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Coesão, Coerência e o uso dos conectivos na construção do te

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Samir De Menezes Costa

on 13 September 2013

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Transcript of Coesão, Coerência e o uso dos conectivos na construção do te

Coesão, Coerência e o uso dos conectivos na construção do texto científico.
I – O que é coesão?
Tessitura textual, rede de relações entre termos e partes do texto.
1. Diversos tipos de coesão:
1.1. Coesão referencial
Conclusion
1.2. Coesão sequencial
“aquela em que um componente da superfície do texto faz remissão a outro(s) elemento(s) do universo textual.” (Koch: 1991)
“diz respeito aos procedimentos linguísticos por meio dos quais se estabelecem, entre segmentos do texto (enunciados, partes de enunciados, parágrafos e mesmo sequências textuais), diversos tipos de relações semânticas e/ou pragmáticas à medida que se faz o texto progredir.” (Koch: 1991)

Conexão ou junção: articulação efetuada por meio de conectores interfrásticos – conjunções, advérbios sentenciais e outras palavras. Podem estabelecer:

Relações lógico-semânticas: condicionalidade (se p então q); causalidade (p porque q); mediação (p para q); disjunção (p ou q); temporalidade (p quando q); conformidade (p conforme q); modo;

Relações discursivas ou argumentativas: conjunção (e, também, não só... mas também, nem, tanto... como); contrajunção (mas, embora); explicação ou justificativa (pois, que); conclusão (logo, portanto, por conseguinte); comparação (tanto, tal); generalização/extensão (aliás, de fato); especificação, exemplificação (por exemplo, como); contraste (mas, ao passo que); correção/redefinição (isto é, ou melhor).
II – O que é coerência?
“Está diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários” (Koch e Travaglia: 1991)
Não é possível aprender o sentido de um texto com base apenas nas palavras que o compõem e na sua estruturação sintática. Contudo esses elementos servem como pistas para a ativação dos conhecimentos armazenados na memória.
O conhecimento prévio do mundo desempenha um papel decisivo no estabelecimento da coerência. Adquirimos esse conhecimento à medida que vivemos, tomando contato com o mundo que nos cerca e experienciando uma série de fatos que são armazenados em blocos, denominados modelos cognitivos.
É impossível que duas pessoas partilhem exatamente o mesmo conhecimento de mundo. No entanto, é preciso que produtor e receptor de um texto possuam, ao menos, uma boa parcela de conhecimentos comuns. Quando o conhecimento não é partilhado, o texto necessita de muitas explicitações, as quais se tornam redundantes em caso contrário.
2. Fatores de coerência
2.1. Conhecimento linguístico
2.3. Conhecimento partilhado
2.2. Conhecimento de mundo
2.4. Inferências
2. Fatores de coerência
2.5. Fatores de contextualização
2.6. Situacionalidade
Refere-se ao conjunto de elementos situacionais que servem para dar coerência ao texto.
São aqueles que “ancoram” o texto em uma situação comunicativa determinada.
Referem-se aos conhecimentos que não estão expressos, mas que podem ser deduzidos a partir do que é dito.
2.7. Informatividade
2. Fatores de coerência
2.8. Focalização
2.9. Intertextualidade
Prende-se ao conhecimento prévio de outros textos, tanto no que diz respeito à forma, quanto ao conteúdo. Na forma, pode aparecer como citações, paráfrases ou paródias; no caso do conteúdo, a intertextualidade é uma constante já que todos os texto dialogam uns com os outros.
Refere-se ao modo de ver específico de determinado conhecimento. A focalização tem relação direta com a questão do conhecimento de mundo e de conhecimento partilhado.
Diz respeito ao grau de previsibilidade da informação contida no texto. Um texto será tanto menos informativo, quanto mais previsível ou esperada for a informação por ele trazida.
III – Uso dos conectivos
2.10. Intencionalidade e aceitabilidade
2. Fatores de coerência
2.11. Consistência e relevância
A consistência se prende ao fato de que todos os dados textuais devem estar relacionados de forma consistente entre si, de modo a não haver contradição possível; já a relevância se liga ao fato de que os enunciados devem estar ligados ao mesmo tema.
A intencionalidade está ligada, por parte do emissor, a todos os meios de que ele lança mão no sentido de atingir seus objetivos; já a aceitabilidade, no caso do receptor, está ligada à sua capacidade de atribuir coerência ao texto.
Definição
Os fatores de coesão são “aqueles que dão conta da estruturação da sequência superficial do texto”
Anáfora: Encontrei meu irmão na esquina, mas não falei com ele.
Catáfora: Ele era tão bom, o meu marido!
Pode se constituir por:
Mecanismos gramaticais: pronomes, advérbios pronominais (lá, aí ali, acima), verbos (ser e fazer)

Pronomes: O aluno saiu, mas ele e sua mãe voltaram logo a seguir. (pessoal)
João e Pedro estiveram lá, mas nenhum falou nada. (indefinido)
Renato comprou o jornal, mas leu o meu. (possessivo)
Ela viu a blusa vermelha, mas comprou esta. (demonstrativo)
João, Pedro e Paulo falaram, mas qual disse a verdade? (interrogativo)
Advérbios pronominais: Foi à Europa e lá foi feliz.
Verbos: O cantor apresentou dois números, mas o mímico não fez o mesmo.

Mecanismos lexicais: repetição, sinonímia, hiponímia, hiperonímia, expressões metafóricas, rótulos.


Repetição: Comprou a casa, mas a casa não tinha porta. (idêntica)
Comprou a casa, mas essa casa lhe trouxe problemas. (novo determinante)
Fernando Henrique Cardoso não governa bem e por isso FHC é malvisto. (forma abreviada)
Lula é candidato, mas Luis Inácio Lula da Silva não está bem no pleito. (forma ampliada)
Trabalhar é bom e o trabalho enriquece. (forma cognata)
Hiponímia: Comprou flores e deu as rosas para mulher.
Hiperonímia: Vinha um ônibus, mas o pedestre não viu o veículo.

elipse: substituição por nada. (Ø)

O grande objetivo da vida não é o conhecimento, mas [...] a ação.
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