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APRESENTAÇÃO MONOGRAFIA

Banca de Monografia: O PARQUE LINEAR COMO INSTRUMENTO DE REQUALIFICAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS EM ITAJUBÁ-MG.
by

ISADORA RIBEIRO

on 1 November 2012

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Transcript of APRESENTAÇÃO MONOGRAFIA

O Parque Linear
como instrumento de requalificação de espaços públicos em Itajubá- MG Universidade Federal de Viçosa
Departamento de Arquitetura e Urbanismo A proposta metodológica de Del Rio (1990), que foi adotada na execução deste trabalho, baseia-se nos conceitos de David Canter (1977), o qual define que o conceito de Desenho Urbano se dá por meio de três dimensões fundamentais: os elementos físicos que o constituem, os conceitos que fazemos dele e os usos e comportamentos que eles possibilitam. ESTUDOS
DE CASO PARQUE IPANEMA RIO MANZANARES ENTRE RIOS PERCEPÇÃO
AMBIENTAL ANÁLISE VISUAL COMPORTAMENTO
AMBIENTAL MORFOLOGIA URBANA INTRODUÇÃO TEMA: "(...) compreender a lógica da formação, evolução e transformação dos elementos urbanos, e de suas inter-relações, a fim de possibilitar-nos a identificação de formas mais apropriadas, cultural e socialmente, para intervenção da cidade existente e o desenho de novas áreas" (DEL RIO,1990). Del Rio (1990, p. 91) define Análise Visual como sendo a compreensão das relações entre um conjunto edificado e as sensações que transmitem. É uma categoria subjetiva, pois depende da capacidade de observação e interpretação do pesquisador. Isadora Maria Floriano Ribeiro
Orient: Geraldo Browne Ribeiro Filho PARQUE LINEAR TEMÁTICA: DESENHO URBANO REFERENCIAL
TEÓRICO METODOLOGIA Itajubá As áreas de fundo de vale: histórico de ocupação urbana, atual situação de degradação ambiental, cheias frequentes, área central e de grande importância para a cidade O Problema OBJETIVOS GERAL O presente estudo teve como objetivo analisar a área do Córrego José Pereira, próximo à confluência com o Rio Sapucaí, na cidade de Itajubá – MG, com a finalidade de obter informações para subsidiar a proposta de um projeto de um parque linear para o local. METODOLOGIA 1- Levantamento Bibliográfico 2- Pesquisa de Campo 3-Estudos de Caso JUSTIFICATIVA Por que um parque linear numa área já consolidada? PARQUE LINEAR:
- Garante a permeabilidade do solo nas margens dos cursos d’água - infiltração e vazão mais lenta da água durante inundações;
- Diversidade Biológica;
- Protege os recursos hídricos e a qualidade da água;
- Gastos econômicos compensam pelos benefícios em várias áreas da cidade.

EM ITAJUBÁ:
- Amenizar a recorrência dos alagamentos;
- Criar espaços públicos de lazer adequados para a população. Processo de Urbanização no Brasil Aconteceu de forma rápida e desordenada e se deu principalmente no séc. XX

1970 – população urbana ultrapassa a população rural (MARICATO, 2003).

Cidade idealizada como solução dos problemas – mão de obra não é mais absorvida

Desigualdade regional, territorial, social, econômica, entre outras (SANTOS, 1986 apud MARICATO, 2003)

Velocidade do processo – falta de infraestrutura

Áreas centrais – melhor infraestrutura – valorização imobiliária

Em Itajubá: mesmo ‘padrão’ – década de 1970 – indústrias – cursos d’água já ocupados A FORMAÇÃO DOS CENTROS URBANOS Centralidade – conceituações diferentes

Geográfica: posição relativa, número de conexões e distância entre os elementos que determinam uma hierarquia espacial (KRUGER apud VARGAS, 2006)

Econômica – atividades comercias e serviços de maior apropriação coletiva (VARGAS, 2006)

Centro – localização, uso e ocupação diferenciada das demais áreas – existência universal (CASTELIS. 2000 apud VARGAS, 2006)

Poli centralidade – medias e grandes cidades – aceleração da degradação dos centros urbanos (VARGAS, CASTILHO, 2009)

Itajubá – apenas um centro Urbanização – locais insalubres – perda do contato com áreas verdes

Reivindicações de melhorias – primeiras iniciativas de parques públicos (FRIEDRICH, 2010)

Londres, séc. XVIII - Pioneiro no modelo de parque urbano (MACEDO, 1999)

Paris, séc. XVIII– busca de uma imagem moderna – Bois de Boulogne e Bois de Vincennes (BENÉVOLO, 1997)

Brasil, séc. XIX – Passeio Público, RJ , 1783

Déc 80 – conservação e preservação da natureza – Parque Yellowstone, EUA, 1872 (GUERRA; COELHO, 2009).

Brasil – Parque Nacional do Itatiaia, 1937 PARQUES URBANOS PARQUE LINEAR Raiz – Plano de Birkenhead Park, Inglaterra, 1843 e Plano da cidade de Berlim, 1840-1850 (FRIEDRICH, 2007);

Precursor da ideia – Frederick Law Olmsted – Parkways (GIORDANO, 2004);

Degradação dos cursos d’água – Parque Linear (FRIEDRICH, 2007);

Solução para vários problemas e pode possuir diversas funções (AHERN, 1995 apud GIORDANO, 2004). ÁREAS DE FUNDO DE VALE Definição –curso d’água, área alagável

Deslocamento e circulação de pessoas, fauna, flora (SARAIVA, 1999 apud FRIEDRICH)

Controle de cheias

Urbanização e ciclo hidrológico alterado FONTE: GORSKI, 2010 Áreas de pequenas possibilidades – não são respeitadas (ROLNIK, 2000);

Código Florestal 1965, assim como o atual – 30m para cursos d’água de 10m;

Plano Diretor Municipal – AIA – Área de Interesse Ambiental:
- 50m para o Rio Sapucaí;
- 30m para seus afluentes, sendo 15m pra efeito de desapropriações;

Em Itajubá não se aplicam essas leis – ocupação irregular

Prefeitura + UNIFEI + Comissão = Demarcação de terrenos marginais.
Prefeitura + UNIFEI + Comissão = Demarcação de terrenos marginais A QUESTÃO AMBIENTAL Processo histórico de Itajubá – decadencia do ouro, busca de novas atividades, ocupação nos cursos d’água

O município: Sul de Minas Gerais, 91.159hab, indústria e pecuária

Bacia do Sapucaí: Rio Sapucaí com 12Km na área urbana. Largura 36,6m e profundidade de 6,7m. Obras de retificação 1864 ÁREA DE INTERVENÇÃO PADRÃO FUNDIÁRIO Lotes sem padrão
Nota-se alguns terrenos de 12m x 30m USOS DO SOLO GABARITOS SISTEMA VIÁRIO MOBILIDADE URBANA Malha urbana irregular, ortogonal e fechada Única empresa de ônibus, 23 linhas MOBILIÁRIO URBANO Essa categoria analisa a influência que o ambiente físico-territorial gera nos comportamentos dos indivíduos, de forma consciente ou inconsciente. Pode-se também perceber que a qualidade física do ambiente determina a forma e a intensidade do uso, pois pressupõe e repetição dos comportamentos (DEL RIO, 1990, p. 101). MAPA COMPORTAMENTAL Observação do local

- 12/04/2012 (quinta-feira) – Período da manhã: 08:30 as 11:00; período da tarde: 14:00 as 17:00 período da noite: 18:00 as 21:00.
- 14/04/2012 (sábado) - Período da manhã: 08:30 as 11:00; período da tarde: 14:00 as 17:00, período da noite: 18:00 as 21:00.
- 15/04/2012 (domingo) - Período da manhã: 08:30 as 11:00; período da tarde: 14:00 as 17:00 período da noite: 18:00 as 21:00. A Percepção Ambiental é a resposta dos indivíduos aos estímulos externos causados pelo ambiente que os cerca. Esse processo também leva os indivíduos a responderem com comportamentos diferentes perante os fenômenos apresentados no seu espaço de entorno (DEL RIO, 1990, p. 96) Aplicação de 24 questionários com entrevista
semiestruturada
Questões relacionadas ao perfil do usuário, ao centro e à construção de um parque na área de intervenção;

Perfil diversificado: idade, ocupação e local de origem;

75% - Mulheres, faixa etária predominante 30-39 anos

Profissões relacionadas ao comércio - vendedores, empresários

40% carro | 40% pé Demandas de equipamentos de lazer: parque, quadra esportiva, cinema, equipamentos de ginástica e parque para crianças, áreas verdes de lazer ao longo do córrego

Pontos positivos: 100% - localização privilegiada

Pontos negativos: transito ruim, áreas mal iluminadas Localização: Ipatinga – MG
Projeto de: Roberto Burle Marx
Ano de execução: 1990 Por que? - Escala, sucesso da implantação, porte do Córrego;
CURA - Programa Comunidade Urbana para Recuperação Acelerada - 1980;
Localização estratégica - abrange seis bairros;
Início - Córrego para transporte, pescaria e higienização - assoreamento e cheias;
Obras se iniciam em 1980 - param por 5 anos- Contratação de Roberto Burle Max;
Presença assídua de moradores em todos os dias da semana e períodos do dia;
Atualmente se encontra negligenciado pela Prefeitura Localização: Madrid - Espanha
Projeto de: Mrío Arquitectos, West 8
Ano de execução: 2006 Localização: São Paulo, SP

Projeto de: -

Ano de Execução: - Por que? -Situação semelhante - possibilidade de alteração de uma área já consolidada;
Rio Manzanares - importância histórica;
1960 - Expansão da malha viária - Rodoanéis;
Prefeito Alberto Ruiz Gallardón (2003-2007) - concurso internacional;
Ligação e espaços verdes espaçados e soterramento de rodovias;
Utilização de Materiais naturais;
Infraestrutura de lazer: instalações desportivas, centros de interpretação e criação artística, uma praia urbana, parques infantis, quiosques e cafés. Por que? -Situação semelhante - consequencias da canalização, retificação e urbanização nos rios;
Índios ocupavam colinas - entre o Rio Tamanduateí e o Anhangabaú;
1867 - São Paulo Railway - utiliza o vale do Tamanduateí como rota;
Viaduto do Chá - superação dos obstáculos - ligação com novos bairros - Higienópolis - Cia de Esgoto Cantareira - loteamento da várzea entre os rios;
Crescimento vertiginoso - Rio Tietê e Pinheiros - rios de planície (lentos e meandrantes);
Francisco Prestes Maia - Plano de Avenidas, 1938 - áreas úmidas e alagadiças - baixo custo
Cidade deu as costas para os rios
Intensas enchentes PROPOSTA Recuperação ambiental da AIA (Área de Interesse Ambiental);
Conciliar a recuperação ambiental do Córrego José Pereira e suas margens com a provisão de espaços livres e verdes à população articulados a áreas habitacionais;
Recuperar as águas dos mananciais com o intuito de reverter os prejuízos da ocupação irregular durante anos;
Buscar melhorar a qualidade biofísica da água com medidas de tratamento e controle de poluição;
Tratamento da vegetação existente e inserção de novos maciços verdes;
Demarcação dos terrenos marginais e desapropriação de construções irregulares quando possível;
Em áreas de ocupação irregular em que não forem possíveis medidas de desapropriação, deve-se minimizar os impactos negativos de ocupação;
Diversificar os usos do local tornando-o um local dinâmico e ativo;
Desenvolver atividades de educação ambiental;
Prever o planejamento de limpeza e manutenção do Parque;
Priorizar meios de locomoção sustentáveis pelo parque;
Viabilizar eventos esportivos, artísticos e culturais no parque;
Articular a mobilidade urbana do entorno para uma maior facilidade de acesso ao parque;
Priorizar a acessibilidade no parque com rampas, sinalização específica e adequada;
Criar ciclovias no interior do parque e articula-las com o entorno imediato;
Articular aulas práticas no interior do parque com os estudantes da UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá) para estudos in loco, melhorias na qualidade da água e da vegetação e experiências positivas para o parque;
Prever um equipamento para fins culturais e artísticos para o uso público nas dependências do parque; DIRETRIZES Criação de “wetlands” ou “stoplogs”;
Implantação de vegetação de combate a poluição e nativa do local;
Recomposição da mata ciliar;
Descanalização de parte do córrego José Pereira;
Retirada do asfalta das ruas do entorno do parque;
Implantação de postes de iluminação com aproveitamento de luz solar;
Implantação de piso com alta permeabilidade;
Implantação de ciclovias;
Instalação de aparelhos de geração de energia limpa;
Elaboração de mobiliário urbano com identidade visual; Criação de comunicação visual para o parque e seu entorno imediato;
Criação de áreas com traffic calming;
Criação de calçadões para privilegiar o acesso e locomoção dos pedestres;
Criar pistas de caminhada, quadras poliesportivas, locais com equipamentos de ginástica pidosos e playground para crianças;
Criar um Conselho Gestor do Parque composto tanto por componentes da prefeitura quanto por moradores do local;
Criar pequenos lagos como zona de amortecimento para as águas em período de chuvas;
Possibilitar e experimentação sensorial a partir da utilização de vários materiais e vegetação parque;
Criar quiosques e banheiros públicos para o uso da população;
Criar um posto de vigilância interna do parque em convênio com a Policia Militar. LINHAS DE AÇÃO BIBLIOGRAFIA AENAI. Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Itajubá. Disponível em: <http://www.aena
.com.br/load.asp?p=artigos&codigo=115> Acessado em 16 Out. 2012

ALMEIDA, André. Descaso do governo destrói lagoa do Parque Ipanema. Diário Popular, Ipatinga, 09
Out. 2012. Disponível em: < http://www.diariopopularmg.com.br/vis_noticia.aspx?id=3190>
Acessado em: 10 Out. 2012

BASTOS, Letícia. Análise da percepção ambiental no Parque Ipanema para compreensão do
processo histórico da conscientização ecológica em Ipatinga-MG. Monografia, Bacharelado em
Geografia. Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2006. Disponível em <
http://www.geo.ufv.br/docs/monografias/leticiaSilva.pdf> Acessado em: 05 Mai. 2012

CAMPOS FILHO, Candido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do
planejamento da sua cidade. São Paulo: Editora 34, 2003. 222 p.

CARVALHO, Alexandre. Nova demarcação dos terrenos marginais será divulgada até o fim de julho. O
Sul de Minas. Itajubá, 09 Jun. 2012. p. 19.

CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Tradução de Isabel Correia e Carlos de Macedo. São Paulo
Edições 70, 2010. 202 p.

CUSTÓDIO SOBRINHO, Juliano. Ao sul da capitania das Minas: formação da freguesia de Itajubá.
Revista Virtú – ICH - UFJF. Juiz de Fora, 5. ed., ago./dez. 2007. Disponível em:
<http://www.ufjf.br/virtu/files/2010/05/artigo-3a4.pdf> Acesso em: 25 Mar. 2012

ção ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo: Pini,
1990. 198 p.

FAUST, Coronare Modestus. Madrid Rio II arganzuela, footbrigde, etc opens. Disponível em: <
http://spfaust.wordpress.com/2011/06/10/madrid-rio-ii-arganzuela-footbridge-etc-opens/>.
Acessado em 09 Out. 2012 PRÉ - DIMENSIONAMENTO PRAÇA DE ESPORTES - 714,5 m² ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA - 570,0 m² ESPAÇO CULTURAL - 245,0 m² ÁREA VERDE - 200,0 m² Área total: 1739,0 m²
Área disponível: 7 mil (sem desapropriações) VIDEO ITAJUBÁ
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