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Integração Lavoura Pecuária

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by

Leonardo Tedeschi

on 14 November 2012

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Transcript of Integração Lavoura Pecuária

Integração lavoura-pecuária Heloisa S. Permigiani
Leonardo Tedeschi
Mariana F. Andrade INTRODUÇÃO
Década de 70 pecuária extrativista - ↓ produtividade;
Pastagens → capim gordura, jaraguá, Panicum maximum;
Introdução das Braquiárias;
Década de 80 → Marandu, Mombaça, Tanzânia...
Área  172 milhões de hectares destinados as pastagens
Pastagens degradadas:
Manejo animal;
Manejo do solo. COMO FAZER O CAMINHO DE VOLTA Kurtz P. (s/d) mbaagronegocio.blogspot.com.br Pariz (2008) DESCOMPACTAÇÃO;
ELIMINAR EROSÕES;
TERRACEAMENTO. ELIMINAR PLANTAS DANINHAS;
CORREÇÃO DO SOLO REPOSIÇÃO DE NUTRIENTES;
(LAVOURAS). PRODUTIVIDADE
E
LUCRATIVIDADE Fonte: Alvarenga (2007)
60% da produção de carne do País

Capacidade de suporte:  0,8 U.A./ha

Carne  3 @/ha/ano

Leite  300 L/ha/ano

Abate: > 40 meses Sistema convencional Fonte: Alvarenga (2007) Sistema ILP Capacidade de suporte: 2 a 3 U.A./ha

Carne  12 @/ha/ano

Leite  2.000 L/ha/ano

Abate: 20 a 22 meses Integração Lavoura Pecuária Sistemas de ILP Produção de grãos, fibras, leite, carne, etc. em uma mesma área.

Diminuir o impacto causado no meio ambiente.

Solo explorado o ano toda ou grande parte dele. Perspectiva:
Melhorar fertilidade do solo;
Diminuir pragas e doenças;
Possibilidade de alimento para os animais o ano inteiro;
Utilização de produtos agrícolas para alimentação animal;
Aumento da produção.

Preparo dos produtores e técnicos:
Entrada dos animais;
Interação entre planta-animal-solo;
Genética, nutrição e sanidade animal;
Fisiologia das plantas;
Manejo das pastagens;
Controle de pragas Objetivo da ILP:
Reformar pastagens;
Recuperação e/ou aumento da sustentabilidade de áreas agrícolas com plantas forrageiras;
Renda adicional/diminuição dos riscos pela utilização de forrageiras anuais/cultivos agrícolas de verão. www.zonarural.com.br Desenvolvido na década de 80 pela Embrapa Arroz e Feijão;

Recuperação/Renovação de pastagens com culturas anuais; Sistema Barreirão Vantagens

Ocupação da área → ↓ período de tempo (Setembro/Outubro - Março/Abril);
Correção do solo → Culturas a serem consorciadas;
Redução de cupins e plantas daninhas;
Retorno do capital → venda dos grãos.

Obs: Culturas escolhidas para o sistema → interesse produtor e condições do solo.
(Kluthcouschi, 2003) 1ª etapa - Correção da acidez do solo

Divisão da área em glebas;
Análise do solo;
Aplicação de gesso misturado com o calcário.


(Kluthcouschi, 2003) 2ª etapa – Preparo do solo (gradagem)

Incorporação de MO e corretivos;
Desenraizar toda vegetação existente;
Retirada dos cupinzeiros;
Realizada no final do período seco (15 e 30 dias antes da implantação do consórcio).

(Kluthcouschi, 2003) 2ª etapa – Preparo do solo (arado de Aiveca)

Descompactação;
Incorporação de MO e corretivos;
Retirada das raízes das plantas invasoras;
Retirada da área de ação dos cupinzeiros;
Umidade do solo.

(Kluthcouschi, 2003) 2ª etapa – Adubação

Resíduo de nutrientes para as forrageiras;
Primeira cultivar → menos exigente em nutrientes (arroz de terras altas);
Doses excessivas de nutrientes;


(Kluthcouschi, 2003) 3ª etapa – Implantação do consórcio

Uso de sementes de qualidade;
Tratamento das sementes;
Semeadura incorreta → compromete o sistema;
Densidade, época de semeadura e arranjo espacial.


(Kluthcouschi, 2003) 4ª etapa – Condução da lavoura

Controle de plantas daninhas → não necessária para pastagens degradadas;
Adubação de cobertura → cultura plantada;
Tratos fitossanitários de acordo com as recomendações.


(Kluthcouschi, 2003) 5ª etapa – Colheita

6ª etapa – Vedação

30 a 60 dias após a colheita;
Pastejo;
Manejo adequado da pastagem.


(Kluthcouschi, 2003) Culturas grãos X forrageiras tropicais;
S.P.D. ou S. Convencional;
Solo parcial ou devidamente corrigido;
Objetivo:
a) produzir forrageira na entressafra;
b) palhada: quantidade e qualidade. Não altera o cronograma de atividades do produtor (Simultânea ou cerca de 10 a 20 DAE);
Baixo custo;
Não exige equipamentos especiais;
Estabelecido anualmente; Semeadura Simultânea:
Dessecação da área ou preparo do solo;
Semente da forrageira;
Adubação;
Semeadura;
Ajuste das plantadoras → espaçamento da cultura anual;
Adubação de cobertura;
Manejo de herbicidas;
Colheita das culturas. Semeadura da forrageira em pós-emergência da cultura anual:
Recomendada → infestação de plantas daninhas;
Semelhante a semeadura simultânea;
Espaçamento cultura > 80cm → 2 fileiras da forrageira;
Obs: Se semeadura do forrageira for muito tardia → redução da qualidade de estabelecimento e desenvolvimento. MACEDO, (2000) Foto: Peeters C. (s/d) Foto: Scaléa (s/d) Brachiaria brizantha Foto: Garcia, C.M.P. (2010) Brachiaria ruziziensis Foto: Garcia, C.M.P. (2010) Foto: Scaléa (s/d) Plantio direto na ILP Condicionamento inicial do solo  minimiza erosão e assoreamento;

Diminuição de agrotóxicos;

Melhor e mais adequado uso dos recursos naturais. ILP e o solo Manejo das plantas e dos animais, não causando restrições as raízes e produzindo resíduo suficiente para o plantio direto;
Altera constantemente as características físicas, químicas e biológicas do solo;
Quanto mais amplo o ambiente radicular, maior será a quantidade de compostos orgânicos. A ILP pode:
Melhorar as condições físicas e biológicas do solo com a pastagem na área de lavoura;
Recuperar a fertilidade do solo com a lavoura na área de pastagens;
Produzir pasto, forragem conservada e grãos para alimentação animal na estação seca. Benefícios para agricultura Caracteristicas físicas e biológicas do solo melhoradas com a pastagem. Benefícios para agricultura Foto: Kluthcouski (2003) Fonte: Borghi (2005) Figura 5: Relação entre temperatura do solo (⁰ C) e horas do dia sob plantio direto e plantio convencional. Escolha das cultivares para ILP Adaptação ao clima e solo da região.

Visitar outros produtores e locais de pesquisa.
Adaptação,
Persistência,
Potencial de produção e
Valor nutritivo (aptas ao sistema de produção de forragem o ano todo).

Fontaneli (2008) ILP na produção animal Lotação excessiva de animais e falta de adubação de manutenção  acelera a degradação.
Evitar abertura de novas áreas.
Intensifica a utilização da terra  maior produção  menor tempo  menor área.
Aumento da produção de carne, fertilizando e conservando o solo.
Aumento do desempenho animal: caminham distâncias menores e ingerem mais forragem. Metas e Ações Foto: Balbino (2003)
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