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Cardiologia

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by

João Barradas

on 7 November 2012

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Transcript of Cardiologia

Universidade de Coimbra – Faculdade de Medicina

Mestrado Integrado Medicina – 5.º Ano

Patologia Médica III - Cardiologia Turma C1 - P3 João Barradas; Lúcia Fadiga AUTO-APRENDIZAGEM DE FISIOLOGIA E DE SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR É capaz de dizer como se correlaciona a sístole e a diástole com as pressões aórticas, ventriculares e auriculares?
Como varia o volume ventricular ao longo do ciclo cardíaco?
Qual a relação com os várias parâmetros electrocardiográficos?
Como se associam aos vários tons cardíacos? Avaliação direta da microcirculação Em que medida o exame da retina é útil? Que dados se podem obter do exame físico das extremidades? Como se avalia corretamente a pressão arterial? De que forma a observação do pulso arterial nos pode ser útil? Avaliação do risco cardiovascular (grau de obstrução arterial)


Inversamente proporcional à gravidade da doença Avaliação do fluxo sanguíneo
Existência de lesões obstrutivas Pesquisa de edema Que dados podemos obter da observação do abdómen? Frequência cardíaca
Ritmo cardíaco
Regular
Regularmente irregular
Irregularmente irregular
Forma do pulso
Normal
Aumentado
Diminuído
Pico duplo
Amplitude do pulso Pulso radial Pulso carotídeo É capaz de dizer como se correlaciona a sístole e a diástole com as pressões aórticas, ventriculares e auriculares?
Como varia o volume ventricular ao longo do ciclo cardíaco?
Qual a relação com os várias parâmetros electrocardiográficos?
Como se associam aos vários tons cardíacos? O que podemos obter com a auscultação pulmonar? Sons respiratórios normais Sons respiratórios adventícios O que podemos obter com a auscultação cardíaca? Avaliação dos tons cardíacos 4 tons cardíacos
1.º tom: encerramento das válvulas A-V + fatores valvular e muscular
Som único, mais intenso nos focos da ponta, contemporêneo do pulso carotídeo
2.º tom: encerramento das válvulas semilunares
Desdobramento fisiológico na inspiração, com menor duração e mais intenso nos focos da base
3.º tom: fase de enchimento rápido dos ventrículos
Flacidez dos ventrículos na diástole
Galope ventricular
4.º tom: contração final das aurículas
Galope auricular Determinação da Frequência Cardíaca e do Ritmo Deteção de sopros cardíacos Que dados podemos obter da palpação do tórax? Localização
Amplitude
Duração
Direção Hemorragias em chama de velas
Manchas algodonosas
Edema retiniano
Exsudatos retinianos (configuração macular em estrela) Hemorragias punctiformes e aneurismas
Manchas algodonosas
Edema retiniano
Neovascularização Retinopatia diabética Retinopatia Hipertensiva Embolia retiniana Pequeno silêncio Grande silêncio Caracterização dos tons cardíacos Intensidade: velocidade sanguínea; estado do sangue; derrame pericárdico
Timbre: espessamento muscular e valvular
Desdobramento Fisiológico: 1.º tom - crianças, idosos e alguns adultos; 2.º tom - foco pulmonar na inspiração
Patológico: 1.º tom - HTA, extra-sístole, bloqueio do ramo direito; 2.º tom - estenose pulmonar, bloqueio do ramo direito Caracterização dos sopros cardíacos Local de máxima perceção
Intesidade (I a VI)
Momento de ocorrência
Diástole
Sístole !!! Forma:
crescente;
decrescente;
crescente-decrescente;
plateau
Timbre: aguda vs. grave
Irradiação
Região cervical: estenose aórtica
Ombro esq.: estenose pulmonar De que forma a observação do pulso venoso jugular nos pode ser útil? Inspeção das ondas de pulso Distância vertical topo da coluna venosa - ângulo do esterno (N<3 cm) Onda a: distensão venosa associada contração auricular direita
Onda c: deslocamento da valva tricúspide para dentro da aurícula direita durante a contração isovolumétrica do ventrículo
Deflexão x: relaxamento auricular + deslocamento da válvula tricúspide
Onda v: preechimento da aurícula por sangue
Deflexão y: abertura da válvula tricúspide + influxo rápido de sangue para o ventrículo Teste de refluxo hepato-jugular Suspeita de Insuficiência ventricular direita + PVC N? Estimativa da PVC Sinal de Kussmaul: aumento da PVC durante a inspiração HTvenosa por elevação da pressão diastólica ventricular direita !!! Descrição do ciclo cardíaco Palpação do choque da ponta IC/CM dilatada HVE: > amplitude, duração e tamanho do impato
CI/ DMD: pulsações precordiais sistólicas
HT pulmonar: palpação do pulso da artéria pulmonar (2.º espaço intercostal) Frémitos Vibrações de baixa frequência associadas a sopros cardíacos IM EP EA Aneurisma da AA IC/ Pericardite constritiva IT IC grave/ Endocardite infecciosa Fístula arterio-venosa Estenose da artéria renal Palpação do pulso arterial periférico Índice tornozelo-braço ITB < 0,9 !!! ---------> DAP!!! Contração isovolumétrica – o volume mantém-se; encerramento das VAV
Com a contração mais forte – abertura das válvulas semilunares e ejeção de sangue
Relaxamento isovolumétrico – encerramento das válvulas semilunares
Maior relaxamento – abertura das VAV
Fase de enchimento rápido – a PV é menor que a PA; entrada rápida de sangue
Fase de enchimeto lento (diástase) – desaceleração do fluxo (3º som)
Sístole auricular (4º som) P – despolarização auricular
T auricular – repolarização auricular; polaridade contrária à onda P; baixa amplitude; “mascarada” pelo QRS
QRS – despolarização ventricular; o sinal + ou – nas diferentes fases da desp depende da direção média das correntes elétricas e das derivações eletrocardiográficas.
R – a maior deflexão positiva
Q – deflexão negativa antes do R
S – deflexão negativa depois do R
mais que uma deflexão positiva: R’ ou r’
mais que uma deflexão negativa: S’ ou s’
QRS totalmente negativo – onda QS
T – repolarização ventricular; a mesma polaridade q o QRS (em média)
U – na diástole, a sua génese não está clara; a mesma polaridade que a T; pode surgir em indivíduos normais ou com patologia diversa (valvulopatias, HTA, insuf coronária…)
[R-R] – permite calcular a FC
[P-R] – intervalo entre desp auricular e ventricular (início da P a início do QRS) [120-200]ms
[QRS] – tempo de despolarização ventricular [100-110]ms
[Q-T] – (início do QRS a fim da T) intervalo entre a desp v e a repolarização v sístole (pode-se corrigir em relação à FC)
Segmento ST – os ventrículos estão completamente despolarizados não há correntes elétricas marca o potencial 0
Ponto J – fim do QRS o mesmo Referências bibliográficas Harrison’s Principles of Internal Medicine. 17.ª Edição. 2008. Kasper, Braunwald, Fauci, Hausser, Longo, Jameson. McGraw-Hill.

Texbook of Physical Diagnosis. 6.ª Edição. 2008. Mark H. Swartz. Saunders Elsevier. Philadelphia.

Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças, 6.ª Edição, 2009. Guyton e Hall. Editora Guanabara Koogan

http://www.as.miami.edu/chemistry/2086/NEW-Chap20/NEW-Chapter%2020_part2.htm
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