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Redes

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by

Lillian Araujo

on 15 June 2015

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Transcript of Redes



Granovetter
rompeu com a sociologia tradicional
ao propor a análise do padrão de conexão existente entre os indivíduos.

Para ele a análise de rede social é sugerida como uma ferramenta para a
ligação dos níveis macro e micro
da teoria sociológica.

Nesse trabalho, Granovetter
escolhe a interação em pequena escala – a força dos laços interpessoais – para demonstrar como a análise de redes permite relacionar tais laços aos macrofenômenos:
difusão, mobilidade social, organização política e coesão social em geral.

Laços que podem ser
fortes, fracos ou inexistentes
.



A Teoria da “Força dos Laços Fracos”


Mark Granovetter, 1973
A-B
A-C
B-C

Laços fortes ligam pessoas (A e B) com interesses similares que interagem mais o que em geral acaba levando um amigo de A com laços fortes (C), a se tornar também amigo de B, com laços fortes ou fracos.

Laços mais fortes levam a compromissos de tempo maiores > reputação, má fé, moral

Quanto menos relações de “Laços Fracos” existirem numa sociedade estruturada em clusters (“Laços Fortes”), menos ponte e menos inovação.

Os laços fracos agregam valor ao conectar cada ator a outros atores que fornecem diferentes fontes de informação.

The Strength of Weak Ties: A Network Theory Revisited (1983), Granovetter revê alguns dos conceitos, observando que os chamados “Laços Fracos” são fundamentais para a disseminação da inovação, por serem redes constituídas de indivíduos com experiências e formações diversas.

Aqueles com quem temos laços fracos tendem a frequentar grupos diferentes dos que frequentamos e, por isso, têm acesso a informações diferentes daquelas compartilhadas por aqueles com quem mantemos laços fortes.

Os laços fracos têm também maior tendência de ligar membros de pequenos grupos distintos do que os laços fortes, que tendem a se concentrar em grupos particulares.

Laços fracos são, portanto, indispensáveis às oportunidades de um indivíduo e sua integração em uma comunidade, desempenhando assim um papel de coesão social.


Granovetter constata que os indivíduos com poucos “Laços Fracos” serão privados de informações de partes mais distantes de seu próprio sistema social, consequentemente, estarão limitados ao conhecimento ou às informações originadas pelos seus amigos íntimos.

Sem as conexões de “Laços Fracos”, a tendência é a maioria da população permanecer isolada, confinada em seus clusters.

Laços fracos são a chave para as oportunidades e integração da comunidade.

Pontes locais são importantes para a criação de mais e mais caminhos de rede.

Qualquer coisa difusa vai chegar a ir mais longe se forem transmitidas através laços fracos > sai do cluster.

Conceitos
Vantagens
Redes
Exemplos
Considerações
Redes de neurônios
Sistema de Comunicação
As redes estão em todos os lugares, desde as células microscópicas até o sistema planetário.
"O cliente vê a Dell, mas atrás do cenário vinte ou mais empresas estão juntas através de um sistema nervoso eletrônico de informação e tecnologia".
Scott e Davis (2007)
Uma rede é um sistema de relações entre partes. As partes são geralmente referidas como “
nós
”, e as relações ou conexões entre estes nós são os “
laços

Scott e Davis (2007)
Qualquer organização ou outro sistema social pode ser representado por uma rede.
Scott e Davis (2007)
As análises de redes tem desenvolvido várias importantes medidas:



Distância:
As redes permitem a aproximação de pessoas e empresas de qualquer lugar do mundo;



Centralidade:
Qualquer ponto do mundo pode se tornar um ponto de encontro;


Agrupamentos:

Organizações agem mantendo laços entre diversos grupos de conhecimentos e clientes;



Equivalência:
Dois atores são estruturalmente equivalentes quando eles dividem as mesmas responsabilidades com outros atores em uma rede;


Densidade:
Descreve o quanto as relações estão interconectadas. A densidade tende a diminuir com o tamanho da rede;


Centralização
:
Descreve os níveis de hierarquias de uma rede.

Scott e Davis (2007)
Redes Interligadas
Scott e Davis (2007)
Um mesmo diretor tem alto nível de
acesso
e
inteligência
, beneficiando ambas as empresas.
Empresas diferentes podem dividir o mesmo diretor.
Formas de redes da organização
Redes Internas:
Relações entre os indivíduos
Redes externas:
Compartilhamento de recursos ou stakeholders, como fornecedores ou clientes
Scott e Davis (2007)
Tipos de organizações de redes
Miles e Snow descrevem três principais tipos:


Redes estáveis
: indústrias maduras com produtos bem definidos;


Redes dinâmicas
: ciclos de produção curtos como serviços;


Redes internas
: cooperação entre os departamentos internos da empresa.


Redes de alianças têm diversas vantagens, como a redução de riscos, alcance de economia em escala, trocas de tecnologias, antecipação de competições, ultrapasse de barreiras políticas, facilitação da expansão internacional, etc.

Scott e Davis (2007)
Redes de alianças
Redes como indicadores de coesão e potencial de poder político
Scott e Davis (2007)
Redes são classificadas como uma forma de visualizar e analsiar as relações entre as partes, incluindo fluxo de informações, energia e autoridade.
Scott e Davis (2007)
Agenda de
Pesquisa
Comparações culturais entre redes
Scott e Davis (2007)
(Scott e Davis, 2007)
"Brokers" estão mais familiarizados com formas alternativas de pensar e se comportar
Maior compreensão do contexto na hora de tomar decisões e sintetizar ações, afetando o desempenho da empresa
Associação da figura do "brokerage" a boas ideias
Ideia central do texto do Burt (2004)
O contexto genérico de uma rede é uma estrutura social
Burt (2004)
*
O "mundo pequeno" citado por Burt (2004), compreende as pontes entre os mundos sociais criadas entre os grupos entre grandes distâncias. Segundo Granovetter (1973), se essas pontes forem fracas não seria possível a troca de informações.
A informação e o comportamento são mais consistentes
dentro
dos grupos do que
entre
eles, já que as pessoas concentram-se em atividades
intragrupais
e fazem com que as relações
intergrupais
tornem-se naturalmente mais frágeis, criando
"buracos estruturais"

(structural holes)
Burt (2004)
Por estarem em contato com vários grupos, os brokers têm maior facilidade em identificar como uma determinada prática ou crença se encaixa melhor em cada um desses grupos, combinando também elementos desses grupos.
Ação econômica e estrutura social:
o problema da imersão.



As organizações com redes de gerenciamento e colaboração que preenchem "buracos estruturais" em seus mercados parecem aprender mais rápido e ser mais produtivas/criativas.
Mark Granovetter, 1985
Partindo do raciocínio de que
uma das questões clássicas da teoria social é
como os comportamento e as instituições são afetados pelas relações sociais.

E da tradição utilitarista - na qual se inclui a economia clássica e neoclássica -
pressupondo um comportamento racional e de interesse pessoal minimamente afetado pelas relações sociais.

E, de outro lado,
a proposta de imersão
: o argumento de que os comportamentos e as instituições a serem analisados são tão compelidos pelas contíuas relações sociais que
interpretá-los como sendo elementos independentes representa um grave mal entendido.

Este artigo analisa até que ponto a ação econômica está imersa nas estruturas das relações sociais, na moderna sociedade industrial
.

Imersão do comportamento econômico>
Comportamento que com o advento da modernidade se tornou mais autônomo
.

Ou seja, essa visão coloca a economia como
uma esfera diferenciada e cada vez mais separada da sociedade moderna
> com transações econômicas não mais definidas por obrigações sociais ou parentescos, mas por
cálculos racionais de ganho individual.

Objetivo do autor:
quais transações na sociedade capitalista moderna têm lugar no mercado e quais estão confinadas a empresas hierarquicamente organizadas?
> Mercado e hierárquicas (iniciado por Williamson).

Ele sustenta que
a maior parte do comportamento está profundamente imersa em redes de relações interpessoais
, e que essa abordagem evita os extremos das visões sub- e supersocializada da ação humana.
Imersão:
As ações econômicas estão imersas nas relações sociais. O comportamento e as instituições são compelidos pelas contínuas relações sociais e não podem ser analisados independentemente.

Concepção subsocializada:
Os argumentos teóricos rejeitam por hipótese todo impacto da estrutura social e das relações sociais sobre a produção, a distribuição e o consumo.

Concepção supersocializada:
pessoas como decisivamente sensíveis às opiniões dos outros e, portanto, obedientes às diretrizes ditadas por sistemas consensualmente desenvolvidos de normas e valores, interiorizados por meio da socialização, de forma que a obediência não é percebida como um peso.

Sub e supersocializadas são paradoxalmente similares:
apesar do aparente contraste entre as visões sub- e supersocializada, deve-se observar uma ironia de grande importância teórica: ambas têm em comum uma concepção de que ações e decisões são conduzidas por
atores atomizados.

Na abordagem subsocializada, a atomização resulta de uma busca estreitamente utilitarista dos interesses próprios; na supersocializada, deriva da idéia de que os padrões comportamentais são interiorizados e, portanto, as relações sociais existentes exercem efeitos apenas periféricos sobre os comportamentos.

As economias clássica e neoclássica se baseiam em uma concepção atomizada e subsocializada da ação humana
, dando continuidade à tradição utilitarista.


Em mercados competitivos, nenhum produtor ou consumidor notadamente influencia a demanda ou a oferta
agregada, e, portanto, os preços ou outros termos de troca.

Portanto, na economia clássica e neoclássica, o fato de os atores
poderem ter relações sociais
entre si tem sido tratado, quando a questão é abordada, como um obstáculo circunstancial que
inibe os mercados competitivos.





Adam Smith
afirmou que “as pessoas envolvidas no mesmo negócio raramente se encontram, mesmo que por divertimento, mas, se esse encontro ocorrer, a conversa acaba por resultar em
conspirações contra o público
, ou em um artifício qualquer para fazer subir os preços”.




"Influências sociais”
explicam como processos por meio dos quais os atores adquirem costumes, hábitos ou normas que são seguidos mecânica e automaticamente, independentemente da influência da escolha racional.


A premissa é que
as pessoas agem de “certas maneiras por ser o costume
, a obrigação, a ‘coisa natural a se fazer’, correta e adequada, ou ainda justa e razoável” (Brown, 1977)

A influência social é entendida aqui como uma força externa.



Confiança e má-fé
Para provar a hipótese que os “brokers” aumentam o risco de surgimento de boas ideias, Burt (2004) inspirou-se em dados que descrevem 673 gestores que dirigiam a cadeia de suprimentos em 2001 de uma das maiores empresas de eletrônicos da América, feita em um grupo relativamente isolado da empresa, mas que se relacionava com subgrupos por meio de "buracos estruturais" frágeis, e analisava o nível de relação entre um indivíduo e outro.

Já que os "holes" eram frágeis, os poucos gerentes "brokers" tinham uma grande responsabilidade na manutenção da interrelação desses grupos. O autor ainda cita que esses "brokers" eram incentivados a assumir esse papel, e mesmo assim ainda existiam falhas.

"Os gerentes que muitas vezes discute questões relativas à cadeia de suprimento com os gestores de outros grupos foram mais bem pagos, receberam avaliações mais positivas de emprego, e eram mais propensos a serem promovidos." (Burt, 2004)
Até 1970 as questões da confiança e má-fé eram negligenciadas pelos economistas.
Williamson
observou que
atores econômicos reais
se pautam
não somente pela busca de seus próprios interesses
, mas também pelo
“oportunismo”

“a busca ardilosa do interesse próprio; agentes hábeis na dissimulação obtêm vantagens transacionais"
Burt (2004) e a empresa de eletrônicos
Considera-se:
que a
má-fé é evitada por arranjos institucionais inteligentes
que fazem com que o envolvimento com ela seja
custoso
demais.

que esses dispositivos evoluíram para
desencorajar a má- fé
.

Observa-se, contudo, que eles
não produzem confiança
, mas, em vez disso, representam um
substituto
funcional para ela.

O que você mudaria na cadeia de suprimentos para que seu gerenciamento fosse melhorado?
455 ideias foram avaliadas em graus de "valorização" de 1 a 5
O argumento da
imersão
enfatiza, por sua vez, o
papel das relações pessoais

concretas e as estruturas
(ou “redes”) dessas relações na origem da confiança e no desencorajamento da má- fé.

A
preferência
dominante em fazer transações com indivíduos de
reputação conhecida
implica que
poucos estão realmente dispostos a confiar
na moralidade generalizada ou nos
dispositivos
institucionais para evitar problemas.

Outros economistas reconhecem que um
certo grau de confiança
precisa existir, dada a
incapacidade dos dispositivos
institucionais de evitar totalmente o recurso à força e à fraude.

Mas a força dessa confiança permanece sem explicação > moralidade generalizada.

Conclusões
Mesmo nos altos escalões, as pessoas limitadas a um pequeno círculo de interlocutores densamente interligados eram susceptíveis de ter ideias fracas.
Os dados revelam que as ideias mais valiosas foram dadas por pessoas que já se esperava que tivessem boas ideias, que eram os gestores mais seniores. Além deles, as melhores ideias vieram dos gerentes de compras, cujo trabalho deixa-os em contato com outras empresas (papel de brokers).
"Melhor que a afirmação de que alguém é conhecido pela sua honestidade é a informação de um informante confiável que já lidou com esse indivíduo e o considerou honesto. Ainda melhor é a informação das próprias transações que foram feitas com essa pessoa no passado"
O autor sustenta que as relações sociais, mais do que dispositivos institucionais ou de moralidade generalizada, são as principais responsáveis pela produção de confiança na vida econômica.
Expõe o risco de trocar um tipo de funcionalismo otimista por outro, no qual as redes de relações, e não a moralidade ou as instituições, constituem as estruturas que asseguram a função de manutenção da ordem.
Há duas formas de reduzir esse risco.
Reconhecer que, como solução para o problema da ordem, a perspectiva da imersão é menos universal do que qualquer argumento alternativo, já que
as redes de relações sociais penetram irregularmente e em diferentes graus nos vários setores da vida econômica
, permitindo assim os fenômenos que já nos são conhecidos: a desconfiança, o oportunismo e a desordem não estão, de forma alguma, ausentes.
Salientar que, apesar de
as relações sociais de fato poderem ser em muitos casos uma condição necessária para a confiança e o comportamento honesto, elas não constituem garantia suficiente
e podem até fornecer a ocasião e os recursos para a má- fé e o conflito em uma escala mais ampla do que em sua ausência.
Há 3 motivos para isso...
1) A confiança originada pelas relações pessoais apresenta, por sua própria existência, uma oportunidade maior para a má-fé.

2) A força e a fraude são utilizadas com mais proveito por grupos, e a estrutura desses grupos requer um nível de confiança interna – “honra entre ladrões” – que normalmente obedece a lógicas preexistentes de relacionamento.

3) A dimensão da desordem resultante da força e da fraude depende em muito de como a rede de relações sociais está estruturada.

Neste artigo, o autor sustenta que a maior parte do comportamento está profundamente imersa em redes de relações interpessoais, e que essa abordagem evita os extremos das visões sub e supersocializada da ação humana.

Também utiliza o argumento de “mercado e hierarquia” de Williamson para ilustrar que a perspectiva da imersão gera uma compreensão e precisões diferentes das que têm sido desenvolvidas pelos econômicas.
Pesquisas acerca dos aspectos ecológicos das redes
Formas de Organizações Econômicas (Powell, 1990)
As empresas envolvidas em uma "treliça" colaborativa com outras empresas, muitas delas suas concorrentes.
Os comportamentos e interesses dos indivíduos são formados a partir desses padrões de interação
Assim, um nível de confiança e comprometimento são ainda mais necessários quando se trata das Redes.
Nas redes, através do compartilhamento de recursos, duas partes tornam-se interdependentes.
Em se tratando de recursos, as unidades não são isoladas, e sim mantêm relacionamentos com outras unidades. As informações são mais confiáveis quando vêm de uma fonte próxima; por isso a interrelação tem um papel tão importante.
Como
carac
t
erísticas
das redes, podem ser citadas:
Amizade
Interdependência
Altruísmo
Reciprocidade
Incentivo para Aprendizagem
Cooperação
Confiança
Powell (1990)
Segundo Powell (1990)
Redução de Incertezas
Rápido acesso à Informação
Confiança
Responsividade
Gerando
motivação
na equipe
Contribuições de Powell (1990)
Know-how:
Algumas mudanças são mais adpatáveis em Redes. Por exemplo, Joint Ventures, com o propósito de trocar habilidades ou serviços entre duas ou mais empresas.
Demanda por Rapidez:
A velocidade das mudanças ambientais requerem respostas tão velozes quanto as mudanças. Características das redes conseguem atingir esse objetivo (acesso e interpretação de informações, flexibilidade, responsividade).
Confiança:
A colaboração é mais naturalmente observada quando se há confiança. Quanto mais homogêneo é o grupo, maior é a sua confiança e mais fácil se torna sustentar os esquemas.
Scott e Davis (2007)
Associações
Um ator importante para as Redes
Por que as redes são mais comuns em alguns segmentos de mercado e estão mais presentes em alguns países do que em outros?
As formações das redes variam de acordo com cada tipo de indústria?
Qual a durabilidade/longevidade das redes?
Os membros inseridos em redes são mais leais e compromissados?
O que se espera do desempenho de uma estrutura em rede?
Estudos sobre como as informações são processadas e como a aprendizagem nas redes se sustenta
A participação em estruturas de redes altera as intenções colaborativas do indivíduo?
Como
carac
t
erísticas
das redes, podem ser citadas:

Amizade
Interdependência
Altruísmo
Reciprocidade
Incentivo para Aprendizagem
Cooperação
Confiança
Powell (1990)
Como
carac
t
erísticas
das redes, podem ser citadas:

Amizade
Interdependência
Altruísmo
Reciprocidade
Incentivo para Aprendizagem
Cooperação
Confiança
Powell (1990)
Destaca que a
noção intuitiva dos laços interpessoais
conduz a pensar que a força destes laços encontra-se na
combinação de soma de tempo, intensidade emocional, confidência mútua e reciprocidade de serviços prestados > CONSTRUÇÃO E COOPERAÇÃO.


Cada um destes é um tanto independente do outro, embora o conjunto esteja altamente relacionado.

Discussão de medidas operacionais de pesos associados a cada um dos quatro elementos é adiada para futuros estudos > não discute no texto.

A presença de uma escala na
intensidade e qualidade
destes laços define se tais laços são fortes, fracos
(densidade)
.

Argumenta que o
grau de sobreposição
de redes de relacionamento dos indivíduos
varia diretamente com a força de seu vínculo com o outro
.

E trabalha o
impacto desse princípio na difusão
de influência e informação, de oportunidade e da organização comunitária.

O foco é colocado sobre o
poder de coesão dos laços fracos
– por isso o nome do artigo: “ a força dos laços fracos”.

Sua tese
é a de que os indivíduos tomam decisões mais consistentes quanto mais fortes são os vínculos em suas redes.

Nas redes de “Laços Fortes” há uma identidade comum.

As dinâmicas geradas nessas interações não se estendem além dos clusters > SIMILARIDADE DE RECURSOS

Indivíduos que compartilham “
Laços Fortes
” comumente participam de um
mesmo círculo social
, ao passo que os indivíduos com os quais temos relações de “
Laços Fracos
” são importantes porque
nos conectam com vários outros grupos
, rompendo a configuração de “ilhas isoladas” dos clusters e assumindo a configuração de rede social.

Nesse sentido, as relações baseadas em “Laços Fortes” levam a uma topologia da rede, isto é, definem a configuração dos
nós da rede de conexões
entre os indivíduos, no qual as relações de “Laços Fracos” funcionam como
pontes
desses clusters.

Nesse sentido, os “
Laços Fracos
” são vitais para a
integração dos indivíduos na sociedade
.

Sistemas sociais carentes de “Laços Fracos” serão fragmentados
e incoerentes >>> novas ideias vão se espalhar lentamente, esforços científicos ficarão em desvantagem, e subgrupos separados por raça, etnia, geografia ou outras características terão dificuldade em chegar a um modus vivendi.

A principal implicação pretendida por Granovetter é observar se a referência de experiência pessoal dos indivíduos está intimamente ligada com os aspectos de maior escala de estrutura social.
MICRO e o MACRO

O modelo oferecido é um passo muito limitado na ligação de níveis; é um fragmento de uma teoria.

Trata somente a força dos laços ignora, por exemplo, todas as questões importantes envolvendo o seu conteúdo.

Qual é a relação entre a força e a estrutura hierárquica?

Como podemos tratar laços "negativas?

Qual é a sequência de desenvolvimento da estrutura de rede ao longo do tempo?
A QUESTÃO DOS MERCADOS E DAS HIERARQUIAS

A análise dos mercados e hierarquias, por mais importante que possa ser, foi apresentada neste artigo sobretudo como uma ilustração.

Para explicar a abordagem da imersão, aplicada à vida econômica.

Ele observou uma porta para analisar a influência da estrutura social sobre o comportamento do mercado.

Williamson > mercado e hierarquia:

Williamson questiona-se acerca do tipo de circunstâncias nas quais as funções econômicas são desempenhadas dentro das fronteiras de empresas hierarquizadas e não por processos de mercados que cruzam essas fronteiras.

Sua resposta, consistente com a ênfase geral da nova economia institucional, é que a forma organizacional observada em qualquer situação é sempre aquela que lida mais eficientemente com o custo das transações econômicas.

Assim, o primeiro conjunto de transações é interiorizado em hierarquias por duas razões: racionalidade limitada e oportunismo.

Racionalidade limitada: incapacidade dos atores econômicos antecipar a cadeia de contingencias que poderiam ser relevantes aos contratos de longo prazo.

Oportunismo: a busca racional pela vantagem > fraude e trapaça

Trasações complexas recorrentes requerem relações de longo prazo entre indivíduos que se conhecem, mas essas relações são ameaçadas pelo oportunismo.

Conflito entre as empresas: Litigio > contratos > “conversa” > manutenção de boas relações.

Comportamentos estabelecidos > desencorajando a má-fe

Partindo da rede egocêntrica do indivíduo, questiona:

Se os laços a serem considerados como parte desta rede se resumiriam aos contatos diretos ou se seria o caso de considerar os contatos dos contatos.

O argumento de Granovetter (1973) vem no sentido de que, nos amplos setores da comunidade e da sociedade em geral, os laços ligados ao ego – os laços fortes – não são suficientes.

Tais setores exigiriam também os contatos distantes do ego, ou seja, os contatos indiretos construídos através de pontes.

Assim, os laços sociais teriam importância não apenas na manipulação egocêntrica da rede, mas também como canais através dos quais as idéias, as influências ou informação social distante do ego poderiam alcançá-lo.
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