraná, construída em 1767-79 a partir de doações dos moradores de Paranaguá, cobradas pelo vice-rei de Portugal, o Marquês de Pombal; Tinha a função de evitar a presença dos espanhóis; algumas décadas após construído transforma-se em ruínas; foi reconstruído em 1819 e restaurado em 1995;
 A edificação possuía cachorro de porta, em pedra,para auxiliar no levantamento da ponte levadiça.
FORTE DE SÃO JOÃO
 construído em 1565, Rio de Janeiro. Foco de resistência ao ataque constante dos holandeses, franceses, italianos e espanhóis;
 Sua construção foi ordenada por Estácio de Sá, na Urca;
 Durante muito tempo não passava de uma construção em Taipa de Pilão, com estacas e pedras para compor as muralhas onde ficavam os canhões.
 Comenta-se que havia uma corrente ligando este forte ao Forte de N. Sra. da Conceição, também localizado na entrada da Baía de Guanabara, em Niterói. A corrente seria içada sempre que houvesse a presença de inimigos.

FORTES E FORTALEZAS DO BRASIL COLONIAL
Regiões: 1- SUL 2- SUDESTE 3- NORDESTE 4- NORTE E CENTRO OESTE
Região Sul

Muralhas:
em ângulo, formando um plano levemente inclinado
ELEMENTOS
ARQUITETÔNICOS
A arquitetura dos fortes seguia o padrão das cidades fortificadas, baseadas nos princípios das cidades ideais do renascimento.
Forma predominante tendia ao círculo, no sentido de evitar os ângulos muito agudos, aumentando as possibilidades de resistência ao ataque dos inimigos
• Terrapleno:
Piso principal do forte, onde geralmente se apoiavam os canhões;
• Seteira:
Aberturas dos torrões, geralmente compridas e estreitas.
• Ameias:
Termo usado para designar rebaixos retangulares feitos nas muralhas.
Assim como as casas de Câmara e cadeia os fortes foram edificações importantes nos primeiros séculos do período colonial. Sua implantação atendia a critérios de estratégia militar e, quase sempre localizavam-se na entradas das baías, no sentido de proteger as vilas e cidades do ataque dos invasores.
• Torreão:
Pequena torre localizada em alguns pontos estratégicos das muralhas, para permitir melhor visualização do mar, com proteção;
• Barbete:
Patamar entre o torreão e a muralha, que facilita a colocação de canhões;
• Baluartes:
Parte da muralha, geralmente com quatro lados, dispostos nos vértices do forte, para aumentar a sua resistência.
ELEMENTOS
ARQUITETÔNICOS
Região sudeste
Região Nordeste
Região Norte e centro -oeste
FORTE DO MAR
(Forte de São Marcelo), 1623, localiza-se na Baía de Todos os Santos, em Salvador;
 Está implantado num banco de areia a 300m do cais;
 O prédio só foi totalmente concluído em 1772, período em que recebeu a muralha externa, redonda, que o caracteriza;
 Os tiros dos canhões deste forte poderiam ser ouvidos a até 80 quilômetros distância; ficou conhecido como a prisão mais segura de Salvador.

FORTE DE SANTA MARIA
(Na Enseada do Porto da Barra, na antiga Vila Velha);
 Não se sabe ao certo a data da sua construção; não existia em 1624 quando da primeira invasão holandesa; segundo Carlos Ott sua construção foi autorizada em 1627;
 Foi construído junto com o Forte de São Diogo para evitar novo desembarque nesse ponto não coberto pelo fogo do Santo Antonio;
 Está implantado diretamente sobre a rocha;
 É constituído de terrapleno com formato de heptágono irregular, com 4 ângulos reentrantes e tres salientes; possui barbete e ameias;
 A fachada sul da casa de comando é revestida de telhas (tratamento impermeabilizante encontrado em sobrados da Bahia do período colonial);
 A Construção é de alvenaria de pedra e cal e a fachada é revestida com reboco imitando a estereotomia da pedra;
 Na porta principal ainda existe o escudo com armas do império;
 No interior existe um nicho com a imagem da padroeira com o menino jesus no colo, provavelmente do período da construção;
 Até o século XIX existia um paiol no subsolo do terrapleno recoberto em abóbada de berço, atualmente fechado;
 A construção da casa de comando foi ampliada no século XIX, percebe-se isso pelo fato das janelas não possuírem conversadeiras.

FORTE PRÍCIPE DA BEIRA
 Constrído em 1776 na margem esquerda do Rio Guaporé, que faz fronteira com a Bolívia;
 Possuía um fosso de dois metros de profundidade por trinta metros de largura, em todo o perímetro das muralhas;
 A arquitetura revela a presença de baluartes e grossas muralhas, capazes de resistir melhor ao impacto de balas;
 As muralhas e paredes das construções internas foram erguidas em arenito comum da região, a pedra canga;
 Sua estrutura contava com quatorze residências, capela, paiol de pólvora e uma passagem subterrânea.

FORTE DE SANTO ANTÔNIO DA BARRA
, 1534, em Salvador
 erguido no Cabo de Santo Antônio ao lado do marco de posse do Brasil pelo rei de Portugal, em 1501;
 Em 1624 chegou a resistir até 03 dias, junto com o Forte de Monte Serrat ao ataque dos holandeses;
 Tem a forma atual de um decágono formado de seis ângulos reentrantes e quatro salientes. Possui barbete
 Sua forma original era de um octógono e posteriormente, em 1656, numa reforma um arquiteto francês o transformou em hexágono, tendo cada lado 10 metros; a forma atual é de 1696-1702;
 Na primeira reforma foi edificado em pedra e cal. Atualmente é de alvenaria de pedra gneiss, com portada em cantaria de arenito;
 Na reforma de 1646 foi construída a torre para o farol com base quadrada e entre 1836-39 é construído na atual forma circular.
FORTE DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ
 Construído entre 1764 e 1782 na margem esquerda do Rio Amazonas, tinha como função principal proteger a região do ataque dos francêses, que dominavam as guianas; suas muralhas substituíram o antigo reduto protegido por faxinas (grupo de troncos e arbustos entrelaçados, usados como defesa);
 O forte foi erguido em alvenaria de pedra, arrematado em cantaria nos ângulos salientes; seus alicerces foram erguidos até sete metros acima do nível do mar ; projetado em forma de pentágono, possuía 62 canhões ingleses do século XVIII;
 A sua estrutura era composta de capela, quartel para soldados e oficiais, casa do comandante, praça de armas, armazém, depósito e 24 celas;
 No século XIX foi denominado Praça de Guerra;
 Apresenta como característica peculiar a presença de tricheiras no acesso aos torreões de vigília, garantindo maior segurança.

FORTE DOS REIS MAGOS
, 1645, em Natal.
 Foco de resistência das invasões holandesas e piratas franceses, nos primeiros anos da colonização.
 Ponto de apoio para Portugal fundar vilas no Ceará, Maranhão e Pará;
 O Forte mantem-se até hoje com a estrutura original; tem a forma de uma estrela de seis pontas e foi equipado com canhões de bronze.

Vista da parte externa do Forte
Vista da parte interna superior do Forte
Canhões e Reis Magos, parte do acervo permanente do Forte
Vista geral do Forte
www.fortalezasmultimidia.com.br
www.fortalezas.ufsc.br
www.portaldascuriosidades.com
tvnordestinatv.blogspot.com
www.djibnet.com
www.hpip.org
www.skyscrapercity.com
meuamapanahistoria.blogspot.com
drcastanha.com.br
http://natal-rncidadedosol.blogspot.com.br/2012/09/cidade-do-sol.html
http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nordeste/noticia/2013/04/26/em-natal-monumento-historico-forte-dos-reis-magos-sera-restaurado-415013.php
http://www.cerescaico.ufrn.br/.../colonia/fortaleza.htm
Localização
Mapa histórico
A construção do forte foi concluída em 6 de janeiro de 1598, (dia de reis), essa data é feriado municipal em Natal, demorou 30 anos para ficar pronta.
O forte foi construído sobre os arrecifes, para garantir que o embasamento fosse sólido, foram utilizados principalmente areia, óleo de baleia, bronze e grandes pedras de granito trazidos de Portugal.
O arquiteto, que era também o padre da missão portuguesa, chamado Gaspar de Samperes, adotou o estilo que era o convencional da época: um forte de cinco pontas. Tinha vistas para o oceano, o rio Potengi, as matas e o que veio a se tornar a cidade de Natal.
Foi dominado pelos holandeses de 1630 a 1654, quando foi retomado pelos portugueses. Também foi usado como prisão pelos portugueses para confinar os que tentavam a Independência, e a seguir foi utilizado pelos brasileiros para confinar os rebeldes portugueses.
UNIVERSIDADE POSITIVO


ARQUITETURA E URBANISMO


ARQUITETURA BRASILEIRA


ROSINA PARCHEN





BIANCA MIRANDA




KAREN ALBERTI





INÁCIO LEÃO

- No pátio interno do forte, tem uma capela, no seu teto há um poço que os soldados coletavam água.
- A capela também era usada como depósito para as munições.
- Foi projetada de forma que, se houvesse explosões, o maior impacto seria para cima. - As salas do fundo eram prisões.
- Na porta superior ficava o reservatório de água doce, que era coletado da chuva, essa água era para o capitão e os comandantes.
- A porta do centro é a entrada para o refeitório do capitão – os soldados comiam no pátio.
- Os arcos das portas representavam “locais sagrados”- refeitório e a capela.
- À esquerda, a saliência na parede, era o local onde os condenados eram fuzilados, há uma abertura na parte superior, onde os condenados, se fossem altos, colocavam suas cabeças.
- Atrás das escadas ficava dois alojamento dos soldados, ficava virado para o lado do Oceano, o lado mais perigoso, mais exposto à tiros e canhões dos inimigos.
- Do lado direito fica a mesma parte que a foto interior, nessa área também ficava seus escritórios.
- Nos pisos superiores ficavam os dormitórios do capitão e os comandantes.
- No piso inferior ficavam alguns depósitos, e na porta ao lado da direita da escada era a entrada para a masmorra, muitas pessoas foram mortas nesse quarto.

- Essa pequena passagem era uma saída de emergência de uso exclusivo do capitão em caso de extrema necessidade, no final da passagem havia um barco de plantão.
- Atualmente foi feita uma parede no final da passagem.
- Essa é a escada do saguão de entrada do forte, ela tem 8 metros de altura e não possui corrimão.
- Os canhões que apontavam para o mar, tinha em média 800 kgs para maior alcance.
- Os que apontavam para a cidade tinham 400 kgs.
- Os corredores superiores são bem espessos e as paredes tem a mesma espessura que esses corredores.
- Todos que habitavam o forte utilizaram essa pequena passagem do piso superior como banheiro. Isso fica acima da passagem de emergência mencionada anteriormente.
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