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Fisiologia Humana

Sistemas do organismo: anatomia e fisiologia
by

Thiago Rennó

on 27 August 2013

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Transcript of Fisiologia Humana

Sistema Digestório
O início do processo de digestão é encontrado na boca, onde há os processos da mastigação, da insalivação e da deglutição.
A mastigação é responsável pela trituração mecânica dos alimentos.
Em conjunto com a língua, a mastigação permite que o alimento misture-se com a saliva produzida pelas glândulas salivares. Neste ponto a ptialina (amilase salivar) inicia a quebra do amido em maltose e dextrinas, tipos de oligossacarídeos.
Disponível em: <http://www.sitehelpme.xpg.com.br/HelpMe/Site.php/sistema-digestivo.html>
A língua também atua na percepção do paladar, através de uma série de estruturas denominadas papilas gustativas.
Uma vez misturada a saliva, iniciada a digestão de carboidratos e realizada a trituração mecânica do alimento, tem-se o bolo alimentar, que deve ser encaminhado para o esôfago.
Para tanto, a língua força a faringe a subir a epiglote e descer a glote, permitindo a abertura do canal do sistema disgestório e o fechamento do canal do sistema respiratório, em um processo denominado deglutição.
Ao alcançar o esôfago, o bolo alimentar é encaminhado para o estômago pela ação dos movimentos peristálticos.
Isso ocorre porque o esôfago é um órgão tubular constituído por músculos lisos.
Quando o bolo alimentar chega ao estômago há a o fechamento da estrutura pela contração dos dois anéis musculares (esfíncters) presentes em seu início (cárdia) e no seu final (piloro).
Nesse momento há a mistura do bolo alimentar com o suco gástrico, rico em ácido clorídrico e pepsina.
A pepsina atua na quebra das proteínas em peptídeos menores (peptonas).
O ácido clorídrico, além de permitir condições de pH ideais para a ação enzimática, combate possíveis microrganismos presentes no bolo alimentar.
O resultado da ação do processo digestivo no estômago é o quimo, uma massa geralmente esbranquiçada que é encaminhada ao duodeno, primeira porção do intestino delgado.
No duodeno o quimo é misturado com a bile oriunda do fígado e com o suco pancreático produzido no pâncreas.
A bile não contém enzima digestivas, mas é capaz de de emulsificar as gorduras, permitindo a ação destas.
Já o suco pancreático é rica em:
amilases - quebra amido em maltose
lipases - quebra lipídeos em ácidos graxos e glicerol
tripsinas e quimiotripisinas - quebra proteínas em peptídeos
nucleases - quebra ácidos nucleicos
Glândulas duodenares também são capazes de produzir enzimas digestivas, onde destacam-se:
aminopeptidase e dipeptidases
maltase
lactase
sacarase
lipase intestinal
O resultado da ação das enzimas digestivas do duodeno é a transformação do quimo em quilo, que segue pelas duas demais porções do intestino delgado (jejuno e íleo) para a absorção dos nutrientes.
Disponível em: <http://www.ocorpohumano.com.br/index1.html?http://www.ocorpohumano.com.br/os_gustacao.htm>
A absorção de nutrientes no jejuno e no íleo é realizada pelas microvilosidades do tecido epitelial, que é autamente vascularizado.
Uma vez absorvidos, os nutrientes são encaminhados para o fígado, que atua como um verdadeiro centro de distribuição do corpo.
O íleo une-se ao ceco, primeira porção do intestino grosso, onde localiza-se o apêndice vermiforme.
Nesta junção encontramos mais um esfíncter, denominado valva ileocecal.
Durente o percurso do intestino grosso (ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente e sigmoide e reto) há absorção de água e sais minerais, transformando o quilo pobre em nutrientes em bolo fecal.
O epitélio do intestino grosso produz muco, que será importante para a defecação.
As bactérias da flora intestinal agem sobre o bolo fecal para a produção das fezes, produzindo gás butano, ácido sulfídrico, vitamina K e vitaminas no complexo B.
As fezes são eliminadas pelo ânus, que é composto por dois esfínceters:
um interno forte
um externo fraco
Controle dos processos da digestão:
Disponível em: <http://lidi.conectesaraiva.com.br/AuthLidi>
O diafragma, músculo que separa limita o tórax, é contraído conferindo pressão negativa na caixa toráxica.
Dessa maneira o ar atmosférico entra pela cavidade nasal, onde os pelos e o muco o filtram, retendo partículas e possíveis agentes infecciosos.
Sistema Respiratório
Ao chegar na faringe o ar é encaminhado até a laringe, posto que o canal que leva ao esôfago permanece a maior parte do tempo fechado.
Neste ponto podemos encontrar a ação das amígdalas, que possuem células capazes de produzir anticorpos e, assim, auxiliar o combate de agentes infecciosos.
A laringe e a traqueia, assim como a cavidade nasal, são dotadas de muco, responsável pela filtração do ar.
Todo esse sistema, movimentado pelo epitélio pseudoestratificado ciliado, é de extrema importância para impedir que qualquer agente patogênico chegue aos pulmões.
Próximo à cavidade nasal, no interior dos ossos do crânio e da face, encontram-se os seios paranasais, com as funções de:
umedecer e aquecer o ar;
ampliar a ressonância da voz;
equilibrar a pressão durante o espirro e a tosse.
A fala também é produzida nesta região.
As cordas, ou pregas vocais, se localizam no limite da laringe e produzem a voz quando o ar passa pela sua estrutura e as fazem vibrar.
No final da traqueia há a bifurcação do canal respiratório em dois brônquios, que, por sua vez, sofrem diversas ramificações denominadas bronquíolos.
A estrutura final do sistema respiratório são os alvéolos pulmonares, pequenos sacos aéreos com grande vascularização, o que permite a troca gasosa.
Através da difusão simples onde um determinado composto passa do meio mais concentrado para menos concentrado.
Assim, o oxigênio passa do ar atmosférico para o sangue, ligando à oxiemoglobina.
O gás carbônico, por sua vez, realiza o caminho inverso, e, assim, o sangue venoso passa a ser arterial (hematose) e retorna para o coração.
O transporte do gás carbônico produzido pelo organismo até os pulmões é realizado, no sangue, de duas maneiras distintas:
ligação com a carboemoglobina
produção da solução tampão (maior quantidade)
Quando o diafragma relaxa, a pressão da caixa toráxica volta ao normal, expulsando o ar, agora rico em gás carbônico, pelo processo da expiração.
A velocidade com que o diafragma realiza tal movimentação pode ser:
voluntária
involuntária - através do pH sanguíneo que ativa o centro respiratório do bulbo
Realizada a troca gasosa, o ar sai dos alvéolos, passa pelos bronquíolos, brônquios, traqueia, laringe, faringe e é, enfim, expelido pela boca ou pela cavidade nasal.
Sistema Cardiovascular
Tipos de vasos sanguíneos
O sistema cardiovascular corresponde a um conjunto de vasos sanguíneos (artérias, veias e capilares), onde corre o sangue, movimentado através das contrações de uma bomba muscular, o coração.
Os capilares pulmonares realizam a troca gasosa, onde o gás carbônico é liberado para o interior dos alvéolos, enquanto o oxigênio difunde ao sangue e une-se a hemoglobina.
A troca gasosa é responsável pelo processo da hematose, que, neste caso, torna o sangue venoso em arterial.
O sangue venoso é rico em carboemoglobina, íons hidrônio e íons bicarbonato, ou seja, realiza um maciço transporte de gás carbônico.
Já o sangue arterial é rico em oxiemoglobina, tendo cor vermelho vivo, transportando grandes quantidades de oxigênio.
As veias pulmonares transportam o sangue rico em oxigênio diretamente para o lado esquerdo do coração.
Há um ramo de veias pulmonares para cada pulmão, direito e esquerdo.
O sangue arterial vindo dos pulmões chega ao átrio esquerdo do coração, passa pela valva (ou válvula) mitral e alcança o ventrículo esquerdo, onde será impulsionado para a artéria aorta.
Anatomia do Coração
Ao chegar no ártrio, esta cavidade encontra-se em diástole, onde o músculo cardíaco da porção superior está relaxado.
Ao mesmo tempo, o ventrículo encontra-se em sístole, onde o músculo está contraído.
A sístole atrial (contração), faz com que o sangue passe pela valva, no mesmo momento em que o ventrículo entra em diástole.
O mesmo processo pode ser observado do lado direito do coração.
A sístole do ventrículo direito faz com que o sangue passe pela valva aórtica e ganhe a artéria aorta, que o levará para todo o corpo com objetivo de fornecer oxigênio e nutrientes para as células.
As artérias, no decorrer do percurso, vão se ramificando e diminuindo seus diâmetros (arteríolas), até chegar ao ponto de, mais uma vez, encontrarmos capilares.
O processo de hematose se repete, porém agora o oxigênio difunde-se para as células - usado na cadeia respiratória -, enquanto o gás carbônico difunde-se para o sangue - oriundo do ciclo de Krebs ou do ácido oxalacético.
Os capilares aumentam seu diâmetro e logo transformam-se em vênulas, que, por sua vez, ampliam-se nas veias.
Desta maneira, o sangue venoso retorna ao coração pelas veias cavas superior e inferior.
O sangue venoso chega ao coração pelo átrio direito, passa pela valva tricúspide, para o ventrículo direito e é impulsionado para o interior das artérias pulmonares.
A exemplo do lado esquerdo, observamos a mesma sequência de sístoles e diástoles.
A sístole do ventrículo direito faz com que o sangue passe pela valva pulmonar, ganhe as artérias pulmonares e seja transportado até os pulmões, onde a hematose ocorrerá nos capilares.
O percurso reponsável pelo fornecimento de oxigênio para o organismo, retirando o gás carbônico das células, é denominado grande circulação.
Seu início é dado na chegada do sangue ao ventrículo esquerdo, encerrando no átrio direito.
O percurso responsável pela eliminação de gás carbônico e captação de oxigênio nos pulmões é denominado pequena circulação.
Seu início se dá na chegada do sangue no ventrículo direiro, considerando como final o retorno até o átrio esquerdo.
A pressão arterial é dada pela força exercida nestes vasos sanguíneos pelos movimentos de sístole e diástole dos ventrículos.
Os valores médios encontrados são:
120mmHg na sístole
80mmHg na diástole
Os valores da pressão arterial podem sofrer variação por uma grande quantidade de fatores.
Indivíduos que possuem valores acima da média são considerados hipertensos, enquanto os que possuem valores abaixo são considerados hipotensos.
Sistema Excretor
Denominamos excreção o mecanismo pelo qual eliminamos produtos metabólicos que, se acumulados em nosso organismo, causariam danos e intoxicação.
Os principais produtos excretados em nosso organismo são derivados de compostos nitrogenados, como a amônia, que são transformados em ureia e ácido úrico para diminuir sua toxidade.
O processo de excreção tem seu início nos rins, onde uma série de canais especializados filtrarão o sangue e retirarão deles os produtos do metabolismos considerados como excretas.
Os rins são divididos em córtex (região mais externa), medula (região mediana) e pelve (região mais interna).
A filtração inicia-se em um enovelamento de vasosa sanguíneos (glomérulos) e uma região de início do túbulo do néfron (cápsula de Bolman).
O filtrado resultante, além dos excretas, é rico em água, glicose e uma série de outras substâncias.
Em resumo, a composição do filtrado é a mesma do plasma sanguíne, excluindo-se as proteínas.
No decorrer do processo, o filtrado passa para o túbulo contorcido proximal, pela alça de Henle e pelo túbulo contorcido distal, onde há uma junção com um túbulo coletor.


Durante o caminho pela estrutura do néfron, as substâncias presentes no filtrado com são reabsorvidas, deixando em sua composição apenas uma pequena porção de água, sais minerais e os excretas nitrogenados.
No túbulo contorcido distal há o processo de secreção, onde são eliminados metabólitos de medicamentos, o que pode alterar a cor da urina (azul ou verde, por exemplo).

O controle da reabsorção renal é realizado pelo hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina, produzido na hipófise.
Uma vez presente nos néfrons, o ADH aumenta a permeabilidade dos túbulos coletores.

Acima dos rins encontram-se as glândulas supra-renais, responsável pela produção de importantes hormônios, onde destaca-se a aldosterona, importante para induzir a reabsorção de sódio no organismo.
O hormônio peptídeo natriurético atrial, produzido no coração, também atua nos túbulos renais aumentando a excreção de sódio para forçar a diminuição da pressão arterial.
Os túbulos coletores da região pélvica dos rins unem-se em um grande ducto, denominado ureter.
Os ureteres são resposnsáveis por coletar a urina e encaminhá-la para a bexiga urinária.
A bexiga urinária é um órgão utilizado para o armazenamento da urina formada, onde seu epitélio de transição e o músculo liso conferem elasticidade.
Uma vez que a bexiga esteja cheia, há a indução do estímulo de esvaziamento, ou seja, a vontade de urinar.
A bexiga urinária é esvaziada pela ação do canal conhecido como uretra.
Nos homens este canal é pertencente aos sistemas excretor e reprodutor, enquanto nas mulheres é exclusivo do sistema excretor.
Sistemas Linfático e Imunológico
O sistema linfático é responsável pelo transporte da linfa, um líquido geralmente transparente que corresponde ao líquido intersticial extravasado do processo de difusão do sangue para as células.
Para transportar a linfa o sistema linfático conta com uma rede de vasos paralelos ao sistema cardiovascular, que sugam o líquido no nível tecidual e o devolvem ao sangue por uma junção com as veias cavas.
Antes de ser devolvida ao sangue, a linfa necessita ser filtrada, evitando assim que - no caso de haver antígenos - a contaminação ou infecção generalizada.
Para tanto, uma estrutura anexa aos vasos linfáticos contém uma grande quantidade de linfócitos para realizar esta função: o linfonodo.
Quando o antígeno presenta na linfa é de difícil combate o linfonodo se fecha e incha, permitindo um ataque maciço.
Este fenômeno, que pode ser sentido como um pequeno caroço subcutâneo, é denominado íngua.
Mecanismos Imunológicos Inespecíficos
Correspondem a estruturas do sistema imunológico capazes de combater qualquer antígeno, independente de sua origem.
Não diferenciam o agente, reconhecendo-o como antígeno de forma generalista.
A pele, maior órgão de nosso organismo, pertence ao sistema imunológico por sua defesa inespecífica.
Sua ação se faz por uma barreira física impenetrável, somada à oleosidade e ao suor, que diminuem o pH e contêm lisozima.
As mucosas, seguindo o exemplo da pele, também perfazem uma importante barreira física contra antígenos.
Suas secreções também podem conter lisozima, além de que a elas pode estar associada uma flora bacteriana que auxilia na proteção local.
O fluxo de muco é outro fator importante na eleminiação de agentes infecciosos.
Uma vez que um antígeno consiga vencer a primeira linha de defesa (pele e mucosas), a segunda linha de mecanismos inespecíficos atua.
Nela podemos encontrar os fagócitos (neutrófilos, monócitos e macrófagos), granulócitos (eosinófilos) e proteínas (lisozimas e interferons).
Os interferons são proteínas produzidas por células infectadas por agentes intracelulares, principalmente vírus, que proliferam no tecido fazendo com que esse produza substâncias que dificultem a infecção de outras estruturas celulares.
Mecanismos Imunológicos Específicos
A especificidade do sistema imunilógico associada às moléculas produzidas pelos linfócitos B, os anticorpos (Ac) ou imunoglobulinas (Ig).
Existem 5 tipos de anticorpos:
IgA - atuam nas mucosas e colostro
IgD - estimulam linfócitos B
IgE - atuam em alergias, infecções protistas e infestações de helmintos e nematodos
IgG - facilitam a fagocitose e podem atravessas a placenta
IgM - primeira linha de anticorpos produzidos
Uma vez que um antígeno tenha sido reconhecido pelo organismo e a produção de anticorpos contra ele tenha sido iniciada, a memória imunológica é acionada e permite imunidade duradoura e, em muitos casos, permanente após cura.
Existem dois tipos de imunidade específica:
humoral - mediada pelos linfócitos B, onde os anticorpos são dispersos nos líquidos corporais
celular - mediada pelos linfócitos T, que possuem moléculas marcadoras capazes de identificar que uma célula foi infectada por um determinado antígeno
Vacina e Soro
O Sistema Público de Saúde do Brasil oferece uma gama de vacinas e soros à população, muitas vezes realizando campanhas para a administração destes.
As vacinas correspondem a antígenos mortos, atenuados ou, simplesmente, fragmentados, capazes de apresentá-los ao sistema imunológico de um indivíduo.
Com isso induzem a produção de anticorpos e permitem que seja formada memória imunológica.
Os soros, por sua vez, são anticorpos já produzidos por outro organismo, capaz de conferir uma uminudade temporária e imediata.
Não há, para estes casos, formação de memória.
O soro antiofídico, por exemplo, é produzido pela administração do veneno da cobra em um animal, geralmente um equino.
Após a produção dos anticorpos o sangue deste animal e retirado, coagulado e a parte líquida restante (soro) - que contém os anticorpos - é separada e tratada pelos institutos produtores.
Calendário de vacinação brasileiro:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=21462

Sistema Nervoso
O sistema nervoso é formado por células especializadas, denominadas neurônios e subdividido em Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso Periférico (SNP).
Sistema Nervoso Central
O SNC é formado por pelo encéfalo e a medula espinhal , sendo protegido pelos ossos do crânio e coluna, além das três camadas de meninges (dura-máter, aracnoide e pia-máter).
Sua estrutura é derivada do tubo neural na fase embrionária.
O cérebro é dividido em dois hemisférios (esquerdo e direito) e possui duas regiões principais: telencéfalo e diencéfalo.
O telencéfalo é responsável pela memória, pensamento, inteligência, audição, olfato, paladar e fonação.
O diencéfalo é subdividido em tálamo (área de processamento de informações), epitálamo e hipotálamo (região da glândula hipófise).
Encéfalo:
O tronco encefálico é formado é formado por:
mesencéfalo - funções motoras
ponte - faz o cruzamento do impulso nervoso
bulbo cefalorraquidiano - possui o centro respiratório e coordena estímulos como o vômito, deglutição e tosse.
O cerebelo possui funções relacionadas ao equilíbrio, motricidade, manutenção do tônus muscular.
A impulsividade e algumas emoções também estão sujeitas à ação do cerebelo.
Medula espinhal:
A medula espinhal é um órgão especializado no transporte de impulsos nervosos do encéfalo para o corpo e vice-versa, além de integrar e interpretar determinados estímulos.
A medula possui uma região rica em axônios, denominada substância branca, e uma rica em corpos celulares, denominada substância cinzenta.
Dela, para cada par de nervos que sai no espaço entre as vértebras da coluna vertebral, se encontra uma fibra sensorial na raiz dorsal (trás os estímulos) e uma fibra motora na raiz ventral (leva o estímulo).
Na medula acontecem os atos reflexos, onde rapidamente a medula interpreta o estímulo vindo do corpo e envia uma resposta.
Os atos reflexos são importantas no contato com objetos cortantes e perfurantes, com objetos em temperaturas elevadas, entre outros.
Sistema Nervoso Periférico
O sistema nervoso periférico é formado pelos nervos cranianos e nervos raquidianos (espinhais), que partem do sistema nervoso central e ramificam-se por todo o organismo.
Na estrutura dos nervos são encontrados pequenos gânglios com corpos celulares.
O SNP pode ser dividido em sistema nervoso somático e sistema nervoso autônomo.
Os nervos podem ser classificados como:
sensitivos
motores
mistos
O sistema nervoso periférico somático leva ao SNC estímulos externos e estímulos motores aos músculos esqueléticos.
Geralmente os nervos motores do sistema nervoso somático possuem seus corpos celulares no encéfalo, sendo formados apens por axônios.
Já os nervos sensoriais possuem seus corpos celulares em gânglios próximos à medula.
O sistema nervoso periférico autônomo, por sua vez, é subdividido em simpático e parassimpático.

Sistema Endócrino
Hormônios trópicos: estimulam a secreção de outras glândulas.
Neurossecreções: hormônios produzidos por células nervosas.
Hipófise
Localização: base do crânio, acima do osso esfenoide em uma região denominado célula túrcica.
Hormônios:
prolactina - estimula lactação
LH e FSH - atuam na espermatogênese e ovulogênese
TSH - estimula a secreção da tireoide
ACTH - estimula as glândulas suprerrenais
GH - hormônio do crescimento
Oxitocina - estimula contração uterina e o colostro
ADH - estimula reabsorção hídrica nos túbulos renais
Pineal
Localização: epitálamo.
Hormônios:
melatonina - hormônio reparador do sono
Tireoide
Localização: em frente à traqueia, na região da epiglote.
Hormônios:
tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4) - atuam sobre o metabolismo basal
calcitonina - estimula fixação de cálcio nos ossos
Paratireoide
Localização: na face superior da glândula tireoide.
Hormônios:
paratormônio (PTH) - atua na manutenção dos níveis de cálcio sanguíneo, tendo ação inversa à calcitonina
Suprerrenais
Localização: porção superior dos rins.
Hormônios:
glicocorticoides - promove a síntese de glicose pelo metabolismo de proteínas e lipídeos
cortisona - glicocorticoide com ação anti-inflamatória
aldosterona - estímula a absorção de sódio e água pelos rins e aumenta a pressão sanguínea e volume se sangue
DHEA - precursor dos hormônios sexuais
adrenalina e noradrenalina
Pâncreas
Localização: abaixo do músculo diafragma, ligado ao duodeno.
Hormônios:
insulina - promove a entrada da glicose nas células, através do processo da difusão facilitada
glucagon - promove a liberação de glicose do interior das células para o sangue
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