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Relações Interpessoais, Conflitos e as Formas de Intervenção

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on 27 August 2015

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Transcript of Relações Interpessoais, Conflitos e as Formas de Intervenção

O Homem como Ser Social
"Nenhum homem é uma ilha isolada. Todo homem faz parte de um continente, uma parte do todo." John Done.
Conflito
Quatro abordagens para o líder e membros de um grupo trabalharem com o conflito:
Evitar o conflito (bloqueio e extinção da criatividade);
Reprimir o conflito (ambiente de recompensas e punições);
Aguçar as divergências em conflito (trabalhar de forma aberta);
Transformar as diferenças em resolução de problemas (problemas resolvidos de forma criativa e cooperativa).

Administração de Conflitos Interpessoais
Importância da hierarquia e da Disciplina na Polícia Comunitária
Não há como acreditar, que seja possível fazer a Polícia funcionar sem que haja hierarquia e disciplina.
Padrões Operacionais de Comportamento: erros comuns
Aspectos Sociais
Instrumentos de Resolução de Conflitos
Resolução Judicial;
Arbitragem;
Conciliação;
Mediação;
Negociação.
Envolvimento e comprometimento do policial
Relações Interpessoais, Conflitos e as Formas de Intervenção
O Homem é um ser social
Flexibilidade perceptiva e comportamental;
A cultura de um grupo (sistema de crenças e valores compartilhados);
Liderança é a capacidade influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente na busca dos objetivos identificados como sendo para o bem comum;
O processo da percepção do outro exige um processo de crescimento pessoal que envolve a autopercepção, auto-conscientização e auto-aceitação para possibilitar a percepção realística dos outros e da situação interpessoal.
Sua constituição é o somatório de todas as experiências de sua vida;
Existem formas verbais e não verbais de interação (o corpo fala);
Duas fontes do relacionamento: Eu e Outro;
Cada um é o que pensa. O comportamento decorre desse pensamento. O pensamento é trabalhado pelos conflitos entre aquisições, repressões, lutas, posturas, cultura e situações que o meio impõe. Aceitar as pessoas em suas ideias, manias, propósitos e atos, é uma vesão delicada das relações interpessoais;
É necessário levar em conta a relatividade das coisas. Ex.: O olhar para o filho (não tem defeitos.)
Cap QOPM Cláudio da Costa Leão
Tlf.: 55 + 62 + 8550-5593
e-mail: claudiocleao@gmail.com

Justificativas institucionais
Quebrando a resistência às mudanças
O Problema da rotatividade e das chefias intermediárias
Aspectos internos que interferem na Implantação da Polícia Comunitária
Aspectos negativos causados pela má interpretação da doutrina de polícia comunitária
Para a identificação de uma realidade nova e a experimentação de comportamentos com ela condizentes, é necessária a quebra dos paradigmas constrídos sobre a realidade passada, todavia mantendo-se respeito e tradição, cultura organizacional e a ética profissional.
Interpretação errônea da doutrina de polícia omunitária
é interpretado como modalidade e não como filosofia de trabalho.
O pensamento que o trabalho de polícia comunitária enfraquece as atividades de policiamento.
O cidadão interpreta que a polícia comunitária privilegia o policiamento em algumas áreas ou para algumas comunidades em detrimento do anseio coletivo.
Polícia comunitária é igual a uma instalação física (base comunitária de segurança ou posto policial) e para isso vale a pena investir em recursos locais.
A comunidade local ainda não consegue identificar a sua relação com a polícia, pois exige apenas policiamento e não adota posturas preventivas e de reeducação, exigindo providências de outros órgãos públicos, orientando a comunidade.
A reeducação dos profissionais de segurança pública passa pelo estudo de novos processos e de novas formas de relação com a comunidade sendo necessário entender que a polícia é mais que uma força, é um serviço público.
Cultura Organizacional Interna (tradicionalista) com base em valores e experiências pessoais sem um conteúdo técnico/científico adequado.
Resistência quanto à filosofia de Polícia Comunitária por total desconhecimento doutrinário e cultural.
A maioria identifica como modelo ou modalidade e não como metodologia de trabalho.
Os chefes de polícia interpretam como "interferências externas ao seu comando, inclusive por pessoas que não tem nenhuma experiência prática de rua e não sabem a realidade do dia a dia.
Alguns profissionais tendem a personalizar o programa de Polícia Comunitária: "outras experiências não servem para nós".
Alta rotatividade na Instituição prejudicando os trabalhos desenvolvidos de Polícia Comunitária, causando um desestímulo daqueles que até então acreditavam no trabalho. O
turn-over
ocorre em todos os escalões e, prioritariamente se escolhe quem está no programa.
O policial que desenvolve um trabalho de proximidade com a comunidade local é visto como "vagabundo ou protetor de civis".
Em alguns casos o cidadão ou líder comunitário que interage, cobra ações da polícia e prestigia os policiais de ponta de linha é vilipendiado pelos adeptos a filosofia tradicional, afirmando este estar interessado em usar a polícia para fins pessoais (ou políticos). Preocupa-se em agir criticando líderes comunitários e não respondendo críticas com ações pró-ativas. Preconiza-se "a administração da fofoca".
Resistência quanto à integração entre as Polícias pelos fatores conhecidos (o trabalho de Polícia Comunitária não pode ser exclusivo da Polícia e determina a participação também da Polícia Civil.
O policial que pensa comunitário é discriminado na Organização ("frouxo", "light", etc.".
Resistência dos chefes de polícia preteridos em promoção ou em transferências demonstrando não ter interesse em prestigiar as ordens emanadas pela alta direção (em reuniões ou atividades organizadas expõe que concorda, mas no dia-a-dia adota comportamentos de discordância). Os mais jovens ou motivados por promoção tendem prestigiar as iniciativas institucionais.
Interesses pessoais se sobrepõem ao interesse institucional ou comunitário (objetivos políticos e de ascensão à carreira discordantes de pontos atuais da atividade de Polícia Comunitária.
A justificativa permanente de carências do aparelhamento policial, que não possui recursos adequados.
A resistência do meio externo (sociedade) devido a um passado político não muito longínquo, onde se vê a polícia como órgão repressor.
As discrepâncias sociais gerando a sensação de incompetência do agir por parte do policial, objetivando melhorar a vida na comunidade.
O aumento explosivo da criminalidade e da violência urbana, gerando uma sensação coletiva de insegurança e insatisfação com os órgãos responsáveis pela segurança pública e influenciando no comportamento do policial que passa a agir sobre uma linha tênue que separa a legitimidade da arbitrariedade.
Bombardeamento, do meio externo, de informações sensacionalistas (mídia) que denigrem a imagem da polícia, realizando uma verdadeira apologia da violência.
Cultura interna do "combate á criminalidade" ou da "caça ao bandido" em detrimento ao pensamento preventivo da ordem pública e da atividade pró-ativa de policiamento ostensivo.
Resistência ao diálogo com o cidadão comum, quando o assunto é segurança pública.
Mecanismos de freio do comportamento inadequado do policial (regulamentos e normas) relativamente defasados da realidade social, em que puções e elogios são centrados em regras de comportamento que priorizem o relacionamento interno e institucional e não a correlação da instituição com a sociedade.
O pensamento que disciplina e hierarquia tolhem a liberdade do profissional e inviabilizam qualquer modelo democrático de polícia comunitária.
Centralização de competência e responsabilidade do superior: quem está acima sabe mais e quem está abaixo não tem preparo adequado para a função.
Falta de comprometimento e envolvimento do profissional de polícia com os objetivos organizacionais, por não identificá-los adequadamente, gerando desmotivação e desinteresse por sua atividade.
Resistência ás mudanças (próprio da natureza humana), influenciado pelos fators enumerados e cujo pensamento "é que mudanças não levam a nada e até podem prejudicar ainda mais".
Primeiro
Aumentar o número de policiais não reduz, necessariamente, os índices de criminalidade e nem aumenta a proporção de crimes elucidados.
Segundo
O patrulhamento motorizado de rotina não reduz o crime nem aumenta as probabilidades de prisão de suspeitos. Além do mais, não tranquiliza os cidadãos o bastante para diminuir o seu medo do crime, nem gera maior confiança da polícia.
Terceiro e Quarto
Os carros-patrulhas de dois policiais não são mais eficientes do que os carros com um policial para reduzir o crime ou prender criminosos;
A saturação do patrulhamento reduz o crime, mas apenas temporariamente, em grande parte pelo seu deslocamento para outras áreas.
Quinto
Os policiais gastam a maior parte do tempo patrulhando passivamente e proporcionando os serviços de emergência (atendendo a ocorrência).
Sexto
Aumentar o tempo resposta, isto é, atendimento a chamados de emergência não tem qualquer efeito na probabilidade de prender criminosos, ou mesmo de satisfazer os cidadãos envolvidos.
Um recente e amplo estudo mostrou que as chances de se efetuar uma prisão no local de crime estão abaixo de 10%, mesmo que apenas 01 (um) minuto tenha decorrido do momento em que o crime foi cometido.
Sétimo
Os crimes não são solucionados - no sentido de criminosos presos e processados - através de investigações criminais conduzidas pelo departamento de polícia. Geralmente, os crimes são elucidados porque os criminosos são presos imediatamnte ou alguém os identifica: um nome, um endereço, uma placa de carro.
Se nenhuma dessas coisas acontece, o estudo mostra, as chances de que qualquer crime seja esclarecido cai para menos de 1 (uma) em 10 (dez).
Mitos da Ideologia Policial
" A rotatividade dos chefes de polícia também contribui para a contestação interna, já que os veteranos que "sobreviveram" a três ou quatro chefes durante sua carreira podem achar que podem "esperar passar" o chefe adepto da polícia comunitária que pede a eles que mudem.";
Outro problema são as chefias intermediárias que dificultam em levar ao escalão superior problemas de seus subordinados (insegurança pessoal e incompetência do chefe represador);
Outra dificuldade é uma gestão preventiva pequena quando os chefes trabalham forma estática, não interagindo com seus subordinados, no mundo deles, junto ao local de trabalho.
Os Chefes de Polícia devem:
Gastar o tempo que for possível na área, comunicando-se com os policiais em suas rondas e observando-os;
Comparecer às reuniões comunitárias, juntamente com os policiais das áreas ou das Bases Comunitárias de Segurança.
Utilizar pesquisas formais e informais para coletar sugestões informações dos moradores da comunidade;
Analisar as atividades dos policiais para determinas se estão empregando de modo equilibrado iniciativas preventivas e repressivas.
Se os policiais comunitários ficam relutantes em efetuar qualquer prisão, isto é motivo de preocupação.
Identificar e falar com os representantes de outras instituições com as quais os policiais interagem;
Verificar se os policiais estão agindo de forma imparcial e desinteressada com os diversos representantes da comunidade local.
Realizar reuniões semanais, para que os policiais possam compartilhar informações e ideias;
Escrever memorandos, folhetos, etc., para ressaltar o trabalho de equipe.
Realizar atividades sociais informais, para que os policiais possam se conhecer como pessoas;
Lidar com os conflitos de personalidade.
Autocracia
Autoritarismo
Produtividade aumentada.
Moral elevado.
Supervisão reduzida.
Acidentes reduzidos.
Aumento na estabilidade e flexibilidade da organização.
Prática de valores estabelecidos como base da nova cultura.
Manutenção de clima que valorize e reconheça as pessoas.
Maiores índices de qualidade e produtividade com consequente redução de custo com danos e prejuízos.
Canais que permitam conversação eliminando conflitos e insatisfações que afetem a organização.
Melhora do relacionamento interpessoal.
Estabelecimento de administração participativa.
Implantação de ações gerenciais preventivas.
Aspectos Externos que interferem na Implantação da polícia comunitária
Estratégias para aproximação de comunidades resistentes
O individualismo.
Privilegiar a polícia comunitária em benefício de algumas comunidades.
Utilização político-partidário do programa de Polícia Comunitária.
Base Comunitária + Viatura + efetivo
=
Polícia Comunitária.
Interferência operacional de alguns líderes comunitários em algumas áreas determinando ações peculiares em detrimento da coletividade (policiamento com exclusividade em algumas áreas).
O policial é o principal elemento no processo.
Estreitar os laços com a comunidade local no intuito de conquistar sua confiança e, consequentemente, apssar a receber informações que refletiraão diretamente em uma melhoria na prestação do serviço policial.
No contato com a comunidade local, tentar conscientizá-la sobre a responsabilidade de cada um na prevenção indireta dos ilícitos.
Transmitir orientações ao cidadão, de forma a despertar o espírito de cidadania.
Zelar constantemente pelo bem-estar e qualidade de vida da comunidade local.
Despertar no cidadão o interesse pela solução em conjunto, através da ajuda mútua, frente aos problemas comuns.
Instruir a população sobre os seus direitos como cidadão e como acionar o poder público para solução dos seus problemas e da coletividade.
Incentivar a participação da comunidade local nas atividades cívicas, culturais e sociais.
Desenvolver atividades de cidadania, voltadas para comunidade, principalmente infantil e juvenil, tendo como premissa contribuir para a formação do cidadão do futuro.
Lembre-se que a polícia comunitária não se executa somente com viaturas, sendo muitas vezes, mais eficaz, quando efetuado a pé, ou mesmo, com motonetas e em lugares planos e de clima ameno, de bicicleta.
A proximidade física com a comunidade estreita os laços.
Registrar os nomes das pessoas contatadas durante o desenvolvimento da polícia comunitária, os quais deverão ser relacionados e controlados pelo Policiamento Local, visto tratar-se de aliados em potencial ao sistema.
Envidar todos os seus esforços para conhecer a rotina de seu setor de trabalho, aprimorando-se para chamar as pessoas pelo nome, criando um vínculo de amizade e respeito mútuo. (Lembre-se, evite apelidos, até o cachorro gosta de ser chamado pelo nome).
Convidar a comunidade local para participar das reuniões comunitárias e conhecer o Policiamento e sua área de atuação.
Conhecer as forças vivas de sua comunidade local, principalmente os Presidentes de Associação de Moradores, Lion, Rotary, Maçonaria, Clubes de Serviço, etc., os quais são importantes fontes de informações em decorrência de suas representatividades.
Tratar o cidadão como um aliado, exercitando-se para dele se aproximar para "quebrar o gelo". Lembre-se que antes de ser um policial militar, você também é um cidadão.
Tratar os pequenos delitos com a sua importância devida. Às vezes, o pequeno delito é o que realmente aflige a comunidade local.
Nos locais onde houver incidência de furto ou outros delitos, efetuar pequenas reuniões com a comunidade para orientá-la e mantê-la vigilante para acionar a Polícia corretamente; as pessoas comuns muitas vezes não desconfiam e não sabem evitar os delitos, desta forma o policial estará desenvolvendo a mútua colaboração.
Utilizar pequenos espaços de reuniões das igrejas, Lions, Rotary, Maçonaria, Cluves de Serviços, Câmara Municipal, Associações de bairros e outros, para divulgar e prestar contas dos serviços que vem desenvolvendo, tudo de comum acordo entre o Cmt. da Base de Segurança comunitária e os responsáveis pelos órgãos, evitando sempre se tornar inconveniente em razão do tempo.
Atentar para os eventos que ocorrem na sua área ou estão programados, para se mostrar presente e preocupado com a segurança dos frequentadores e de seus veículos, tudo dentro das normas da Corporação.
Nas entrevistas e participações nas reuniões, sempre agradecer a participação da comunidade, nunca divuar a fonte da informação que redundou em prisões, etc.
Evitar que as pessoas denunciem traficanetes e outros criminosos publicamente em reuniões. O ideal é ter uma urna, garantindo o anonimato nas reuniões, urnas essas que poderão ser espalhadas nos locais de frequência do público, como bancos, correios, postos de gasolina e serem recolhidas as mensagens pelo CMT de Base, com posterior respostas aos cidadãos.
A grande vantagem do policial comunitário é que dada a confiança as denúncias nãos são anônimas (baseada na confiança e na segurança da fonte). Isto impede que pessoas ligadas a traficantes e outros delitos, fiquem telefonando de orelhões anonimamente e desgastando a polícia para correr de uma lado para outro com contra informação.
Na entrada e saída das escolas, procure se fazer presente com sorriso para as crianças, distribua carinho e respeito, no fique isolado. Converse com os pais, procure para falar de seu trabalho com orgulho.
Evite falar das ocorrências mais graves ou de vulto, a menos que seja perguntado, pois estas causam medo e insegurança á população.
Colher sempre informações para abordas as pessoas que precisem ser abordadas, passe estinformações para os outros patrulheiros que não estão na polícia comunitária para que eles também possam acertar o alvo correto, sem desgastar desnecessariamente a imagem da Polícia, as que dependem de obtenção de dados, transmiti-las ao policiamento velado para registro e acompanhamento, que dependendo da gravidade atuarão em conjunto com as Forças Táticas e outras, lembrando que hoje o cidadão quer se sentir seguro mas não gosta de ser molestado.
Lembre-se, uma atitude positiva é contada no máximo para cinco pessoas, enquanto uma negativa é contada no mínimo para dez
e que tão importante quanto conseguir um novo simpatizante da polícia comunitária, é manter o já conquistado.
Não ser obcecado;
Não escutar o cidadão;
Não ter empatia com o Cidadão;
Encarar o Cidadão como um adversário;
Distrair-se.
Não tomar notas;
Não fazer o acompanhamento;
Não se manter em contato com antigos cidadão;
Não planejar o dia de maneira eficiente;
Não apresentar umaexcelente aparência.
Não manter os equipamentos de trabalho organizados;
Não aceitar o ponto de vista do cidadão;
Não se orgulhar do seu trabalho;
Tentar convencer, em vez de transmitir;
Subestimar a inteligência do cidadão.
Não se atualizar;
Apressar a integração das pessoas;
Não citar outros locais como prova;
Humilhar-se;
Ser enganado pelas "Barbadas" (vistas somente à ocorrências de vulto);

Encarar a rejeição como coisa pessoal;
Não assumir a responsabilidade;
Subestimar a importância de sempre procurar novos parceiros;
Concentrar-se em coisas negativas;
Não demonstrar espírito de competição.
OBRIGADO PELO SEU TEMPO!
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