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TCC [Clássico dos Maiorais] Philipe PHaustino

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Philipe Phaustino

on 7 September 2013

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Transcript of TCC [Clássico dos Maiorais] Philipe PHaustino

Público alvo
Proposta
A principal proposta do vídeo é divulgar a força do futebol da região paraibana.
Relatar a força cultural esportiva da cidade de Campina Grande
e fortalecer esse tipo de debate na comunidade acadêmica
BRINCADEIRA: “Futebol de mãos dadas”.
Campinense Clube
RECURSOS
REFERÊNCIAS
E-mail Marketing
Considerações finais
Profissão x Paixão
Sonho
Aprendizado
Vitória

Introdução
Entendemos que nunca é cedo ou tarde para contemplar o amor pelo esporte.
Fundamentação Teórica
O documentário tem assumido uma importância tão grande, tão definitiva quanto um filme de ficção na nossa cinematografia (CARVALHO, 2011).
Localizada no Planalto da Borborema, Campina Grande é a segunda maior cidade do estado da Paraíba, tem uma população com cerca de 400 mil habitantes.
A cidade tem dois clubes profissionais, o Treze Futebol Clube e o Campinense Clube.
Treze Futebol Clube
Pré-produção;

Produção;

Pós-produção
5ª aula:
Faremos uma visita aos estádios de futebol (agendada anteriormente). Pediremos que os alunos fotografem (se possível) e anotem as informações necessárias para a construção de uma maquete, como: localização dos banheiros, do bar, das arquibancadas, dos vestiários, sala de troféus, etc.

6ª aula:
Materiais:
Caixas
Erva mate
Isopor
Tampas de garrafa pet
cola

Os alunos serão organizados em três grupos. Cada grupo vai fazer a maquete de um dos estádios de futebol visitados.

Os alunos serão levados para a quadra de esportes para realizar um treino para o festival de futebol. A formação dos times será livre.


7ª aula:

Folha A4;
Lápis de cor;
Tintas têmpera;
Pincéis;
Tesoura;
Cola;
TNT nas cores dos times de Pelotas;
Cordão;
Papel pardo.
Papel de seda ou papel crepom.

Com os alunos dispostos em círculo, será promovido um debate sobre a rivalidade no futebol e também sobre a solidariedade que acontece quando os clubes fazem campanhas para arrecadar alimentos e agasalhos para as pessoas necessitadas, como requisito à entrada nos estádios para assistir aos jogos.

Confeccionar os convites, as bandeirinhas que serão nas cores, azul, amarelo, verde, vermelho e preto. e também as faixas

Os alunos irão para a quadra para realizar o último “treino” antes do Festival de Futebol.
8ª aula:
Será realizada a abertura do Festival de Futebol, na qual a professora irá explicar o projeto que está sendo desenvolvido às famílias.

Nesta ocasião serão cantados os Hinos dos três times de futebol de Pelotas.

Na sequência, começará o jogo.
Ao final do Festival de Futebol, todos os alunos receberão medalhas de participação.

Bola, cones, computador e data-show, aparelho de som, folhas de papel A4, copiadora, transporte, lâminas de isopor, tintas têmpera, pincéis, tesoura, cola, sucatas (caixas, palitos de picolé...), mapa da cidade, fotos, câmera fotográfica, TNT nas cores dos times de Pelotas, cordão, medalhas, papel pardo, papel de seda ou papel crepom.

ABRUCIO, M. MASSARANI, L. Bola no Pé: A Incrível História do Futebol. Ed. Cortez. 2004.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História, Geografia. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CASTROGIOVANI. A. C. Geografia em sala de aula – práticas e reflexões. PoA: Ed. Universidade/UFRGS/AGB. Seção PoA, 1999.
CASTROGIOVANI. A. C. (Org). Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. PoA: Mediação, 2000.
GALLARDO; OLIVEIRA; ARAVENA. Didática da Educação Física. 1998.
NERY. Modalidades organizativas do trabalho pedagógico: uma possibilidade. 2007.
Secretaria Municipal de Cultura (org). Somos! Patrimônio Cultural de Pelotas: séries iniciais. Pelotas – RS, 2009.
Secretaria Municipal de Cultura (org). Pelotas: uma história cultural: séries finais. Pelotas – RS, 2009.

(A História da Boca do Lobo - RBS esportes 04/06/2011). Acessado em 11/08/2013.
(Brasil Fora de Série - a apaixonada torcida do Brasil de Pelotas). Acessado em 11/08/2013
(Revolução Farroupilha) Acessado em 11/08/2013
(Hino do Brasil de Pelotas) Acessado em 11/08/2013
(Hino do Esporte Clube Pelotas). Acessado em 11/08/2013
http://downloadarquivo.com/download/169462-hino-do-gremio-atletico-farroupilha-rs.html (Hino do Grêmio Atlético Farroupilha). Acessado em 12/08/2013
http//ecpelotas.com.br/. Acessado em 12/08/2013
http://www.gebrasil.com.br. Acessado em 12/08/2013
http://www.farroupilha.noradar.com/. Acessado em 12/08/2013
HINO DO GRÊMIO ATLÉTICO FARROUPILHA
Grêmio Atlético Farroupilha,
Teu passado glorioso,
Se assemelha à maravilha
Desse Estado portentoso,
Tua história que é tão bela,
Campeão de 35
Na senda dos esportes.
Esboça teu perfil,
Com um traço varonil.
Vamos lutar com ardor!
Teu futuro é promissor!
Farroupilha é no esporte
O mais bravo, o mais forte!
Autor: Consta como autor o Grêmio Atlético Farroupilha. Data não encontrada.

HINO DO ESPORTE CLUBE PELOTAS
"Orgulho-me de ser Áureo-Cerúleo
Pela grandeza do ideal
Ufano-me de ser Áureo-Cerúleo
Pelo que tem de emocional

Exulto ao ver as cores gloriosas
Que lembram toda uma tradição
Azul e amarelo são as cores
Que moram no meu coração
(2x)

Refrão:
Salve Pelotas, Salve Glorioso
Quem não te ama nunca sentiu emoção
Salve Pelotas, vitorioso
É a vitória o teu maior galardão."

Autor: José Walter de Oliveira (Valmúrio) – (data da composição não encontrada)

HINO DO GRÊMIO ESPORTIVO BRASIL
Brasil, Brasil, Brasil
As tuas cores são nosso sangue nossa raça
Brasil, Brasil, Brasil
Força e vontade cheio de graça
Brasil, Brasil, Brasil
Nós este ano, vamos vencer
Salve o Brasil
O campeão do bem-querer (CORO 2X)

Avante com todo esquadrão
Torcida do nosso campeão
Ele tem seu passado de glória
Tem o seu nome gravado na história
CORO
Lá no estrangeiro
Mostraste ser bem brasileiro
Com os louros da vitória
Trouxeste para nós mais outra glória

Autor: O hino do GE Brasil foi composto em 1956, pelos músicos José Costa e Victor Jacó. Mas quem o gravou pela primeira vez foi o conjunto Os Santos, que entoou a letra nas dependências da Rádio Cultura, em Pelotas.

O futebol é um esporte que arrasta multidões por onde passa, realizando a união e a separação de várias pessoas ao mesmo tempo. O Brasil, por sua vez, não nega o título de “País de futebol”, carregando uma legião de torcedores apaixonados e fanáticos.

O povo paraibano, especialmente os habitantes de Campina Grande não negam a tradição brasileira e muitos se orgulham dos times da terra.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
HABILITAÇÃO EM RADIALISMO

TREZE X CAMPINENSE:
Clássico dos Maiorais


NATÁLIA SUIANY BRANDÃO DE ANDRADE.
PHILIPE PHAUSTINO DE ALBUQUERQUE ARAÚJO.

Orientador: Prof. Dr. João de Lima Gomes

João Pessoa – PB
Setembro de 2013
No universo de variáveis potenciais para descrever e explicar os padrões comportamentais destes grupos destaca-se os valores humanos, justificando-se em razão de serem importantes no processo seletivo das ações humanas, constituindo-se um construto preponderante para o entendimento de muitos fenômenos sócio-psicológicos (Bardi & Schwartz, 2001).
Introdução
Justificativa
Fundamentação Teórica
Procedimentos Realizados
Considerações finais
Apresentação
Justificativa
História do documentário
Rainha da Borborema
Históricos do Clube: O Galo e a Raposa
Clássico dos Maiorais: Treze x Campinense
Clássico dos Maiorais: Treze x Campinense
Procedimentos Realizados
O duelo teve a sua primeira edição em 27 de novembro de 1955, no estádio de futebol Ernani Sátyro, popularmente conhecido como “O Amigão”.
Entrevistas;
Captura de imagens;
Divulgação do trabalho

Transcrição do material;
Orientação;
Elaboração do plano de edição;
Edição;
Finalização do vídeo documentário
Levantamento de dados;
Análise da tabela do campeonato;
Marcação de entrevistas e capturas de imagens;
Reconhecimento da cidade;
Elaboração do pré-roteiro;
Lista de equipamentos necessários
Fonte: (LOPES, 2013; MEDEIROS, 2006).
Fonte: NICHOLS (2005); PENAFRIA(2013); RAMOS (2008); SERRATE (2013); ZADONADE (2013)
Fonte: Site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadosul/brasil-campina_grande.shtml
Considerações finais
Realização do projeto de vídeo documentário “Clássico dos Maiorais: Treze x Campinense”;

Desafios enfrentados;

Experiência do trabalho;

Incentivo a cultura esportiva
Referências
COLUCCI, Bia. Marcos da história do documentário: origens e desenvolvimento do gênero. Disponível em: <http://topicosemcinema.blogspot.com.br/p/marcos-da-historia-do-documentario.html>. Acesso em: 22 mar. 2013.

D’ANUNCIAÇÃO, Luciana Rodrigues. Uma (breve) história do
documentário – parte 2. Mato Grosso, 2000.

DA-RIN, Silvio. Espelho Partido Tradição e Transformação do Documentário. Disponivel em: <http://pt.scribd.com/doc/35999689/Da-Rin-Silvio-Espelho-Partido-tradicao-e-Transformacao-Do>. Acesso em: 23 mar. 2013.

FERRAREZI JUNIOR, Celso. Guia do Trabalho Cientifico do projeto à redação final. São Paulo: Contexto, 2011.

LOPES, Giovanna. Historia do Clube Campinense Club: Filho ilustre da Borborema.Diposnivel em: <http://www.campinenseclube.net/index.php?option=com_content&view=article&id=52&Itemid=65>. Acesso em: 25 mar. 2013.

MEDEIROS, Marcio. Treze Futebol Clube: 80 anos de história. Campina Grande: A União, 2006.

Material encontrado em página interna: <http://cgretalhos.blogspot.com.br/2009/09/campinense-clube-1-parte.html#.UVznAaKG3EZ>.

Material encontrado em página interna: <http://www.futebolnordeste.com.br/ClubeVisualizar.aspx?id=vF318ORuByA=>.

Material encontrado em página interna:<http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI15802-15260,00.html>.

Material encontrado em página interna: <http://www.trezefc.com.br/secao.php?id=5>.

Material encontrado em página interna: <http://www.trezegalo.xpg.com.br/historia.html>.

NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas, São Paulo: Papirus, 2005.
PENAFRIA, Manuela. O Documentarismo do Cinema. Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/penafria_manuela_documentarismo_cinema.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2013.

PENAFRIA, Manuela. O Documentarismo do Cinema. Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/penafria_manuela_documentarismo_cinema.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2013.

PENAFRIA, Manuela. O filme documentário: história, identidade, tecnologia. Lisboa: Cosmos, 1999.

PEREIRA, Zildo. História do clássico dos maiorais. Disponivel em: <http://caaporapb.blogspot.com.br/2011/02/historia-do-classico-dos-maiorais.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1ssico_dos_Maiorais>. Acesso em: 26 mar. 2013.

RAMOS, Fernão. Mas afinal... o que é mesmo documentário?. São Paulo: SENAC, 2008.

RAMOS, Fernão Pessoa. O que é Documentário?.Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/pessoa-fernao-ramos-o-que-documentario.pdf>. Acesso em: 22 mar.2013.

SERRATE, Gustavo. Breve resumo da história do documentário. Disponível em: <http://gustavoserrate.wordpress.com/2009/05/28/breve-resumo-da-histria-do-documentrio/>. Acesso em: 22 mar. 2013.

SILVA, Sidney Barbosa. História. Disponível em: <http://www.campeoesdofutebol.com.br/campinense_historia.html>. Acesso em: 25 mar. 2013.

SILVA, Sidney Barbosa. História. Disponível em: <http://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_treze.html>. Acesso em: 25 mar. 2013.

ZADONADE, Vanessa; FAGUNDES, Maria Cristina de Jesus. O vídeo documentário comoinstrumento de mobilização social. Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/zandonade-vanessa-video-documentario.pdf>. Acesso em: 22 mar. 2013.
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