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Turismo Comunitário

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Júlio Resende Duarte

on 15 April 2016

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Transcript of Turismo Comunitário

Step 1
¾
Arranjos Produtivos Locais (APL´s) são
aglomerações territoriais solidárias.
APLs do Turismo Comunitário são atividades
produtivas locais derivadas de fatores naturais e
históricos, concentrando no mesmo território micro e
pequenas empresa de subsistência (setor informal) com
base familiar, baixa competência técnica comercial e
gerencial produzindo atividades terciárias para a
cadeia produtiva do turismo.
¾
Como o turismo é atividade intersetorial,
integrada aos demais setores econômicos
possui ainda grande capacidade de
promover e agregar APLs como os de
artesanato, agricultura, produtos
regionais,confecções, bebidas, doces, tudo
que interessa ao turista.
Este artigo aborda o
fenômeno turismo a partir da
modalidade denominada turismo
comunitário. Sampaio (2005, p.113)
destaca que turismo comunitário é:

(...) uma estratégia de
comunicação social que possibilita
que experiências de planejamento
para o desenvolvimento de base
comunitária em curso, na qual a
população autóctone se torna a
principal protagonista, resgatando
ou conservando seus modos de
vida que lhes são próprios,
possam ser vivenciad
Acredita-se que o turismo de base comunitária, entendido como aquele que envolve a população local em todas as etapas dos projetos turísticos e a ela proporciona controle efetivo sobre sua gestão (MITRAUD, 2003), pode contribuir de forma positiva para a geração de mais benefícios para a população local e para a sua autonomia nos processos de decisão relativos ao turismo em seu território.

Turismo comunitário é definido pelo WWF-Internacional (2002,apud MENDONÇA, 2004, p.,4) como aquele em que as sociedades locais possuem controle efetivo sobre seu desenvolvimento e gestão.

o turismo comunitário questiona o mito do turismo como gerador de
emprego e renda e denuncia as políticas centradas na atração de
investimentos que não levam em consideração a participação e o
desenvolvimento das comunidades locais (TURISOL, 2008. p.3).
Assim, segundo a Rede Brasileira de Turismo S

H) Sustentabilidade

Nas palavras de Sampaio et al. (2006, p.6),
nessa perspectiva, o turismo de base comunitária é um divisor de águas. Ele
se baseia na relação dialética entre turista e comunidade receptora, e não na
sobreposição da comunidade ao turista. Turista e comunidade, ambos, são
considerados agentes de ação sócio-econômico-ambiental que devem
repensar as bases de um novo tipo de desenvolvimento, regulando padrões
de consumo e estilos de vida, e de um conjunto de funções produtivas e
socioecológicas, regulando a oferta de bens e serviços e seus impactos
ambientais.

MITRAUD, S. Manual de Ecoturismo de base comunitária: ferramentas para um planejamento sustentável. Brasília: WWF-Brasil, 2003. 470p.

ARAÚJO, Marina. O Início do Pensamento em Torno do Turismo de Base Comunitária: estudo de caso na comunidade de Galiléia, Município de Caparaó, Minas Gerais, Brasil. In: Turismo em Análise. Vol. 22, n. 2, agosto 2011.

MENDONÇA, Teresa Cristina de. Turismo e participação comunitária: Prainha do Canto Verde, a “canoa” que não quebrou e a “fonte” que não secou? 2004. 209f. Dissertação (Mestrado em Psicossociologia de Comunidade e Ecologia Social) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Disponível em: http://www.sits2008.org.br/oktiva.net/1893/secao/16333. Acesso em: 20 mai, 2008

TURISOL. Rede brasileira de Turismo Solidário e Comunitário. Apresentação da rede, 2008. 30p. Disponível em: http://turisol.files.wordpress.com/2008/07/proposta.pdf. Acesso em 04 jun, 2008.

SAMPAIO, C.; OYARZÚNH, E.; SOUZA, M.; CÁRCAMO, C.; MANTOVANELI JÚNIOR, O. Arranjo socioprodutivo de base comunitária: análise comparativa de experiências de turismo comunitário no Brasil e no Chile. IV Seminário de pesquisa em turismo do mercosul. Caxias do Sul. 7 a 8 de julho de 2006. Disponível em: www.ucs.br/.../posgraduacao/strictosensu/turismo/seminarios/seminario_4/arquivos_4_seminario/GT1 1-A8.pdf. Acesso em: 16 mai, 2008.


ncia única. As redes de turismo são organizadas
nos moldes da economia solidária e segundo a Rede Tucum –
Rede cearense de turismo comunitário e a Secretaria Nacional de Economia
Solidária, trabalham de acordo com os princípios:
a. cooperação: existência de interesses e objetivos comuns, união
dos esforços e capacidades, propriedade coletiva de bens, partilha dos resultados
e responsabilidade solidária;
b. autogestão: os/as participantes das organizações exercitam as práticas
participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições
estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação
das ações nos seus diversos graus e interesses;
c. dimensão econômica: uma das bases de motivação da agregação
de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção,
beneficiamento, crédito, comercialização e consumo;
d. solidariedade: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é
expresso em diferentes dimensões: na justa distribuição dos resultados alcançados;
nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades
e da melhoria das condições de vida dos participantes, no compromisso
com um meio ambiente saudável, nas relações que se estabelecem com a
comunidade local, na participação ativa nos processos de desenvolvimento
sustentável de base territorial, regional e nacional, nas relações com os outros
movimentos sociais e populares de caráter emancipatório, na preocupação
com o bem estar dos trabalhadores e (SALES E SALLES, 2010)

SALES; SALLES. Hospitalidade em Rede: Turismo Comunitário e Economia Solidária no Ceará. In: CADERNOS CERU, série 2, v. 21, n. 2, dezembro de 2010


De acordo com o edital, em 2008, foram selecionados projetos de apoio à realização de atividades
nas cinco linhas temáticas: 1) produção associada ao turismo; 2) qualificação profissional; 3)
planejamento estratégico e organização comunitária; 4) promoção e comercialização; e, 5) o
fomento às práticas de economia solidária. Os projetos poderiam se adequar em uma ou mais
linhas temáticas, sendo que a solicitação de apoio financeiro poderia ser de R$ 100.000,00 a R$
150.000,00 com prazo de execução de até 18 meses.

Observamos uma grande variedade de instituições que apresentaram propostas entre
elas o poder público municipal e estadual, organização sem fins lucrativos de naturezas diversas
como ONGs representativas da organização do turismo de fundações de instituição de ensino
superior, associações, cooperativas e diversas entidades comunitárias.

Silva et al. Fomento ao Turismo de base comunitária: A experiência do Ministério do Turismo. In: Turismo de Base Comunitária: diversidade de olhares e experiências brasileiras”, 2009.


Turismo Comunitário
Júlio Resende
O olhar do turista
fuga do
cotidiano
encontro
Em 2010 = 940 milhões turistas = USD 919 bilhões
Impactos do turismo
distribuição da renda
Cochabamba - B0
monopólios
Dubai
Econômicos
Preservação
Recursos Naturais
Las Vegas
Ambientais
lapinha da Serra - MG
Qual tipo de turismo?
Quem escolhe?
Ouro Preto (1970)

Patrimônio
Cultural
Conservatória: música e turismo

Culturais
Red de turismo Comunitario
Pehuenche Trekaleyin
intercâmbio

“O turismo é vítima e responsável pelo aquecimento global, e sua contribuição às emissões de gases que provocam o Efeito Estufa é de quase 5%."

Francesco Frangialli, presidente da OMT (2007)

Câmara dos Deputados. Mudanças Climáticas: o turismo em busca da ecoeficiência, 2008. Disponível em: <http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1745/mudancas_climaticas_turismo_desporto.pdf?sequence=1>

Festival de Pesca em Cáceres (2010)
A comunidade pode e deve decidir que tipo de turismo e, conseqüentemente, que tipo de mudanças e novas configurações territoriais está disposta a aceitar. Para tanto, é necessário também que a própria população esteja apta a fazer suas escolhas e saiba, consciente e criticamente, quais são seus impactos e implicações (MITRAUD, 2003).
AUTONOMIA
Segundo a Rede Brasileira de Turismo Solidário e Comunitário-TURISOL (2008), o turismo de base comunitária tem como princípios:

A - A concepção do turismo como uma atividade complementar a outras atividades econômicas já praticadas na comunidade;
Por meio do sistema solidário de produção, foi possível observar o aparecimento de vínculos sociais estabelecidos entre os envolvidos, criados a partir da economia solidária, sistema que supõe a relação de intercâmbio respeitoso entre o turista, a comunidade local e a natureza (SALES E SALLES, 2010)
D) A geração e distribuição de renda equitativa, praticando preços justos, satisfazendo a comunidade e turista;
C) a valorização cultural e a afirmação da identidade cultural local. As atividades são criadas para proporcionar intercâmbio cultural e aprendizagem ao visitante. Não se trata de apresentações folclóricas da cultura popular, mas de atividades que fazem parte do cotidiano que o turista vai experimentar;
B) A concepção do modo de vida local como principal atração turística da comunidade;
F) A relação de parceria e troca entre o turista e a comunidade. O turista é visto como um
parceiro, não como um cliente;
E) A cooperação e parceria entre os diversos segmentos relacionados ao turismo de base
comunitária;
G) O auxílio na luta pela posse da terra pela comunidade através do turismo de base
comunitária.
TURISMO
COMUNITÁRIO

PASSOS:
- Percepções sobre o Turismo;
- Planejamento Participativo;
- Educação para o Turismo;
- Parceiros;
- Infra-estrutura física;

Bibliografia
Reflexões
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