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Aula: Sócrates e os Sofistas

ABMDPII
by

Prof. Emmanuel Fraga

on 5 March 2013

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Transcript of Aula: Sócrates e os Sofistas

A morte de Sócrates Cignaroli David Saint-Quentin Peyron I Peyron II O jovem e desconhecido poeta Meleto apresentou ao tribunal as seguintes acusações contra ele: O julgamento
1-Não reconhecer os deuses do Estado;
2-Introduzir novas e malignas divindades;
3-Corromper a juventude com as suas idéias. Quem foi Sócrates? Nascido em 469 a.C. nas planícies do monte Licabeto, próximo a Atenas, Sócrates vinha de família humilde;
Filho de Sophroniscus, um escultor(especialista em entalhar colunas nos templo) e Phaenarete, uma parteira;
Lutou na Guerra do Peloponeso como hoplita (soldado da infantaria);
Esposo de Xântipe e pai de 3 filhos;
Professor de Platão O método socrático Elenkhos Ironia Maiêutica O Oráculo e a máxima Conhece-te a ti mesmo Só sei que nada sei Marca o inicio da Filosofia clásssica;
Análise conceitual;
Crítica ao conhecimento sensível;
Influência pitagórica. Importante! "Assim farei!", respondeu Critão. Vê se queres dizer mais alguma coisa. A essa pergunta, já não respondeu. Decorrido mais algum tempo, deu um estremeção. O homem o descobriu; tinha o olhar parado. Percebendo isso, Critão fechou-lhe os olhos e a boca.
Tal foi o fim do nosso amigo, Equécrates, do homem, podemos afirmá-lo, que entre todos os que nos foi dado conhecer, era o melhor e também o mais sábio e mais justo.
(PLATÃO - FEDON) Depois de assim falar, levou a taça aos lábios e com toda a naturalidade, sem vacilar um nada, bebeu até à última gota.

Até esse momento, quase todos tínhamos conseguido reter as lágrimas; porém quando o vimos beber, e que havia bebido tudo, ninguém mais aguentou. Eu também não me contive: chorei à lágrima viva. Cobrindo a cabeça, lastimei o meu infortúnio; sim, não era por desgraça que eu chorava, mas a minha própria sorte, por ver de que espécie de amigo me veria privado. Critão levantou-se antes de mim, por não poder reter as lágrimas. Apolodoro, que desde o começo não havia parado de chorar, pôs se a urrar, comovendo seu pranto e lamentações até o íntimo todos os presentes, com exceção do próprio Sócrates.

- Que é isso, gente incompreensível? Perguntou. Mandei sair as mulheres, para evitar esses exageros. Sempre soube que só se deve morrer com palavras de bom agouro. Acalmai-vos! Sede homens!

Ouvindo-o falar dessa maneira, sentimo-nos envergonhados e paramos de chorar. E ele, sem deixar de andar, ao sentir as pernas pesadas, deitou-se de costas, como recomendara o homem do veneno. Este, a intervalos, apalpava-lhe os pés e as pernas. Depois, apertando com mais força os pés, perguntou se sentia alguma coisa. Respondeu que não. De seguida, sem deixar de comprimir-lhe a perna, do artelho para cima, mostrou-nos que começava a ficar frio e a enrijecer. Apalpando-o mais uma vez, declarou-nos que no momento em que aquilo chegasse ao coração, ele partiria. Já se lhe tinha esfriado quase todo o baixo-ventre, quando, descobrindo o rosto – pois o havia tapado antes – disse, e foram suas últimas palavras:

- Critão (exclamou ele), devemos um galo a Asclépio. Não te esqueças de saldar essa dívida! Os Sofistas Mestres nas artes do discurso (retórica e oratória);
Cobravam por suas aulas;
Maioria formada por estrangeiros;


Convencionalimo e Relativismo Protágoras de Abdera: '"O homem é a medida de todas as coisas" Górgias de Leôncio: 1)Nada há, 2)se houvesse al, ninguém poderia sabê-lo, 3)se alguém soubesse, não poderia comunicá-lo. Obras: Elogio de Helena e Tratado o Não-ser Conceitos: Kairós [momento oportuno] e peithó
(persuasão] { Principais
representantes Sócrates e
Os Sofistas
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