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Métodos de Investigação em Psicologia do Desenvolvimento

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by

Tiago Abreu

on 4 November 2014

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Transcript of Métodos de Investigação em Psicologia do Desenvolvimento

Introdução à Psicologia do Desenvolvimento
Docente: João Moreira
Ano Letivo: 2012/2013
2º Ano – 1º Semestre

Carolina Neves, nº11158
João Tiago Abreu, nº11098
Sara Talefe, nº11087
Vinculação
Estudo convergente
Métodos de Investigação em
Psicologia do Desenvolvimento

Métodos de Investigação
A questão fundamental da psicologia do desenvolvimento é perceber como o comportamento muda em função do tempo. Para estudar isso, existem dois tipos básicos de métodos:
Estudo da vinculação:
12-18 meses: situação estranha;
3-5 anos: tarefa de complemento de histórias;
6-12 anos: tarefa de complemento de histórias 2;
Adolescentes: entrevista;
Adultos: entrevista.
O uso dos dois métodos (transversal e longitudinal), em paralelo, é benéfico uma vez que nos permite perceber diferenças interindividuais e mudanças intraindividuais. Além disso, ao usar o método time lag conseguimos perceber diferenças numa mesma fase de desenvolvimento ao longo do tempo.
Longitudinal
Transversal
Time lag
Estudo individual ao longo dos anos nas várias fases do desenvolvimento.
• Permite analisar mudanças intraindividuais;
• Permite analisar se o comportamento num momento anterior é preditivo do comportamento futuro (fatores que ocorrem numa determinada idade podem ter efeitos mais tarde).
Desvantagens
Vantagens
• É demorado e dispendioso de pôr em prática, se o intervalo de idades for extenso;
• Não permite a generalização para outra coorte;
• É vulnerável a uma variedade de erros.
Estudo de vários indivíduos com idades diferentes no mesmo momento.
Vantagens
Desvantagens
Económico e rápido (realiza-se no mesmo momento para as diferentes idades).
Não permite estudar mudanças nos indivíduos, apenas variações estatísticas nos grupos;
Confunde a idade com a geração, para que o momento de recolha de dados seja o mesmo;
Não permite a generalização para outro momento de recolha de dados porque pode não haver uma equivalência das amostras.
Estudo que se debruça sobre a mesma faixa etária ao longo dos anos.
Este método não permite analisar diferenças de idade, mas apenas verificar os efeitos do momento de avaliação e da coorte.
Tipos de vinculação:
Vinculações seguras (B)
Vinculações inseguras evitantes (A)
Vinculações inseguras ambivalentes (C)
Vinculações desorganizadas / desorientadas (D)
Método transversal
Método longitudinal
"Será que o estilo de vinculação se mantém estável ao longo do desenvolvimento individual?"
2012
12 - 18
meses
2 - 5
anos
6 - 12
anos
entrevista a adolescentes
entrevista a adultos
Vários indivíduos, pertencentes à coorte de 1993
1994
1997
2002
2008
2023
Objetivo: observar mudanças intraindividuais.

Acompanhar-se-ia o individuo com uma periodicidade de 3 a 4 anos.
Objetivo: perceber se existem diferenças interindividuais e mudanças intraindividuais nas várias fases do desenvolvimento em indivíduos de coortes diferentes.
Objetivo: observar diferenças interindividuais.
Estudo sequencial
Não
Sim
Houve mudanças no estilo de vinculação?
(o estilo de vinculação manteve-se constante ao longo de todas as fases do desenvolvimento do indivíduo)
(questiona-se a estabilidade da vinculação)




Objetivo: descobrir os possíveis fatores que levaram à mudança do estilo de vinculação.


Ex:
Morte de um parente;
Separação dos pais;
Doença crónica de um dos pais ou filho;
Desordem psiquiátrica parental;
Abuso físico, sexual ou psicológico por parte de um membro da família.
Estudo diferencial
Variável independente: tempo (idade cronológica)
Variável dependente: estilo de Vinculação
Limitações do estudo
Demorado e dispendioso;
Sujeito a diversas fontes de impendimento (mortalidade, desistência, etc...);
Não tem em conta diferenças de género, socio-económicas e culturais.
Conclusão
É de máxima importância a convergência de diferentes métodos de investigação de modo a que as desvantagens de um método possam ser atenuadas pelas vantagens de outros;

Por outro lado, é fulcral a replicação dos dados, em diferentes estudos e em diferentes contextos.

Apesar de não se conseguir evitar todos os possíveis erros sistemáticos, este design é o mais adequado para responder à questão do estudo.
Bibliografia
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