Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

LUA

No description
by

Maxwell Oliveira

on 20 April 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of LUA

LUA
A Lua é o único satélite natural da
Terra e encontra-se em rotação sincro-
nizada com a Terra, mostrando sempre
a mesma face visível, marcada por mares
vulcânicos escuros entre montanhas cris-
talinas e crateras de impacto proeminen-
tes. É o mais brilhante objeto no céu a
seguir ao Sol, embora a sua superfí-
cie seja na realidade escura, com
uma refletância pouco acima
da do asfalto.

MITOS
SOBRE A LUA
A sua proeminência no céu e o seu ciclo regu-
lar de fases tornaram a Lua, desde a antiguidade,
uma importante referência cultural na língua, em
calendá rios, na arte e na mitologia.
FORMAÇÃO
DA LUA
Nossa lua nasceu com fogo e violência.
Praticamente tudo que vemos hoje,
a partir de suas crateras de impacto,
é resultado de eventos cataclísmicos.
Esses exemplos revelam como foi a história da
Lua.


EFEITOS
NAS MARÉS
As marés são essencialmente provocadas pela
variação de intensidade da força gravitacional da
Lua de um lado da Terra em detrimento de outro. Isto
forma duas dilatações de maré no planeta, mais facil-
mente observáveis em alto mar sob a forma de marés
oceânicas. Uma vez que a Terra rotaciona cerca de 27
vezes mais rapidamente do que a Lua roda à sua volta, as
dilatações são arrastadas pela superfície terrestre mais rapi-
damente do que o movimento da Lua, fazendo essas dilata-
ções circularem o planeta em aproximadamente um dia, à
medida que roda no seu eixo. As marés oceânicas são am-
plificadas por outros efeitos: a fricção no manto oceânico,
a inércia do movimento da água, o estreitamento das ba-
cias oceânicas perto de terra e oscilações entre dife-
rentes bacias oceânicas. A atração gravitacional
do Sol nos oceanos da Terra é cerca de
metade da Lua, sendo a interação entre
ambas a responsável pela mu-
dança das marés.
A LUA E SUAS CARACTERÍSTICAS
LUNÁTICOS
CATÁSTROFES
A FRAUDE DO POUSO LUNAR
A palavra “lunático” tem suas raízes na palavra “lunar”, e um bando de gente, de enfermeiras a bombeiros e policiais, garantem que quando é lua cheia, as coisas costumam “esquentar”.
Mas esta cópia barata do mito do lobisomem não se sustenta. Em 1985 foi feita uma pesquisa sobre os momentos das crises mentais e a fase da lua, e se descobriu que o folclore que liga a lua cheia a partos, comportamento criminoso e outros distúrbios, não tem base científica. Da mesma forma, a pesquisa não encontrou ligação entre o resultado de cirurgias e a fase da lua. Porém, seu bichinho de estimação pode precisar de uma visita ao veterinário na lua cheia, mas neste caso parece que a culpa é dos donos, que, por causa da noite iluminada, acabam ficando mais tempo fora de casa com seus bichinhos, aumentando as chances de lesão.
Superlua das catástrofes
A razão de existirem superluas é por que a órbita da lua não é perfeitamente circular. Quando ela está mais perto da Terra por conta da órbita elíptica, ela dá um puxão gravitacional um pouco mais forte à Terra. Mas não é nada que a Terra não consiga dar conta.
As forças de maré sobre a Terra são 42% mais fortes quando a lua está mais perto, o que causa alterações na altura das marés, mas não há nenhum efeito notável sobre terremotos e tsunamis (uma força minúscula aumentada em 42% continua minúscula).
John Bellini, um geofísico que trabalha no U. S. Geological Survey, contou ao Life’s Little Mysteries que “muitos estudos deste tipo foram feitos por cientistas e não foi descoberta nenhuma ligação significativa”.
Curiosamente, o nome “superlua” não é da astronomia, mas da astrologia.
Os Lobos uivam para a Lua?
Não! Eles fazem isso principalmente para chamar seu grupo para a caça. Acontece de uivarem com muito mais freqüência em noites de Lua cheia porque o clarão do luar é uma condição altamente propícia para localizarem suas presas. Depois da caçada, o som serve também para reunir novamente o bando: os lobos são capazes de reconhecer uns aos outros apenas pelo uivo de cada um. “Mas eles também podem uivar quando não há Lua. Afinal, caçam todos os dias”, diz a bióloga Ana Maria Beresca, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo.
A outra função do uivo, idêntica ao latido dos cachorros, é marcar seu território. Dois grupos que pretendem ocupar a mesma região podem deduzir o tamanho do bando rival: a diversidade dos uivos revela o número de animais.
LOBOS
CABELO E PLANTAS
O HOMEM REALMENTE POUSOU NA LUA EM 20/06/1969?
Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua
A Lua age somente sobre massas extensas, como os oceanos. Como diz Fernando Lang da Silveira, do Instituto de Física da UFRGS, “isso explica porque ela não atrai piscinas ou copos d’água”. Muito menos os fluidos dos vasos capilares.
A origem da crença está na agricultura primitiva, que organizava seus ciclos pelas fases da Lua. No hemisfério norte, até hoje a última lua cheia da primavera é chamada de “lua da colheita”. “Não demorou para alguém achar que o que era bom para as plantas era bom para os cabelos”, diz Dan Bush, historiador especializado em folclore e tradições americanas.
Adicione a isso a astrologia, que difundiu a convicção de que os astros influenciam nossas vidas, e pronto: estava consagrada uma lenda urbana. Na França, existem até os “cabeleireiros de lua cheia”, que na primeira noite dessa fase lunar deixam seus salões abertos madrugada adentro para atender clientes.
A grande colisão. O impacto descasca a Terra
como uma laranja. Titânicas massas de
material de ambos os planetas são lan-
çadas para o espaço. O núcleo de Theia
eventualmente afunda no centro de nosso
planeta, onde permanece até hoje.
FASES
DA LUA
As fases da lua referem-se à porÇão da
Lua iluminada pelo Sol quando vista a partir
da Terra, o que depende da posição relativa dos
três corpos. A medida em que a Lua efetua sua
trajetória ao redor do planeta, a porção da parte ilu-
minada visível da Terra muda, dando origem a um ci-
clo de fases. Apesar do período orbital lunar ser de
aproximadamente 27,5 dias, o período sinódico (o
tempo que a Lua leva para voltar à mesma fase) leva
cerca de 29 dias e 12 horas. Isto é causado pelo fato
de que os dois corpos também estão em movimen-
to ao redor do Sol e, para retornar à sua posição
inicial em relação às estrelas, deve percorrer
um pouco mais de uma volta ao redor do
nosso planeta.
ECLIPSES
Os eclipses ocorrem quando
o Sol, Terra e Lua alinham-se. Os
eclipses solares ocorrem durante a
lua nova, quando a Lua se encontra en-
tre o Sol e a Terra. Por outro lado, os
eclipses lunares ocorrem durante a lua
cheia, quando a Terra se encontra entre o
Sol e a Lua.
LUNAR
SOLAR
MAXWELL OLIVEIRA
maxwell.oc@hotmail.com
whatsApp 65 8155-5256
Full transcript