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A parábola dos talentos

Palestra
by

araujo _jc

on 12 April 2015

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Transcript of A parábola dos talentos

A PARÁBOLA DOS TALENTOS
Voltemos ao evangelho
E tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor. (Mt 25, 16-18)
A distribuição dos talentos
Quem são os que receberam cinco talentos?
São pessoas já mais experimentadas, mais vividas, que assumem missões de repercussão social.
Sistema monetário
O que é Talento?
Virtudes, dons
Este é o rosto do talento?
O talento hoje
5 talentos:
hoje equivalem a 300Kg de ouro ou a R$28.000.000,00
2 talentos:
hoje equivale a 120 Kg de ouro ou a R$12.000.000,00
1 talento:
hoje equivale a 60kg de ouro ou a R$6.000.000,00
A utilização dos talentos
Quem são as que receberam dois talentos?
Quem são as que receberam apenas um talento?
São pessoas que não possuem outra responsabilidade senão a de promoverem o progresso espiritual de si mesmos, mediante a aquisição de virtudes que lhes faltam.
Em que categoria nós estamos?
Como nos percebemos?
Aferição dos Resultados
Diz respeito a um período a que nos é dado.
Avaliação do nosso estágio vivido em um tempo-espaço.
(Re)planejamento reencarnatório
Quais os meus resultados?
Aproveitou as oportunidades que lhes foram concedidas para melhoria do próximo e de si mesmo, portanto, progrediu.
Em quem me inspiro para treinar o meu olhar?
Nos dois primeiros, que demonstraram responsabilidade, diligência, bom senso, trabalho e dedicação frente as dádivas recebidas?
ou
No terceiro que, por medo, inibição, imaturidade e descompromisso, não soube utilizar a concessão celeste?

“Ao terceiro, confiou apenas um “talento”, aclarando cuidados:

- Apossa-te desta lâmpada sublime e segue. É a dor, o dom celeste da iluminação espiritual. Acende-a em teu campo de trabalho, em favor de ti mesmo e dos semelhantes. Seus raios abrem acesso aos tabernáculos divinos.”

[Chico Xavier. Luz acima. Pelo Espírito Humberto de Campos. Cap. 33]
“[...] o servo negligente atribui ao medo a causa do insucesso em que se infelicita. [...]Contara apenas com um talento e temera lutar para valorizá-lo. [...]Há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam. E recolhem-se à ociosidade, alegando o medo da ação.[...] E alcançam o fim do corpo [...] sem o mínimo esforço para enriquecer a existência. [...]

Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faze dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada a que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o Senhor.”


[Chico Xavier. Fonte viva. Pelo Espírito Emmanuel. Cap. 132]


Por medo de agir, preguiça e descompromisso, desperdiça o recurso que lhe fora confiado.
Não assume a responsabilidade pelo próprio fracasso;
Culpa seus companheiros de jornada e até mesmo o seu Senhor pelo o insucesso.
Servo mau e negligente
Servo bom e fiel
[...] Todo aquele que diligencia por corresponder à confiança do Senhor, receberá auxílio e proteção para que possa aumentar as virtudes que possui.

Mas aquele que não se esforçar para acrescentar alguma coisa àquilo que recebe da misericórdia divina, expiará, em futuras reencarnações de sofrimentos, a incúria, a preguiça, a má vontade de que deu provas, quando se verá privado até do pouco que teve, por empréstimo.
 
[Rodolfo Calligaris. Parábolas evangélicas. Item: Parábola dos talentos]

Impressionante é a quantidade de bênçãos de que somos dotados. O Criador não mediu esforços para nos dotar de dons maravilhosos, em prol de nossa própria evolução.
Júlio Araújo
Casa de Miramez
Vamos aproveitar!
@araujo_jc
Júlio Araújo
araujo@ufc.br
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