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BANCA FINAL TCC

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Patrícia Schappo

on 19 March 2013

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Transcript of BANCA FINAL TCC

UMA RUA VERTICAL NA MARIQUINHA UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
Departamento de Arquitetura e Urbanismo
Trabalho de Conclusão de Curso

Acadêmica: Patrícia Schappo
Orientador: Américo Ishida
Coorientadora: Maria Inês Sugai

Florianópolis, 19 de março de 2013 APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA

•Local com função de Mediador e Facilitador das Relações Humanas de habitantes de comunidades ditas “carentes” do Morro da Cruz, bem como de pessoas de fora destas comunidades com estes habitantes, facilitando o Intercâmbio Cultural e Afetivo;

•Espaço para lidar com Questões Subjetivas destas comunidades; valorizando as localidades e melhorando a auto-estima desta população;

•Arquitetura: um projeto articulado com a comunidade onde se inserisse, respeitando as condicionantes ambientais e inspirando a possibilidade do “diferente”, inusitado e criativo nas pessoas ao seu redor; Intenções Iniciais:


•Leitura de “A Revolução Cultural do Tempo Livre” de Joffre Dumazedier e Artigos de Bernard Tschumi;

•Idéia de “Follie” (uma brincadeira, uma loucura); X espaço de múltiplas funções sem caracterização tradicional (não é nem uma escola, creche, centro cultural ou centro comunitário);

•Série de “Follies Apropriáveis” – Marcos Visuais implantados nas comunidades da face oeste do Morro da Cruz formando uma linguagem e identificando cada uma dentro da cidade.

•Produto deste TCC: Uma das Follies desta sequência, em nível de Estudo Preliminar.

•Para a escolha do local: visitas às comunidades e entrevistas com lideranças comunitárias Embasamento: Joffre Dumazedier: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

“Economizar tempo de trabalho é aumentar o tempo livre, isto é, o tempo que serve ao desenvolvimento completo do indivíduo. O tempo livre para a distração, assim como para as atividades superiores, transformará naturalmente quem dele tira proveito num indivíduo diferente” K. Marx, Fondements de La Critique de l’économie politique” – vol. 2 (1857) •Lazer – “Tempo livre, descanso, folga.” (dicionário Aurélio)

•Joffre Dumazedier - sociólogo francês de influência na criação do SESC no Brasil.

•A influência em todas as classes sociais do Tempo Livre sobre a organização do Tempo de Trabalho; já não é somente um complemento;

•o limite da relação entre indivíduos de classes sociais diferentes se torna mais tênue – compartilhamento de tardes em parques, espetáculos artísticos e atividades esportivas;

•maior relevância que reuniões motivadas por razões espirituais/religiosas ou políticas
“é um tempo de expressão de si mesmo. É um espaço de emergência de um grande número de práticas sociais estereotipadas e variadas; sedutoras e ambíguas, que, mesmo limitadas exercem crescente influência sobre a vida cotidiana. Aqui se encontra a origem daquilo a que propomos chamar a Revolução Cultural do Tempo Livre, em 90% constituído de atividades de lazer.”


•O Lazer para Dumazedier é: “o carnaval é somente a principal atividade das escolas de samba, hoje oficialmente ‘sociedades civis de cultura e lazer, sem fins lucrativos’. Essas sociedades foram imitadas em várias cidades do Brasil, e mantêm uma programação de lazer festivo ao longo do ano: (...) constituem uma réplica dos clubes esportivos e recreativos das camadas mais ricas.”


A influência do Lazer no Brasil (PEREIRA DE QUEIROZ, M. I. Centro de Estudos Rurais e Urbanos da USP, in revista Ciência e cultura, junho de 1984).
“o desencadear de danças, sons, agitação, que traz à cidade negra sua voz de sábado à noite e de domingo parece bastante revelador: é uma explosão, uma liberação, um retorno momentâneo a uma existência mais exaltante”.

•Georges Balandier e o “divertimento coletivo”: (Les Brazavilles Noires, 1950). “O lazer de hoje não é egoísmo e tampouco egocentrismo. É uma forma nova de afirmação de si mesmo em face do trabalho e das outras instituições da cidade. É a aspiração a viver um jogo maior dentro das engrenagens que fazem uma sociedade; e não a negação destas engrenagens em si. Não é também a negação dos serviços voluntários para com o outro. É a rejeição de servidões inúteis para o indivíduo que podem se dissimular sob as obrigações institucionais. (DUMAZEDIER, J. 1994, Pg 48)


•A mudança da relação consigo mesmo, onde uma parte da individualidade, que recentemente estava escondida, contida ou reprimida, se exprime mais livremente.”

•Através da mudança na relação consigo mesmo ocorre a evolução da relação com o outro, buscando-se uma ‘socialidade viva’.

•Finalmente, a mudança da própria relação com a natureza.


Resumindo, o efeito é: “É através das práticas do tempo livre das crianças e dos adolescentes que poderemos compreender seu modo de inserção social, suas dificuldades, seus desejos, suas aspirações ou suas confusões”


O Lazer na vida de Crianças e Jovens (SEGRE, M. Les enfants et les adolescents face au temps libre. ESF, 1981)

Principais atividades em que o tempo livre é preponderante, de acordo com pesquisa de Joffre Dumazedier:

•Levar uma vida familiar feliz;
•Estar em boa condição física;
•Saber utilizar seu tempo livre;
•Ser capaz de trabalho manual;
•Saber se virar na vida;
•Ser capaz de criar no plano artístico;
•Conhecer a amizade e a camaradagem;
•Saber o que mais conta na vida.

Bernard Tshumi - Fragmentos

“os limites são áreas estratégicas da arquitetura”, são a base a partir da qual se pode empreender uma crítica das condições existentes (...). Cancelar os limites (...) é cancelar toda a arquitetura”. Mas esses limites, apesar de necessários parecem um convite à transgressão”. (TSCHUMI, pg 172) Escolhido pela relação com a solução projetiva

“É certo que a arquitetura encontrará meios de salvar sua natureza peculiar, mas somente o fará ali onde se questionar, e negar ou romper com a forma que a sociedade conservadora espera dela. Afinal, se a arquitetura é inútil, e o é de modo radical, essa mesma inutilidade poderá ser sua força em qualquer sociedade onde prevalece o lucro. Mais uma vez, se nos últimos tempos há motivos para duvidar da necessidade da arquitetura, então a necessidade da arquitetura pode estar muito bem em sua desnecessidade". (TSCHUMI, pg 578) Escolhido por ser provocativo O LOCAL DE INTERVENÇÃO - MORRO DA MARIQUINHA

•Morro da Cruz : região central de Florianópolis. Historicamente se consolidou como área de ocupação da população pobre no centro da cidade. A ocupação sofre maior incremento de 1960 a 1980.

•Hoje: 1193 hectares de área urbanizadas; cotas mais altas: ZEIS – Zonas Especiais de Interesse Social.

•Contém cerca de 1/3 de todas as áreas carentes de Florianópolis; localização “estratégica” - proximidade com o centro, permitindo a não-utilização do transporte coletivo para o acesso ao trabalho, instituições de ensino e serviços. •16 comunidades no Maciço (Alto da Caeira, Mariquinha, Monte Serrat, Morro da Queimada e Jagatá, Morro da Penitenciária, Morro do 25, Morro do Céu, Morro do Horácio, Morro do Mocotó, Rua Ângelo Laporta, Rua José Boiteux, Rua Laudelina da Cruz, Serrinha, Tico Tico, Vila Santa Clara e Vila Santa Vitória), aproximadamente 5.677 famílias e 22.566 habitantes. Recorte 1.Como foi a formação da comunidade? Os habitantes, de onde vieram?

2.Sobre convivência, atividades de cultura e lazer, quais são as mais praticadas? Existe um espaço próprio para isso?

3.Em um espaço para atividades de lazer, eventos culturais, acham que seria adequado haver espaços para que atividades?

4.Existe rixa com comunidades vizinhas? Dificuldade de convivência num mesmo local? Entrevistas: Resultados: •moradores na maioria de Florianópolis ou região serrana de Santa Catarina; afrodescendentes;

•cultura e lazer: maior carência nas comunidades do Tico Tico e Mariquinha; ausência de espaço físico para as atividades;

•destaque da necessidade de área para práticas esportivas e reuniões/ festejos dos moradores

•Espanto na descoberta da quantidade de carros nas bordas das ruas;

•Intenção do PAC de abrir ruas morro acima – impróprio de acordo com topografia e geologia; •Morro da Mariquinha - Final da Rua Laura Caminha Meira;

•Escolha motivada por: maior precariedade infraestrutural - dificuldade de circulação e localização espacial, descarte inadequado do lixo, sistema apenas parcial de coleta de esgoto e subutilização de uma nascente de água própria para uso. A Escolha do Local de Intervenção: De acordo com a PMF:

quarta comunidade em ordem de prioridade para intervenção ,

área de 38.895 m²

163 habitações cadastradas. PONTOS CHAVE PARA A ELABORAÇÃO DO PARTIDO
•Referência estética e conceitual: proposta do arquiteto Rafael Viñoly para o terreno do antigo World Trade Center – o “World Cultural Center”; solução que permite o “mesmo grau de conforto” e possibilidades diferenciadas de apropriação que são criados na cidade dita formal;

solução estética e funcional que se adéqua ao contexto do morro e suas condicionantes, sem recorrer à solução de fornecer “apenas o essencial”;

O Morro faz parte da cidade e como tal deve ser entendido.

Evitar a presença do carro onde ela não é adequada. Solução alternativa à da criação de vias morro acima;
•Objeto arquitetônico: Baseado em um processo extremamente experimental:

Como criar um projeto que nunca vi similar? - logo, visão aberta sobre o resultado final ? UMA RUA VERTICAL
NA MARIQUINHA O PARTIDO, O PROGRAMA, O PROJETO •Partido: Eixo vertical de circulação - leva o usuário a cotas determinadas de onde saem passarelas suspensas que completam o percurso horizontalmente, unindo-se a caminhos já existentes na comunidade. Permeando o trajeto, espaços abertos e blocos fechados que constituem locais para a realização de atividades de lazer, convivência e processos.

•Nome: analogia com a função da própria Rua (permite o deslocamento e comporta espaços variados onde as pessoas podem se encontrar e realizar atividades). Edificação pública e aberta: circulação de pessoas livre e indiscriminada, extensão artificial da Rua Laura Caminha Meira onde sua função primordial prevalece: levar as pessoas onde desejam/ necessitam chegar.
•Estruturação do eixo vertical e das passarelas - 4 pilares treliçados (sustentam os “grandes braços” (circulação horizontal) com o uso de cabos que partem do seu topo e delimitam parcialmente “área interna”, onde se concentram os blocos fechados, espaços que fazem alusão às edificações em uma rua.

•Demarcação inicial - área de até 400m² (vão de 20 por 20 metros entre pilares)

•Diferença de altura - maior movimento visual na estrutura. Hierarquia de altura definida pela extensão das passarelas que cada um dos pilares suporta, permitindo angulação apropriada para o funcionamento dos estais.

•Altura – atinge o objetivo de destacar visualmente a Mariquinha na cidade. 20 m A = 400m²






•Nível 100: Mirante, Horta Comunitária, Playground.


•Disposição de banheiros para suporte às atividades, escadas enclausuradas e escadas abertas do nível 70 ao 85 e do 95 ao 100 (único acesso). •Subsolos: Estacionamento (32 vagas) e retorno de veículos; •Nível 54: Escadaria de acesso ao “térreo”- nível 57 (praça interna e externa, palco, acesso elevadores e via da comunidade. PAVIMENTOS •Nível 65: quadra e equipamentos auxiliares (banheiros, arquibancadas e depósito. Rua Laura Caminha Meira Escolha dos níveis – motivada pela conexão com caminhos existentes, conforto dos
usuários e uso de escadas enclausuradas. Um pavimento a cada 5 metros.
•Nível 70: Passarelas – uma delas a única inclinada da edificação. •Nível 75: Salas de projeção, Foyer, Associação comunitária (acesso 1), Sala de Edição de Imagens e Acervo de Vídeos e Passarela.
Nível 80: piscina e praia paulista, área de estar coberta, Associação Comunitária/Administração (acesso 2).

Ligação com passarela coberta (mais larga do projeto – 5m de largura nos 23 metros iniciais).
•Nível 85: Salas de Oficina, Horta Comunitária, Lanchonetes e Biblioteca. •Nível 95: Salão Comunitário e Estar/Mirante porção sudoeste. Subsolos Térreo Quadra Salas de projeção Piscina Salas de oficina Salão Comunitário Mirante •Elemento estrutural mais importante - pilar treliçado, repetido quatro vezes. São conectados por barras diagonais nos eixos x e y;

•Desenho das barras idealizado para permitir a passagem dos usuários ;
•Atribuem também efeito estético ao elemento estrutural.

•Estruturação das passarelas: Vigas metálicas e tirantes conectados aos pilares treliçados; Pilares próximos a conexão com o morro (travamento e suporte peso)

•Estrutura pavimentos “simples” – trama de vigas metálicas;

•Estrutura blocos maiores: treliças metálicas;

•Níveis subsolo: Pilares de concreto e vigas metálicas;

•Lajes: Painéis de concreto. VERTICALMENTE: Estrutura •Quatro reservatórios, localizados nos pilares sudoeste e nordeste. Duas cisternas e dois reservatórios superiores. Cada um com a capacidade de 20.000 litros, totalizando 80.000.

•Para o abastecimento da reserva: fornecimento tradicional + utilização de nascente da comunidade. Instalações Hidráulicas Estrutura Materiais, Envoltória, Vegetação e Soluções: Obrigada! AGRADECIMENTOS •À vida e aos meus pais por me darem o melhor de si;

•Ao meu orientador Américo Ishida, à minha coorientadora Maria Inês Sugai e também ao professor Fernando Westphal;

•Aos amigos que acompanharam a jornada de TCC de perto, especialmente à Luiza e à Maria Luiza;

•Especiais agradecimentos aos líderes comunitários que abriram mão do seu tempo de descanso para me ajudar – Amanda e seu Antônio do Tico Tico; seu Rogério da Mariquinha; seu Jair e seu João (Teco) do Mont Serrat; e seu Murilo do Morro do Céu. BIBLIOGRAFIA PLANTA NÍVEL 48.5 PLANTA NÍVEL 52 PLANTA NÍVEL 57 PLANTA NÍVEL 65 PLANTA NÍVEL 70 PLANTA NÍVEL 75 PLANTA NÍVEL 80 PLANTA NÍVEL 85 PLANTA NÍVEL 95 PLANTA NÍVEL 100 CORTE AA CORTE BB CORTE CC CORTE DD •DUMAZEDIER, Joffre. “A Revolução Cultural do Tempo Livre”: Tradução e Revisão Técnica Luiz Octavio de Lima Camargo, colaboração Marília Ansarah – São Paulo, Studio Nobel: SESC, 1994.

•NESBITT, Kate. “Uma Nova Agenda para a Arquitetura: antologia teórica (1965 – 1995)”. Tradução: Vera Pereira. São Paulo, Cosac Naify, 2ª edição.

•http:// laam.ufsc.br/aspectos-naturais-e-da-urbanização-do-macico-do-morro-da-cruz/ visitado em 04 de dezembro de 2011 às 10:00 horas.

•ROCHA, Danuza L. “A Ação do Serviço Social no Projeto do Maciço do Morro da Cruz em Florianópolis/ SC”. Monografia de Conclusão de Curso.

•LUCIANO, Patrícia Turazzi. “Urbanização do Maciço do Morro da Cruz – Proposta de um Novo Desenho Urbano”. Trabalho de Conclusão de Curso Arquitetura e Urbanismo UFSC 2007.

•HÜBNER, C.; DAL SANTO, M.; OLIVEIRA, F. “Diagnóstico da Ocupação de Encostas do Maciço Central do Morro da Cruz – Florianópolis – SC”. Artigo GEOLAB/ FAED.

•http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/16/artigo76289-1.asp
visitado em 14 de maio de 2012 às 21:00 horas.

•http://www.rvapc.com/works/635-wtc-competition--world-cultural-center visitado em 10 de abril de 2012 às 15:00 horas.

•http://geo.pmf.sc.gov.br/ Geoprocessamento corporativo da Prefeitura Municipal de Florianópolis, visitado em 30 de março de 2012.

•http://en.structurae.de/structures/data/index.cfm?ID=s0000267 e http://en.wikipedia.org . Informações sobre a Erasmus Bridge em Roterdã. Visitado em 14 de agosto de 2012.

•http://www.lacefence.com/ visitado em 12 de dezembro de 2012 às 11:00 horas. FACHADA OESTE FACHADA NORTE FACHADA LESTE FACHADA SUL Fotos da Mariquinha demonstrando a topografia, o modo como a ocupação ocorre, a precariedade das vias, a fonte de água e a vista para o centro de Florianópolis e as baías. FONTE: Acervo Pessoal Poligonal caracterizando áreas de risco geológico na Mariquinha. O projeto é idealizado para área de menor risco na comunidade. FONTE: COBRAPE (2007), Google Earth,
Prefeitura Municipal de Florianópolis Croqui do início do processo projetual ilustrando a definição do partido Fotos de algumas das maquetes feitas no processo de elaboração do projeto. No total foram dez maquetes, uma delas na escala 1:500, 8 na 1:250 e uma na escala 1:50. Foram objetos essenciais neste Trabalho de Conclusão de Curso. Projeto do World Cultural Center, de Rafael Viñoly. FONTE: http://www.rvapc.com/works/635-wtc-competition--world-cultural-center (World Cultural Center) Volume de Carros nas comunidades da Mariquinha (à esq.) e do Tico-Tico. Terreno alugado com garagens FONTE: Acervo Pessoal Montagem de mapas para localização do local de intervenção FONTE:Google earth com edições da autora Localização das comunidades do Maciço do Morro da Cruz TICO -TICO MARIQUINHA Esquema da disposição dos pilares treliçados IMPLANTAÇÃO Esquema da forma dos pilares treliçados e sua conexão com as passarelas •Destaque para a envoltória da edificação: Telas com uso do Lace Fence (tramado de imagens com efeito de crochê);









•Decks de madeira e cobertura vegetal em áreas específicas;

•Uso de árvores no topo – reforço na idéia de Rua; Exemplo do emprego do Lace Fence na fachada de projeto habitacional em Haia. FONTE: http://www.lacefence.com Telas envoltórias para fechamento lateral entre os pilares treliçados ilustrando o efeito do Lace Fence. Os vazios indicam pontos onde blocos fechados ultrapassam a tela na fachada. FONTE: http://www.eniotrevizani.xpg.com.br Montagem ilustrativa da idéia da sequência de follies no Morro da Cruz FONTE: acervo pessoal FONTE: http://www.columbia.edu Alusão da desnecessidade da Arquitetura com o deleite dos fogos de artifício FONTE: http://diariosdesolidao.blogspot. Vias da Mariquinha e local de intervenção FONTE: Google Earth com edições da autora. Vista aérea do projeto inserido na comunidade da Mariquinha Vista da saída da edificação no nível 70. Destaque para a área de estar que internedeia a conexão entre edifício e caminhos existentes na comunidade. Vista do pavimento do nível 65 (quadra) Imagem do pavimento do nível 75, destacando a área de estar e foyer para as salas de projeção. Os blocos em vermelho e amarelo contém os banheiros feminino, masculino e para portadores de deficiência. Imagem da piscina e praia paulista do nível 80. A direita ficam locados os banheiros para portadores de deficiência, masculino e feminino e as duchas. Imagem da passarela coberta saindo do nível 80 para a comunidade. Ilustra a possibilidade da realização de feiras variadas. Imagem interna do Salão Comunitário no pavimento do nível 95. Ao fundo área externa que funciona como palco para o salão. Vista do pavimento do nível 100 (cobertura). Em primeiro plano a área de mirante. Ao fundo a horta comunitária e caixa de areia com o playground. Vista do pedestre subindo a Rua Laura Caminha Meira em direção à Rua Vertical. Ao fundo, a face externa da sala de Projeção assume a função de outdoor, informando a programação de filmes. Vista externa da edificação com destaque para as fachadas Norte e Oeste e as passarelas. Vista externa da edificação, destacando a declividade da topografia. Vista a partir da passarela do nível 75 para a Rua Vertical. Em destaque os blocos da piscina e sala de projeção. Ao fundo, vista para o Centro de Florianópolis e Baía Sul Vista a partir da passarela do nível 85 para a edificação. Destaque para a fachada leste da edificação e passarela coberta, no nível 80. Vista da Rua Vertical a partir de cota mais elevada no Morro da Mariquinha. Destaque para a fachada Sul e as passarelas. Ao fundo, a região central de Florianópolis Vista da entrada da Rua Vertical a partir do final da Rua Laura Caminha Meira
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