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Untitled Prezi

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by

Gonçalo Rosa

on 9 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

TRAVESSIA DO OCEANO PACÍFICO VALPARAÍSO, CHILE
Cadilhe visita a casa de Pablo Neruda, colecionador de mapas antigos.
O escritor associa esses mapas a Magalhães, fazendo referência à descoberta, por parte do navegador português, de uma vasta área "para lá do fim do mundo", que atualmente constitui a Argentina e o Chile.
Após atravessar o Estreito, a Armada das Molucas navega pela costa chilena acima, até virar a proa a Oeste, partindo para a travessia de um mar imenso e desconhecido. Autoria de:
Afonso Quaresma; Nº1, 10ºC
Gonçalo Rosa; Nº10, 10ºC
Tiago Silva; Nº28, 10ºC MICRONÉSIA: ARQUIPÉLAGO DAS MARIANAS, ILHA DE GUAM Cadilhe chega a Guam com a ideia de que nunca visitaria tal sítio, se não fosse no âmbito da vida de Magalhães. Neste local, a baía de Umatac assume uma enorme importância histórica.
Após o desembarque das naus comandadas pelo navegador português, os nativos locais (Chamorros) aproximam-se das embarcações da expedição e entram nelas sem qualquer medo, oferendo alimentos frescos aos marinheiros. Seguidamente, iniciam a ingénua recolha de tudo o que lhes atrai a atenção. Magalhães e o resto da tripulação conseguem expulsar das embarcações os habitantes locais. No dia a seguir, o capitão-general envia um grupo de homens para castigar os insolentes, bem como para recuperar as suas posses roubadas.
Um dia mais tarde, os "índios" regressam às naus, informando os marinheiros da direção da próxima ilha habitada: "Selan", como esses nativos dizem..
Na altura da despedida, os nativos acompanham as naus, nas suas pirogas: num minuto, oferecem peixe e fruta, noutro apedrejam os visitantes. Cadilhe admite não entender o sucedido.
O escritor volta ao motel, esperando o seu próximo voo para "Selan" que, geograficamente, equivale às actuais Filipinas. ARQUIPÉLAGO DAS FILIPINAS, LIMASAWA Fernão de Magalhães descobre um arquipélago com 7000 ilhas, que o próprio baptizou como "Ilhas de São Lázaro". Alguns dias depois de 16 de Março de 1521, a Armada das Molucas chega a Limasawa, uma ilhota no arquipélago recém-descoberto. O português e a sua tripulação foram bem recebidos pelos nativos, nesse mesmo sítio.
Ao chegar a Limasawa, o escritor garante ser o local onde mais se emocionou na sua odisseia à volta do mundo.
Foi nessa ilha que se realizou a primeira cerimónia diplomática entre a Europa e o Extremo-Oriente, pelo caminho do Ocidente.
Cadilhe movimenta-se agora em direção a uma réplica da cruz europeia erguida numa colina, no dia 31 de Maio de 1521, dia de festa.
Em Limasawa, o rei Colambu mostra-se disponível, de bom grado, para acompanhar os europeus a qualquer um dos principais portos daquela área: Seylani, Calagan e Cebu. O capitão-general da Armada das Molucas mostra-se mais interessado em visitar este último, considerado o mais importante e cosmopolita dos três. ARQUIPÉLAGO DAS FILIPINAS, ILHA DE MACTAN Magalhães perdeu a sua vida assassinado, num batalha contra uma enorme quantidade de nativos, morte esta digna de um herói, mas sacrifical e sem necessidade alguma.
A nível psicológico, o capitão-general da Armada das Molucas era indecifrável. O navegador revela ser alguém comedido, cauteloso, perspicaz e prático. Deste modo, não se entende a sucessão de erros que levaram ao massacre de Mactan.
Cadilhe alcança Mactan pouco tempo depois da madrugada, e visita o palco do confronto que culminou na morte de Magalhães
O massacre dos viajantes era mais do previsível. Por volta de 50 europeus desprotegidos lutavam contra centenas de indígenas, no seu território.
Cadilhe regressa ao hotel, prepara a bagagem e apanha um táxi em direcção ao aeroporto, onde apanhará o avião que o levará de volta a casa: o projecto da vida de Magalhães termina, após mais de meio ano em viagens. Pacífico "NOS PASSOS DE MAGALHÃES" Cadilhe já está em Cebu.
Magalhães chega a este ilhéu sem intenções bélicas, apenas tencionando converter o maior número possível de nativos ao Cristianismo, para além de estabelecer comércio com os mesmos. Essa conversão parece ter-se transformado no principal objectivo de toda a expedição.
Desde que estabelece o contacto inicial com as Filipinas, o navegador português sabe que, onde quer que estejam as Molucas, estão mais para a frente, na metade portuguesa do globo.
Quando o rajá de Cebu se queixa de alguns dos seus príncipes súbditos não lhe obedecerem, Magalhães imediatamente age: quem não aceitar a chefia suprema de Humabon, irá sofrer as consequências. Lapu-Lapu, o chefe político da ilha de Mactan, mostra não ter medo: que o capitão-general português venha castigá-lo. ARQUIPÉLAGO DAS FILIPINAS, ILHA DE CEBU O autor de "Nos Passos de Magalhães" relembra a sua travessia do Pacífico em 2003, realizada num grande cargueiro.
Esta travessia foi calma para Cadilhe, mas agitada e desesperante para a Armada das Molucas: muitos membros da expedição morreram vítimas da fome, da sede, do escorbuto. Na verdade, Magalhães não esperava ter de enfrentar um oceano tão vasto. No entanto, mesmo que conhecesse a sua real extensão, o navegador teria, provavelmente, seguido em frente.
No dia 6 de Março de 1521, as naus avistam terra, posteriormente ancorando e desembarcando com os que viajavam nelas, completamente exaustos física e emocionalmente. É a descoberta, para a Europa, da existência do arquipélago das Marianas, na Micronésia. "Em sete anos, sempre mau tempo na desembocadura do Pacífico. Magalhães, na única vez que passou por lá, apanhou condições de mar (...) calmas" "Pigafetta descreve um Magalhães obstinado e heróico que, quando compreende que a batalha está perdida, dá ordem de retirada mas fica na frente de combate a proteger essa retirada."
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