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Imperialismo & Neocolonialismo

A construção do imperialismo capitalista europeu (com o advento da 2° Revolução Industrial) e o neocolonialismo na África e na Ásia.
by

Carlos Teles de Menezes Junior

on 12 February 2016

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Transcript of Imperialismo & Neocolonialismo

Imperialismo & Neocolonialismo
Prof. Carlos Teles
3° Ano - Ensino Médio

A Segunda Revolução Industrial
As transformações econômicas continuaram apesar do fim sistema colonial. A revolução industrial passa neste momento por sua segunda fase, marcada basicamente por descobertas e invenções tecnológicas que aumentaram significativamente a produção, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.
Os principais marcos na
Segunda Revolução Industrial
foram:
•Utilização de novas fontes de energia (petróleo e a eletricidade)
•Produção do aço em grande escala, permitindo a substituição do ferro e barateando a produção industrial
•No transporte, a invenção da locomotiva elétrica, do motor a gasolina e do automóvel, além do desenvolvimento da aviação a partir do invento Alberto Santos Dumont
•Na comunicação, aconteceram a invenção do telégrafo, telefone, fonógrafo, rádio, fotografia e do cinema.
O CAPITALISMO PASSA A SER
FINANCEIRO
E
MONOPOLISTA
Esta nova fase do capitalismo é marcada pela entrada das instituições financeiras (os bancos) no processo produtivo industrial, ou seja, as instituições financeiras deixaram de ser apenas captadoras de recursos para entrarem como sócios diretos nas indústrias.
Inicia-se uma fase de grande concentração econômica nas mãos de poucas grandes empresas ou associações de empresas, que começaram a crescer devido a livre concorrência que fez com que as empresas menores fossem fechando e sendo adquiridas pelas grandes.
Nasciam os grandes conglomerados empresariais, que formavam os monopólios comerciais (podiam fixar qualquer preço em busca de grandes lucros).
A fusão do capital bancário com o capital industrial marcou essa nova fase do capitalismo, conhecido como CAPITALISMO FINANCEIRO E MONOPOLISTA, caracterizado por:
•Grande aumento da produção industrial, que acabou gerando a necessidade de ampliação dos mercados consumidores;
•Enorme acúmulo de capitais, que acabou gerando a busca de novos projetos para investimentos lucrativos.
CARACTERÍSTICAS DO IMPERIALISMO
•Obtenção de matérias-primas e mercados consumidores para a burguesia industrial das grandes potências;

Utilização da mão-de-obra barata das colônias;
•Aplicação de capitais nas colônias, sob a forma de:
1° - Investimentos (Serviços públicos como luz, transportes, etc., ou exploração de recursos como na agricultura e indústria)
2° - Empréstimos, mediante juros elevados;

Escoamento demográfico das metrópoles, que remetem ás novas terras seus excedentes populacionais;

Um paralelo com o antigo colonialismo
O fenômeno da dominação imperialista europeia sobre os continentes africano e asiático é conhecido, respectivamente, como Partilha da África e Partilha da Ásia.
Na África, mais de 90% de seu território foi dominado pelas nações europeias (apenas a Etiópia não foi conquistada e colonizada).
Na Ásia, a maior resistência aconteceu na China, que depois foi praticamente retalhado pelos europeus, pelos Estados Unidos, e mais tarde pelo Japão que se lançou na corrida imperialista após o seu desenvolvimento industrial e econômico (Revolução Meiji).
AS
10 EMPRESAS QUE CONTROLAM O MUNDO
Merrill Lynch & Co Inc – EUA
É um banco de Investimentos estadunidense que hoje faz parte do Bank Of America. É a maior corretora de ações do mundo.
UBS AG – Suíça
Empresa suíça de serviços financeiros. Atua como banco privado e banco de investimentos e é o segundo maior gestor de riquezas particulares do mundo (ou seja: eles cuidam da grana dos bilionários do planeta).
Vanguard Group Inc – EUA
Uma das maiores companhias de fundos de investimentos do mundo. Ela oferece recursos financeiros imediatos para investidores particulares ou para empresas e administra aproximadamente 1,6 trilhões de dólares. Trilhões.
Legal & General Group PLC – Reino Unido
Companhia de seguros, pensões e investimentos, com operações no Reino Unido, Holanda, França, Alemanha, EUA, Egito, Índia e Emirados Árabes.
JP Morgan Chase & Co – EUA
Uma das maiores instituições bancárias dos EUA, é uma holding (sociedade gestora de participações sociais), ou seja: ela administra conglomerados empresariais. É considerada pela revista Forbes a maior empresa do mundo.
State Street Corporation – EUA
Também é uma holding. Administra duas instituições financeiras: o banco State Street Bank and Trust Company e a consultoria de investimento State Street Global Advisors.
AXA – França
Empresa que atua tanto como seguradora quanto como administradora de investimentos. É a nona maior multinacional do mundo, segundo a Fortune Global 500.
FMR Corporation – EUA
A Fidelity Investments é (adivinha?) uma instituição financeira que atua como administradora de fundos familiares (gente rica!) e fundos mútuos (empresas que reúnem dinheiro de vários investidores para investir).
Barclays PLC – Reino Unido
Instituição de serviços financeiros com operações em mais de 50 países espalhados por todo o mundo e mais de 48 milhões de clientes. Se envolveu em diversos episódios controversos, como o apartheid na África do Sul e o financiamento do governo do presidente Robert Mugabe, no poder no Zimbabwe desde 1980, além de ter sofrido acusações de lavagem de dinheiro.
Capital Group Companies Inc – EUA
Agrupamento de várias empresas de administração de investimentos. Alguns dos “pequenos” membros do grupo: Bayer (companhia química e farmacêutica alemã), Volkswagen (fabricante alemã de carros), Telekom Austria Group (provedor austríaco de internet e telefonia fixa e celular) e BYD (fabricante chinesa de carros e baterias recarregáveis).
http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/as-10-empresas-que-controlam-o-mundo/
Entre as potências europeias que se lançaram nas conquistas coloniais da Ásia e da África, estavam a Alemanha e a Itália (depois de suas unificações), Bélgica, Portugal e Espanha. Entretanto, os maiores impérios coloniais foram construídos pela Inglaterra e pela França.
•Presença de missões religiosas, que desenvolvem nos nativos o sentimento de submissão política, econômica, religiosa, cultural e racial;

Defesa, por parte da burguesia europeia de uma política protecionista e monopolista adotada pelos governos. As grandes empresas adotam tal postura visando aumentar o seu poder interno e minimizar a concorrência externa;
•Rivalidade entre as potências, em razão da política acima citada e disputas por áreas coloniais, o que culminará na 1 ° Guerra Mundial;

Destruição militar, econômica, social e cultural das colônias afro-asiáticas em razão da total exploração a que são submetidas. (A modernização econômica de várias colônias se dá muitas vezes para que estas sirvam às pretensões das Metrópoles).
DARWINISMO SOCIAL
As Teorias raciais do século XIX
Segundo os estudos de Darwin, escritas no seu livro
"A Origem das Espécies e a Seleção Natural"
(1859), as alterações climáticas no decorrer da existência do planeta, provocaram ciclos de abundância e/ou de escasez de alimentos para as espécies existentes.
Apenas as espécies que se adaptam as modificações conseguem se manter vivas.
Darwin chama esse processo de "SELEÇÃO NATURAL" . É o ambiente que seleciona as espécies mais adaptadas, provocando um processo evolutivo.

"Não é o mais forte ou o mais inteligente que sobrevive, mas o que melhor se adapta as mudanças." - Charles Darwin
Mas....
Atenção!!
Darwin
NÃO CRIOU O DARWINISMO SOCIAL.
Suas teorias foram apropriadas pelas ciências humanas e utilizadas para explicar o funcionamento da sociedade.
O DARWINISMO SOCIAL
Defende a crença segundo a
"raça superior"
(branco europeu) deveria levar a civilização e o desenvolvimento as
"raças inferiores"
(africanos, asiáticos e mestiços em geral).
Fundamento:
Assim como ocorria a "Seleção Natural" entre as demais espécies, ocorreria o mesmo nas sociedades humanas (empresas, Estados e nações)
A "
missão civilizatória"
significava que era uma obrigação do europeu levar a civilização e a evolução aos povos atrasados. Esse seria o
"fardo do homem branco"
, que deveria ser carregado filantropicamente.
Justificativa das invasões imperialistas
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