Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

AS ESTRATÉGIAS DE PARÁFRASE NA LÍNGUA FALADA

No description
by

Alana Driziê

on 13 September 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of AS ESTRATÉGIAS DE PARÁFRASE NA LÍNGUA FALADA

Alana Driziê
Beatriz Moreira
Rodrigo Luiz AS ESTRATÉGIAS DE PARÁFRASE NA LÍNGUA FALADA Linguística Funcional Fundamentação teórica Revisão
bibliográfica Fávero (1997): os processos de formulação do texto falado, observando-se a correção e a hesitação; Hilgert&Koch (2002): paráfrases na fala em relação paradigmática com suas matrizes. Objetivo geral Objetivo
específico Objetivo
específico Objetivo
específico Objetivo
específico Considerações iniciais Proceder a uma investigação das estratégias sintático-semânticas e discursivo-pragmáticas utilizadas pelos usuários da língua para a reformulação parafrástica de enunciados de fala, levando em conta suas situações reais de uso. (i) Verificar os mecanismos linguísticos de introdução da estrutura parafrástrica (ii) identificar o tipo de paráfrase mais recorrente no discurso falado (iii) observar as tendências gerais/particulares no processo de reformulação textual selecionadas por falantes de Natal-RN (iv) analisar as possíveis motivações discursivo-pragmáticas e sociointeracionais para o uso de determinadas estratégias parafrásticas. Justificativa Questões de pesquisa Hipóteses Cronograma de
execução Informatividade

Perspectivação

Plano discursivo

(inter)subjetividade Informatividade e perspectivação Plano discursivo (Inter)subjetividade Metodologia Desenvolvimento de uma pesquisa quantitativa de natureza descritiva
Levantamento de alguns dados estatísticos das estratégias de paráfrase, a fim de evidenciar tendências de uso manifestadas pelos falantes da cidade de Natal-RN no que se refere à utilização dessas estratégias de reformulação textual em enunciados de fala, mais especificamente no Corpus D&G Natal Procedimentos metodológicos (I) revisão bibliográfica dos materiais já existentes sobre paráfrase;
(II) estudo detalhado e analítico dos pressupostos teóricos-metodológicos da Linguística Funcional;
(III) levantamento das estratégias parafrásticas no corpus de fala Banco de Dados Conversacional D&G Natal-RN;
(IV) tabulação dos dados encontrados;
(V) análise das ocorrências de paráfrases, correlacionando-as aos mecanismos de introdução da estrutura parafrática. Conteúdo de informação linguística que os interlocutores compartilham, ou supõem compartilhar, no processo de interação. Evento referencial Fluxo de informação Saliência perceptual Entidades de menos destaque Subjetivização
mecanismos pelos quais significados são selecionados pelos falantes a fim de codificar atitudes e crenças Intersubjetivização uma vez subjetivados, esses significados talvez sejam recrutados para codificar outros significados centrados no destinatário Investigação de fenômenos da língua sob a ótica funcionalista;
Olhar funcionalista sobre o fenômeno da paráfrase;
Apuração de mecanismos marcadores do fenômeno semântico. Recurso muito utilizado na fala cotidiana;
Poucos estudos debruçados sobre a análise do fenômeno;
Contribuição para a compreensão da paráfrase, buscando motivações para seu uso. a)Quais são os recursos (marcadores) de paráfrase mais encontrados nas ocorrências de falantes?

b)Dos tipos de paráfrase (expansiva, sintetizadora, retórica, reconstrutiva ou completa), qual é o que ocorre com mais frequencia?

c)Quais são as motivações para tais usos? a)Os recursos mais prototípicos são necessariamente os mais utilizados.
b)A fala apresenta mais ocorrências de paráfrase do que a escrita, tendo em vista que aquela é mais dinâmica e rápida do que esta.
c)O tipo de paráfrase mais frequente é a do tipo sintetizadora, tendo em vista que o falante busca simplificar o conteúdo de seu discurso para facilitar a compreensão do ouvinte. Análise preliminar Paráfrase sintetizadora F1 - sabendo das minhas fraquezas... eu procuro... desviar... se eu sei que ali na frente eu... eu... eu der... der espaço e ali na frente... eu vou me deparar com uma situação... em que... é::... vou te/vou ser tentado... né? aí antes de chegar lá eu... dobro pra direita ou à esquerda... entendeu? (a gente) procura... sempre procura fazer isso... eu chamo isso de::... ficar se vigiando... você se vigiar... porque você num é imune... ninguém pode dizer que é imune... Paráfrase retórica F2 - só que ela ligou dizendo que não ia ter aula... aí minha irmã... burra... né? jumenta... Paráfrase expansiva F2 - eu disse pronome adjetivo... foi? ô::... sabe por quê? porque eu num sei.... quem foi a pessoa que me falou... pro-nome... ou seja... é::... a::... a sigla pro... num é nem sigla... vem antes... então... porque vem antes... eu sempre botei essa ideia na minha cabeça... pro/... então pro/ tá antes do nome... pronome... Paráfrase completa F2 - ah... perguntei pra saber sua opinião... porque... seu ponto de vista... porque... é::... está tudo tão corrompido hoje... aí... eu queria saber a sua opinião... Paráfrase reconstrutiva (discussão em sala sobre história de mulher que não se alimenta há dois anos)
[porque disse que o estômago dela] está atrofiado...
F1 - [ó...] [é o seguinte...] [os fótons...] tá?
F4 hã? o quê?
F1 quando:: tocam...
quando chegam... a::...
F4 a::...
F1 a::... ((risos)) a pele dela... provocam uma reação fotoplasmática... e isso... a:: [fa...]
F2 [a melhor] coisa ( )...
F3 ah... é...
F1 faz com que...
F3 eu num...eu num sabia que as plantas/ que os seres humanos... tinham as mesmas composições das plantas... juro que eu não sabia... [isso pra mim é novidade...] Os estudos realizados no Brasil se centram nas seguintes temáticas:
(i)sinonímia e paráfrase (MARGOTTI, 2003)
(ii)paráfrase e estilo (RIBEIRO, 2006)
(iii)expressões anunciadoras de paráfrase em textos escritos (AZEREDO, 2007)
(iv)análise do discurso e paráfrase (ALMEIDA, 1998)
(v)paráfrase, reformulação e correção (HILGERT, 1993; 2002)
(vi)paráfrase e texto falado (HILGERT &KOCH, 2002; FÁVERO, 1997; 2007)
Referências BYBEE, J. Language, usage and cognition. Cambridge, UK: CUP, 2010.
CROFT, W. Syntatic categories and grammatical relations: the cognitive organization of information. Chicago: UCP, 1991.
DUARTE, P. M. T. Elementos para o estudo da paráfrase. Revista Letras, Curitiba, n. 59, p. 241-259, Editora UFPR, jan./jun. 2003.
PEREZ MINCOFF, L. B. Paráfrases: mecanismos de interação discursiva entre pessoas que possuem diferentes níveis de fala. UNESP/FCLAr: Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul, 2005.
FÁVERO, L. L. Processos de formulação do texto falado: a correção e a hesitação nas elocuções formais. In: Dino Preti (org.), Discurso oral culto, 111-124. São Paulo: Humanitas, 1997.
FÁVERO, L. L.; ANDRADE, M.L. C. V. O.; AQUINO, G. O. Oralidadee escrita:perspectiva para o ensino de língua materna. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
FUCHS, C. La paraphrase. Paris: PressesUniversitaires de France, 1982
FURTADO DA CUNHA, M. A. Funcionalismo. In: MARTELOTTA, M. E. (org.). Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2008, p. 157-176.
GIVÓN, T. Functionalism and grammar. Amsterdan: John Benjamins, 1995.
HILGERT, J. G. A paráfrase na construção do texto falado: o caso das paráfrases em relaçãoparadigmática com suas matrizes. In: KOCH, I. G. V. (Org.). A gramática do português falado. 2. ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2002, p. 131-147.
Tomasello, M. Constructing a language: A Usage-Based Theory of Language Acquisition: Havard University Press. 2003.
Full transcript