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Povos Indígenas na História do Brasil

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on 6 September 2013

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Transcript of Povos Indígenas na História do Brasil

Contribuições dos povos indígenas para o Brasil e para o mundo.
Os índios no período colonial.
Quem são os índios no Brasil?
OS ÍNDIOS NA HISTÓRIA DO BRASIL
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - CAPES
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Rafael Ouriques Vasconcelos de Moraes
Daniel Munduruku;
É graduado em filosofia, história e psicologia. Tem mestrado em antropologia social pela Universidade de São Paulo. É doutor em educação pela Universidade de São Paulo. É relações-públicas do Instituto Indígena Brasileiro da Propriedade Intelectual. É diretor-presidente do Instituto Uk'a - a casa dos saberes ancestrais. É conselheiro-executivo do Museu do Índio do Rio de Janeiro. Como escritor, se destaca na área da literatura infantil. É membro da Academia de Letras de Lorena.
Guajajaras (mãe e filho)
Índios isolados do Acre
O Guarani é um romance escrito por José de Alencar, desenvolvido em princípio em folhetim, de fevereiro a abril de 1857.
"Peri e Ceci"
Iracema (ou Iracema, a virgem dos lábios de mel) é um romance da literatura romântica brasileira publicado em 1865 e escrito por José de Alencar, fazendo parte da trilogia indianista do autor.
O Gurarani em quadrinhos.

Índios Canelas

Em 1900, Cândido Mariano da Silva Rondon, jovem oficial do Exército, tornou-se chefe da Comissão de Linhas Telegráficas do Estado do Mato Grosso e, em 1907, comandou a Comissão de Linhas Telegráficas do Mato Grosso ao Amazonas. Sendo ela conhecida como Comissão Rondon, que aconteceu entre 1907 e 1915.
Macunaíma é um romance de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado um dos grandes romances modernistas do Brasil.
A personagem-título, um herói sem nenhum caráter (anti-herói), é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade grande de São Paulo e pela máquina. A frase característica da personagem é "Ai, que preguiça!". Como na língua indígena o som "aique" significa "preguiça", Macunaíma seria duplamente preguiçoso. A parte inicial da obra assim o caracteriza: "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite."
Os Korubo, também conhecidos como “índios caceteiros” por causa de suas bordunas, vivem na região de confluência dos rios Ituí e Itaquaí, no vale do Javari. A maior parte dessa população (mais 200 pessoas) ainda vive isolada, movimentando-se entre os rios Ituí, Coari e Branco. Em 1996, após várias tentativas, a Funai contatou um pequeno grupo de índios Korubo.
O termo Bororo significa, na língua nativa, "pátio da aldeia". Não por acaso, a tradicional disposição circular das casas faz do pátio o centro da aldeia e espaço ritual desse povo, caracterizado por uma complexa organização social e pela riqueza de sua vida cerimonial.
Giovanni Batista Ramusio. Mapa do Brasil colonial, 1557 Giovanni Batista Ramusio. Mapa do Brasil colonial, 1557.
Escambo
Exploração do Pau-Brasil
Caçador de escravos, c. 1820-1830. Museu de Arte de São Paulo. Jean-Baptiste Debret.
Denominam-se bandeirantes os sertanistas do Brasil Colonial, que, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos.
Quando os escravos negros começaram a trabalhar no Brasil, a população nativa tornou-se "inútil" aos olhos dos portugueses e começou mesmo a ser massacrada por fazendeiros que desejavam ocupar suas terras. os bandeirantes paulistas tiveram grande participação, tornando-se jagunços e matadores de aluguel no Nordeste brasileiro, motivo pelo qual são vistos com maus olhos fora do país. “Raposo Tavares e essa gente é tratada como genocida. Na Bolívia, bandeirante é sinônimo de bandido, quem já foi à Bolívia sabe. Aqui é nome de estrada”. Luiz Felipe de Alencastro (Historiador).
Jesuitas catequizando indios
Os sete povos das Missões foram estratégias criadas por padres espanhóis no Sul do Brasil com o objetivo de espalhar a fé católica catequizando os indígenas.
A antropofagia praticada pelos grupos tribais do Brasil, revestia-se de caráter exclusivamente ritual.
Indios apiaka no rio Arinos
Jean-Baptiste Debret
Tapuia é um termo que foi utilizado, ao longo dos séculos, no Brasil, para designar os índios que não falavam a língua tupi. No período colonial, dividiam-se os índios brasileiros em dois grandes grupos: os tupis (tupinambás), que habitavam principalmente o litoral e os tapuias, que habitavam as regiões mais interiores e que falavam, principalmente, línguas do tronco macro-jê.
"A Primeira Missa no Brasil".
A celebração da primeira missa no Brasil foi celebrada por Henrique de Coimbra no dia 26 de abril de 1500, um domingo, e descrita por Pero Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I (1469-1521), dando conta da chegada ao Brasil, então Ilha de Vera Cruz, pela armada de Pedro Álvares Cabral que se dirigia à Índia. O momento encontra-se retratado em um quadro, A Primeira Missa no Brasil, uma das principais obras de Victor Meireles, pintado em 1860.
No aspecto cultural e religioso brasileiro.
Iputinga: A povoação a princípio era denominada Ipuera (do tupi: y puera = rio velho) – palavra indígena usada para designar “lugar do campo que se enche d’água no inverno, permanecendo alagada por algum tempo”. O nome atual, Iputinga, vem provavelmente da contração "ipuera" + "tinga".

Camaragibe: O topônimo Camaragibe significa "rio dos camarás" (camara: a planta, y: rio, pe: em). Camará ou cambará é o nome de um arbusto presente na região.

Apipucos: É uma palavra de origem Tupi (Apé-Puc) que significa "caminhos que se cruzam" O nome teria sido adotado porque o povoado nasceu numa encruzilhada onde no passado existia uma aldeia.

Caxangá: Caa-Çan-Áb, palavra de origem indígena que significa "mato estendido".

(Iguaçu, Itaquaquecetuba, Paranapanema, Manaus, Curitiba, Cuiabá, Ubiratan, Aviação Xavante, Empresa Xingu, Mandioca...)
"Foram os índios da América que dominaram, ao longo de séculos ou mesmo de milênios, conhecimentos sobre os produtos anestésicos, que hoje são fundamentais para os processos cirúrgicos."
"Os povos indígenas contribuem para a riqueza socioeconômica do país. Fotos de satélites mostram que as terras indígenas são verdadeiras ilhas de florestas verdes rodeadas por pastos e cultivos de monoculturas, com a predominância da soja."
Preservação socioambiental e da biodiversidade
"Os Guardiões"
"A primeira contribuição dos povos indígenas teve início logo após a chegada dos portugueses às terras brasileiras. Os índios pacificados e dominados ensinaram a eles as técnicas de sobrevivência na selva e como lidar com várias situações perigosas."
Riqueza sociocultural e étnica
" Os povos indígenas brasileiros constituem ainda uma riqueza cltural invejável para muitos países e continentes do mundo. São 222 povos falando 180 línguas - 222 povos é pouco menos que as 234 etnias existentes em todo o continente europeu. São poucos os países que possuem tamanha diversidade sociocultural e étnica."
Na medicina tradicional
"Os índios brasileiros não verão a chegada do século XXI. Darcy Ribeiro."
A luta continua...
Francisco de Assis Araújo, mais conhecido como Chicão (Tribo Xukuru, 23 de março de 1950 - Pesqueira, 20 de maio de 1998) foi um líder indígena brasileiro. No dia 20 de maio de 1998, perto das 9h da manhã, na cidade de Pesqueira, um homem pára o cacique e inicia uma conversa que se estende por, aproximadamente 5 minutos.
Terminada a conversa, Chicão despede-se do indivíduo e se dirige ao jipe da FUNAI que iria guiar, estacionado em frente à casa de sua irmã. Este mesmo homem com quem o índio havia conversado, aproximou-se do cacique, já dentro do carro e deu seis tiros à queima-roupa. Dois deles atingindo mortalmente seu pescoço. Chicão morreu a caminho do hospital.
O assassino nunca foi identificado, contudo, há suspeitas que o crime tenha sido encomendado por latifundiários e/ou posseiros contrários às lutas sociais dos índios.
Cacique Juruna, foi o primeiro deputado federal brasileiro pertencente a uma etnia indígena.
O grupo Mundo Livre S.A. fez uma música em homenagem ao Cacique Chicão chamada "O Outro Mundo de Chicão Xukuru" :

Numa faixa de terra de 28 mil hectares
localizada no Agreste pernambucano,
habitam cerca de 8 mil seres da espécie humana.

Eles não querem vingança
Eles só querem justiça
Querem punição para os covardes assassinos
de seu bravo cacique Chicão

Eles não querem vingança
Eles só querem justiça,
justiça, justiça

Distribuídos por 23 aldeias
Permanecem resistindo após quase 500 anos de massacre e perseguições.
Reivindicando, nada menos, que o reconhecimento e a demarcação da terra sagrada que herdaram de seus ancestrais.

Ele não vai ser enterrado
Ele não vai ser sepultado
Ele vai ser plantado
para que dele nasçam novos guerreiros

As autoridades policiais tinham pleno conhecimento dos atentados e das ameaças.
Ainda assim, nada fizeram para evitar mais este crime, muito conveniente para os latifundiários da região.

"Nós não temos a terra como um objeto de especulação
A gente sabe que quando Deus criou a terra, Ele não criou para ninguém fazer da terra um comércio"

Muito conveniente para os latifundiários da região

Justiça...

Comenta-se que alguns deles têm parentesco com certos figurões da "República Branca", entre eles um, apelidado pelos federais de "Cacique Marcão".

"Então se nós dependêssemos unicamente dos parlamentares brasileiros, então, dos índios do Brasil, não existiria mais nenhum, o resto já tinha sido todo morto queimado, assim como queimaram Galdino"

Ele não vai ser enterrado
Ele não vai ser sepultado
Ele vai ser plantado
para que dele nasçam novos guerreiros

Ele vai ser plantado
assim como vivia
debaixo das vossas sombras
Para que de vós nasçam novos guerreiros.

E a nossa luta não para
E a nossa luta não para
E a nossa luta não para

"Vocês têm certeza, têm consciência de que eu sou ameaçado"

"de que eu sou ameaçado..."
Indicações
Na rede: @@@@@@@@@@
Povos Indígenas no brasil. http://pib.socioambiental.org/pt
Na tela:
Aguirre, a cólera dos deuses(Werner Herzog, 1972).

Fitzcarraldo(Werner Herzog, 1982).

Como era gostoso o meu francês (Nelson Pereira dos Santos, 1970)
Na vitrola:
Curumim Chama Cunhantã Que Eu Vou Contar (Todo Dia Era Dia De Índio) - Jorge Ben

Indios-Legião Urbana

Farofa Carioca - Indio

Um sonho-Gilberto Gil

Chegança
Antonio Nóbrega
Sou Pataxó,
sou Xavante e Cariri,
Ianonami, sou Tupi
Guarani, sou Carajá.
Sou Pancararu,
Carijó, Tupinajé,
Potiguar, sou Caeté,
Ful-ni-o, Tupinambá.

Depois que os mares dividiram os continentes
quis ver terras diferentes.
Eu pensei: "vou procurar
um mundo novo,
lá depois do horizonte,
levo a rede balançante
pra no sol me espreguiçar".

eu atraquei
num porto muito seguro,
céu azul, paz e ar puro...
botei as pernas pro ar.
Logo sonhei
que estava no paraíso,
onde nem era preciso
dormir para se sonhar.

Mas de repente
me acordei com a surpresa:
uma esquadra portuguesa
veio na praia atracar.
De grande-nau,
um branco de barba escura,
vestindo uma armadura
me apontou pra me pegar.

E assustado
dei um pulo da rede,
pressenti a fome, a sede,
eu pensei: "vão me acabar".
me levantei de borduna já na mão.
Ai, senti no coração,
o Brasil vai começar.
Antônio Nóbrega
Informações Gerais:
Nome completo: Antonio Carlos Nóbrega
Nascimento: 2 de maio de 1952 (61 anos)
Origem: Recife, PE
País: Brasil
Gênero(s): Frevo, MPB
Instrumento(s): violino
Página Oficial: http://www.antonionobrega.com.br/
Biografia:
Antonio Nóbrega nasceu em Recife, Pernambuco, Brasil, em 1952. É violinista desde criança. No final dos anos 1960 participava da Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife quando, convidado por Ariano Suassuna, passou a integrar, como instrumentista e compositor, o Quinteto Armorial - grupo precursor na criação de uma música de câmara brasileira de raízes populares.
A partir dos anos 1970 percorreu quase todo o Brasil estudando as manifestações populares, aprendendo cantos, toques instrumentais, danças, modos de representar dos brincantes, folgazões e demais artistas populares.
Fruto desse envolvimento, a partir de 1976 começou a desenvolver um estilo próprio de concepção em artes cênicas, dança e música, apresentando a partir de então os espetáculos “A Bandeira do Divino”, “A Arte da Cantoria”, “Maracatu Misterioso”, “Mateus Presepeiro”, “O Reino do Meio-Dia”, “Figural”, “Brincante”, “Segundas Histórias” e “Na Pancada do Ganzá” com grande sucesso no Brasil e exterior, recebendo diversos prêmios como “Shell”, “APCA” e “Mambembe”.
Em 1997, lançou o espetáculo, acompanhado do CD homônimo, “Madeira Que Cupim Não Rói” viajando pelas capitais brasileiras.
Em 1998 estreou o espetáculo “Pernambuco falando para o Mundo” também acompanhado de CD.
No ano de 1999, participou do Festival D’Avignon (França) com o espetáculo “Pernambouc ” preparado especialmente para o público francês.
Em 2000, estreou em Lisboa “O Marco do Meio Dia”, apresentado em Paris, Hannover e em mais de vinte cidades brasileiras.
Em 2004 realizou, em parceria com o cineasta Belisário Franca, a série “Danças Brasileiras” apresentada no Canal Futura a partir do mesmo ano.
O ano de 2002 foi marcado pela estréia do espetáculo “Lunário Perpétuo” e pelo lançamento do CD homônimo.
Em 2003 lançou o DVD “Lunário Perpétuo”, com o registro do espetáculo em película, sob a direção do cineasta Walter Carvalho.
Neste mesmo ano, apresenta em Berlim os espetáculos “Figural” e “Sol a Pino”.
Ainda no ano de 2003 recebeu das mãos do Presidente Luis Inácio Lula da Silva e do Ministro da Cultura Gilberto Gil a Comenda do Mérito Cultural.
Entre 2003 e 2005 a turnê de “Lunário Perpétuo” passou por várias capitais e grandes cidades brasileiras além de Portugal, Cuba, Rússia e França.
No ano de 2006 lançou dois CDs e o espetáculo homônimo “9 de Frevereiro”. No mesmo ano ganhou o Prêmio TIM, pelo CD “9 de Frevereiro”.
Em 2007, criou o espetáculo de dança “Passo”, cuja estréia aconteceu em março de 2008, em São Paulo.
Após a temporada de “Passo”, excursionou com um musical pela Espanha, apresentando-se em Madri, Barcelona e Saragoça.
Em agosto de 2008 lançou o DVD “9 de Frevereiro”, dirigido por Walter Carvalho.
Em 2009 estreou “Naturalmente – Teoria e jogo de uma dança brasileira”, com temporada em São Paulo. Escolhido pela Folha de São Paulo como melhor espetáculo de dança do ano, ganhador do Prêmio APCA e eleito pela Revista Bravo como Melhor espetáculo de dança encenado no país na primeira década do século XXI.
Em 2010, foi premiado pela Fundação Conrado Wessel na categoria “Cultura”, pelo conjunto de sua obra.
Em 2011, lançou o DVD, “Naturalmente”, produzido pelo SESC e dirigido por Walter Carvalho.
Juntamente com sua mulher, Rosane Almeida, idealizou e dirige, em São Paulo, o Instituto Brincante local de cursos, oficinas, mostras e encontros que procuram apresentar aos próprios brasileiros um Brasil ainda pouco conhecido.
Além do violino, Nóbrega tem se dedicado ao bandolim, instrumento que, segundo ele, o aproxima mais do choro.
Atualmente trabalha com Walter Carvalho na gravação de um longa-metragem cuja estreia está prevista para final de 2012.
A verdadeira dívida externa Provocações Abujamra.
Extras
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