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Os desafios do ensino de Língua Inglesa na escola pública.

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FABIONE GOMES DA SILVA

on 10 November 2016

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Transcript of Os desafios do ensino de Língua Inglesa na escola pública.

Os desafios do ensino de Língua Inglesa na Escola Pública.
EXPONDO O PROBLEMA
Não obstante, o ensino da Língua Inglesa na escola pública se apresenta como um grande desafio, pois temos que trabalhar com turmas numerosas, alunos desinteressados, falta de recursos didáticos, entre outros fatores. Tais aspectos têm configurado situações de impossibilidade total ou parcial para o desenvolvimento da prática pedagógica de maneira efetiva.
VARIOS DESAFIOS
O ensino de língua inglesa tem sido muito questionado, pois os resultados de 7 anos de estudos no ensino básico regular (de 6ª a 9ª e 1º a 3º) , são insatisfatórios para a sociedade moderna. Num contexto em que o inglês tem ocupado cada vez mais lugar de destaque, torna-se uma necessidade latente o seu conhecimento. Como pontuou a professora Elaine Matheus, em sua fala no evento NAP/CAIXA em 2007, “os alunos saem da escola com um inglês que não responde ao mercado de trabalho, não responde a nada, a menos que frequentem institutos de línguas”.
Tornar o ensino de inglês significativo no contexto brasileiro é um grande desafio, a começar pelos motivos de se aprender esta língua. Em nossa sociedade há uma divergência de aspirações, os documentos oficiais trazem aos professores uma concepção do ensino de línguas como pratica social, trabalhando com gêneros e com a intenção de promover a autonomia do aluno. Os pais esperam que seus filhos sejam “preparados para o mercado de trabalho”, pois há uma crença de que o inglês abre portas a um bom emprego; já os alunos, não percebem utilidade na língua inglesa na sala de aula, apesar de que, contraditoriamente, eles valorizam produtos culturais que estão vinculados a essa língua estrangeira (como a música, o cinema, a moda).
Hoje o inglês é considerado uma língua global, e é através desta língua que podemos ter acesso em escala mundial, via internet e por outras redes de comunicação, à informação e ao conhecimento e, portanto, expandindo outras oportunidades de aprender.
Nesse cenário, o ensino da Língua Inglesa é de grande relevância para o entendimento das mudanças históricas, culturais, econômicas e sociais que o mundo e o nosso País atravessam, por isso faz-se necessário que nossos alunos aprendam de forma efetiva a Língua Inglesa para que estejam realmente inseridos neste mundo globalizado em vivemos.
Mesmo diante das dificuldades encontradas no dia-a-dia, os professores das Escolas Públicas, conscientes do seu papel e da importância que a Língua Inglesa representa no atual cenário mundial, se esforçam ao máximo para para que as habilidades básicas sejam abordadas em sala de aula, desenvolvendo atividades que contemplam: (leitura, fala, escrita, audição/compreensão).
Apesar dos obstáculos que a escola pública enfrenta para ensinar a Língua Inglesa, acreditamos que é possível o desenvolvimento das habilidades e competências dos alunos, desde que haja professores comprometidos em ensinar e alunos empenhados em aprender.
Autora: Miriam Gomes Rezende Farias – Formada em Letras (licenciada em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Literatura) pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). Especialista em Língua Portuguesa e Literaturas pela UNEMAT. Participa do Subprojeto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), iniciativa da CAPES, na modalidade ensino de Língua Inglesa. Professora da disciplina de Língua Inglesa na Escola Maria Auxiliadora. (Artigo adaptado por Fabione Gomes da Silva em 13 de abril de 2015)
Um dos principais desafios, na atualidade, é tornar o ensino de inglês significativo no contexto brasileiro. A situação vivenciada hoje por muitos professores da rede pública revela uma realidade totalmente diferente da almejada por todo professor: Escolas sem infra-estrutura, bibliotecas desfalcadas, sobrecarga de trabalho do professor com 40 horas semanais, salas super-lotadas, alunos sem condições de adquirir o material, sem motivação e sem interesse no aprendizado de língua inglesa, ou seja, uma infinidade de problemas que afetam o desempenho de todo profissional ao ingressar na profissão, no desenvolvimento da sua carreira e, muitas vezes, influenciam na sua permanência.
O espaço da sala de aula parece não ser suficiente para promover no aluno a consciência da importância do ensino no geral, não só de língua inglesa. O problema é de âmbito muito maior, não se trata somente de ensino de línguas, o ensino no geral precisa ser (re)significado. É necessário resgatarmos o valor do conhecimento. A escola não pode se resumir ao espaço de socialização. Isso não significa que não deva ser também este espaço, mas é preciso resgatar o valor social da escola, como espaço não somente de socialização, mas como lugar de produzir conhecimento e conviver com base em princípios éticos e morais. Estamos vivendo uma era de total decadência moral e ética, a começar pelos exemplos políticos e sociais que temos vivenciado: os escândalos políticos, os heróis construídos pela mídia sem valores morais, entre outros infortúnios. Os pais não têm mais autoridade sobre seus filhos, transferem à escola a total responsabilidade de “educá-los”. Ou seja, a sociedade acaba impondo ao professor outras tarefas além da de educar, e o professor se vê como refém de uma sociedade mal estruturada, onde em sala de aula muitas vezes ocorre de tudo, menos o evento aula.
Em 1969, se o aluno apresentava resultados não desejáveis, a responsabilidade recaía sobre o próprio aluno. Em 2016, se o aluno apresenta maus resultados, a responsabilidade é cobrada do professor. Nesta charge fica claro que há uma inversão de valores, à escola são atribuídas todas as obrigações e isso se personaliza na figura do professor. E quando os resultados não são satisfatórios a responsabilidade é cobrada exclusivamente do professor. É preciso levantar alguns questionamentos, não com o objetivo utópico de se encontrar soluções milagraosas e instantâneas, mas apenas convidar a um olhar sobre a posição do professor em sala de aula e seus desafios para ensinar língua inglesa na atualidade.

1. Falta de interesse.
2. Falta de recursos tecnologicamente avançados e variados.
3. Carga Horária insuficiente.
4. Indisciplina.
5. Baixo nível de motivação dos alunos para estudar/aprender inglês.
6. Livro Didático.
7. Salas de aula heterogêneas ( idade, nível sócio-cultural, etc.)
8. Capacitação deficiente para ensinar Inglês.
9. Pouco conhecimento sobre métodos e estratégias de ensino/aprendizagem em Língua Inglesa.


Alguns dos desafios do Professor de Língua Inglesa
10. Baixo nível dos alunos para estudar / aprender Inglês.
11. Capacitação deficiente para ensinar Inglês.
12. Falta de tempo para uma auto-reflexão sobre sua própria prática em sala de aula.
13. Falta de atualização do professor quanto às mudanças que a Língua inglesa vem sofrendo.
14. Baixo Salário.
15. Status da profissão.


De acordo Os PCN+ Ensino Médio, objetivo primordial do professor de língua estrangeira deve ser o de tornar possível a seu aluno atribuir e produzir significados, meta última do ato de linguagem. Ao se propriar de uma língua, o aluno se apropria também dos bens culturais que ela engloba. Tais bens lhe permitirão acesso à informação em sentido amplo, bem como uma inserção social mais qualificada, da qual poderá beneficiar-se e sobre a qual poderá interferir. (PCNEM)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
CAMPUS CAJAZEIRAS - PB
UNIDADE ACADÊMICA DE LETRAS
CURSO DE LETRAS (LÍNGUA INGLESA)
DISCIPLINA: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II: LINGUA INGLESA
PROF. FABIONE GOMES DA SILVA SIAPE: 1867878

R E F E R Ê N C I A S
ALMEIDA FILHO, J.C.P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes Editores, 2002.

CELANI, Maria Antonieta A. & MAGALHÃES, Maria Cecília C. (2002).
“Representações de professores de inglês como língua estrangeira sobre suas
identidades profissionais: uma proposta de reconstrução.” In Lopes, Luiz Paulo da
Moita & Bastos, Liliana Cabral (Orgs.) Identidades: Recortes multi e
interdisciplinares.Campinas: Mercado das Letras.

COSTA E SILVA, Anamaria. (2002). “Formação contínua de professors, construção de
identidade e desenvolvimento profissional.” In In Moreira, Antônio Flávio B. &
Macedo, Elizabeth Fernandes de. (Orgs.) Currículo, Práticas Pedagógicas e
Identidades. Portugal: Porto Editora.

LEFFA, V.J. O ensino do inglês no futuro: da dicotomia para convergência. In: STEVENS, C.M.T.; CUNHA, M.J.C. (Orgs.). Caminhos e colheitas: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: Ed. da UnB, 2003. p. 225-250.

MEC/SESU. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores de Educação Básica. Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf/.>. Acesso em: 15 de setembro de 2008.

MICCOLI, L.S. Learning English as a foreign language in Brazil: a joint investigation of learner’s classroom experiences in a university classroom. 1997. Tese. de (Doutorado em Educação) - Departamento de Educação, Universidade de Toronto, Toronto, 1997.
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