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FANOR DO 1 Arq

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CAMILA OSUGI

on 17 April 2017

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Transcript of FANOR DO 1 Arq

Desenho de Observação
Aplicado à Arquitetura

Camila Osugi
OBJETIVOS
Realizar a representação de suas idéias criativas, por meio da representação gráfica.
Realizar a representação de objetos tridimensionais em meios bidimensionais, respeitando as caracterisitcas de proporção, textura, luz, de modo a que seja reconhecido como um desenho do objeto observado em escala diferente.
Arquiteta e Urbanista (UFC)

Especialista em Design de Acessorios de moda e Joalheria (FASM)

Mestre pela Escola de Artes Ciências e Humanidades (USP)

Ergonomista (Associação Brasileira de Ergonomia - ABERGO)

O processo tem início com o processo de observação, sendo uma característica básica na sua profissão (o de observar) e representar objetos em perspectiva, sem o uso de qualquer instrumento, levando-o a compreender o fator escala em relação ao meio de representação e em relação ao usuário do objeto representado.

Este aprendizado deve ser um dos meios de expressão a ser utilizado constantemente durante toda a vida profissional, é um recurso a ser lançado pelo profissional para apresentar ao cliente idéias durante o processo de criação e de novas alternativas durante a busca de soluções de um problema.

O aluno irá treinar sua visão para representar e perceber em objetos tridimensionais, elementos característicos como cor, textura, superfície, materiais básicos (papel, metal, vidro, madeira, etc.), além de composição, decomposição e recomposição de figura: espaço, linha, contorno, volume, fundo, contraste e texturas.

EMENTA
camilaosugi@hotmail.com
calencar3@fanor.edu.br
METODOLOGIA

20% Pontualidade
50% Exercícios
30% Prova ou trabalho
Elaborar desenhos de figuras humanas e objetos tridimensionais, que melhorem a representação dos projetos gráficos, de produtos e arquitetônicos.

Implementar a utilização das técnicas de representação, na observação de objetos.
CONTEÚDO
Unidade 1 - Introdução à Perspectiva do Objeto



Unidade 2 - Teoria sobre Perspectiva Isométrica



Unidade 3 - Teoria sobre Contraste Claro/Escuro



Unidade 4 - Teoria sobre Enquadramentos



Unidade 5 - Traço à mão livre



Unidade 6 - Estudos sobre Proporção e Profundidade



Unidade 7 - Valorização do Desenho: sólido com sombra



Unidade 8 -Valor Tonal: linha pura e texturas/Apresentação de embalagens com conceitos formais



Unidade 9 - Teoria das perspectivas: pontos de fuga em relação à linha do horizonte



Unidade 10 - Desenhos de Observação com Relação às Proporções



Unidade 11 - Desenho como Croquis



Unidade 12 - Representação de Elementos de Paisagismo



Unidade 13 - Estudo de Superfícies de Texturas Diversas



Unidade 14 - Teoria sobre Rendering



Unidade 15 - Rendering de Interiores/Automotivo



Unidade 16 - Desenhos da Figura Humana
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica

MONTENEGRO, Gildo. A invenção do projeto: a criatividade aplicada em desenho industrial, arquitetura e comunicação visual. São Paulo: Blucher, 2006.

MONTENEGRO, Gildo. Desenho arquitetônico. São Paulo: Blucher, 2001.

WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2007

Bibliografia Complementar


SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. Rio de Janeiro: Ltc, 2012.

YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. Rio de Janeiro: Ltc, 2009.

MONTENEGRO, Gildo. A perspectiva dos profissionais: sombras, insolação e axonometria. São Paulo: Blucher, 1983.

PIPES, Alan. Desenho para designers. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.

SILVA, Antonio Carlos Rodrigues. Desenho de vegetação em arquitetura e urbanismo. São Paulo: Edgard Blucher, 2009.


A Arquitetura é responsável pelo espaço que habitamos!
O projeto é uma das etapas do método de trabalho do designer que utiliza o desenho para representação do produto e/ou espaço criado.
"O homem é a medida de todas as coisas."
Protágoras, séc. V a.C.

Introdução ao Desenho
para Arquitetos

BAXTER, M. Projeto de produto: guia prático para desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: E. Blucher, 1998.

BOUERI, Jorge. Antropometria: Aplicada à Arquitetura, Urbanismo e Desenho Industrial. São Paulo: Estação Das Letras e Cores, 2008. p. CD-ROM.

BÜRDEK, Bernhard E. Design: História, Teoria e Prática do Design de Produtos. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.

LÖBACH, Bernd. Design industrial. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 206p. 

DORFLES G. – Introdução ao Desenho Industrial, São Paulo – SP, Editora Edições 1990.

GOMES FILHO, J. Design do objeto – Bases conceituais. Ed. Escrituras, 2006.

HOLLIS R. Design gráfico – uma história concisa. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2001.

JUBRAN A., CHAVES D. Manual Prático de Desenho. São Paulo: Ed. Tipo, 2002.

MEDEIROS, L. M. S.; GOMES, L. V. N. Desenvolvimento da Linguagem do Desenho: fases, etapas, estágios e níveis. In: Anais do III Congresso Internacional de Pesquisa em Design Brasil – III CIPED. Rio de Janeiro: Univercidade, 2005.

MONTENEGRO, Gildo Aparecido. A Perspectiva dos Profissionais. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 155 p.

MONTENEGRO, Gildo Aparecido. Desenho Arquitetônico. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 176 p.

NASCIMENTO, M. A. Desenho e design: desenhar para ver idéias. In: Anais do VII Congresso Internacional de Pesquisa e Desenvolvimento em Design – P&D Design 2007. Curitiba: Unicenp, 2007.

PEREZ, F. J.; GARCÍA, J. A. Desenho para designers industriais: aula de desenho profissional. Lisboa: Ed. Estampa, 2005.

STRAUB, E. ABC do rendering, Curitiba: Ed. Infolio, 2004.

WOLLNER A. STOLARSKI A. Alexandre Wollner: e a Formação do Design Moderno no Brasil. São Paulo: Editora Cosac Naify, 2005
Referências

O desenho é uma forma de expressão visual.
CONTEXTUALIZANDO...
A LINGUAGEM DO DESENHO...
A IMPORTÂNCIA DO DESENHO...
O ato de desenhar é uma atitude conceitual. Isto quer dizer que o desenho é, antes de mais, resultado do pensamento de conceitos, embora se materialize através da prática, do dominio da técnica.


•Desenho Artístico pode replicar natureza ou expressar uma emoção, mas é para ser olhado.




•Desenho Técnico replica coisas reais e que se destina a comunicar informações práticas sobre o assunto.
Para se desenhar o que se observa, é necessário saber ver e compreender bem o que se vê.
Desenho de Observação
É a representação gráfica do que está perante o nosso olhar.
Através do desenho de observação compreendemos melhor as proporções e a volumetria dos objetos, assim como as partes que os constituem.
Desenho Técnico
É um processo de representação técnica, precisa e objetiva, que recorre à geometria (no plano e no espaço) para a interpretação dos objetos e do espaço que os contém.
Desenho Linear
É o tipo de desenho que se exprime através de linhas.
Desenho Sombreado
É todo o desenho onde os objetos registam sombras (própria e projetada), resultantes da luz recebida.


Costuma-se dizer que desenhar por meio da observação é "aprender a ver".


Saber desenhar é um questão de prática e dedicação e mão um dom.

Surgem os primeiros desenhos técnicos, por volta do Renascimento. Mas, de acordo com registros históricos, o primeiro uso do desenho técnico consta no álbum de desenho da Livraria do Vaticano, no ano de 1490, o desenhista Giuliano de Sangallo já usava planta e elevação.
Planta baixa da Basílica de São Pedro, na Itália, feita por Giuliano de Sangallo
O desenho faz uso de qualquer instrumento que possa marcar um meio bidimensional.
A geometria mongeana é usada como a base da linguagem do desenho técnico.
No século XVII, o matemático e desenhista francês Gaspar Monge (1746-1818) criou um sistema utilizado na engenharia militar com o uso de projeções ortogonais, ou seja, um sistema capaz de representar as três dimensões de um objeto, com precisão, em superfícies planas.
Processo Criativo:
Artesanal x Industrial
PERSPECTIVA
A importância do desenho da perspectiva como ferramenta para o designer, permite uniformizar a linguagem do desenho para sua compreensão e reprodutibilidade.
x
O desenho de observação desperta o olhar.
1% INSPIRAÇÃO
99% TRANSPIRAÇÃO
A Revolução Industrial, a aceleração da produção e o estímulo de consumo de bens ocasionaram mudanças na sociedade.
A atividade de criação, produção e comercialização desses produtos torna-se complexa e, aspectos como custo, segurança, desempenho, sensações e percepções subjetivas do usuário passam a fazer parte dos requisitos estabelecidos para o projeto de produtos.
O design torna-se fundamental no desenvolvimento e criação de bens de consumo, pois através da aplicação de uma metodologia projetual ele liga todos esses aspectos.
Oi!!!!
Eu:
Nossa comunicação:
camilaosugi@hotmail.com
Prezi - Camila Osugi
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DESEMPENHO INDIVIDUAL
O que é criatividade?
Criar
Camila Osugi
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